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Guga engorda a conta bancária com publicidade

 

Gustavo Kuerten parou de jogar tênis em 2008, mas não deixa de engordar a conta bancária. O ex-tenista acaba de ser contratado, por cinco anos, como novo embaixador da grife francesa Lacoste e já posou para sua primeira campanha publicitária.

Nota da Lacoste:

A LACOSTE tem o prazer de anunciar que o famoso jogador de tênis, Gustavo Kuerten, se tornou hoje o novo embaixador da marca por cinco anos e será apresentado na nova campanha publicitária “Unconventional Chic”. O campeão de tênis representa perfeitamente os valores da marca do Crocodilo: elegância descontraida, estilo e “joie de vivre”.

Famoso por sua impressionante carreira como tenista, Gustavo Kuerten – também conhecido como Guga – divide com a LACOSTE uma relação muito especial com o Torneio de Roland Garros. O estádio foi de fato construído nos anos de 1920 para sediar a primeira Copa Davis, vencida pelos “Quatro Mosqueteiros”, incluindo René Lacoste, o fundador da marca. Anos depois, Gustavo Kuerten venceu o prestigioso Torneio de Roland Garros três vezes, em 1997, 2000 e 2001 e estabeleceu um forte relacionamento com a plateia ao desenhar um coração na quadra de argila após sua última vitória.

“Quando eu era mais novo, Roland Garros e LACOSTE eram parte dos meus sonhos. Hoje, eu vivo esta realidade espetacular; é mais uma experiência mágica em minha vida”, diz Gustavo Kuerten, “Estou muito orgulhoso de ser o embaixador da LACOSTE. Para mim, a LACOSTE é referência em termos de estilo e elegância”.

Além de sua carreira como tenista, Gustavo também participa de várias ações de caridade.  Em 2000, ele fundou o Instituto Guga Kuerten, cujo objetivo é ajudar crianças com deficiência e desprivilegiadas por meio do esporte. Em 2001, ele recebeu o prêmio de juventude e civilização da UNESCO por suas ações fora da quadra. Em 2004, Guga também ganhou o prestigioso “Prêmio Humanitário Arthur Ashe” por seu trabalho no Instituto Guga Kuerten.

Lacoste

Sobretaxa: tênis da corrida ficará mais caro

Grandes empresas e Abicalçados travam guerra em torno da sobretaxa do tênis
Empresas e Abicalçados travam guerra em torno da sobretaxa

“Já existe uma infinidade de taxas que encarecem o calçado. Se a ideia é incentivar a indústria nacional, melhor investir em tecnologia, e não em algo que recaia sobre o consumidor” – Marcio Utsch, presidente da Alpargatas

Quem viaja muito aos Estados Unidos já aprendeu a lição: vale sempre a pena dar uma olhada nos preços dos tênis, onde, quase que via de regra, podem custar menos da metade do que é cobrado no Brasil (veja quadro). Agora o que já era caro, pode ficar ainda mais. O governo estuda uma medida para sobretaxar calçados importados do Vietnã, Malásia, Indonésia e Hong Kong. Com o produto da China, isso já ocorre. Além dos 35% de imposto de importação – a alíquota máxima permitida pela Organização Mundial de Comércio (OMC) –, é cobrada sobre cada par que vem de lá uma sobretaxa de 13,85 dólares. A medida afeta todos os tipos de calçado, com pouquíssimas exceções para itens específicos, como produtos para prática de esqui e surfe na neve e para uso médico-hospitalar, entre outros.

Mais uma vez o pleito é da Associação Brasileira de Calçados (Abicalçados). A instituição afirma que, para driblar a sobretaxa sobre os produtos chineses, as indústrias têm feito a chamada triangulação. Trata-se da estratégia de usar partes de tênis provenientes da China e somente montá-los em outra nação da região, que assim exportaria o produto final com valores mais baixos. “Acreditamos que haja triangulação, pois logo após a aplicação da taxa aos calçados chineses, o mercado de calçados da Malásia aumentou”, afirma Admar Schievelbein, consultor de assuntos internacionais da Abicalçados.

O tributo adicional sobre as importações chinesas já havia sido pedido pela Associação em março do ano passado, quando foi registrada uma queixa junto ao governo federal de que tais produtos entravam no país com preços mais baixos que os do mercado de origem – o que configuraria ‘dumping’. A prática estaria prejudicando a indústria nacional. O governo assentiu e a sobretaxa foi aprovada nas importações de calçados chineses pelos próximos cinco anos.

