Pacientes poderão voltar a hospital após plásticas


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária criou novas regras sobre a esterilização de instrumentos utilizados em cirurgias abdominais, plásticas de mama e lipoaspiração.

Mais de 2,1 mil casos de infecção por micobactérias foram registrados nos últimos cinco anos pela Anvisa em todo o Brasil. Os hospitais poderão continuar terceirizando o serviço de esterilização, mas serão responsabilizados em caso de problemas.

A partir de agora, os hospitais que fizerem esse tipo de cirurgia também ficarão responsáveis pelo acompanhamento médico dos pacientes por pelo menos dois meses. Pacientes que perceberem qualquer problema em função da cirurgia ganham o direito de procurar o hospital até dois anos depois da operação. De acordo com o gerente de Tecnologia da Anvisa, Héder Murari, só no Espírito Santo foram quase 300 casos, desde 2006, em pessoas que se submeteram a videocirurgias e lipoaspirações.

O que provocou as infecções foi a esterilização inadequada dos instrumentos cirúrgicos.

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