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Dono da OceanAir vai administrar a VarigLog

O empresário German Efromovich ( foto) , controlador do Grupo Synergy, acaba de fechar um contrato de opção de compra da VarigLog, empresa de transporte de cargas criada pela antiga Varig que está em processo de recuperação judicial desde março deste ano.

Efromovich, que é dono das empresas aéreas Avianca e Tampa Cargo, na Colômbia, e da OceanAir, vai administrar a empresa até a solução de pendências judiciais que envolvem os sócios. O empresário vai aportar cerca de 30 milhões de dólares na empresa para sanear problemas financeiros de curto prazo. Além disso, vai utilizar os sistemas de informática e a estrutura de suas empresas aéreas para recuperar as operações da VarigLog.

A empresa de cargas da antiga Varig enfrenta problemas desde 2007, quando o fundo americano Matlin Patterson, controlado pelo chinês Lap Chan, entrou em disputa com os sócios brasileiros Marco Antônio Audi e Marcos Haftel. Pela legislação brasileira, um estrangeiro não pode ter mais de 20% de participação na sociedade de uma empresa aérea nacional.

No caso da VarigLog, contudo, a legislação foi desrespeitada. Na prática, o fundo americano era o controlador da VarigLog. Há cerca de dois anos os sócios brasileiros passaram a contestar a situação na Justiça e tentaram assumir o controle da empresa, mas sem aporte de capital.

O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou, em maio, o afastamento dos sócios brasileiros. Uma irmã de Chan, a chinesa naturalizada brasileira Chan Lup, assumiu o controle da companhia. A briga entre Chan, Audi e Haftel, no entanto, afetou o crédito da empresa, que passou a enfrentar dificuldades para conseguir financiamentos. Recentemente a companhia teve parte de suas receitas embargadas pela Justiça.

Atualmente, a VarigLog opera cinco aviões e tem faturamento anual de aproximadamente 500 milhões de reais. Caso consiga reerguer a empresa e tirá-la do processo de recuperação judicial, Efromovich deve exercer o direito de compra previsto em contrato. O principal interesse do empresário são as áreas que a VarigLog ainda possui em alguns dos principais aeroportos do país.

OceanAir lança voos econômicos e web check-in

Até 1 janeiro de 2009, passageiros da OceanAir podem comprar passagens com valores econômicos com a promoção OceanWeb 48 horas. A promoção oferece preços especiais para vários destinos operados pela companhia aérea, com destaque para a tarifa de R$140, do aeroporto do Galeão para Florianópolis.

A promoção é válida para embarque de 18 de dezembro a 2 de janeiro, com emissão do ticket em até 12 horas depois da reserva. As reservas podem ser feitas pelo site da empresa (www.oceanair.com.br), pela Central OceanAir de atendimento (telefones 4004-4040  para capitais e 0300-789-8160, para demais cidades) e por agentes de viagem autorizados. As tarifas não permitem acumular pontos no Programa Amigo.

A OceanAir introduziu o web check-in nos aeroportos de Congonhas, em São Paulo, e Santos Dumont, no Rio.

O mecanismo é destinado a viajantes adultos sem bagagem ou apenas com bagagem de mão.

“Nossa expectativa é beneficiar cerca de 40% dos passageiros que utilizam esses dois aeroportos”, afirma Renato Pascowitch, diretor-executivo da OceanAir.

Nos próximos meses, a companhia aérea pretende estender esse serviço a outros aeroportos do país.

Como funciona
O cartão impresso em casa deve ser apresentado ao funcionário no balcão da empresa, localizado junto ao acesso do embarque/raio X, até 40 minutos antes do vôo, junto com um documento de identidade.

OceanAir vai demitir 600 funcionários |

A companhia aérea brasileira OceanAir anunciou nesta segunda-feira (12/05) uma série de medidas de reestruturação, para reduzir os gastos de operação e permitir que a empresa resista à fase de forte elevação no preço dos combustíveis, puxados pela alta mundial do petróleo.

Entre as principais medidas está a demissão de cerca de 600 funcionários, como forma de diminuir o custo da folha de pagamento, a redução no número de destinos atendidos, dos atuais 37 para 25, e a diminuição da frota de aviões, que passará de 16 para 10 aeronaves em operação

Os preços do petróleo têm gerado dificuldades para empresas aéreas no mundo todo. Somente neste ano, nove pequenas empresas do setor pediram falência.

As americanas Delta e Northwest anunciaram no mês passado uma fusão que criou a maior empresa aérea do mundo. Isso pode ser apenas o começo. A American Airlines negocia a união com a Continental e a United Airlines tenta chegar a um acordo com a US Airways.

No Brasil, o caos aéreo eleva os custos das companhias, agrava a situação e já levou as maiores empresas aéreas do setor – TAM e Gol – a operar no vermelho nos últimos meses.

A situação pode ficar ainda mais difícil em 2009, quando deve começar a operar a Azul, do empresário David Neeleman. O fundador da JetBlue planeja oferecer no Brasil vôos regionais para escapar da concorrência de TAM e Gol.

Exame

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