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Restart: porque cobramos por entrada no camarim

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Líder da banda Detonautas fez a acusação em seu Bloglog

Tico Santa Cruz usou o seu bloglog para acusar a banda Restart, fenômeno entre os adolescentes, de cobrar ingressos para atender fãs em seu camarim. O líder da banda Detonautas disparou:

“Ver integrantes do Restart, fenômeno infanto-juvenil, cobrando ingresso de seus fãs para recebê-los no Camarim foi o ápice pra mim”.

Pe Lu, guitarrista e vocal da Banda Restart, se defendeu das acusações. Ele confirmou os reais motivos de cobrar a entrada de fãs no camarim, mas explicou:

“A ideia de criar um kit camarim nasceu da nossa necessidade de conseguir, da forma mais justa possível, escolher as pessoas que iríamos atender, afinal não temos tempo hábil pra atender a todo mundo que vai aos shows”, disse ele para O Fuxico.

A banda faz shows praticamente todos os dias, então, a logística, muitas vezes, não permite que todas as suas fãs tenham acesso aos rapazes. O guitarrista disse ainda que a prática já foi adotada, há quase um ano, e que não são cobrados momentos com os músicos e sim os kits vendidos nos encontros:

“A ideia do kit veio, pois incentivava as pessoas a garantirem nossos produtos originais e além de tudo dava a chance de visitarem o camarim. Adotamos essa prática há cerca de um ano e alguns meses, que foi exatamente a época em que nosso público aumentou…”

Tico não enxerga a questão da mesma maneira e, em contrapartida, disse que os meninos cobram de R$ 60 a R$ 300 por tardes de autógrafos e visitas pós-show em seus camarins.

“Então, ouvi um boato de que a banda (não me interessa se isso é coisa de empresário ou produção, A BANDA COMPACTUA COM ESSA ATITUDE) estaria cobrando de 60 a 300 reais por tardes de autógrafo e entradas em seus camarins pós-show. – FUI RESPONSAVELMENTE pesquisar, para não atirar no alvo sem ter certeza de que era o ALVO, e para meu espanto, É VERDADE. Eles estão se aproveitando do fanatismo, do amor, do carinho e da ingenuidade dos pré-adolescentes e de seus pais para obter lucros de forma RIDÍCULA”, acusou o roqueiro.

Restart elimina a população do Amazonas

“Tem alguma cidade onde vocês não tocaram e gostariam (de tocar)?”, pergunta a repórter a Thomas, o baterista da colorida banda Restart. “Eu queria muito tocar no Amazonas. Imagina tocar no meio do mato, assim…”, responde o garoto. “Eu não sei nem como é o público de lá, se tem civilização.” O curto diálogo em que o baterista do Restart assassina a geografia pode ser visto no vídeo abaixo, que virou febre nas redes sociais. O arquivo vem sendo copiado e reproduzido por usuários do Youtube e pautando debates aquecidos no Twitter.
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Sob o tópico #manausodeiathomasrestart, o assunto está entre os primeiros colocados no Trend Topics – o ranking dos temas mais comentados no momento – da rede de microblogs na tarde desta quarta-feira. “Manaus é um dos maiores centros financeiros do país. Só não sabe quem usa calça colorida…”, diz um usuário revoltado com a declaração infeliz de Thomas. “Vamos todos comprar armas de paintball e esperar os coloridos no aeroporto”, sugere outro.

Para dar apoio ao baterista, os fãs criaram um outro tópico, #OMundoAmaThomas. Mas a estratégia não deu muito certo: críticos da entrevista de Thomas rapidamente passaram a tuitar piadinhas dentro do tema. “Qdo vi #OmundoAmaThomas achei q era pra uma criança com problemas especiais, não errei”, dispara uma usuária.

O próprio Thomas recorreu ao Twitter para se desculpar pela mancada. Mas não foi mais feliz dessa vez. “Galera, eu disse que achava que não tinha ninguém lá! Não desvalorizei a galera de lá, não”, escreveu. “Eu adoro lugar tranquilo! Ainda mais lá que só deve ter natureza! Cachoeiras e tudo mais!”, completou, insistindo na ideia de que o Amazonas só tem mato. Colorido que é, além de cravejar suas frases de exclamações, o baterista garantiu que, mesmo que Manaus o odeie, como diz o tópico #manausodeiathomasrestart, ele ama a cidade.

Publicitário vai dirigir o filme da banda Restart

Banda Restart será protagonista de um filme.

O longa-metragem de ficção, que tem a banda colorida Restart como protagonista, será dirigido por Denis Kamioka, também conhecido como Cisma. O cineasta é representado pela Paranoid BR, produtora de Heitor Dhalia (‘À Deriva’).

A especialidade de Kamioka são os filmes publicitários, com os quais desenvolveu carreira internacional nos últimos dez anos.

O primeiro indício de que haveria um filme da banda foi dado pelo integrante Pe Lanza, durante as gravações do ‘Show da Virada’ em novembro do ano passado, quando ele disse que a banda faria um filme mostrando ‘o que ela é’.

Posteriormente, foi revelado que não se trataria de um documentário ou de um filme com os shows da banda, mas sim uma ficção, que será escrita por Vera Egito e Daniel Ribeiro.

O lançamento do filme sobre o Restart está previsto para janeiro de 2012.

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