Agora, os produtos importados do Vietnã, Malásia, Indonésia e Hong Kong também correm o risco de pagar a taxa antidumping de 13,85 dólares. Segundo a assessoria da Abicalçados, o pedido foi enviado em janeiro. A Câmara de Comércio Exterior (Camex) – composta pelos titulares de seis ministérios, entre os quais Fernando Pimentel, do Desenvolvimentno, e Guido Mantega, da Fazenda – tem agora até julho para tomar uma decisão. Se a medida for aprovada, tênis importados como o Air Max 2011 e o Gel Nimbus 12 (veja quadro), produzidos na Malásia e na Indonésia, ficarão ainda mais caros.

info tênis

Consumidor é quem perde – Em reação a essas medidas, grandes empresas do segmento de material esportivo estrangeiras – Nike, Adidas, Puma, Asics, New Balance e Sketchers – e nacionais – Penalty/Cambucy e Alpargatas, que é dona das marcas Rainha e Topper, além de representar a Mizuno no país – uniram-se em setembro de 2010 no Movimento para Livre Escolha (Move). A entidade rivaliza com a Abicalçados na questão referente às taxas cobradas nos calçados esportivos de alta tecnologia. Enquanto a associação do setor quer proteger os interesses da indústria brasileira, o Move afirma ser a favor de oferecer ao consumidor um produto de alta qualidade e tecnologia, por um preço mais justo. “Ao importar um calçado, já estamos expostos a uma quantidade de impostos que beira o absurdo. Ações como essa, de proteção ao mercado dificultam as operações e, é claro, encarecem o produto”, aponta Gumercindo Neto, diretor executivo do Move.

A entidade que reúne as importadoras ressalta que não é contrária a uma investigação de dumping. A reclamação, nesse caso, é que o governo apenas atendeu a um pedido da Abicalçados, sem levar em conta o impacto para o consumidor. Além disso, o pleito da associação teria sido demasiadamente abrangente, envolvendo produtos os mais diferentes. O Move ressalta que a indústria brasileira é competitiva em uma série de artigos do setor calçadista. Não seria à toa, portanto, que se destaca enquanto um importante exportador. Muitas linhas de produtos de suas associadas são, inclusive, fabricados no país. Por outro lado, diz o Move, o Brasil não tem escala e tecnologia para concorrer com as asiáticas no segmento de ‘alta performance’. Por fim, a entidade e alguns especialistas do setor avaliam que a China e seus pares do Sudeste asiático não praticam no exterior preços inferiores aos de seus mercados domésticos. “Não acredito que exista dumping neste caso”, afirma Dirceu Antonio Marques, professor da escola de negócios Trevisan.

Única beneficiada: a Vulcabrás – Mesmo que esse seja o caso, especialistas indicam que a atitude mais acertada seria apelar para os meios legais, e não simplesmente infringir outra sobretaxação. Apesar de a medida envolver outros tipos de calçados, a briga se dá mesmo no campo dos tênis. “Não há dumping nenhum na história. A medida foi única e exclusivamente tomada para proteger o mercado nacional. A única empresa que se beneficia disso é a Vulcabrás, que produz tênis no Brasil, e toma uma posição, através da Abicalçados, de quem quer fechar o mercado”, afirma uma fonte ligada ao caso.

O presidente da Vulcabrás – que detém as marcas Azaleia e Olympikus e os direitos da Reebok no país – é o executivo Milton Cardoso, que também preside a associação. Ironicamente, procurado pela reportagem, o empresário estava na Índia, onde a Vulcabrás acaba de comprar uma fábrica para produzir cabedais (a parte do tênis que recobre o pé) – ou seja, o mesmo empresário que pleiteia medidas de proteção de mercado junto ao governo resolve investir em uma produção na Ásia, porém, sabiamente, em um país que não há risco de restrições.

“O consumidor tem o direito de comprar os melhores produtos pelo melhor preço possível”, disse Marcio Utsch, presidente da Alpargatas. “Já existe uma infinidade de taxas que encarecem o calçado. Se a ideia é incentivar a indústria nacional, melhor investir em tecnologia, e não em algo que recaia sobre o consumidor”, completa. Ao fim, quem paga pela briga é mesmo quem compra tênis, em especial os praticantes de corrida, que, por recomendações médicas, devem trocar de tênis a cada três ou quatro meses para evitar lesões ao se exercitar.

(Bia Parreiras/Viagem e Turismo)

Veja

Revelada a identidade da tenista sexy

 

Fiona Walker se tornou conhecida mundialmente, mas permaneceu quase anônima por 35 anos. Foi o tempo necessário para esta senhora, de 52 anos, revelar sua identidade: ela era a tenista que ajeitava seu vestido, em uma das imagens mais famosas do universo esportivo.

A célebre foto foi tirada em 1976, quando Fiona tinha 18 anos. Martin Elliot, seu namorado na época, convenceu-a a posar para uma sessão de fotos. Ela pegou um boné de seu pai, uma raquete e um vestido emprestados; depois, foi só compor o cenário para formar a icônica imagem.

Na foto, tirada na Universidade de Birmingham (Inglaterra), Fiona aparece ajeitando seu vestido, com várias bolinhas de tênis no chão, em uma quadra ensolarada. Como ela não mostrava seu rosto, o mistério deu um toque extra de sensualidade. Isto certamente ajudou no sucesso da foto, que correu o mundo.

Elliot vendeu a imagem para a Atena, que faz pôsteres. Não demorou para o feito com a foto dela fazer sucesso. Foram vendidas cerca de dois milhões de cópias por todo o mundo. Curiosamente, Fiona não gosta de tênis e disse não ter recebido um centavo sequer.

