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Roubadas obras de Picasso, Di Cavalcanti e Segall

Duas gravuras do pintor espanhol Pablo Picasso, uma aquarela do brasileiro Lasar Segall e um quadro do brasileiro Di Cavalcanti, que estavam expostos na Estação Pinacoteca, no centro de São Paulo, foram roubados por volta de 12h desta quinta-feira (12).

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Segundo a Secretaria de Estado da Cultura, três homens armados invadiram o local, renderam funcionários e levaram os quatro quadros. As obras, avaliadas em um total de R$ 1 milhão, estavam expostas no segundo andar do prédio, que permanecerá fechado até amanhã.

Os obras levadas pertencem à Fundação Jose e Paulina Nemirovsky. São elas: guache sobre cartão “Casal” (1919), de Lasar Segall, gravuras “O pintor e seu modelo” (1963) e “Minotauro, bebedor e mulheres” (1933), de Pablo Picasso; e a pintura “Mulheres na Janela” (1926), de Di Cavalcanti.

Desde maio de 2006, a coleção estava exposta na Estação Pinacoteca junto a outras 117 obras da Fundação Nemirovsky. A exposição destacava quadros do modernismo feitos por artistas como Cândido Portinari e Tarsila do Amaral.

A Estação, vinculada à Pinacoteca, já abrigou o Dops (Delegacia de Ordem e Política Social) e hoje recebe exposições temporárias. As imagens foram gravadas pelo circuito interno de TV e a polícia pretende fazer um retrato falado dos homens.

Masp

Em 20 de dezembro de 2007, três ladrões furtaram duas obras do Masp (Museu de Arte de São Paulo). Os quadros “O Lavrador de Café” (1939), de Candido Portinari, e “Retrato de Suzanne Bloch”, de Pablo Picasso (1904) foram levados durante a madrugada em uma ação que durou apenas três minutos.

Quatro envolvidos no crime foram presos. As obras foram encontradas pela polícia, doze dias após o crime, em Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo.

Uol

Andy Warhol desbanca Picasso

Em 2007, Pablo Picasso foi destronado por Andy Warhol, segundo o relatório anual da Artprice, agência especializada em informações do mercado de arte.

O valor negociado de obras do artista pop superou o total comercializado por Picassos. Warhol, segundo lugar em 2006, com US$ 199,6 milhões, alcançou no último ano US$ 422,3 milhões em vendas. As obras de Picasso movimentaram US$ 319,7 milhões.

A China foi um dos destaques. Figuram entre os cem nomes da arte contemporânea com maior valor negociado 36 artistas chineses. Obras de Zhang Xiaogang movimentaram US$ 56,9 milhões, enquanto Jeff Koons ficou com US$ 52,6 milhões.

Em 2007, esse mercado teve nova alta geral de preços. Segundo a Artprice, os negócios têm sido uma alternativa às turbulências das Bolsas e atraído colecionadores em países como China, Rússia e Emirados Árabes.
Na mira dos investidores, estão principalmente as peças de arte contemporânea, que apresentam mais volatilidade, mas são também as de maior liquidez, diz a Artprice.

MA

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