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Campanha publicitária “Vem Pra Rua” da Fiat sai do ar

Nos últimos dias, os manifestantes brasileiros que tomaram conta das ruas de diversas capitais começaram a usar um slogan idêntico ao da campanha adotada pela empresa automobilística Fiat para a Copa das Confederações: “Vem pra Rua”.

A campanha, porém, deve sair do ar neste sábado (22/6).

http://www.youtube.com/watch?v=SxMIwZZPlcM
A empresa garante que a veiculação da campanha já estava prevista para ser interrompida e que a decisão não tem nenhuma relação com os protestos. “Ela entrou (no ar) em maio e iria sair no dia 22 de junho. Vai dar lugar a outros comerciais, que manterão o mote futebol e Copa do Mundo”, alegou a assessoria de imprensa. A Fiat também explicou que a campanha tem como foco apenas a “alegria e paixão que o futebol desperta nos brasileiros”.
Saindo ou não de circulação, o slogan caiu no gosto dos manifestantes, que já usam a hashtag #vemprarua em várias redes sociais para organizar os protestos.

#CONCURSO: IPE publica edital de concurso

O Diário Oficial do Estado traz, na edição desta quinta-feira (06), o edital para o concurso público do Instituto de Previdência do Estado do Rio Grande do Sul (IPE) para o preenchimento de 124 vagas de nível médio e superior. As inscrições ocorrem de 06 a 24 de junho no site da Fundação La Salle, coordenadora técnico-administrativa do concurso, no endereço www.fundacaolasalle.org.br/concursos.

Após o preenchimento do formulário eletrônico de inscrição, o candidato deverá gerar e imprimir um boleto bancário para pagamento da taxa para ter sua inscrição homologada. A aplicação das provas será no dia 1º/9/2013 das 14h às 17h.

O concurso terá validade de dois anos, a contar da publicação do Edital de Encerramento com a homologação da classificação final dos candidatos aprovados por cargo, podendo ser prorrogado por igual período, a critério do IPE.

 

Clique aqui para acessar o edital.

Lei argentina de fertilização assistida inclui casais homossexuais

casaisgays2[1] A partir desta quinta-feira (6/6), casais homossexuais argentinos poderão recorrer a tratamento de fertilização assistida. A nova lei, aprovada na quarta-feira (5/6) pela esmagadora maioria da Câmara de Deputados, não faz distinção entre casais heterossexuais e do mesmo sexo ou ainda solteiros, que querem mas não podem ter filhos sem tratamento. Atualmente há 600 mil casais na Argentina nestas situações.
A lei estava em discussão há um ano e determina que qualquer pessoa com mais de 18 anos – qualquer que seja o estado civil ou orientação sexual – terá acesso a técnicas de reprodução médica, mesmo as de alta complexidade. Menores de 18 anos que, por problemas de saúde corram risco de não poder procriar no futuro, também terão direito a congelar seus gametas ou tecidos reprodutivos.

O texto da lei estava em discussão há um ano e havia sido modificado pelo Senado. Em seguida o texto voltou para a Câmara dos Deputados e foi aprovado por 203 votos a favor, um contra e dez abstenções. O custo dos tratamentos varia entre R$ 800 e R$ 20 mil. Agora, essas técnicas de reprodução assistida estarão incluídas no PMO (Programa Médico Obrigatório) e nos serviços básicos oferecidos por planos de saúde privados e de sindicatos.

Segundo o presidente da CHA (Comunidade Homossexual Argentina), Cesar Cigliutti, a aprovação da lei é mais uma prova de que “a Argentina é o país da América Latina que mais respeita a diversidade”. Os argentinos já contam, desde Segundo o presidente da CHA (Comunidade Homossexual Argentina), Cesar Cigliutti, a aprovação da lei é mais uma prova de que “a Argentina é o país da América Latina que mais respeita a diversidade”. Os argentinos já contam, desde 2010, com uma lei permitindo o casamento entre pessoas do mesmo sexo e, no ano passado, aprovou lei autorizando travestis e transexuais a escolher o nome e o sexo que querem colocar em documentos de identidade.

