Arquivo do dia: março 14, 2009

Susana Vieira fala do novo amor

A fase turbulenta passou. Quatro meses após o término de seu último casamento, Susana Vieira ressurge com mais energia e alegria do que nunca. O motivo? Está novamente apaixonada.

A atriz de 66 anos chega atrasada ao estúdio do jornal com ar de adolescente. Rindo à toa, conta que tinha acabado de desembarcar de uma temporada de seis dias em São Paulo com o novo namorado. “Saía todas as noites e só voltava lá pelas 5h da manhã”, diz a atriz, que falou pela primeira vez sobre o novo relacionamento com Sandro Pedroso, também ator, que completara na véspera 24 anos.<
NOVO AMOR
“Ele é amigo da minha irmã, mas no carnaval aconteceu um brilho diferente no olhar e eu estava predisposta também. Ele olhou para mim e eu olhei para ele… Ele falou uma coisa no meu ouvido…”.
QUEM É SANDRO PEDROSO
“Ele gosta de música sertaneja, é de Curitiba, se formou na escola (de dramaturgia) Ulisses Cruz, em São Paulo, e aprendeu muita coisa no Circo do Beto Carrero. Mas não exerce nada do circo. Eu o conheci por uma vizinha da minha irmã”.

CASAR DE NOVO
“Toda mulher tem o direito de se apaixonar. Mas eu nunca quis casar, eu não preciso de um marido, de ninguém para me sustentar. O casamento para mim só representa o companheiro da noite, dar um ‘boa noite’ e rezar junto ou me contar as coisas do dia-a-dia. Fora isso, não preciso de homem nem para pegar carona, porque eu tenho motorista e tenho segurança”.
HOMENS MAIS VELHOS
“José Mayer e Antonio Fagundes, por exemplo, nunca se engraçaram comigo. Então, eu também não me engraço com eles. Espero a pessoa se engraçar primeiro. E as pessoas que se aproximaram de mim, a vida inteira, foram os mais jovens, eu não posso rejeitar… Ficar esperando por um senhor de 70 anos, de olhos azuis, que transe, que vá à praia… Aí já é demais! Eu sou assediada o tempo todo, metade por pessoas que querem me comer”.
TERAPIA E REMÉDIOS
“Pela primeira vez na vida, estou fazendo terapia, a conselho médico, depois que eu sofri um sequestro de alma e de coisas materiais. Na verdade, aparentemente, não estou traumatizada com nada. Mas ela (a terapeuta ) achou que eu precisava de cuidados médicos, de remédios… Aceitei e continuo alegre e feliz“.
FELICIDADE
Para viver bem, só preciso de saúde, felicidade e salário bom. Sou feliz nas pequenas coisas da vida, como curtir meus cachorrinhos. Vivo em estado permanente de alegria, que é diferente de felicidade. Alegria é algo interno, só depende de mim. Felicidade é quando se compartilha a alegria com alguém ou alguéns.

O FILHO”É o homem que eu mais respeito na vida, o mais educado, o mais equilibrado. Ele não faz comentário desagradável“.
VOVÓ SUSANA
”Meus netos foram criados longe de mim. Não fui avó de trocar fraldas, nunca vi o pintinho deles. Quando passaram a frequentar minha casa, já eram grandes. Moravam no exterior … Eles me chamam de vovó, sim.
ENVELHECER
”A gente vive num país onde a velhice é desrespeitada, onde há muito preconceito. Basta ver os comentários de alguns porque uso minissaia,
porque tenho um namoradinho de 24 anos. Mas o povão mesmo me adora. Não tenho medo de envelhecer“.

ENERGIA NATURAL
”Sempre tive um pique invejável. Leda Nagle uma vez falou que eu tinha que ser vendida em cápsulas. Não sou de beber, gosto de uma cervejinha, mas fico feliz mesmo sem beber. Não gosto de perder o domínio das situações. Sempre fui assim. Nunca precisei de be-bida, aditivos, drogas, nada disso“.
TRABALHO
”Eu morreria se tivesse que trabalhar só segunda e terça-feira. Vou ligar para Manoel Carlos (autor de novelas), porque quero trabalhar. Não quero ficar sem trabalhar… Vou fazer ’Zorra total‘, sei lá… ’A turma do Didi‘. Vou perguntar ao Renato (Aragão) se ele não me quer fixa lá“.
SE DEU BEM, HEIM!
”Fico encantada como as pessoas falam comigo. Esta semana, eu estava atravessando a rua e o Sandro botou o carro na garagem do aeroporto. Aí, passou um carro da Comlurb paulista e gritaram: ‘Susana Vieira, valeu’. Eles ainda falaram para o Sandro: ‘Se deu bem, heim!’. É isso que eu acho legal… As pessoas não têm a menor cerimônia comigo“.

