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ONGs internacionais freiam Brasil, diz antropólogo

Mundo2[1]Após trabalhar na demarcação de oito terras indígenas na Amazônia, o antropólogo Edward Luz denuncia que as ONGs internacionais, que se dizem defensoras de questões indígenas e ambientais, freiam por mais de três décadas crescimento do Brasil. Em entrevista à revista Infovias, Luz alerta que esses grupos manipulam as minorias para impedir o desenvolvimento do país, visto como “ameaça às superpotências”.

Quem está por trás

 Segundo Edward Luz, esse batalhão de ONGs é orquestrado por países como EUA, Inglaterra, Dinamarca, Canadá, Noruega, Alemanha.
 Eco-picaretas

Mestre e doutorando pela UnB, Luz explica que hoje a maioria dos grupos indígenas e ambientalistas são financiados por ONGs picaretas.

Falsos índios

 O pesquisador denuncia ainda a existência de falsos índios. Em 2008, havia 250 demandas de delimitação de terra. Hoje, já ultrapassam 500.
 Via Coluna do Claudio Humberto

Brazil: é falta muito…

 

Dica de um site muito interessante,  que compara países em seus níveis de prosperidade, analisando certos fatores como democracia, segurança, educação, saúde, etc. A Nova Zelândia está na posição 10 e o Brasil na 41 no relatório de 2009.

“The Legatum Prosperity Index is the world’s only global assessment of wealth and wellbeing; unlike other studies that rank countries by actual levels of wealth, life satisfaction or development, the Prosperity Index produces rankings based upon the very foundations of prosperity – those factors that help drive economic growth and produce happy citizens over the long term”

Para quem tiver interesse em dar uma olhada: http://www.prosperity.com/default.aspx

O site permite permite comparamos países específicos. Claro que não é muito justo compararmos um país de primeiro mundo com um do terceiro. Mas eu não resisti. Abaixo o gráfico comparativo entre o Brasil e a NZ.

http://www.prosperity.com/prosperiscope.aspx?sel=BR,NZ&index=prosperity&year=2009

 

Fonte: Jeanine Almeida

U2 fará show global via YouTube

Domingo que vem, os irlandeses do U2 farão um show transmitido ao vivo para 16 países pelo YouTube. E os brasileiros estão na lista VIP.

Direto do estádio Rose Bowl, em Los Angeles, nos Estados Unidos, a apresentação do grupo de rock deve começar à meia noite e meia do domingo para segunda-feira (horário de Brasília).

U2: show em Los Angeles será transmitido ao vivo para brasileiros no YouTube

U2: show em Los Angeles será transmitido ao vivo para brasileiros no YouTube

Como novidade, o canal do Youtube da banda terá, acoplado, um aplicativo do Twitter para os fãs comentarem por microblog sobre a performance de Bono Vox e seus companheiros.

Quem perder o show terá direito a uma segunda, terceira, e inúmeras outras chances, informa a equipe do YouTube. Todo o conteúdo ficará disponível no maior site de vídeos do Google, a partir da manhã de segunda-feira.

Além dos brasileiros, poderão acompanhar o show os usuários de: Austrália, Canadá, Coréia do Sul, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, Índia, Irlanda, Israel, Japão, México, Nova Zelândia e Reino Unido.

Guilherme Pavarim

CPI do MST deve sair

O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), anunciou que vai instalar a CPI do MST no Congresso, caso a oposição formalize o pedido de criação da comissão na próxima semana. O presidente do Senado prometeu ler o requerimento que cria a CPI em sessão do Congresso, depois que o pedido for protocolado na Mesa Diretora do Legislativo.

“A minha função como presidente não é fazer juízo de valor sobre comissões de inquérito, mas uma vez que cumpram formalidade legal com número apresentado em plenário e instituir a comissão. Isso eu farei”, afirmou Sarney.

Para viabilizar a CPI mista são necessárias 171 assinaturas na Câmara e 27 no Senado. Segundo o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), o requerimento já conta com o apoio de 172 deputados e 34 senadores. Na próxima terça-feira, ele se reúne com o líder do partido na Câmara, Ronaldo Caiado (GO), e com a senadora e presidente da Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Kátia Abreu (DEM-TO), para discutir a estratégia no tema.

Segundo Onyx, desta vez a busca por apoios foi mais cautelosa e os apoios estão garantidos até o fim. “Agora fizemos um controle mais rígido. Cada parlamentar foi procurado e assinamos de um por um para ter a segurança de que não corremos o risco de repetição daquele episódio”.

