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Morre o surfista Andy Irons, tricampeão mundial

Uma notícia trágica pegou o mundo do surfe de surpresa nesta terça-feira. O havaiano Andy Irons, tricampeão mundial, morreu na cidade de Dallas, quando voltava de Porto Rico para o Havaí.

A causa da morte ainda não foi confirmada oficialmente, mas especula-se que o surfista de 32 anos teria contraído dengue em Portugal. De lá, voou para Porto Rico, onde disputaria nesta semana mais uma etapa do Mundial, mas não conseguiu competir porque estava doente.

Na volta para casa, fez uma parada no Texas e, passando mal, não conseguiu pegar o outro voo para o Havaí. Ele teria sido encontrado por um funcionário do hotel em Dallas, por volta das 10h, no horário local. As informações são do site Globoesporte.com.

A notícia da morte foi confirmada por Jodi Wilmott, porta-voz da Tríplice Coroa Havaiana.

A mulher de Andy, Lyndie, está grávida de oito meses, e o filho do casal tem previsão para nascer em dezembro. Ela não viajou para Porto Rico. Na segunda-feira, colocou mensagens na página do Facebook comentando a festa de Haloween da família.

Irons nasceu no dia 24 de julho de 1978 em Oahu, no Havaí. Começou a surfar aos 8 anos e venceu sua primeira competição como profissional em 96, aos 18 anos. Foi tricampeão mundial em 2002, 2003 e 2004, ficando em segundo lugar nos dois anos seguintes (atrás de Kelly Slater). Entrou para o Surfing Walk of Fame, na Califórnia, em 2008.

Casal gay é proibido de adotar surfista de 22 anos

O arquiteto Jônatas Perri, de 42 anos, e o ator Wilson Leite, de 40 anos, não se conhecem há muito tempo, mas estavam dispostos a dar um passo decisivo: queriam receber mais um membro em suas vidas.

Há um mês, Jônatas e Wilson conheceram o surfista Kadu, de 22 anos, no Posto 9, a célebre praia de Ipanema. Empolgados com a presença física do rapaz, Jônatas e Wilson decidiram adotá-lo. Foi quando o sonho virou pesadelo. A Promotoria de Justiça do Rio de Janeiro impediu que o processo de adoção fosse adiante.

“Isso não faz o menor sentido”, disse o promotor Jerônimo Tenterra, autor da liminar que impediu o processo de adoção. “Não tenho nenhum preconceito. Acho que os gays são capazes de criar uma família. Mas não sei de onde esses dois tiraram essa ideia”.
“Acho que a gente não sabia muito bem como funciona essa coisa de adoção”, disse Jônatas. “Custava explicar melhor? E nem precisava ser uma adoção completa. Ele podia vir aqui em casa quando quisesse, não precisava dormir”.

“Todo mundo sabe que é mais difícil adotar quando o menino está mais grandinho”, disse Wilson, em tom de revolta.  “E agora essa. Ninguém pergunta ao rapaz o que ele quer”.

Procurado pela reportagem, Kadu preferiu não se pronunciar. “Minha família ainda não sabe disso, véio. Minha mãe vai morrer do coração!”, disse Kadu.

O Ministério Público do Rio de Janeiro afirma que pedidos que fazem leitura inadequada da lei são comuns. No último mês, um homem tentou enviar a própria sogra, de 72 anos, para um lar de adoção.

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