ABENÇOADA
”Tenho um público variadíssimo, que vai de 8 a 80 anos. Tem senhoras evangélicas que oram por mim, senhoras católicas que rezam por mim, que falam que me amam, que me adoram, que eu sou um espelho para elas. Meu corpo está protegido pelo povo brasileiro, pelo meu trabalho. Meu público se identifica comigo. Ontem eu estava saindo do restaurante e um garotinho de rua se aproximou e disse: ‘A senhora faz um ótimo trabalho na TV’. Fiquei emocionada, uma frase quase intelectual vinda de um menininho sem dentes de 8 anos. Agradeço a Deus essa bênção de ter podido tocar o coração dele. Como tenho tocado o coração de tanta gente“.<

Canal Extra

Texto: Leo Dias e Roberta Ferraz
Foto: Marcelo Theobald
Produção: Christina Boller
Beleza: Edson Moralles


Mudanças na rádio Pop Rock

No dia 1º de abril a Pop Rock 107.1 FM comemora seu 12º aniversário.

A emissora, que tem o perfil de uma rádio colegial, reforçará a equipe com a contratação de Eduardo Santos e de Sabrina Homrich. A dupla vai integrar a equipe dirigida por Mauro Borba no processo de reposicionamento da emissora.

Eduardo Santos será o responsável pela direção de conteúdo da emissora e Sabrina vai apresentar um programa matinal e também participar das jornadas esportivas. Além de se dirigir aos estudantes universitários, a Pop Rock colocará em sua programação um espaço com músicas mais antigas, para os ouvintes mais velhos. A nova grade de programação entrará no ar no dia do aniversário da emissora.

A Pop Rock 107.1 FM Porto Alegre conta com retransmissoras em Gramado, Cruz Alta, Bagé, Carazinho e Santo Ângelo.

Coletiva

Mais de 260 mil empresas aprovadas no Simples

Dos 502.639 pedidos de adesão ao Simples Nacional feitos em janeiro e fevereiro deste ano, 262.768 já estão no sistema. Mas 239.871 solicitações foram indeferidas por problemas de débitos e pendências cadastrais na Receita Federal do Brasil, estados ou municípios. As empresas podem verificar sua situação no portal do Simples Nacional (<a href=”http://www.receita.fazenda.gov.br

A Lei Complementar 128/08, que ajustou a Lei do Simples Nacional (Lei Complementar 123/06), permitiu o parcelamento de débitos tributários para empresas que estavam solicitando adesão ao sistema pela primeira vez. Mas, conforme o secretário executivo do Comitê Gestor do Simples Nacional, Silas Santiago, a maioria dos indeferimentos ocorreu por problemas de débitos.

De acordo com o secretário, ainda está sendo feito levantamento das pendências das empresas por órgão – Receita Federal do Brasil, estados e municípios. A previsão é de que esse trabalho seja concluído na próxima semana.

O número de empresas que ficaram fora do Simples Nacional preocupa integrantes do Sebrae. “É preciso ter clareza o mais urgente dos motivos que levaram a esses indeferimentos para que se possa buscar medidas capazes de equacionar o problema”, diz o gerente de Políticas Públicas da Instituição, Bruno Quick.

Sua avaliação é de que, dependendo da empresa, ficar fora do Simples Nacional pode “ser fatal, inviabilizando o negócio, especialmente no momento delicado que vive o País em decorrência da crise financeira mundial”.

O Simples Nacional unifica a arrecadação de tributos de micro e pequenas empresas reunindo IRPJ, IPI, CSLL, PIS, COFINS e INSS patronal mais ICMS e ISS. Ele possibilita redução de burocracia e de tributos. Podem aderir empresas com receita bruta anual de até 2,4 milhões, desde que não estejam na lista de restrições.

