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Morre aos 80 anos a Chita do Tarzan

Chita, o chimpanzé que protagonizou os filmes de “Tarzan” nas décadas de 30 e 40, morreu aos 80 anos, anunciou o santuário da Flórida no qual o animal viveu por mais de 50 anos.

“É com grande pesar que comunicamos a perda de um querido amigo e um membro da família em 24 de dezembro de 2011″, afirma o site do Santuário Suncoast Primate de Palm Harbor, na Flórida.

Chita viveu o dobro da expectativa de vida normal para essa espécie em cativeiro. O chimpanzé morreu de falência renal na noite de Natal.

Chita conseguiu viver mais até do que seu amigo das telas. Em 1984, o ator Johnny Weissmuller, que interpretava Tarzan, morreu poucos meses antes de completar 80 anos.

O chimpanzé vivia sob os cuidados de Debbie Cobb, cujos avós passaram a cuidar do animal na década de 1960. ”

Chita ( que era uma chimpanzé macho) participou, entre outros, dos filmes “Tarzan , o Homem Macaco” (1932) e “Tarzan e sua Companheira” (1934), filmes clássicos que relatam as aventuras de um homem criado na selva, protagonizados por Johnny Weissmuller e Maureen O’Sullivan.

O chimpanzé, que chegou ao santuário em 1960, amava pintar com os dedos e assistir jogos de futebol americano. Ficava calmo ao ouvir músicas cristãs, afirmou ao jornal Tampa Tribune Debbie Cobb, diretor do Suncoast Primate.

“Ele sabia quando eu tinha um dia bom ou ruim. Sempre tentava fazer com que eu sorrisse se estivesse em um dia ruim. Era muito sintonizado com os sentimentos humanos”, comentou Cobb.

Ron Priest, um voluntário que trabalha no santuário, afirmou que Chita se destacava porque conseguia parar com as costas erguidas, como um humano, além de ter outros talentos.

“Quando não gostava de alguém ou algo acontecia, pegava parte de seus excrementos e lançava. Podia arremessar a quase nove metros através das barras de sua jaula”, recordou Priest.

Revelada a paixão da presidente eleita

A primeira presidente mulher eleita no Brasil, Dilma Rousseff, também tem um amigo canino, como tem os mais famosos mandatários do mundo. Ele se chama Nego e até apareceu no último programa no horário eleitoral ao lado da dona.

ALIÁS, fotógrafos já flagraram a presidenta eleita na companhia do Labrador em diversas caminhadas por Brasília e o assédio com a Dilma e Nego só deve aumentar nos próximos passeios.

NEGO foi um presente de um amigo de Dilma, que além do cachorro, também passou para a presidenta eleita seu antigo cargo na Casa Civil. Seu nome? José Dirceu.

Canina Blog

Procuram-se animais doadores de sangue


Por desinformação, quase não há animais doadores e hospitais veterinários têm de comprar sangue

Se conseguir doadores de sangue já é um dilema para os humanos, no mundo animal é ainda pior. A maioria desconhece, mas os cães e os gatos precisam de transfusão de sangue, principalmente quando são submetidos a grandes cirurgias. O problema é que há pouca informação e por isso quase não há voluntários.

Doar sangue não é uma atividade exclusivamente humana. Cães e gatos também podem ajudar a salvar a vida de seus semelhantes, já que o número de doadores é baixo. De acordo com estudo do Hospital Veterinário da Universidade Anhembi Morumbi, em São Paulo, não é possível atender a cerca de 30% dos casos em que a transfusão de sangue é necessária por falta de doadores.

— Precisamos incentivar a doação de sangue de cães e gatos. O problema é que o dono tem que querer levar o animal até nós — diz o veterinário Marcio Moreira, da Universidade Anhembi Morumbi.

Os pré-requisitos para virar um doador são: cães devem pesar mais de 25 quilos e gatos, 4 quilos, ter entre 1 e 8 anos, ser dócil, estar vacinado e vermifugado. O animal passará por uma bateria de exames gratuitos antes de ser aceito para preencher uma bolsa de sangue contendo 450 ml (cães) e 10 ml (gatos), geralmente usada em casos de atropelamento, doenças, cirurgias e intoxicações.

Segundo o médico veterinário Marcelo Quinzani, diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care, em hospitais há uma incidência grande de transfusões. “Além do tratamento auxiliar no combate ao câncer, o procedimento é utilizado em acidentes com hemorragias e rompimento de órgãos; e também em casos de doenças sanguíneas, como a erlichiose (transmitida pelo carrapato). O problema é que há poucos voluntários e isso obriga clínicas terem animais para esse fim, ou mesmo fazer parcerias com canis”, conta o veterinário

Para incentivar as doações, muitas clínicas oferecem exames gratuitos, como hemogramas e testes contra doenças infectocontagiosas. A professora do curso de medicina veterinária da USP Denise Fantoni, responsável pelo banco de sangue da universidade, acredita que poucas pessoas tenham consciência do problema. “O que vemos é que o brasileiro não é tão legal assim. As pessoas não pensam no lado social, que vão pegar o cão dela e dar o sangue para salvar outro”.

O Banco de Sangue da USP existe há cinco anos e sobrevive graças a parcerias com canis e cadastro de alguns voluntários. Qualquer cão sadio, com peso acima de 27 quilos pode fazer a doação. A USP faz exames grátis de doenças infectocontagiosas e tipagem sanguínea antes de fazer a transfusão – os cães têm mais de sete tipos de sangue. Por mês, segundo a médica, são utilizadas mais de 20 bolsas de 450 ml. A coleta é segura, deve ter intervalo mínimo de um mês, e pode ajudar até quatro animais – de cada bolsa é separado plaquetas, plasma, hemácia e o precipitado (fração do plasma).

Fabio Britto/JT

Locais para doar sangue

Banco de Sangue da Universidade de São Paulo:
oferece consulta e exames para diagnosticar doenças infectocontagiosas
3091-1300

Pet Center Marginal:
os doadores animais ganham uma avaliação física e um exame de sangue (hemograma)
2797-7400

Hospital Veterinário PetCare: os doadores ganham exames de sangue (hemograma)
3743- 2142

Twitter avisa onde seu gato foi parar

Um programador dos Estados Unidos tinha um problema sério com seus dois gatos: nunca sabia onde eles estavam. Para não perder mais seus animaizinhos, o geek criou um dispositivo que avisa a localização dos bichanos pelo Twitter.

A ideia  surgiu porque os gatos da vizinhança costumavam sair pela portinhola das casas e entravam nas residências uns dos outros. Os vizinhos nunca sabiam onde estava seu animal .
Para saber a localização exata dos bichanos, ele criou um dispositivo que fica acoplado na portinhola. A engenhoca funciona com a ajuda de RFID (identificadores por rádio frequência).

Quando o gato se aproxima da porta, o sensor RFID da coleira manda um aviso para o leitor, que está preso no alto da porta e possui uma webcam. O leitor registra o movimento e manda a mensagem para um laptop velho adaptado pelo inventor. Se o gato estiver autorizado a sair, o sistema destrava a porta e imediatamente captura a imagem do gato saindo porta a fora. A imagem e um texto informando a saída (ou a entrada) do bichano é enviada para o Twitter.

O “programador-inventor” desenvolveu todo o programa pensando em seus dois gatos, Gus e Penny. O sistema, batizado de “Tweeting Cat Door”, ou “porta de gato que twitta” , foi todo escrito em Delphi. Mas, para a tristeza de quem gostou da ideia, pelo menos por enquanto, o inventor não pensa em levar o sistema para o mercado.

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