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Pedofilia envolve irmão de governadora e deputado

A Polícia Civil do Estado do Pará solicitou a Justiça a decretação da prisão preventiva de João Carlos de Vasconcelos Carepa, 50, irmão da governadora Ana Júlia Carepa (PT), sob a acusação de abuso sexual praticado contra uma pré-adolescente de apenas treze anos de idade, afilhada da mulher dele.

A menina esteve na polícia com a mãe para formalizar a denúncia contra Carepa.

O pedido de prisão da polícia é baseado em exames de corpo de delito do Instituto Medico Legal, segundo informa o blog paraense 5ª Emenda.

Não há indícios de que a governadora tenha tentado impedir a ação da polícia.

Outro caso de pedofilia de grande destaque no Pará, protagonuzado pelo líder do DEM na Assembléia Legislativa, deputado Luiz Sefer, teve seqüência no depoimento de onze horas que ele concdeu à polícia civil. Como tem direito a foro especial, ele escolheu ser ouvido bem longe do Estado, no Rio de Janeiro. Durou 11 onze horas a tomada de depoimento do deputado Luis Sefer (DEM) no Rio de Janeiro. Dispondo da prerrogativa do foro privilegiado, de acordo com a fonte do blog, Sefer optou por ser ouvido bem longe do Pará, em sua cobertura à beira do mar, no Rio.

Vale lembrar que o bispo da prelazia de Marajó (PA), dom José Luiz Azcona, em depoimento prestado ontem à CPI da Pedofilia, na Assembléia Legislativa do Estado do Pará, reafirmou as denúncias feitas ainda em 2008, em entrevista coletiva na sede do Regional Norte 2 da CNBB, quanto a casos de violação de direitos humanos que envolvem mulheres, adolescentes e crianças, no arquipélago que fica ao norte do Estado.

O religioso foi o primeiro a ser ouvido pela Comissão, em audiência aberta à sociedade. Depois de um longo relato sobre os casos por ele documentados, dom Azcona pediu para falar isoladamente com os membros da CPI.

Dom Azcona voltou a criticar duramente o Poder Público que, segundo ele, mesmo ciente da problemática na região, não toma as providências necessárias. Também fez duras críticas às autoridades policiais, coniventes com a situação. “No Marajó, foi descoberto um policial que fazia parte de uma quadrilha de tráfico humano, em que 178 mulheres, dentre elas menores, sendo 52 de Breves, foram enviadas para prostituição na Guiana Francesa”, disse o bispo.

Além deste, outros tantos casos foram relatados pelo religioso ao longo do depoimento.

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