MUSICA: morre o compositor de Ronda, Paulo Vanzolini

vanzolini[1] O compositor e zoólogo Paulo Vanzolini, de 89 anos, era velado na manhã desta segunda-feira (29) no Hospital Albert Einstein, no Morumbi, na Zona Sul de São Paulo. Vanzolini morreu no final da noite deste domingo (28). Ele estava internado desde quinta-feira (25) na Unidade de Terapia Intensiva do Einstein com pneumonia grave. A causa da morte não foi informada pela família.
O enterro de Vanzolini deverá ocorrer nesta tarde no Cemitério da Consolação, no Centro da capital. A família não precisou o horário. Velório e enterros são fechados ao público.
Nascido em abril de 1924, Paulo Vanzolini é autor de composições clássicas como “Volta por cima”, “Ronda”, “Praça Clóvis” e “Na boca da noite”. Suas canções foram interpretadas por grandes nomes da MPB, como Miúcha, Chico Buarque, Paulinho da Viola, Martinho da Vila e Inezita Barroso.
O autor também tem carreira acadêmica renomada. Formado em Medicina no Brasil e com doutorado pela Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, foi diretor do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (USP), onde trabalhou por mais de 40 anos. Em 2008, doou o acervo de sua biblioteca, com mais de 25 mil itens – incluindo obras raras, periódicos e mapas – ao museu. Segundo o governo de São Paulo, o valor do acervo é estimado em US$ 300 mil.
Foi premiado pela Ordem Nacional do Mérito Científico com a classe Grã-Cruz por sua contribuição na área das Ciências Biológicas. Pelo mesmo motivo, recebeu também um prêmio da Fundação Guggenheim, de Nova York.
A vida dupla de compositor e cientista de Vanzolini foi tema de documentário “Um homem de moral”, de 2009. A obra do cineasta Ricardo Dias registra os preparativos para um show realizado em 2003 no Sesc Vila Mariana. Com o mesmo diretor, Vanzolini filmou outros dois documentários, ambos sobre sua vida na área científica.
Entre suas publicações estão “Tempos de cabo” (1981) e “Lira” (1952). A discografia conta com discos como “Onza sambas e uma capoeira”, de 1967, com 12 composições interpretadas por artistas como Chico Buarque, Adauto Santos, Luiz Carlos Paraná e Mauricy Souza e com arranjos de Toquinho. Outro álbum lançado por Vanzolini é “Por ele mesmo”, que saiu em 1981 e foi o primeiro no qual ele também cantou.

FUSÃO: Ponto Frio e Casas Bahia terão que vender lojas em 54 cidades

Viavarejo[1]

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou nesta quarta-feira (17), com restrições, a associação entre as redes Ponto Frio e Casas Bahia, anunciada em 2009. A fusão levou o Grupo Pão de Açúcar (cuja razão social é Companhia Brasileira de Distribuição – CBD), dona da Casas Bahia e Extra, à liderança do mercado de varejo no Brasil.

A decisão foi possível após um acordo em que as empresas aceitaram vender parte de suas lojas em 54 cidades do país, sendo 25 delas em São Paulo e 15 no Rio de Janeiro, onde o Cade avaliou que a operação traria riscos à concorrência no setor.

No mesmo processo, o conselho também aprovou, dessa vez sem restrição, a compra de 70% da Globex, holding que atua sobre a marca Ponto Frio, pela Companhia Brasileira de Distribuição (CBD), e que permitiu a fusão entre Ponto Frio e Casas Bahia.

Concentração
A análise feita pelo Cade apontou que, unidas, Ponto Frio e Casas Bahia concentram poder de mercado superior a 40% em pelo menos 117 cidades do país. Desses, foi verificado que a fusão traria riscos à concorrência em 54.

Para evitar problemas, como aumento de preços gerado pela concentração de mercado, o conselho condicionou a aprovação do negócio à venda de parte das lojas do grupo nesses 54 municípios. Essa medida visa garantir a concorrência nesses locais.

