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Nestlé fica com a Parmalat no RS

A Laep Investments – que controla a Parmalat – aceitou a proposta da suíça Nestlé para a aquisição da unidade de Carazinho, no Rio Grande do Sul, por R$ 101.871.902,59.

A planta, que era a maior fábrica da Parmalat no país, foi arrendada por 35 anos, com opção de compra, pela Nestlé em julho deste ano.

Desde o início, a intenção da Nestlé era adquirir a unidade, mas a venda do ativo em Carazinho dependia de autorização judicial, já que a Parmalat Brasil ainda está em recuperação judicial após a crise na matriz italiana em 2004. Diante da situação, foi aberto um leilão judicial para a venda da unidade e fixado um preço mínimo. A Nestlé, a única a fazer uma oferta no leilão, apresentou a proposta de R$ 101 milhões ao juízo da Vara de Falências e Recuperações de São Paulo.

Ontem, a Laep Investments, controladora da Parmalat, comunicou que aceitava o negócio. Agora, o juiz do processo tem de homologar a proposta da Nestlé, o que a empresa suíça espera que ocorra rapidamente. Conforme comunicou a Parmalat, o pagamento da Nestlé será feito ” com compensação de créditos de contrato de arrendamento e transferência de fundos ” .

A aquisição de Carazinho pela Nestlé era certa após o arrendamento. A empresa assumiu a unidade em agosto e, com ela, avança no projeto de ampliar a participação no mercado nacional de lácteos. Na planta do Rio Grande do Sul, que tem capacidade de processamento de 1,6 milhão de litros por dia, há linhas para produção de leite longa vida, leite em pó, leite condensado e creme de leite.

A Parmalat Brasil foi comprada pela Laep Investments em 2006. Desde 2007, a empresa voltou a enfrentar dificuldades no mercado e a Laep teve de se desfazer de vários ativos.

Valor

Nestlé quer comprar a Parmalat do RS

A Nestlé já negocia a compra da maior fábrica no país da Parmalat, controlada pela Laep Investments, em Carazinho (RS), onde são produzidos leite longa vida, em pó e condensado, além de creme de leite.

Estima-se que o negócio será fechado por R$ 100 milhões. Com a compra da unidade, a Nestlé avança em seu projeto de ampliar a participação no mercado brasileiro de lácteos.

Neste ano, a empresa entrou no segmento de leite longa vida premium, com produção terceirizada, num investimento de R$ 100 milhões. Essa pode ser a segunda aquisição da empresa em cinco meses, após a compra, em dezembro, da Água Mineral Santa Bárbara.

Valor

Gaúcha Bom Gosto assume Parmalat de Garanhuns

A companhia de laticínios gaúcha Bom Gosto assumiu hoje a operação da fábrica que pertencia à Parmalat em Garanhuns, no interior de Pernambuco, com capacidade para processar 500 mil litros de leite por dia.

A unidade é a primeira da Bom Gosto no Nordeste e foi adquirida por R$ 31 milhões em fevereiro. O presidente da Bom Gosto, Wilson Zanatta, disse que, atualmente, a planta processa 200 mil litros por dia e o objetivo é aumentar gradativamente o uso da capacidade instalada.

A produção de leite longa vida, que representa 90% do total, leite tipo C, creme de leite, leite condensado e leite em pó é distribuída na Região Nordeste.

A companhia irá estimular o desenvolvimento da bacia de leite junto com o aumento de produção e deve transferir matrizes de gado leiteiro para a região. A unidade recebe matéria-prima de 700 produtores rurais.

Com a nova unidade, a Bom Gosto – que tem sede em Tapejara (RS) – soma 19 plantas industriais e capacidade instalada para processar 4 milhões de litros por dia. Além do Nordeste, a empresa também irá expandir a produção industrial para o Uruguai, onde pretende construir uma planta para 400 mil litros por dia.

Bom Gosto e Lider unidas passam a Parmalat

A Laticínios Bom Gosto, de Tapejara (RS), e a Líder Alimentos, de Lobato (PR) fundem suas operações e se tornam a quarta maior empresa em volume de captação de leite no País, com 1,1 bilhão de litros por ano, ultrapassando a Laep, controladora da Parmalat.

A previsão de faturamento da nova companhia para 2009 é de R$ 1,5 bilhão com o aporte de recursos do BNDES.