A criação da CPI mista ganhou força após a ação de integrantes do MST de destruírem um laranjal em uma fazenda invadida em Borebi (SP). A área destruída, segundo o MST, era pública e tinha sido grilada pela empresa. Após o conflito, uma ordem judicial determinou a desocupação da área pelo movimento, o que já foi realizado.

MST: CPI é ‘represália’ por suas lutas sociais

Em nota divulgada nesta quarta-feira, 16, o Movimento dos Sem Terra classificou como “represália” contra suas lutas e um “instrumento político e ideológico de setores conservadores” o fato de um requerimento para a instalação de CPI contra o movimento ter sido protocolado.

O pedido de CPI mista foi protocolado, também nesta quarta, pela senadora Kátia Abreu (DEM-TO) e pelos deputados Onyx Lorenzoni (DEM-RS) e Ronaldo Caiado (DEM-GO).

O objetivo da criação da comissão é apurar as informações publicadas no Estado e na revista Veja de que o movimento recebe, irregularmente, verbas do governo.

O MST discorda e aponta como motivo da instalação da CPI o fato de o governo Lula ter recentemente se comprometido com a atualização dos índices de produtividade rural. O movimento acusa a senadora Kátia e os deputados Onyx e Caiado de, como líderes da bancada ruralista, estarem defendendo interesses do agronegócio.

“(A bancada ruralista) não aceita que seja cumprida a Constituição Federal de 1988 e a Lei Agrária, de fevereiro de 1993, que determina que os parâmetros, índices e indicadores que informam o conceito de produtividade serão ajustados, periodicamente, de modo a levar em conta o progresso científico e tecnológico da agricultura e o desenvolvimento regional”, argumenta o MST. O movimento alega que os índices de produtividade são analisados com dados de um censo feito em 1975, ou seja, defasados em mais de 30 anos.

A nota fecha com um recado do Movimento dos Sem Terra avisando que os trabalhos e manifestações que vem sendo feitas continuarão a ser realizadas.

Clique aqui para ler a íntegra no site do Estadão

MST já recebeu R$ 151,8 mi da União

Levantamento divulgado neste sábado pelo site Contas Abertas, com informações obtidas no Sistema Integrado de Administração Financeira, revela que entidades que têm dirigentes ligados ao MST receberam, desde 2002, 151 milhões e 800 mil reais em recursos da União, montante distribuído em cerca de mil convênios celebrados entre governo e grupos de desenvolvimento agrário.

Ao todo, são 43 entidades sem fins lucrativos capitaneadas dirigentes do MST nos últimos seis anos.

Entre as entidades que receberam mais recursos do governo, a Associação Nacional de Cooperação Agrícola (Anca) encabeça a lista, tendo recebido R$ 22,3 milhões.

O levantamento aponta ainda que, em alguns casos de rapasse, há irregularidades. Desde 2002, R$ 23,2 milhões foram pagos por meio de contratos considerados inadimplentes e cujos pagamentos foram suspensos, alguns por apresentarem irregularidades na execução do convênio e outros pela falta de prestação de contas dos recursos empenhados.

O site Contas Abertas ressalta que, de acordo com a legislação brasileira (8.629/93), é proibido o financiamento público a movimentos sociais cujas ações empreendidas configuram crime de “invasão de imóveis rurais ou de bens públicos”, caso do MST

MST condenado a pagar R$ 5,2 milhões à Vale

A Justiça Federal de Marabá, no Pará, condenou três pessoas ligadas ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra ( MST) na região a pagar R$ 5,2 milhões, dentro de 15 dias, à mineradora Vale por descumprir decisão judicial que proibiu a interdição da ferrovia de Carajás, em abril.

Manifestantes haviam fechado a linha férrea por duas vezes no decorrer de 2007, impedindo o transporte de minério de ferro do Pará até o Porto de Itaqui, no Maranhão. Em fevereiro, a Vale obteve liminar que proibia protestos que interrompessem a passagem de trens. O mérito foi julgado agora com a condenação dos três dirigentes.

Na sentença, o juiz Carlos Henrique Borlido Hadad afirma que Luís Salomé de França, Eurival Carvalho Martins e Raimundo Benigno Moreira “lideraram diversas pessoas na invasão da estrada de ferro e, por essa razão, devem responder pela totalidade dos danos causados, como arcar com a multa imposta caso a perturbação ocorresse”. Durante a invasão, os dormentes da ferrovia foram incendiados, cabos de fibra ótica e de energia cortados e trilhos levantados.

