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Governo vai preparar mão de obra para PAC

Beneficiários do programa Bolsa Família que estejam com o cadastro em dia podem se inscrever em cursos de qualificação profissional nas áreas de construção civil e turismo, dentro do Plano Setorial de Qualificação (Planseq), uma iniciativa dos ministérios do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e do Trabalho e Emprego (MTE).

O Planseq está enviando correspondência às famílias com instruções sobre a adesão aos cursos. Quem não está com o cadastro atualizado poderá fazê-lo nos postos do Sistema Nacional de Emprego (Sine). Os candidatos serão inscritos com base no Índice de Desenvolvimento da Família, devendo ter prioridade as que tiverem menor classificação.

Podem participar homens e mulheres com mais de 18 anos que tenham concluído pelo menos a 4ª série do ensino fundamental. De acordo com o MDS, o acompanhamento dos beneficiários do Bolsa Família que farão os cursos de qualificação, além da articulação com o empresariado local para integrá-los ao plano, ficará sob a responsabilidade dos coordenadores das oficinas.

Serão realizados cursos para pintor, armador e montador, carpinteiro, azulejista, encanador, mestre-de-obras, auxiliar de escritório, eletricista, pedreiro, reparador, almoxarife, gesseiro, desenhista, projetista e operador de trator.

Depois de receber os diplomas, os trabalhadores poderão ser aproveitados em obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Embora o foco inicial seja a construção civil, o Planseq vai disponibilizar neste ano 27 mil vagas para cursos na área de turismo.

PAC abre mais de mil vagas temporárias


 

 

 

 

Começa nesta segunda-feira a inscrição do concurso público para trabalho temporário no serviço público federal relativo ao Programa de Aceleração do Crescimento.

Serão 1.051 vagas para atividades técnicas especializadas, com salários de R$ 1,7 mil a R$ 8,3 mil, destinadas a profissionais de nível médio e superior. Do total, 21 são para Porto Alegre, sendo uma delas exclusiva a portador de deficiência.

A contratação temporária varia de dois a quatro anos, podendo ser prorrogada. As vagas são para os ministérios do Planejamento, do Turismo, do Desenvolvimento Agrário, da Integração Nacional, das Cidades, da Fazenda e da Secretaria de Aqüicultura e Pesca. Há também oportunidades na Escola Nacional de Administração Pública, na Fundação Nacional da Saúde (Funasa) e no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Os postos serão preenchidos por meio de processo seletivo simplificado realizado pela Escola de Administração Fazendária. As inscrições serão feitas somente pela internet, das 10h desta segunda às 18h do dia 8 de agosto (horário de Brasília). A isenção do pagamento da taxa de inscrição — de R$ 40 a R$ 120, conforme o nível de atividade — só é prevista para candidatos que comprovarem renda familiar mensal de até dois salários mínimos. A data prevista para a realização das provas é 21 de setembro.

Saiba mais
Vagas: 1.051 para atividades técnicas especializadas no serviço público federal relativas ao Programa de Aceleração do Crescimento em todo o país. Em Porto Alegre: Ministério do Planejamento (7, para nível superior), Ministério do Desenvolvimento Agrário (2, para nível superior), Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca (3 para nível médio, duas para nível superior), Fundação Nacional da Saúde (7, para nível superior, sendo uma para portador de deficiência), Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (duas, para nível superior)
Taxa de inscrição: de R$ 40 a R$ 120, dependendo do nível do cargo
Salários: de R$ 1,7 mil a R$ 8,3 mil, dependendo do nível do cargo
Data prevista: 21 de setembro
Local das provas: em todas as capitais, inclusive Porto Alegre
Informações: http://www.esaf.fazenda.gov.br

VAGAS TEMPORÁRIAS PARA O PAC

O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, autorizou diversos órgãos e entidades do governo federal a contratarem, por tempo determinado, até 1.891 profissionais a partir do próximo mês. O objetivo das contratações temporárias é o de atender a necessidades excepcionais do serviço público e agilizar as demandas do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC).

A autorização está detalhada na Portaria nº 125, publicada no Diário Oficial da União, edição desta quinta-feira, 29 de maio.

O recrutamento de trabalhadores será efetuado por meio de processo seletivo simplificado, realizado obrigatoriamente por meio de prova escrita. Todas as contrações serão por prazo determinado e não poderão exceder quatro anos.

Segundo a portaria publicada hoje será exigido nível superior para todos os candidatos. A maior oferta de vagas será para o Ministério da Saúde (654), seguido do Ministério do Planejamento (218), Transportes (200) e Meio Ambiente (200), entre outros.

Os órgãos autorizados a efetuar contratação temporária ficam encarregados de elaborar e publicar editais com o perfil dos contratados e os procedimentos a serem aplicados nos processos de seleção. A remuneração para os cargos será divulgada em breve, por meio de decreto.

Min Plan

Dilma vai depor. Mas não sobre dossiê.

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Diante da resistência dos governistas da CPI dos Cartões em autorizar a convocação da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, para explicar o dossiê com gastos sigilosos do governo FHC, a oposição recorreu a uma tática alternativa nesta quinta-feira.

O senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) apresentou à Comissão de Infra-Estrutura do Senado requerimento convocando a ministra a prestar esclarecimentos sobre o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) – e o pedido foi aprovado.

Na tentativa de fazê-la falar também sobre o dossiê, o presidente da comissão, senador Marconi Perillo (PSDB-GO), adicionou ao requerimento um pedido para que ela esclarecesse o episódio. Entretanto, numa manobra emergencial realizada à tarde, o governo conseguiu forçar a retirada deste pedido, com o argumento de que o assunto não compete à Comissão de Infra-Estrutura.

De qualquer forma, Dilma terá que comparecer perante a comissão – nenhum ministro tem o direito de recusar uma convocação deste tipo. Mesmo sem um pedido oficial para falar sobre o caso do dossiê, a oposição promete provocar Dilma. “No comparecimento para falar do PAC, o debate vai extrapolar e com certeza chegará aos cartões corporativos e a outros temas de interesse da sociedade”, disse Marconi Perillo, segundo o site do jornal O Estado de S. Paulo.

AE

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