O conselheiro relator do processo, Marcos Paulo Verissimo, não divulgou quais são as cidades onde o grupo vai ter que reduzir sua participação de mercado nem quantas lojas precisarão ser vendidas.

De acordo com Verissimo, esse conjunto de ativos é responsável por um faturamento anual de R$ 900 milhões – pouco mais de 2% do faturamento anual do grupo em 2008, que foi de cerca de R$ 40 bilhões.

Multa
O Cade anunciou ainda nesta quarta que aplicou multa de R$ 1 milhão contra a Via Varejo, empresa que surgiu da fusão entre Casas Bahia e Ponto Frio, por prestar informações incorretas ao longo do processo de análise do ato de concentração pelo Cade.

Verissimo disse que não foi encontrado indício de má-fé do grupo, que aceitou pagar a multa apesar de discordar da pena aplicada pelo conselho.

Alimentos que repelem insetos de forma natural

Castanha do Pará é aliada contra insetos. (Foto: iStock)Conheça o poder das comidas que podem ajudar a proteger a pele de sua família dos mosquitos da forma mais natural possível

Há quem seja alérgico a repelentes vendidos em farmácia, e há quem simplesmente não deseje usá-los e prefira acabar com o problema dos mosquitos de forma mais natural. Não há problema: se planejando com antecedência, é possível garantir para toda a família uma pele livre de picadas no verão, e sem usar produtos químicos.

Segundo Fábio Bicalho, nutricionista clínico e funcional e supervisor em segurança de alimentos pelo Instituto de Hospitalidade, no Rio de Janeiro, há alimentos que, se incluídos frequentemente na dieta da família, podem funcionar como repelentes naturais para mosquitos e outros insetos.

“Alimentos ricos em vitaminas do complexo B, em especial B1, podem evitar mordidas de inseto”, diz o nutricionista. Entre as comidas mais recomendadas pelo especialista estão os vegetais verde-escuros, o arroz integral, a castanha do Pará, os ovos e os cereais integrais. Para fazerem efeito, é preciso incluir um ou mais desses ingredientes no prato todos os dias – de preferência em mais de uma refeição.

O planejamento das refeições também precisa ser feito com certa antecedência, já que, para as vitaminas realmente fazerem efeito no corpo, elas precisam de tempo. Por isso, o ideal é turbinar a dieta com esses alimentos pelo menos dez dias antes de uma viagem ao mato ou à praia, locais onde os mosquitos costumam ser mais abundantes em quantidade.

Quem não consegue ou não pode comer esses alimentos todos os dias conta ainda com uma ajuda farmacológica natural: os suplementos vitamínicos do complexo B. “Eles devem ser prescritos por nutricionista ou médico, que indicará a quantidade na receita”, explica Fábio Bicalho, que recomenda: tomá-los durante pelo menos dez dias já começa a criar a ação repelente.

Yahoo.com

Você pode tricotar casacos com o pêlo de seu cão

Para ter no guarda-roupas essa peça única, é necessário ir guardando os pelos do animal após escová-lo.

 

 

Existe até um livro que ensina como tricotar a partir dessa matéria prima: Knitting With Dog Hair: Better a Sweater from a Dog You Know and Love than from a Sheep You’ll Never Meet(algo como “Tricotando com pelos de cachorro: melhor um suéter de um cão que você conhece e ama do que de uma ovelha que você nunca encontrará”).

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Uma das imagens da série do fotógrafo francês Erwan Fichou: guarda-roupas variado

O fotógrafo francês Erwan Fichou bolou uma série de imagens batizada de Dogwool. Ele fotografou os donos, juntos de seus cachorros, vestindo peças de roupas produzidas com os pelos dos totós.

Para ter no guarda-roupas essa peça única, é necessário ir guardando os pelos do animal após escová-lo. O processo pode levar alguns meses até se conseguir atingir a quantidade suficiente para fazer um casaco, um cachecol ou um colete. No caso de um chapéu, por exemplo, precisa-se de 80 a 100 gramas do material.

