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Gastos com TI no Brasil vão superar US$ 133 bilhões no próximo ano

O país é o segundo maior mercado de TI entre os países emergentes, por isso há uma aposta grande no reconhecimento do país como inovador em TI.

 

Os gastos com tecnologia da informação (TI) no Brasil deverão somar US$ 133,9 bilhões em 2013, valor 6% superior à previsão feita para 2012, de US$ 126,3 bilhões, de acordo com o Gartner. A estimativa para o próximo ano é otimista, levando em conta que o valor previsto para este ano em relação a 2012 foi revisto para baixo em 2,5%.

As projeções para a indústria de TI foram apresentadas durante o Brasil Symposium/ITxpo 2012, que acontece em são Paulo, entre os dias 29 e 31 de outubro.

Os gastos nos cinco principais segmentos em TI deverão crescer em 2013. A previsão para a área de software é de expansão de 15,2%, totalizando US$ 5,3 bilhões, na comparação com 2012. O setor de centro de dados deverá  registrar um crescimento nos gastos de 10,7%, o equivalente a US$ 3,1 bilhões em 2013.

A expectativa para a área de dispositivos, incluindo PCs, tablets, celulares e impressoras, é US$ 24,3 bilhões, aumento nos gastos de 7% com relação a 2012. Os serviços de TI também deverão registrar um crescimento de 6,1% e alcançar o valor de US$ 15,6 bilhões entre 2012 e 2013.

A expectativa para a área de serviços de telecomunicações e de expansão nos gastos de 5,2%, somando US$ 85,7 bilhões, usando a mesma base de comparação.

A previsão feita pelo Gartner se deve à crença da empresa de pesquisa em que o “Brasil será um dos principais focos no mercado global de TI em 2013, permitindo que as empresas acelerem sua competitividade”, disse Peter Sondergaard, vice-presidente sênior do Gartner e principal executivo na área de pesquisas.

O analista destacou ainda que o país é o segundo maior mercado de TI entre os países emergentes, por isso há uma aposta grande no reconhecimento do país como inovador em TI.

Sondergaard destacou que 4,4 milhões de empregos deverão ser gerados no setor de TI até 2015 para dar suporte à tendência de gerenciamento das grandes bases de informação como o Big Data.

Os empregos gerados para o Brasil não foram revelados, mas o analista destacou que, apesar do potencial do país, a falta de mão de obra qualificada é um dos principais desafios a serem enfrentados.

Tatiana Schnoor | Valor

Apple cadastra usuários brasileiros com interesse em comprar iPhone 5

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Aparentemente, a espera pelo iPhone 5 no Brasil está cada vez mais próxima de acabar. Nesta sexta-feira (26), a Apple disponibilizou em seu site oficial a opção do usuário se cadastrar para ser avisado quando o novo iPhone chegar por aqui.

Na hora de cadastrar o e-mail, é preciso escolher o país de origem (a opção Brasil já está marcada, mas há um espaço vazio para preenchimento de outro lugar, se for o caso).

A justificativa para o recolhimento dessa informação é que assim a empresa pode “compreender mais sobre os clientes” e que dessa forma é possível garantir que “a comunicação por e-mail esteja no idioma correto e com informações relevantes para o local onde o usuário vive”.

Quando o iPhone 5 foi lançado, em setembro deste ano, a Apple divulgou que o gadget chegaria a cem países até o fim deste ano. No entanto, ela não liberou quais os países que estariam na lista.

Depois de se cadastrar, é só aguardar o e-mail da empresa avisando sobre o iPhone 5

O aparelho de última geração da Apple possui espessura de 7,6 milímetros (18% mais fino que o iPhone 4S) e pesa 112 gramas (20% mais leve que seu antecessor). A tela do iPhone 5 é de 4 polegadas (resolução de 1136×640) e continua utilizando a tecnologia Retina.

Apesar de ser compatível com a rede 4G americana, o aparelho foi homologado pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) sem o recurso, a pedido da própria Apple. Isso indica que, por aqui, os usuários do iPhone 5 vão ter que se contentar com a internet móvel 3G.

Windows 8: O que você precisa saber

O Windows 8, novo sistema operacional da Microsoft, será lançado no dia 26, em Nova York, com a pompa exigida pela ocasião. O software vem sendo tratado como a mais radical atualização do sistema em quase duas décadas, desde o lançamento do Windows 95. Mas o que o consumidor pode esperar do programa?

Há duas grandes novidades. A primeira é a interface – a aparência do sistema. A outra é que o software está preparado para aceitar comandos diretamente na tela, feitos com a ponta dos dedos. Ou seja, leva para os computadores de mesa e notebooks uma característica típica dos smartphones e tablets.