O MST protestou na quinta-feira (24) contra a condenação de seus diretores no Pará. Anunciou que prepara recurso para evitar o pagamento dos R$ 5,2 milhões. De acordo com o movimento, a sentença do juiz Hadad representa a “criminalização” dos movimentos sociais que lutam “contra as injustiças no campo e por um Brasil melhor”.

G1

Olimpíada: poesia de jovem do MST

O MEC coloca no ar um anúncio, nos próximos dias, que deve causar arrepios nos adversários do MST, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra.

No poema , o jovem Vinicius Pereira, terceiro colocado no concurso “Escrevendo o Futuro”, do ano passado, conclama jovens a se inscreverem na Olimpíada de Português que está sendo promovida pelo governo federal em todo o país.

Na propaganda, o ator Jonas Bloch declama “Meu pequeno recanto”, a poesia premiada de Vinicius, que mora num acampamento do MST em Uberaba. Outra vencedora do concurso, Carla Xavier, do Glicério, no Rio de Janeiro, escreveu sobre uma represa da região em que vive e também estrelará uma propaganda.

A poesia de Vinicius: “Moro num acampamento/ Chamam a gente de assentados/ No lugar tem muitas pessoas, lá fomos colocados/ Não conhecemos os luxos da vida, só conhecemos a humildade/ Sem falar no preconceito que tem a sociedade/ Para muitos somos sem-terra, e não pessoas de bem(…)/ Vamos assim vivendo, não deixamos de lutar/ Sem luta não conseguiremos o futuro melhorar/ Quando ganharmos a terra, donos dela vamos ser/ Poderemos então plantar, enfim tudo colher/ Sou menino, sou poeta/ E nesses versos eu canto/ A minha história de vida no meu pequeno recanto”

MB

Justiça sobe multa contra MST e Stédile

A Vale acaba de conseguir na 41ª Vara Cível do Rio de Janeiro decuplicar o valor da multa contra o MST e o seu chefe, João Pedro Stédile, se ambos paralisarem alguma atividade da empresa por meio de invasões. A multa passa de 5 000 reais por dia para 50 000 reais. O que motivou a decisão da Justiça fluminense foi a ocupação da Estrada de Ferro Vitória/Minas na quinta-feira passada. Durante a manifestação, uma composição da Vale foi paralisada durante algumas horas.

É uma vitória da Vale – embora, a empresa tenha pedido a elevação da multa para 1 milhão de reais por dia. Mas uma vitória em termos. Em março passado, a mesma 41ª Vara Cível do Rio de Janeiro concedeu uma liminar proibindo o MST e Stédile de “incitar e promover” atos violentos contra a mineradora.

Desde então, os sem-terra já paralisaram por mais de uma vez as atividades da Vale…e nada aconteceu. De qualquer forma, agora a Justiça entendeu que a liminar de março foi desobedecida.

A questão central, portanto, é que a liminar seja cumprida. Ou, numa palavra, que a decisão judicial seja respeitada.

Nas suas alegações, o MST negou que tenha descumprido a liminar. Culpou a “imprensa sensacionalista” pelas informações a respeito das invasões. Mas, como a mentira e a mania de perseguição têm pernas curtas, o juiz afirmou na sentença que estava se baseando no boletim de ocorrência policial que detalhou a ocupação realizada pelo MST na semana passada.

Radar

Pesquisa: MST é visto como sinônimo de violência

Para 45% dos brasileiros, a palavra que melhor descreve o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) é violência. Para 27%, é coragem, e, para 24% é a expressão “reforma agrária”.

A pesquisa do Ibope, encomendada pela mineradora Vale, mostra que a população está dividida em relação ao movimento: 46% se dizem favoráveis, e 50%, desfavoráveis. O levantamento foi divulgado na edição de domingo do jornal O Globo.

Dos entrevistados, 65% dos moradores das metrópoles concordam com os objetivos do MST, mas com diferenças entre si: 27% concordam com o propósito e acham que os sem-terra lutam por ele, 38% concordam com o objetivo, mas acham que o MST fugiu de sua meta inicial, e 31% discordam dos objetivos do movimento.

Foram ouvidas 2,1 mil pessoas em metrópoles, cidades e regiões do interior de vários Estados. Foram 1.204 entrevistas em nove regiões metropolitanas (São Paulo, Rio, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Recife, Distrito Federal, Salvador e Fortaleza).

IBOPE

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