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Bispo Edir Macedo, da Igreja Universal, defende o aborto


Enquanto isso, a Igreja Universal só faz avançar…na Suíça. A igreja do bispo Edir Macedo acaba de inaugurar uma nova sede em Genebra – é a segunda na cidade. Agora, são sete templos da Universal na Suíça.

Os fieis basicamente são oriundos da extensa comunidade de língua portuguesa na Suíça, que reúne brasileiros, caboverdianos, angolanos, moçambicanos e, naturalmente, portugueses.

Eu odeio Caetano Veloso, sucesso no YouTube

Muitos se perguntam qual a causa do abismo que existe entre a cultura popular e a indústria da música popular brasileira. Parece que Os Tropeçalistas botaram o dedo na ferida. E depois jogaram sal…

Caiu na web uma música que tem tudo para cair nas graças de Lula e do PT. Chama-se “EuOdeioCaetanoVeloso.com.br”.

A música foi colocada  no YouTube na quinta-feira da semana passada. Por coincidência, o mesmo dia em que Caetano tachou Lula de “analfabeto”.

O autor é o paulista Vlado Lima. Integrou a banda alternativa “Os Tropeçalistas”, assim, com cedilha.

Para gáudio do petismo, o vídeo traz na abertura um esclarecimento vazado em timbre irônico:

“Note que não é uma ode contra esse ídolo dos anos 70/60, mas sim uma merecida bronca na mídia preguiçosa”, rendida ao “jabá”.

Ou seja, além de situar o sucesso do neo-adversário Caetano em décadas remotas, bate na mídia, o inimigo de sempre.

Parece que o próprio Caetano adorou!

Terras griladas na Amazônia serão legalizadas

Numa sessão tensa e marcada por protestos da ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva (PT-AC), o Senado aprovou na noite desta quarta-feira a MP 458, que permite a legalização de terras griladas na Amazônia de até 1.500 hectares. A proposta foi apresentada pelo governo como solução para a regularização fundiária na floresta e teve apoio da bancada ruralista e da oposição.

O resultado foi uma vitória da senadora Katia Abreu (DEM-TO), relatora da MP e uma das principais porta-vozes do agronegócio no Congresso. Ela manteve o texto aprovado em maio na Câmara, sob críticas dos ambientalistas e elogios do ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc. Por apenas dois votos, o Senado rejeitou duas emendas de Marina que restringiam as chances de titulação das terras ocupadas ilegalmente.

Leia mais em Sob protesto de Marina Silva, Senado aprova MP que legaliza terras griladas na Amazônia

Artigo: A praia de Minc é outra

Sai a cabocla Marina Silva, herdeira de Chico Mendes, criada descalça na Amazônia, só alfabetizada na adolescência, contaminada por malária e por mercúrio. Entra Carlos Minc, o ambientalista do Leblon e de Ipanema. Digamos que a Amazônia não é exatamente a praia dele.

Os dois são do PT e respeitados por ambientalistas de diferentes cores, mas os contrastes podem, em vez de diminuir, aumentar as reações e a perplexidade diante da queda de Marina, principalmente fora do país. Acrescente-se que Minc tem fama de ser rápido na concessão de licenças ambientais. Para alguns, um grande mérito. Para outros, um risco.

Lula preferia o ex-governador Jorge Viana por uma questão mais política do que ambiental. Ele também é do PT do Acre e cresceu sob o simbologismo de Chico Mendes, o que ajudaria a neutralizar as reações externas.

Mas, desta vez, a decantada habilidade de encantador de serpentes não funcionou, e Lula não convenceu Viana a aceitar a cadeira de Marina. Com Viana fora, Lula agora tem de convencer gregos e troianos, não só acreanos, de que a prioridade de Minc, dele próprio e do Brasil é a Amazônia -que é o que interessa ao mundo.

Para isso, Lula precisa admitir que errou. Ou que o seu “problema” não era só o endereço do ministério; tinha cara e nome: Marina Silva.

Eliane Cantanhede 

Marina Silva sai do governo

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, entregou na manhã desta terça (13) uma carta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva pedindo o seu desligamento do cargo.

Segundo a assessoria de imprensa do Ministério do Meio Ambiente, o pedido tem caráter irrevogável.

Para o deputado federal, José Eduardo Cardozo (PT-SP), que também é secretário-geral do PT, a saída da ministra é uma perda para o governo. “Independentemente do motivo, é uma perda grande para o governo e para o país”, afirmou.

Marina estava desgastada no governo, por conta de suas posições contrárias a investimentos que considera agressivos ao meio ambiente. É a velha luta desenvolvimento versus preservação.

Com seis anos, quatro meses e 13 dias no cargo, Marina era uma das poucas remanescentes da equipe original do presidente Lula. A demissão deverá ter mais repercussão do que a maioria das trocas de ministros no governo.

Ex-seringueira, Marina Silva se filiou ao PT em 1985 e lançou sua candidatura para deputada federal para ajudar o líder seringueiro Chico Mendes, morto em 1988, que era candidato a deputado estadual.

Marina aprendeu a ler já adolescente, já que no Seringal Bagaço, a 70 km de Rio Branco, onde nasceu, não havia escolas. Mais tarde, em 1985, formou-se em História pela Universidade Federal do Acre.

Na universidade, entrou para o PRC (Partido Revolucionário Comunista), grupo semi clandestino que fazia oposição ao regime militar, e deixou de lado o desejo de ser freira

Depois de formada, começou a dar aulas de história e participar do movimento sindical dos professores. Junto com Chico Mendes, em 1984, fundou a CUT (Central Única dos Trabalhadores) no Acre.

AGBrasil

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