Além de passar a Parmalat, a empresa deve acirrar a disputa pelo terceiro lugar com a Itambé, que em 2007 captou 1,09 bilhão de litros.

Com a fusão, os investimentos serão mantidos e envolvem mais de R$ 56 milhões só no primeiro semestre de 2009. Estão sendo aplicados US$ 30 milhões na construção de uma fábrica no Uruguai, com capacidade inicial de processamento de 400 mil litros por dia, que será a primeira fábrica brasileira de laticínios a se instalar fora do país.

Juntas, a estrutura das companhias será de 17 unidades industriais e 22 postos de captação e resfriamento de leite, numa operação que envolverá 26,5 mil produtores integrados.

A fusão das operações resultará na produção de 3 milhões de litros por dia, deixando para trás a concorrente Laep. Além de ser ultrapassada no ranking das empresas do seu setor, a controladora da Parmalat obteve resultado negativo no terceiro trimestre deste ano e registrou prejuízo líquido de R$ 93 milhões.

A Laticínios Bom Gosto, localizada em Tapejara (RS), era ( antes da fusão) a quinta maior empresa do setor no país, com um faturamento em 2008 na ordem de R$ 800 milhões. Com 15 anos de atuação, a empresa iniciou suas atividades com apenas quatro funcionários, 22 produtores de leite e produção de 2 mil litros diários. Atualmente, possui 1,2 mil funcionários e conta com 18 mil produtores, além de 34 cooperativas parceiras. Para 2009, a Bom Gosto deve superar os 700 milhões de litros/ano e consolidar a quarta posição no ranking nacional.

DCI

Parmalat fecha fábrica, demite e prepara leilão

A Parmalat, em nota, confirmou o fechamento da fábrica de Frutal, no Estado de Minas Gerais, informado pelo jornal Valor Econômico de hoje. A desativação da unidade e a transferência da produção para a planta de Votuporanga (SP) faz “parte de um conjunto de medidas que visam ajustar a estrutura da empresa às demandas de mercado e buscar maior eficiência, concentrando as linhas de produção em fábricas localizadas nas proximidades dos maiores centros de consumo e das principais bacias leiteiras”.

Em nota, a empresa disse que decidiu transferir a produção de Frutal para a planta de Votuporanga (SP) e desativar as operações, concentrando as linhas de produção em fábricas localizadas nas proximidades dos maiores centros de consumo e das principais bacias leiteiras”.

Dentro dessa reestruturação, após um prejuízo de R$ 73 milhões no segundo trimestre, a empresa já vendeu os ativos da Poços de Caldas e repassou a licença da marca Paulista para o laticínios Morrinhos, da GP Investimentos, no fim de agosto. As operações haviam sido adquiridas há menos de cinco meses da Danone. A Parmalat também fechou a planta de Ouro Preto d’Oeste (RO) em agosto passado.

Segundo o presidente da Cooperativa de Frutal, André Luís Resende, a fábrica na cidade deixou de operar na segunda-feira e todos os cerca de 40 funcionários foram demitidos. Ele disse que a Parmalat já comunicou que deseja encerrar o contrato que fez com a cooperativa.

A empresa, no começo do mês, anunciou a assinatura de contrato de compra e venda de ativos com a Laticínios Morrinhos Indústria e Comércio Ltda por R$ 50 milhões no qual, por meio da Glória, alienou a Poços de Caldas, incluindo todas as marcas registradas e os pedidos de registro da Poços de Caldas, nome de domínio, assim como todos os ativos estratégicos relacionados a esta marca, com todos os equipamentos da linha de produção de requeijão. A Glória cedeu ainda, o contrato de licenciamento de uso da marca referente ao uso exclusivo da marca Paulista no Brasil, Bolívia e Paraguai, para produção e comercialização de requeijão, pelo prazo aproximado de 15 anos.

IG/Valor

Parmalat compra Poços de Caldas da Danone

A Laep Investments, controladora da Parmalat, comunicou oficialmente ao mercado ontem a compra da marca Poços de Caldas, do segmento de requeijão, e o licenciamento da marca Paulista, ambas pertencentes à Danone. O negócio, que inclui todos os “ativos estratégicos” da Poços de Caldas, foi fechado por R$ 50 milhões e anunciado no começo do mês.

Também ontem, a Danone anunciou a demissão de todos os 170 funcionários de sua fábrica em Guaratinguetá (a 176 km de São Paulo), que será arrendada para a Parmalat.

FSP

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