“Acho que meus filhos contavam às pessoas que era eu, mas poucos devem ter acreditado. Era muito ingênua e não recebi nada. Acho que foi o pôster mais vendido da história”, disse Fiona. “As bolinhas de tênis da foto eram do meu cachorro”, revelou.

A famosa imagem fará parte de uma exposição em maio, na Inglaterra, na qual o tênis será tratado como uma fonte de inspiração artística.

Taxa antidumping acirra ânimos entre fabricantes de calçados

Adidas, Alpargatas, Penalty e Nike consideram sobretaxa de US$ 13,85 excessiva e rebatem argumento da Vulcabras|azaleia.

A decisão da Câmara de Comércio Exterior (Camex) do Brasil de sobretaxar por antidumping o calçado importado da China está agitando o mercado de tênis. Os US$ 13,85 impostos em março ao par de sapato chinês que entra no país promove um racha entre fabricantes.

A medida é apontada pela Penalty e pela Alpargatas (detentora das marcas Rainha e Topper, além das sandálias Dupé e Havaianas) como uma limitação às suas estratégias de utilizar a estrutura de produção chinesa para completar, com modelos com mais tecnologia, as linhas desenvolvida por elas aqui. “Não existe mais mercado regional, estamos dentro de um contexto mundial”, argumenta o presidente da Penalty, Roberto Estefano.

A afirmação isola parte da defesa à indústria nacional feita por Milton Cardoso, presidente da Associação Brasileira de Calçados (Abicalçados) e da Vulcabras|azaleia (dona da Olympikus e licenciadora da Reebok no país). “A manifestação contrária ao antidumping é legitima. Mas é a defesa de um objetivo individual e não do setor e do país”, rebate.

O diretor de artigos esportivos da Alpargatas, Fernando Beer, recusa o argumento de Cardoso. Para ele, faltou articulação da Abicalçados para defender o calçado social e isentar o esportivo mais desenvolvido, tecnológico. “A forma como o antidumping foi proposto não foi correta. O mercado de calçado esportivo não está sendo invadido por chineses”, garante.

O diretor jurídico da empresa, Adalberto Granjo, reforça o racha ocorrido na Abicalçados desde 2008, quando o processo de dumping foi instaurado. “O processo deveria ter tido um envolvimento maior dos sócios da entidade”, sugere. “Nunca enxergamos representatividade na fala da Abicalçados, porque ela não representa 100% dos sócios”, afirma Granjo.

Milton Cardoso se defende, dizendo que tem “apoio completo das fábricas” brasileiras. “Falo em nome de uma associação que representa mais de 7 mil empresas, responsáveis por mais de 340 mil postos de trabalho. Tenho apoio completo dessas fábricas, à exceção de três ou quatro empresas”, garante.

O executivo, contudo, diz que a Vulcabras|azaleia também é importadora, inclusive de produtos chineses. “As nossas importações equivalem àquele axioma que outros empregam ao dizer que algumas coisas não têm volume para serem produzidas no Brasil. Mas não chegam a representar 4% do nosso faturamento total”, diz Cardoso.

Prejudicado: o consumidor

A polêmica em torno do antidumping fica ainda mais acirrada quando Adidas e Nike entram em cena. Para Marcelo Ferreira, presidente da Adidas no Brasil, a proposta da Abicalçados é positiva para a Vulcabras|azaleia. “A Vulcabras acabou se beneficiando do antidumping. Não diria que foi feito para isso, mas ela é a única grande beneficiada no mercado esportivo”, afirma.

Milton Cardoso responde dizendo que a redução das importações têm motivado empresas nacionais a retomar investimentos. “A decisão da Camex destravou um monte de projetos. Temos notado crescimento muito grande dos investimentos”, garante.

Já Cristian Corsi, presidente da Nike, recusa o carimbo de importador batido pela Abicalçados. Segundo ele, a Nike produz no Brasil 50%_dos tênis que vende. O executivo diz que, apesar de aportes produtivos sucessivos no país (via prestadoras de serviço), não há escala para substituir a manufatura chinesa.

“Há o limitante da capacidade tecnológica causada pela baixa escala para produzir localmente alguns produtos.”

Corsi avalia que o antidumping prejudica o consumidor. É postura semelhante à do presidente da Penalty.

“Os prejudicados serão os esportistas amadores que correm 10, 15 quilômetros por dia. Esse universo grande de pessoas vai pagar caro por um tênis com mais tecnologia”, indica Roberto Estefano.

Nivaldo Souza /Brasil  Econômico

VALEU GUGA!!!!!!!!!!!

Com o mesmo uniforme em azul e amarelo que usou no primeiro título conquistado em 1997, o tenista brasileiro Gustavo Kuerten se despediu oficialmente do tênis profissional neste domingo, na quadra central do complexo de Roland Garros, em Paris. Leia mais em: Guga perde e se despede do tênis em Roland Garros

NB

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