A “cara” de um sistema geralmente não é uma mera questão estética. Tem a ver com simplicidade de uso e facilidade em encontrar o que se procura o mais rápido possível. Basta lembrar que o Windows tornou-se o padrão no mundo dos PCs ao criar um modelo de janelas ou abas que substituía, com larga vantagem, o hoje jurássico DOS. O antigo sistema exigia que os usuários digitassem longos comandos, mais misteriosos que hieróglifos egípcios.

A aparência do Windows 8, batizada de Metro, lembra um muro feito com blocos coloridos e não se parece com nada mostrado até agora. É isso o que tem arrancado elogios dos especialistas. Palavras como elegância e originalidade, pouco associadas à Microsoft, apareceram na maioria das resenhas escritas nos últimos meses, à medida que a companhia apresentava versões de teste do sistema.

Os blocos do Windows 8 são dinâmicos. Ou seja, eles trazem informações atualizadas ao usuário sem que se precise clicar neles. Pode ser a atualização de uma rede social, como o Facebook ou o Twitter; o nome da faixa musical que está sendo tocada; o próximo compromisso da agenda; ou informações sobre a temperatura local. Cada consumidor monta sua própria parede de informações do jeito que quiser.

Esse caminho distingue o novo Windows do sistema da Apple, o iOS, e do Android, do Google. Ambos usam ícones que, uma vez clicados, remetem a um aplicativo. As semelhanças entre eles – incluindo o formato arredondado dos ícones – têm servido de munição para uma guerra de patentes, que colocou em lados opostos a Apple e a Samsung, e da qual a Microsoft está fora.

Mas é a capacidade de aceitar comandos de toque a maior mudança do Windows 8. Grandes fabricantes como a Hewlett-Packard (HP) lançaram anteriormente computadores com tela sensível ao toque, mas esse tipo de produto nunca deslanchou. Em grande parte, porque as versões do Windows que equipavam esses aparelhos não haviam sido originalmente desenhadas para esse fim. Com o Windows 8 é diferente. O sistema também tem recebido críticas muito favoráveis em relação à precisão dos comandos na tela.

Para fazer isso, claro, o usuário terá de comprar um dos novos computadores com tela sensível ao toque que serão lançados na esteira do Windows 8.

Mas o sistema também poderá ser instalado em máquinas comuns. O usuário terá a opção de adotar a interface Metro ou manter a aparência tradicional do Windows, que traz poucas alterações. A mais significativa é o fim do botão “iniciar”.

Entre as características do novo sistema está o que a Microsoft chama de “Charms”. Quando o usuário toca com o dedo ou posiciona o mouse no canto direito da tela, abre-se uma lista de aplicativos que acelera as buscas e outras tarefas.

O programa de navegação da Microsoft na web também será renovado, com a adoção do Internet Explorer 10.

A Microsoft incorporou uma loja de aplicativos ao sistema operacional, e está investindo para reforçar seus serviços na nuvem, pelos quais os dados ficam armazenados em servidores da companhia e são acessados via internet. Ontem, a companhia anunciou o Xbox Music, pelo qual os usuários poderão ouvir, gratuitamente, cerca de 30 milhões de faixas de música, em computadores, tablets ou no console de videogame Xbox. O serviço baseia-se em streaming – o consumidor ouve a música quando está conectado, sem comprar o arquivo -, mas haverá uma opção para fazer o download da música, pagando por ela.

Tudo isso aproxima o Windows para PCs de seu “primo” para dispositivos móveis, o Windows Phone, que também vai ganhar uma nova versão. A ideia é proporcionar experiências semelhantes ao usuário, independentemente do equipamento usado.

O Windows 8 sairá em quatro versões. Quem comprou um PC com Windows 7 a partir de 2 de julho terá a opção de atualizar o software a um custo reduzido, de R$ 29. A oferta vale para máquinas que forem adquiridas até 31 de janeiro de 2013.

 

VALOR

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http://www.valor.com.br/cultura/2866878/o-que-voce-precisa-saber-sobre-o-windows-8#ixzz29T3gEJPj

Google Street View já pode ser acessado em smartphones

O Google anunciou a chegada definitiva do Street View aos smartphones. O recurso, que disponibiliza imagens panorâmicas de algumas regiões do mundo, só podia ser acessado por meio do aplicativo do Google Maps. Agora, pode ser visto por qualquer navegador, como Safari ou Google Chrome.

