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Paola Oliveira e Gianecchini “Entre lençóis”

Dois dos mais belos atores nacionais juntos, na cama de um motel, rolando de um lado para o outro para quem quiser ver. Reynaldo Gianecchini e Paola Oliveira deixaram os pudores de lado para dar vida ao “caliente” casal Roberto e Paula do filme “Entre lençóis”, que estréia dia 5 de dezembro. São mais de dois minutos e meio de sexo, com direito a muitos beijos e abraços cheios de tensão.

— O filme passa um erotismo muito interessante, chega a dar um nervoso assistir, rola uma vontade de ser aquelas pessoas — diz Giane, que logo completa: — Claro que cenas de nudez são excitantes, mas estar no set, gravando, é total avesso ao que se vê.

Apesar de tanta sensualidade, “Entre lençóis”, do colombiano Gustavo Nieto Roa, passa longe da vulgaridade. Na história, Roberto e Paula  se conhecem numa festa e, sem nem saberem seus nomes, vão para um motel. Papo vai, papo vem, acabam vivendo uma noite de paixão. <

— Todo mundo fala nisso de “amor à primeira vista”, quem sou eu para questionar — diz Paola, que diz não saber se, um dia, faria o mesmo: — Tenho uma visão muito crítica das coisas.
Giane vê o “sexo por sexo” com outros olhos:

— Sexo com amor é uma coisa incrível, mas o prazer pelo prazer também pode ser muito bom. Acredito, sim, na paixão dos dois, afinal, todos nós estamos sempre sujeitos a nos apaixonar a qualquer momento — diz o ator.

Ao todo, foram 12 dias de gravação num motel. — Era engraçado quando eu entrava num táxi e pedia para seguir para o motel, às 7h da manhã — lembra Paola.

Numa das cenas de “Entre lençóis”, Paula pede uma terceira transa ao parceiro. Em resposta, ganha um precipitado “Três vezes numa noite só? Por isso está solteira”, já que o casal transa seis vezes durante o filme.

— Depende muito. Quando se encontra uma pessoa que mexe mesmo com os sentidos é ótimo, rola três, quatro, cinco vezes, sempre uma delícia. Até mais… — revela Giane, que acredita que o filme pode, sim, criar sensações no espectador: — Ele se comunica, surpreende, tem o poder de fazer as pessoas se envolverem, fala dessa fantasia que o ser humano tem em sempre estar buscando alguém — diz.

Foram cerca de dois meses de filmagens. Desse tempo, 12 dias (três vezes por semana durante um mês) se passaram no motel.

— Eu estava de cabelo curto, daí tive que usar um aplique. Lembra Paola, que confessa ter se divertido bastante nas gravações: — Quando eu falava que estava indo para o motel trabalhar as pessoas riam, era bem engraçado — diz.
Dentro do quarto, as cenas precisaram ser interrompidas em alguns momentos várias vezes. O motivo? Paola explica: — Às vezes o andar de cima ficava bem movimentado, barulhento… — ri a atriz.

Clique aqui e confira o trailer de ‘Entre lençóis’

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