Os pelos se transformam em uma espécie de lã: seus fabricantes garantem que o produto final não cheira mal (Foto: Dog Wool)

A empresa francesa Dog Wool, que garante que o produto final não cheira mal, cobra 12 euros para transformar em “lã” 50 gramas da penugem. Depois de prontos, enviam os novelos para você mesmo costurar o modelo desejado. O custo do frete de ida e volta da mercadoria fica por conta do cliente.

Existe até um livro que ensina como tricotar a partir dessa matéria prima: Knitting With Dog Hair: Better a Sweater from a Dog You Know and Love than from a Sheep You’ll Never Meet(algo como “Tricotando com pelos de cachorro: melhor um suéter de um cão que você conhece e ama do que de uma ovelha que você nunca encontrará”).

Se dependesse da quantidade de pelos que soltam meus quatro gatos, eu conseguiria fazer um casaco por semana. Mas se eu usaria uma peça dessas? Jamais.

Fonte: Carolina Giovanelli |/VejaSP

Família encontra jabuti sumido há 30 anos na bagunça de casa no Rio

Animal vivia dentro de quarto entulhado de equipamentos eletrônicos sem a família saber. Eles achavam que bicho tinha fugido de casa durante obra.

Perla RodriguesDo Fantástico

Jabuti ficou dentro de quarto por 30 anos (Foto: Perla Rodrigues/ TV Globo)Jabuti ficou dentro de quarto por 30 anos (Foto: Perla Rodrigues/ TV Globo)

Manuela tinha uma vida normal de jabuti. Acordava, passeava pelo jardim, comia suas folhas e adorava se esconder pela casa. Um belo dia resolveu se esconder muito bem e ficou sumida por 30 anos.

Aconteceu em Realengo, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. A jabuti da família Almeida foi reencontrada numa caixa de som após 30 anos sumida dentro da própria casa da rua Padre Sabóia de Medeiros.

No início da década de 1980, durante uma reforma da casa, os Almeida deram por falta do bicho. “Eu achei que ela tinha fugido, porque o pedreiro que fazia a obra da casa deixava o portão aberto”, disse a dona da jabuti, Sueli de Almeida. A família perguntou para a vizinhança, mas ninguém encontrava uma ‘tartaruga fugitiva’ por Realengo. Até que Manuela foi esquecida.

No início de 2013, o patriarca da família, Leonel Almeida, morreu. Ele tinha a mania de acumular objetos e equipamentos eletrônicos dentro da própria casa. Esse hábito era tão arraigado que chegou a ocupar um quarto e o segundo andar da residência.

“Tudo que ele achasse que dava para consertar na rua, ele pegava. Se achasse uma televisão velha, pensava que no futuro poderia usar alguma peça para consertar uma nova e, assim, foi acumulando as coisas”, explica a filha Lenita de Almeida.

Após a morte de Leonel, o filho começou a desobstruir as áreas intransitáveis da casa. Até que veio a surpresa dentro de um dos sacos de lixo.

“Eu coloquei o saco de lixo no chão e o vizinho só me avisou ‘vai jogar fora a tartaruga também?’. Nesse momento, eu fiquei branco e não acreditei”, disse o filho Leandro.

Família brinca com Manuela (Foto: Perla Rodrigues/ TV Globo)Família brinca com Manuela
(Foto: Perla Rodrigues/ TV Globo)

A família toda ficou emocionada. Afinal, a querida ‘tartaruga’ Manuela tinha voltado. Mas como ela conseguiu viver dentro de um quarto cheio de equipamentos eletrônicos durante anos?

O professor e veterinário Jeferson Pires explicou ao Fantástico como os jabutis são resistentes.

“Apesar das situações adversas, eles podem ficar muito tempo sem comer. Mesmo sem ter um dado cientifico comprovando, eles podem ficar de dois a três anos sem comer. Na natureza, eles comem frutas, folhas, fezes, animais mortos”, disse.

A família, apaixonada por animais, acha que a jabuti se alimentava de cupins no local e, para eles, não há a possibilidade de alguém ter colocado ela dentro do quarto.