A notícia é boa principalmente aos usuários do iOS 6. A última versão do sistema operacional da Apple não contém mais o aplicativo do Google Maps, já que a companhia optou por criar mapas próprios. Assim, o Street View não podia ser acessado no iPhone, iPod ou iPad de quem atualizou o sistema operacional.

Para usar o recurso, basta abrir a página maps.google.com no navegar do celular e buscar uma localização. À direita da tela, clique no ícone do “bonequinho” do Street View, e as imagens panorâmicas do local desejado vão abrir em uma nova tela. No blog oficial, o Google lembra que rotas de transporte público, carro, bicicleta e a pé continuam disponíveis para navegação no celular.

Anatel: número de telefone único para ouvidorias públicas

 A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) definiu o uso do número único 162 para todas as ligações feitas às ouvidorias públicas do país. O objetivo é facilitar a memorização por parte dos usuários.

A decisão será oficializada nesta quarta-feira na sede da agência, em Brasília, com a presença dos ministros Paulo Bernardo (Comunicações) e Jorge Hage (Controladoria Geral da União), do presidente da Anatel, João Rezende, e do ouvidor-geral da União, José Eduardo Romão.

Pela nova regulamentação, o 162 foi reservado aos serviços de utilidade pública, categoria que também inclui os serviços públicos de emergência. A nova regra foi publicada hoje no “Diário Oficial da União”.

(André Borges | Valor)

OPERADORAS NÃO PODERÃO COBRAR NOVA CHAMADA QUANDO LINHA CAIR

Para tentar equilibrar as cobranças nos planos ilimitados de telefonia móvel, aAgência Nacional de Telecomunicações (Anatel) vai proibir as operadoras de cobrarem por novas chamadas para um mesmo número se a ligação cair.

A medida vem uma semana depois de o Ministério Público no Paraná ter divulgado relatório de fiscalização da agência que acusava a TIM de derrubar intencionalmente a ligação dos clientes do plano Infinity para ganhar pela cobrança de uma nova chamada. Uma cliente chegou a ganhar uma indenização de R$ 24,8 mil da TIM por danos morais, depois de acusar a operadora de derrubar de forma proposital as chamadas de usuários do plano Infinity.

Segundo o documento, 90% das chamadas com duração acima de 1,3 hora são desconectadas pela operadora. Quando o tempo é de menos de 11,7 minutos, cerca de 40% das ligações são desconectadas pela TIM. A análise utilizou uma amostragem de 600 ligações em um único dia, sendo 99% delas feitas por usuários do plano Infinity. O desligamento para os usuários do “Plano Infinity” é quatro vezes superior ao dos usuários de outros planos.

O vice-presidente da TIM, Mário Girasole, negou as acusações da agência e disse que a empresa não derruba as ligações deliberadamente. Segundo Girasole, o relatório contém erros básicos ao desprezar motivos de quedas nas ligações que não são culpa da operadora, como o fim da bateria dos aparelhos celulares, o deslocamento para áreas de sombra, o fim dos créditos pré-pagos, a reinicialização de smartphones ou mesmo as manutenções programadas nas redes.

A medida da Anatel atingirá todas as operadoras, mas a TIM deve ser a mais afetada. Uma fonte ligada ao Conselho do órgão regulador revelou à Agência Estado que a proposta é dar 2 minutos para que as pessoas refaçam suas ligações sempre que houver uma queda, independentemente do motivo.

Durante esse período, as operadoras não poderão cobrar pela nova chamada. “O objetivo é colocar essa regra em vigor o mais rápido possível. Os planos ilimitados são atraentes para os consumidores, mas precisam ser justos”, afirmou a fonte.

A proposta está no chamado “circuito deliberativo” do órgão regulador e pode ser aprovada individualmente por cada conselheiro, antes mesmo da próxima reunião do colegiado na próxima quinta-feira (16/08).

Após isso, a medida deverá passar por um curto período de consulta pública antes de entrar em vigor. Atualmente, as normas da Anatel preveem a gratuidade de uma nova chamada apenas nos 30 segundos iniciais de cada ligação. Mas como nos últimos meses a agência verificou um aumento considerável de quedas em chamadas mais longas, esse mecanismo será adaptado. A regra vale para qualquer tipo de telefonema originado por celulares, seja para fixos ou móveis e em chamadas locais ou interurbanas. “Para os clientes que pagam por minuto utilizado, não haverá nenhuma mudança, mas os usuários de planos ilimitados serão muito beneficiados”, completou a fonte.

Época NEGÓCIOS

Justiça proíbe NET de cobrar por ponto extra

A partir de agora, a NET não poderá mais cobrar por pontos extras adicionais, mensalidades de TV adicionais ou qualquer outra nome que a empresa dê para casos semelhantes.