Telefone poderá ter assinatura básica reduzida

A Associação Brasileira de Defesa do Consumidor – Pro Teste está promovendo uma campanha para a redução do valor cobrado de assinatura básica pelas operadoras de telefonia fixa.

A entidade argumentou que a justificativa pelos valores cobrados, em média R$ 40 mensais, eram os altos custos para a expansão das redes de telefonia. Como a rede já está 100% implementada no Brasil, as metas de universalização não pesam mais para as operadoras.

Logo, elas deveriam reduzir o custo, para democratizar o acesso ao telefone disse a coordenadora da Pro Teste, Maria Inês Dolci. O objetivo é reduzir em 75% o valor da assinatura básica, além de ligações livres gratuitas entre aparelhos fixos do mesmo estado.

Maria Inês disse que os altos valores cobrados hoje pelas empresas de telefonia fixa impedem a democratização do acesso ao telefone. Os mais pobres, hoje, ficaram sujeitos telefonia móvel pré-paga que também é muito cara.

A cada dia aumenta o número de residências em que o único telefone existente é o celular, disse Inês. Os consumidores interessados em aderir campanha podem participar de um abaixo assinado disponível no site da entidade.

AE

Abaixo-assinado contra fator previdenciário

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Um abaixo-assinado elaborado pelo Sindicato Nacional dos Aposentados, pedindo o fim do fator previdenciário e um reajuste que reponha as perdas inflacionárias das atuais aposentadorias e pensões, conta com a adesão de cerca de mil pessoas por dia, em média.

O documento será enviado à Câmara Federal, onde o fim do Fator Previdenciário (proposto pelo senador Paulo Paim, PT-RS, já aprovado pelo Senado) está sendo discutido.

O projeto 3.299/08 tem como relator o deputado federal Pepe Vargas (PT-RS).

O abaixo-assinado servirá de base também, para reforçar ações judiciais que questionam o Governo Federal sobre essas defasagens.

Neste sábado (14), em Santos, o presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas da região, Herbert Passos Filho, participou de um ato na Praça Barão do Rio Branco, em São Vicente, onde a Força Sindical e dirigentes do Sindicato dos Aposentados armaram uma tenda. Em menos de duas horas, 300 assinaturas foram registradas.

O fator previdenciário, na visão dos sindicalistas, tem como característica penalizar os trabalhadores de baixa renda que ingressam no mercado de trabalho em idade precoce. Reduz em até 42% o valor do benefício de quem contribuiu por 35 anos, mas que ainda não atingiu a idade mínima de 60 anos para se aposentar.

A Tribuna/Blog Outroladodanoticia

Regras da caderneta de poupança podem mudar

O corte de juros feito pelo Banco Central (BC) esta semana deve forçar o governo a mudar as regras da caderneta de poupança, a mais tradicional das aplicações financeiras, aegundo o Globo deste sábado.

Atualmente, a poupança tem seu rendimento atrelado à Taxa Referencial (TR). E, com a taxa básica de juros Selic cada vez menor, a rentabilidade da caderneta tem ficado muito próxima à dos fundos de renda fixa e DI. Existe, assim, a ameaça de uma forte migração de recursos desses fundos para a caderneta e isso poderia provocar desequilíbrios no sistema financeiro nacional.

Com a Taxa Selic atualmente de 11,25% ao ano – de volta ao nível recorde em que vigorou de setembro de 2007 a março de 2008 -, o investidor já obtém um ganho líquido (descontada a taxa de administração e o Imposto de Renda) maior na poupança do que em fundos de renda fixa que cobrem taxa de administração superior a 2% ao ano.

A caderneta está pagando 0,58% ao mês, enquanto o rendimento líquido de um fundo com taxa de administração de 3,5% ao ano, por exemplo, está em 0,48%, numa aplicação por um período superior a seis meses, segundo cálculos do matemático José Dutra Vieira Sobrinho.

Em fundos com taxa de 2%, o ganho é igual: 0,58%. Vale lembrar que a grande maioria dos fundos de varejo, ou seja, com aplicação mínima de até R$ 5 mil, cobra taxas superiores a 2% ao ano.

Para evitar uma fuga desses fundos rumo à poupança, está sendo analisada pelo Banco Central (BC) e pelo Ministério da Fazenda a possibilidade de trocar a Taxa Referencial (TR) por uma parte da Selic como indexador da caderneta.

O globo

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