Manuela é um jabuti da espécie Chelonoides carbonaria, conhecida como jabuti piranga. Mas, para os Almeida, não tem jeito, é a tartaruga da casa. Agora, Manuela anda por toda a residência e diverte as gerações que já conhecia e as novas da família Almeida.

BRASIL: bolsas de estudos na União Europeia

Reunida com representantes da União Europeia, a presidente Dilma Rousseff (PT) assina nesta quinta-feira (24) acordo de cooperação para criar cem bolsas de estudos no centro de pesquisa integrada do bloco europeu.

O acordo faz parte do programa Ciência Sem Fronteiras e vale apenas para alunos de doutorado e pós-doutorado. O acordo foi elaborado em parceria com o Ministério da Ciência e Tecnologia.

O centro de pesquisa da União Europeia tem oito unidades em cinco países diferentes (Itália, Bélgica, Espanha, Alemanha e Holanda). A prioridade são bolsas para áreas de prevenção de desastres naturais, mudanças climáticas, energia, segurança alimentar, bioeconomia, nanotecnologia e tecnologia da informação.2148993-2354-rec

Morre o ator gaúcho Walmor Chagas

walmor[1]O ator Walmor Chagas, de 82 anos, foi encontrado morto na chácara onde vivia na cidade dde Guaratinguetá, no interior de São Paulo, na tarde desta sexta-feira (18). As circunstâncias da morte ainda serão investigadas, mas a polícia disse acreditar que pode ter sido suicídio.

Com mais de 60 anos de carreira, o gaúcho Walmor de Souza Chagas atuou em mais de 40 peças, cerca de 20 filmes e mais de 30 novelas. Era considerado um dos grandes atores do teatro brasileiro.

Segundo um funcionário, o caseiro José Arteiro de Almeida, o corpo do artista foi achado caído na cozinha com um tiro na cabeça.

Almeida relatou ao G1, por telefone, que, no momento da morte, Walmor estava sozinho dentro da casa. Ele diz que uma empregada e uma cozinheira haviam acabado de deixar o local.

Almeida, que trabalha há 30 anos com o ator, diz que Walmor Chagas não demonstrava nenhum indício de que poderia tirar a própria vida. “Ele apenas relatou nos últimos dias que estava preocupado com o diabetes. As pernas também já não estavam tão firmes, mas ele estava bem”, disse.

O sítio onde o ator vivia fica no bairro Gomeral, na zona rural de Guaratinguetá. O local é de difícil acesso. Bombeiros dizem que receberam um chamado às 17h15, mas só conseguiram chegar ao local por volta das 18h30. Policiais civis estavam junto com os bombeiros.

Carreira 
Walmor Chagas nasceu em Alegrete, no Rio Grande do Sul, em 28 de agosto de 1930. No começo dos anos 50, foi para São Paulo em busca de uma chance no cinema.

(Ao lado, veja entrevista do ator ao programa “Starte”, da Globo News.)

Em 1952, Chagas fundou o Teatro das Segundas-Feiras, com Ítalo Rossi, encenando “Luta até o amanhecer”, de Ugo Betti. Ele estreou no Teatro Brasileiro de Comédia em 54, na peça “Assassinato a domicílio”, de Frederick Knott, com direção de Adolfo Celi.

Ao lado de Eva Wilma, o ator estreou no cinema em “São Paulo Sociedade Anônima” (1965), de Luís Sérgio Person, interpretando Carlos, um jovem da classe média. Sua primeira novela foi na TV Globo em 1974, na trama de “Corrida do ouro”.

Em 1992, Chagas chegou a apresentar o programa “Você decide”. Após oito anos afastado dos palcos, o ator retornou em 1999 na peça “Um equilíbrio delicado”.

Seus últimos trabalhos foram “Cara ou Coroa” e “A Coleção Invisível”, no cinema; e as novelas “A favorita” e “Os mutantes”, na televisão. Chagas era viúvo da atriz Cacilda Becker, com quem teve uma filha, Maria Clara Becker Chagas.

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