A decisão é do juiz Luiz Roberto Ayoub, da 1ª Vara Empresarial da cidade do Rio de Janeiro, que aceitou parcialmente ação civil pública proposta pelo Ministério Público. Na sentença, o juiz anulou a cláusula contratual que prevê a cobrança dos pontos extras e condenou a empresa à devolução dos valores pagos pela utilização desses pontos desde março de 2010, quando foi editada a súmula da Anatel que regulamenta o serviço
.

Em decisão liminar, o magistrado já havia proibido a cobrança das taxas extras. Em sua defesa perante à Justiça, a NET afirmou que o serviço é prestado por empresa privada, o que permite a livre fixação do preço. O juiz, no entanto, entendeu que “ha inequívoco interesse do Ministério Público em molecularizar as milhares de ações individuais potencializadas nesta ação civil pública, dando efetividade aos princípios da celeridade, economia processual, acesso à justiça e segurança jurídica”.

Por meio da assessoria de imprensa, a NET informou que, apesar de ainda não ter sido intimada sobre a sentença da Justiça, irá recorrer da decisão.

Oi vai oferecer TV na internet

A Oi anunciou nesta terça-feira que assinou um contrato com a francesa Alcatel-Lucent para integrar os sistemas com os quais pretende oferecer televisão online (IPTV) a partir deste ano.

A empresa informou igualmente que escolheu o software Mediaroom, da Microsoft, como sua plataforma para oferecer o chamado IPTV (TV por assinatura mediante protocolo de internet).

A Oi explicou que pretende atender gradualmente à demanda brasileira de televisão pela internet e que, para isso, está implantando uma nova rede de fibra óptica em diversas cidades do país.

A nova rede permitirá o acesso à internet e telefonia fixa em altíssimas velocidades e opções, como poder assistir à televisão em computadores, tablets e telefones celulares.O serviço será oferecido inicialmente no Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

O acesso à televisão por assinatura via internet “beneficia os consumidores por proporcionar uma experiência de TV mais interativa e completa”, indicou a Oi ao citar a possibilidade que o cliente contrate filmes, assista a programas já exibidos, grave aqueles que deseja ver posteriormente e interaja desde o receptor de televisão com suas redes sociais.

EFE

Lenovo vai abrir fábrica em Itú SP

A Lenovo vai investir 30 milhões de dólares para construir uma fábrica no interior de São Paulo, em Itu. As instalações empregarão até 700 funcionários dentro de dois anos, sendo que incluem uma fábrica de computadores comerciais e de consumo para os clientes no Brasil e um centro de distribuições. Dan Stone, vice-presidente da Lenovo, foi nomeado como presidente das operações no Brasil.

“O anúncio é a primeira etapa de um plano ousado e de longo prazo que compreende estratégias orgânicas e inorgânicas de crescimento, cujo objetivo é dobrar a nossa participação de mercado no Brasil”, afirmou Stone.

Via The Next Web

Justiça proíbe venda de celular bloqueado

Empresas de telefonia celular não poderão vender aparelhos bloqueados, de acordo com decisão tomada nessa sexta-feira (29) pela 5ª turma do Tribunal Regional Federal 1ª Região (TRF-1). Em caso de descumprimento, as empresas devem pagar multa de R$ 50 mil diários. Ainda cabe recurso da decisão.

A sentença do TRF-1 foi motivada por recurso do Ministério Público Federal que contestava entendimento da primeira instância da Justiça, segundo o qual as empresas poderiam vender celular bloqueado por um ano, como forma de fidelização.

O TRF-1 derrubou esse entendimento em votação unânime. O relator do caso, desembargador Antônio Souza Prudente, argumentou em seu voto que “o bloqueio técnico dos aparelhos celulares configura uma violência contra o consumidor”. O tribunal decidiu que mesmo os bloqueios temporários, que costumam ser impostos pela operadora no ato da venda, são ilegais.

Em sua defesa, representantes de empresas de telefonia celular manifestaram, na ação, que “para conceder determinados benefícios, a operadora arca com o preço do aparelho e acaba por transportar determinados encargos para o mercado”.

O argumento das operadoras foi rebatido no julgamento pela desembargadora federal Selene Almeida.“Ao obrigar o consumidor a ficar fidelizado a determinado plano, está caracterizada a venda casada, uma afronta, pois, aos direitos do consumidor, pois o que as empresas de fato estão fazendo através de descontos concedidos em troca de aparelhos é restituírem-se do desconto com a prestação do serviço, já que o valor das mensalidades acaba por pagar, com sobras, os benefícios concedidos”, afirmou a desembargadora.

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