Arquivos de tags: OMS

ASSINE: Não foi acidente

campanha_n%C3%A3o+foi+acidente_grupo+bandeirantes_2012[1]

No Brasil, cerca de 40 mil pessoas morrem por ano em acidentes de trânsito. Desses, 40% são provocados por motoristas alcoolizados. Os dados foram divulgados pelo Movimento Não Foi Acidente, criado por Rafael Baltresca que teve a mãe e a irmã mortas em setembro do ano passado.
Na época, o atropelador se recusou a fazer o exame do bafômetro, mas fez exame de sangue. No Boletim de Ocorrência, testemunhas afirmam que ele estava completamente embriagado.
..
A ideia do @NFA_Oficial é alcançar, no mínimo, 1,3 milhão de assinaturas em todo o país e propor um projeto de lei de iniciativa popular para mudar a lei nº 9.503, de 1997, criminalizando de uma forma mais severa motoristas que dirigem alcoolizados e provocam acidentes.
.
Para assinar, clique aqui. Mesmo com toda movimentação nas redes sociais, me revolta ver que nenhum deputado federal ou senador – membros eleitos pelas suas respectivas casas legislativas, se interessaram em apoiar a causa. Algo a se pensar…
Até o fechamento deste post, foram conseguidas mais de 328 mil assinaturas, mas ainda é preciso mais, muito mais.
Estatísticas
Segundo balanço da Organização Mundial da Saúde (OMS), no ranking mundial o Brasil ocupa o 5º lugar em número de acidentes e só perde para a Índia, China, Estados Unidos e Rússia. Minas Gerais ocupa a segunda posição em mortes por acidentes no trânsito, com 3.674, perdendo apenas para São Paulo, que contabiliza 7.160.

Diabetes dobra no planeta e já afeta 347 milhões

O número de adultos com diabetes mais do que dobrou no mundo todo desde 1980, passando a 347 milhões de pessoas, um número muito maior do que se pensava anteriormente e também um indício de que os custos para o tratamento da doença vão subir muito.

De acordo com uma pesquisa divulgada pela publicação científica The Lancet, uma equipe de pesquisadores internacionais trabalhando com a Organização Mundial de Saúde (OMS) descobriu que as taxas de diabetes aumentaram ou, no mínimo, permaneceram na mesma praticamente em todas as partes do mundo nos últimos 30 anos.

O número estimado de diabéticos é marcantemente maior do que as projeções, segundo as quais seriam 285 milhões em todo o planeta. O estudo constatou que há 347 milhões de diabéticos no mundo, dos quais 138 milhões vivem na China e Índia e outros 36 milhões nos Estados Unidos e Rússia.

A diabetes mais comum, a do tipo 2, é fortemente associada à obesidade e vida sedentária.

“A diabetes está ficando mais comum em quase toda a parte do mundo”, disse Majid Ezzati, do Imperial College London, na Grã-Bretanha, que liderou a pesquisa em parceria com Goodarz Danaei, da Harvard School of Public Health, nos Estados Unidos.

“Se não desenvolvermos programas melhores para identificar pessoas com taxas elevadas de açúcar no sangue e ajudá-las a melhorar sua dieta, atividade física e controle de peso, a diabetes vai inevitavelmente continuar a representar um grande fardo para os sistemas de saúde de todo o mundo”, acrescentou Danaei, em um comunicado conjunto.

As pessoas com diabetes têm controle inadequado de açúcar no sangue, o que pode provocar graves complicações como doenças cardíacas e derrames, danos aos rins e nervos e cegueira.

Especialistas dizem que taxas elevadas de glicose no sangue causam cerca de 3 milhões de mortes em todo o mundo a cada ano, cifra que continuará a crescer à medida que aumentar a quantidade de pessoas com a doença.

O número de diabéticos se expandiu dramaticamente nas nações-ilha do Pacífico, que atualmente têm a maior proporção de pessoas com a doença. O estudo descobriu que nas Ilhas Marshall um terço de todas as mulheres e um quarto dos homens têm diabetes.

Entre os países ricos, a expansão foi maior na América do Norte e relativamente pequena na Europa Ocidental. Os níveis mais elevados de glicose e de diabetes estão nos Estados Unidos, Groenlândia (território da Dinamarca), Malta, Nova Zelândia e Espanha. Os mais baixos são os da Holanda, Áustria e França.

A região com os menores níveis de glicose é a África subsaariana, seguida do leste e sudeste da Ásia.

Reuters

Gripe Suína : tire suas dúvidas

Segundo especialistas da OMS não existe vacina contra a doença, mas pacientes podem ser tratados com antivirais se socorridos a tempo.

Doença respiratória contagiosa

O que é a gripe suína?

A gripe do porco, também conhecida por influenza suína, é uma doença respiratória altamente contagiosa causada pelo vírus influenza tipo A. Esse tipo de vírus geralmente afeta só os porcos, mas algumas vezes ele sofre mutações (quando o porco está infectado com mais de um tipo de vírus, por exemplo), fica mais potente e ataca os seres humanos.

Quais são as implicações para a saúde humana?

Os sintoma clínicos são similares a uma gripe comum. Há desde casos de infecções assintomáticas a outros que resultam em forte pneumonias, causando até a morte.

Como as pessoas são infectadas?

O vírus é geralmente transmitido a pessoas que estiveram em contato com porcos infectados. A transmissão entre humanos também pode acontecer através de contato direto.

É seguro comer alimentos provenientes do porco?

A influenza suína não sobrevive a temperaturas acima de 70°C, portanto as receitas que são levadas ao fogo acima desta temperatura são seguras.

Há riscos de pandemia?

Se o vírus consegue estabelecer uma transmissão entre humanos eficiente, os riscos existem, sim. O impacto de uma pandemia depende da potência do vírus, da imunidade existente nas pessoas e dos anticorpos adquiridos por uma gripe comum.

Existe alguma vacina para humanos que previna a gripe suína?

Não existe nenhuma vacina que proteja os humanos da influenza tipo A, e ainda não se sabe se a vacina aplicada para prevenir a gripe tem algum poder de proteção contra o vírus, já que a influenza sofre constantes mutações.

Quais são os remédios disponíveis para tratamento?

Remédios antivirais para a influenza sazonal geralmente previnem e tratam a doença, mas alguns tipos de influenza desenvolvem resistência a esses tipos de medicações, tornando os resultados de cura limitados. Em casos de gripe suína, o remédio aplicado deve ser baseado através de avaliação clínica e epidemiológica.

FONTE: Organização Mundial da Sáude, OMS.

Outras fonte:

Sobre a gripe Suína ( Infuenza )  saiba onde se informar:

Site do Centro de Vigilância Epidemiológica de São Paulo:

Para leigos:

http://www.cve.saude.sp.gov.br/htm/resp/influsuina09_pergresp.htm

Para profissionais da área de Saúde:

http://www.cve.saude.sp.gov.br/

Site da Agência Nacional de Vigilância Sanitária

Para Jornalistas:

http://www.anvisa.gov.br/divulga/noticias/2009/300409.htm

Acidentes matam 2 mil crianças por dia

Todos os dias 2 mil crianças no mundo morrem vítimas de acidentes, alerta um relatório recém-lançado pela Organização Mundial da Saúde (OMS)e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). O trabalho, preparado com a colaboração de 180 especialistas no mundo, faz uma análise das principais causas e riscos de acidentes, traz medidas de prevenção e um ranking com as principais razões de mortes entre crianças menores de 9 anos.

O documento mostra que, todos os anos, dezenas de milhares de crianças são hospitalizadas por causa de acidentes que poderiam ter sido evitados.

“Acidentes com crianças são um fator importante de saúde e desenvolvimento. Além das 830 mil mortes anuais, milhões de vítimas enfrentam longos períodos de hospitalização e de reabilitação”, afirmou a diretora-geral da OMS, Margareth Chan.

Ela observou ainda que os custos da hospitalização e tratamento das crianças, muitas vezes, levam as famílias à pobreza. De acordo com o trabalho, crianças de classes econômicas menos privilegiadas e residentes em países em desenvolvimento são as que apresentam maior risco – 95% dos acidentes acontecem nesses países. A África, região com maior taxa de mortalidade por acidentes, traz índices até dez vezes superiores aos que são apresentados por países como Austrália, por exemplo.

As principais causas da mortalidade são: acidentes de carro, afogamento, queimaduras, quedas e envenenamentos. Para especialistas, medidas para evitar que tais situações ocorram podem ser adotadas em todos os países. “Temos conhecimento suficiente para saber como evitar acidentes. Programas de prevenção deveriam ser adotados por todos os países”, afirmou o diretor do Departamento de Violência e Doenças Preveníveis da OMS, Etienne Krug.

Entre recomendações do documento, estão a criação de leis para regular o uso de apropriados capacetes e cintos de segurança para crianças, campanhas de educação com o objetivo de reduzir afogamentos, adoção de embalagens cuja abertura seja difícil para uma criança, equipamentos de playground e brinquedos seguros.

(AE)

OMS divulga dados sobre vírus da Aids

Segundo a Organização Mundial da Saúde, apenas 30% dos seres humanos contaminados com o vírus HIV possuem acesso aos remédios contra a doença. Hoje, quase três milhões de pessoas recebem o tratamento, enquanto mais de seis milhões e meio de seres humanos não contam com os remédios.

A OMS não acredita mais que todos os países do mundo consigam atingir a meta de fornecer medicamentos para todas as vítimas do HIV até 2010.

O custo do financiamento de todo o tratamento chega a US$ 35 bilhões. No total, de acordo com a organização, mais de 33 milhões de pessoas vivem com o vírus, dos quais 2,1 milhões são crianças.

OMS

Mãe exposta a plásticos pode gerar filho obeso

A exposição do feto a produtos químicos comuns no dia-a-dia – como garrafas plásticas e canos de água – pode levar o futuro adulto à obesidade, apontam pesquisadores norte-americanos.

Estudos realizados com ratos mostraram que animais expostos a quantidades mínimas de substâncias químicas durante a gestação se tornaram mais obesos do que os que não tiveram contato com elas.

A pesquisa foi apresentada no Congresso Europeu sobre Obesidade. A Organização Mundial da Saúde estima que cerca de 400 milhões de pessoas são obesas – um problema que aumenta o risco de desenvolver diabetes tipo 2 e doenças cardíacas.

OMS

%d blogueiros gostam disto: