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Pesquisa: Lula não foi midiático durante tratamento

Redação Comunique-se

Os internautas do Comunique-se não acreditam que o ex-presidente Lula usou o tratamento contra o câncer de laringe para ganhar destaque na política e na imprensa. Essa é a afirmação que pode ser feita com base na enquete que foi publicada na última quinta-feira, 29, e ficou aberta até a manhã desta segunda, 2.

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Lula enfrentou um câncer na laringe.

Das 1036 pessoas que participaram da enquete no decorrer desses cinco dias, 794 escolheram a opção “não” para a pergunta “O ex-presidente Lula usou o tratamento contra o câncer para obter espaço na mídia?”. O número representa 76,6% dos votos. 95 (9,2%) optaram pelo “sim”. 147 internautas, ou 14,2%, clicaram em ‘votar’ sem escolher nenhuma opção.

Além da votação, vencida pelo “não” – de que Lula não usou o tratamento para obter espaço na imprensa -, a enquete produzida pelo Comunique-se foi alvo de críticas nas redes sociais. No Twitter, a apresentadora da Rede TV, Paloma Tocci, publicou que o questionamento foi “pesado”. Jornalista da TV Esporte Interativo, Alexandre Gimenez discordou da pergunta e disse que houve uma “infelicidade sem tamanho”.

Editor do blog ‘O Cenário Político’, Luiz Domingues afirmou que o Brasil se tornou o país dos “intocáveis” e que o Comunique-se estava sendo criticado no Twitter e Facebook devido à criação de uma enquete. No último sábado, a Folha.com entrevistou Lula e trouxe a seguinte manchete atribuída à fala do ex-presidente: “Sem voz estaria morto”. A frase foi reproduzida por mais de 40 mil sites.

Artigo: A política e a bebida

O repórter Jorge Bastos Moreno escreveu ontem (24), em ‘O Globo’, a mais deliciosa matéria desse final de semana.

O hábito dos políticos com a bebida.Eis o seu texto:
“Se a Lei Seca estivesse em vigência há 30 anos, o senador Aécio Neves, flagrado semana passada numa blitz no Rio, não estaria sozinho, mas numa galeria de ilustres homens públicos que prestaram relevantes serviços ao país. Pela carteira de habilitação vencida e, principalmente, pela recusa do teste do bafômetro – reação confessa de ingestão de bebidas.

Homens públicos que sempre fizeram da política sua única atividade profissional geralmente são muitos desorganizados e delegam a terceiros a atualização de seus documentos. E a habilitação nunca esteve entre suas prioridades, até porque quase nunca dirigem.

Mas o quesito que chama mais a atenção da opinião pública, o de ter ingerido álcool, é, paradoxalmente, a coisa mais comuns entre os políticos. Beber é da atividade. Se não, como atravessar noites debatendo com aliados e adversários e, também, em casa, aliviar o estresse do dia a dia.
Aliás, uma das máximas da política é não confiar em quem não bebe. Não conheci um bom político que não bebesse. E bem. Entre eles, vários ex-presidentes, ex-governadores e ex-chefes do Poder Legislativo.

Se todo mundo bebe, por que somente o ex-presidente Lula carregou a fama? Por preconceito a um operário que chegou à Presidência da República? Claro que não. Seu antecessor, Fernando Henrique Cardoso, como veremos adiante, também era bom de copo, assim como seus antecessores.

A fama de Lula só ultrapassou o círculo fechado da política porque o petista nunca cometeu a hipocrisia de esconder de ninguém que bebia. Então, Lula não foi profissional na arte de beber? Hipocritamente falando, não. Nem ele nem Aécio Neves. Por isso sempre foram os mais visados.

Como temente a Deus e partidário da tese de que “aqui se faz, aqui se paga”, tenho uma convicção mais mística sobre as razões de Lula ter pagado um preço por um hábito que é, na verdade, praticado pela maioria dos políticos e pelo próprio povo brasileiro (ainda semana passada, pesquisas revelaram que a população está bebendo mais).

É forte o que vou dizer agora, mas me baseio nos fatos, naquilo que Ulysses Guimarães dizia: “Sua Excelência, o fato”. Contra fatos, não há argumentos: Lula, estranhamente, sempre foi preconceituoso com a bebida, por mais que gostasse dela. Amigos mais íntimos atribuem isso a traumas sofridos na infância.

Quando se afastou do governo Itamar Franco, entre outras alegações, Lula dizia que o presidente preterira a indicação do renomado jurista Raymundo Faoro pela “daquele pinguço do Maurício Corrêa”, que, por uma dessas peças da vida, veio a presidir o Supremo Tribunal Federal na gestão do petista. Corrêa, como presidente do STF, infernizou a vida de Lula, lembram?

Outra prova do preconceito de Lula contra a bebida ocorreu na campanha de 1998, contra Fernando Henrique. Em vários comícios, inclusive um na Praça da Sé, em São Paulo, Lula tentava desqualificar o prestígio internacional do adversário dizendo que seus maiores amigos eram “um maníaco sexual ( Bill Clinton ) e um cachaceiro ( Boris Yeltsin)”. Bem, quando o “NYT” fez o mesmo com ele, Lula quis expulsar o correspondente do jornal.

Mas as famas de Lula e de Aécio são totalmente injustas se olharmos para a famosa galeria dos bons de copo, que, entre tantos ilustres, inclui o próprio FH, Ulysses, Tancredo Neves, Itamar, Severo Gomes, Sepúlveda Pertence, Nelson Jobim, José Eduardo Dutra, Jarbas Vasconcelos, Sérgio Cabral, Miguel Arraes, Marcello Alencar, Hélio Garcia, Marcelo Déda, Jaques Wagner, e vou parar por aqui para não ser injusto com os que não estão nessa seleta relação. Escolhi, propositadamente, os mais corretos, até para deixar claro que beber não é crime. Crime é roubar. E, geralmente, o político corrupto não perde a sobriedade para não perder uma jogada. Eles quase não bebem. Daí a desconfiança na política contra os abstêmios.

Fernando Henrique sempre foi um bebedor sofisticado, discreto. Poucas vezes foi flagrado “mais alegre”, a não ser em duas ocasiões que, até a publicação desta matéria, permaneciam no círculo restrito da política. Uma vez, como senador, em Porto de Galinhas (PE), com os falecidos Ulysses Guimarães e Carlos Wilson. Os três tentavam dominar um “bugre”. Até hoje, não se sabe quem estava mais bêbado.

Em outro episódio, também no litoral nordestino, FH, na Praia do Francês (AL), chegou a ficar quase nu num mergulho. Foi fotografado pelas costas com a bunda de fora. A autora da foto, procurada agora por mim para ilustrar este texto, disse que a vítima sempre soube da existência da foto, mas nunca se preocupou com ela, nem nas campanhas eleitorais, pois sabia que estava entre amigos. Além do mais, a própria imagem deixava claro ter sido acidente banal e não uma exibição. Eu queria ter essa autoconfiança do FH.

Já Ulysses era bebedor profissional, tão profissional que era difícil percebê-lo bêbado. Já tinha a vantagem de falar normalmente com a língua enrolada e de não ter sentido de direção: só, não conseguia chegar nem a sua casa – o que era comprometedor para quem bebia, no seu caso era característica bem conhecida. Dos políticos que conheci, Ulysses talvez fosse o que melhor sabia beber bem e sofisticadamente, e, repito, embriagar-se sem parecer bêbado. Poderia contar aqui algumas histórias de Ulysses. Mas é absolutamente desnecessário. Ou vocês acham que um homem que criou a “turma do poire” – aguardente de pera mais forte que a nossa cachaça, que derruba o freguês só pelo perfume embriagador – precisa de mais histórias? Integrante daquele clube que mandava no país na época, Ibsen Pinheiro certa vez revelou: “Boa, só a turma, o poire é muito ruim.” Que blasfêmia! Não havia um chefe político dos locais mais distantes do país que não recebesse Ulysses com uma garrafa de poire.

Tancredo Neves não ficava para trás. Sua preferência eram os vinhos. Certa vez – e esta história foi espalhada por Ulysses – numa bebedeira na casa de uma amiga em Brasília, às vésperas da Semana Santa, Tancredo subiu na mesa e, solenemente, fez um convite geral:
– Minha São João del Rey é paradoxalmente a cidade mais profana e religiosa do Brasil: tem o melhor carnaval e a melhor Semana Santa! Por isso, convido a todos para irem comigo.
No dia seguinte, a pedido de Tancredo, Ulysses telefonou aos convidados alegando que o colega pegara gripe forte e voltaria ao Rio, onde morava. A propósito: Tancredo, como deputado, senador e governador de Minas Gerais, sempre morou no Rio. Deve ser coisa de DNA”.

Serra tem apoio do Estadão em editorial

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Com todo o peso da responsabilidade à qual nunca se subtraiu em 135 anos de lutas, o Estado apoia a candidatura de José Serra à Presidência da República, e não apenas pelos méritos do candidato, por seu currículo exemplar de homem público e pelo que ele pode representar para a recondução do País ao desenvolvimento econômico e social pautado por valores éticos. O apoio deve-se também à convicção de que o candidato Serra é o que tem melhor possibilidade de evitar um grande mal para o País.

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Efetivamente, não bastasse o embuste do “nunca antes”, agora o dono do PT passou a investir pesado na empulhação de que a Imprensa denuncia a corrupção que degrada seu governo por motivos partidários. O presidente Lula tem, como se vê, outro mau hábito: julgar os outros por si. Quem age em função de interesse partidário é quem se transformou de presidente de todos os brasileiros em chefe de uma facção que tanto mais sectária se torna quanto mais se apaixona pelo poder.

É quem é o responsável pela invenção de uma candidata para representá-lo no pleito presidencial e, se eleita, segurar o lugar do chefão e garantir o bem-estar da companheirada. É sobre essa perspectiva tão grave e ameaçadora que os eleitores precisam refletir.

O que estará em jogo, no dia 3 de outubro, não é apenas a continuidade de um projeto de crescimento econômico com a distribuição de dividendos sociais. Isso todos os candidatos prometem e têm condições de fazer. O que o eleitor decidirá de mais importante é se deixará a máquina do Estado nas mãos de quem trata o governo e o seu partido como se fossem uma coisa só, submetendo o interesse coletivo aos interesses de sua facção.

Não precisava ser assim. Luiz Inácio Lula da Silva está chegando ao final de seus dois mandatos com níveis de popularidade sem precedentes, alavancados por realizações das quais ele e todos os brasileiros podem se orgulhar, tanto no prosseguimento e aceleração da ingente tarefa – iniciada nos governos de Itamar Franco e Fernando Henrique – de promover o desenvolvimento econômico quanto na ampliação dos programas que têm permitido a incorporação de milhões de brasileiros a condições materiais de vida minimamente compatíveis com as exigências da dignidade humana.

Sob esses aspectos o Brasil evoluiu e é hoje, sem sombra de dúvida, um país melhor. Mas essa é uma obra incompleta. Pior, uma construção que se desenvolveu paralelamente a tentativas quase sempre bem-sucedidas de desconstrução de um edifício institucional democrático historicamente frágil no Brasil, mas indispensável para a consolidação, em qualquer parte, de qualquer processo de desenvolvimento de que o homem seja sujeito e não mero objeto.

Se a política é a arte de aliar meios a fins, Lula e seu entorno primam pela escolha dos piores meios para atingir seu fim precípuo: manter-se no poder. Para isso vale tudo: alianças espúrias, corrupção dos agentes políticos, tráfico de influência, mistificação e, inclusive, o solapamento das instituições sobre as quais repousa a democracia – a começar pelo Congresso.

E o que dizer da postura nada edificante de um chefe de Estado que despreza a liturgia que sua investidura exige e se entrega descontroladamente ao desmando e à autoglorificação? Este é o “cara”. Esta é a mentalidade que hipnotiza os brasileiros. Este é o grande mau exemplo que permite a qualquer um se perguntar: “Se ele pode ignorar as instituições e atropelar as leis, por que não eu?”

Este é o mal a evitar.

Editorial de O Estado de São Paulo

O que Silvio santos foi dizer hoje ao Lula

O empresário e dono da rede de televisão SBT, Silvio Santos, foi ao Palácio do Planalto, em Brasília, nesta quarta-feira, para uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O encontro foi marcado de última hora, em um horário da agenda que estava reservado para uma reunião com o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, que foi cancelada.

Silvio Santos surpreendeu os jornalistas ao chegar caminhando ao Palácio do Planalto para ter reunião com o presidente Lula e fazer “segredo” sobre o teor da conversa.

Mas o Blog do Planalto, que acompanha o dia a dia da Presidência revelou, pelo menos em parte, o conteúdo do encontro entre o apresentador e Lula.

Segundo o site, em sua conta no Twitter, Silvio Santos chegou “de laptop em mãos” no gabinete para mostra o seguinte vídeo:

Em entrevista de 1989, Lula então com 43 anos, candidato à Presidência pelo PT responde às perguntas do auditório, defendendo medidas como suspensão da dívida externa e o fim da especulação financeira.

Vale lembrar que Silvio Santos é administrador de empresas, apresentador de televisão e dono do Grupo Silvio Santos, que inclui inúmeros negócios como o Baú da Felicidade e o Banco Panamericano. Em novembro de 1989, ele tentou ser candidato a presidência da República pelo pequeno Partido Municipalista Brasileiro, mas problemas no registro da sigla interromperam sua candidatura.

Segundo a assessoria da Presidência, Silvio Santos veio ao Planalto pedir apoio do governo para realização do Teleton, programa televisivo que ocorre uma vez por ano com a finalidade de arrecadar recursos para o tratamento de crianças com deficiências físicas e mentais.

Após a reunião, Silvio Santos disse que pediu uma doação pessoal de R$ 12 mil ao presidente para o Teleton. O valor, segundo ele, é equivalente aos 12 anos de existência do programa no Brasil. De acordo com o apresentador, Lula não deu resposta sobre se daria o dinheiro. Silvio Santos contou ainda que convidou Lula para fazer a abertura do Teleton, mas também não obteve uma posição definitiva do presidente.


Lula responde Censo simplificado

Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente Lula  e a primeira-dama, Marisa Letícia, receberam nesta segunda-feira um recenseador do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Palácio da Alvorada. Lula e dona Marisa responderam às perguntas do Censo 2010 que estão sendo feitas, desde ontem, à população dos 5.565 municípios brasileiros em 58 milhões de domicílios.

O questionário aplicado foi o simplificado, que tem 25 perguntas e será usado em 89% das residências. Segundo o presidente do IBGE, Eduardo Pereira Nunes, que acompanhou a visita do recenseador, o casal gastou de 6 a 8 minutos para responder as perguntas.

“O presidente se prontificou a, logo no início do censo, prestar informações, e o que é fundamental é que todo brasileiro compreenda que o censo vai fazer um retrato atualizado da nossa realidade. E os próximos passos poderão ser planejados com base nessas novas informações de condições de vida e emprego da nossa população, educação, saúde”, disse Nunes.

Censo

As perguntas abrangem informações sobre educação, trabalho, renda, cor e raça, religião, existência de telefone celular, acesso à internet, recebimento de rendimentos provenientes de programas sociais e tempo de deslocamento de casa para o trabalho. As informações são confidenciais e não podem ser divulgadas, a não ser por meio da estatística final.

O censo vai até o dia 31 de outubro. Este é o primeiro censo totalmente informatizado – os recenseadores vão registrar as respostas em um equipamento digital e depois encaminhá-las a um centro de apuração. A expectativa é que o método agilize o levantamento e a divulgação do resultado.

Internet

Haverá também a opção de preencher o questionário pela internet. Mas a possibilidade só é válida após a visita do recenseador, que fornecerá um envelope lacrado contendo códigos que dão acesso ao questionário, em site seguro e criptografado. É possível responder de qualquer computador, em casa, no trabalho e até em uma lan house.

Cada um dos recenseadores poderá ser identificado pelo seu uniforme – colete e boné, com logotipo do Censo 2010 -, pelo equipamento eletrônico de coleta de dados e por um crachá visível no bolso do colete, com nome, número de matrícula e foto.

O primeiro resultado sobre o total da população será conhecido no dia 27 de novembro e nos meses seguintes serão divulgadas as demais informações referentes aos questionários do censo.

AGBrasil

Lula bebe e serve caipirinha em “Isla presidencial”

Depois de naufrágio…

Fábio Góis

Imagine um passeio de barco promovido pelo presidente Lula – que, aliás, serve caipirinha na ocasião para os colegas –, com 12 chefes de Estado, ao final da 74ª Cúpula Ibero-Americana. Agora imagine o naufrágio de tal barco e, no melhor estilo da série de TV Lost, nomes como Hugo Chávez (Venezuela), Evo Morales (Bolívia) e Cristina Kirchner (Argentina) serem obrigados a se refugiar numa ilha deserta…

Uma vez na ilha, Lula demonstra todo seu espírito brazuca ao minimizar a desdita com doses de caipirinha e apreciar, digamos, os predicados estéticos da colega argentina. A situação surreal é o que se vê no primeiro episódio da série de desenho animado levada ao público pelo portal humorístico venezuelano “El Chiguire Bipolar” – “a capivara bipolar”, na tradução ao pé da letra. Entregues ao sabor das circunstâncias, os presidentes se vêem “sem comida, sem refúgio e sem poder”. Não é preciso lembrar que muita gente ia gostar da desventura…
Assista ao primeiro episódio:

A propósito, na primeira cena aparece o restaurante “Che Hugo”, com o seguinte prato do dia no cardápio: “Aguila calva”. Seria uma alusão à “águia anti-imperialista” Fidel Castro?

Por motivos quase óbvios, o alvo principal do site de humor é mesmo o presidente venezuelano – que, na animação, não faz nada, vive dando ordens e ainda protagoniza um ardente romance com o índio Morales! Aliás, uma discussão entre Chávez e o “americanizado” Álvaro Uribe (Colômbia) sobre qual trajetória deveria seguir o barco (esquerda ou direita?) foi o motivo do acidente – a referência cinematográfica fica por conta do nome da embarcação de Lula, “Chitaniqui II”, sarcasticamente pintado com as cores dos Estados Unidos. Ao timão (sem trocadilhos futebolísticos), Lula não segura a onda e colide com uma pedra gigantesca.

Juan Andrés Ravell, um dos roteiristas, disse que outro hilário personagem está por vir nos próximos episódios – não foi incluído no primeiro porque o projeto foi finalizado antes da sua eleição: o ex-bispo e atual presidente do Paraguai, Fernando Lugo, que ganhou fama mundial depois de seguidos casos de filhos espalhados pelo país vizinho. Segundo Ravell, Lugo terá uma chegada triunfal e “ainda terá muitos filhos na ilha”. Cristina ou Michele Bachelet (presidente do Chile), qual das duas se habilitaria?

Veja nos próximos capítulos da saga… na sequencia deste blog

Lula cede e confirma aumento de 7,7% aos aposentados

Em meio a forte pressão que rachou o governo e aliados, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu nesta terça-feira conceder reajuste de 7,7% para aposentados que ganham acima do salário mínimo. O impacto desse reajuste, acima dos 6,14% previstos inicialmente pelo governo, é de R$ 1,6 bilhão. Pela manhã, Lula se reuniu com ministros da área econômica, que recomendava o veto ao reajuste, e da área social para discutir a questão.

O presidente deve anunciar ainda o veto ao fim fator previdenciário, também aprovado pelo Congresso. Criado em 1999, esse mecanismo que inibe aposentadorias precoces gerou, em dez anos, economia de R$ 10,1 bilhões ao governo. A estimativa é que o fim do fator previdenciário poderá ter um impacto financeiro, no primeiro ano, de R$ 2 bilhões.

Parlamentares e ministros da área social temiam que o veto ao aumento de 7,7% aprovado pelo Congresso prejudicasse a campanha da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff. Mas a área econômica estava unida contra o aumento .

Rede TV! instala aparelho 3D para Lula no Alvorada

A Rede TV! anunciou na última quarta-feira (9) que colocou à disposição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva três aparelhos de TV 3D.

Os televisores foram instalados, no Palácio da Alvorada, em Brasília, para Lula conhecer a transmissão com a nova tecnologia, lançada pela emissora em 23 de maio.

Segundo o superintendente de operações da rede, Kalled Adib, os televisores substituíram dois aparelhos HD, também disponibilizados para Lula pela Rede TV! em 2008.

A emissora também esclareceu que os novos aparelhos têm tecnologias diferentes. Dois deles têm sistema ativo, que deixa os olhos sob estímulo constante e o outro tem sistema passivo, que permite um conforto maior à visão.

A assessoria de imprensa do Palácio do Planalto informou que Lula recebeu as TVs em regime de comodato, como instituição Presidência da República, e que os aparelhos estão à disposição da emissora.

Der Spiegel:Lula na primeira divisão mundial

Transpirando autoconfiança, o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva está elevando o status global do seu país ao protagonizar um número cada vez maior de iniciativas na área de política internacional. Na mais recente dessas ações, ele convenceu o Irã a concordar com um polêmico acordo nuclear. Poderia este acordo proporcionar uma oportunidade para que sejam evitadas sanções e guerra?

Ele foi acusado de ser muitas coisas no passado, incluindo um comunista, um proletário grosseiro e um alcoólatra. Mas a época dessas acusações acabou há muito tempo. À medida que o Brasil cresce para tornar-se uma nova potência econômica, a reputação do presidente brasileiro cresce de forma meteórica. Hoje em dia muita gente vê o presidente como um herói do hemisfério sul e um importante contrapeso em relação a Washington, Bruxelas e Pequim. A revista de notícias norte-americana “Time” foi além, duas semanas atrás, ao afirmar que ele é “o líder político mais influente do mundo”, colocando-o à frente até mesmo do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. No Brasil, muita gente vê em Lula da Silva um candidato ao Prêmio Nobel da Paz.

Nova estratégia de segurança dos EUA admite peso do Brasil no mundo

A Nova Estratégia de Segurança dos Estados Unidos, anunciada nesta quinta-feira (27) pela Casa Branca, elogia as políticas econômicas e sociais do Brasil, reconhece o país como guardião de “patrimônio ambiental único” e dá as “boas-vindas” à influência de Brasília no mundo.

E agora este homem, Luiz Inácio da Silva, 64, apelidado de “Lula”, que passou a infância em um cortiço como filho de pais analfabetos, conseguiu mais outra vitória política no exterior. Em uma reunião que foi uma verdadeira maratona política, ele negociou um acordo nuclear com a liderança iraniana. Na última segunda-feira, ele apareceu triunfante ao lado do primeiro-ministro turco Recep Tayyip Erdogan e do presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad. Os três líderes chegaram a um acordo que eles acreditam que retirará da agenda internacional as previstas sanções da Organização da Nações Unidas (ONU) contra o Irã devido ao possível programa de armas nucleares do país. O Ocidente, que vinha fazendo pressões pela adoção de medidas punitivas mais duras contra o Irã, pareceu ter sido feito de bobo, e até ter sido pego de surpresa.

Mas o contra-ataque de Washington veio no dia seguinte, abrindo um novo capítulo nesta acalorada disputa nuclear, na qual Pequim, em especial, há muito vem resistindo a adotar uma abordagem mais dura. A secretária de Estado norte-americana Hillary Clinton anunciou: “Nós chegamos a um acordo baseado em medidas fortes com a cooperação tanto da Rússia quanto da China”. O texto relativo às sanções planejadas contra o Irã foi enviado a todos os membros do Conselho de Segurança da ONU, incluindo o Brasil e a Turquia. Os dois países são membros eleitos para ocuparem durante dois anos esse conselho que têm 15 integrantes, e que precisa aceitar uma resolução com pelo menos nove votos para que esta possa ser implementada.

Os Estados Unidos mostram-se irredutíveis quanto às sanções

Clinton agradeceu especificamente a Lula pelos seus “esforços sinceros”. Mas a sua expressão indicava claramente que ela viu os esforços de lula mais como um impedimento do que como uma ajuda. “Nós estamos procurando o apoio da comunidade internacional a uma resolução composta de sanções fortes que, segundo o nosso ponto de vista, constituir-se-ão em uma mensagem muito clara a respeito daquilo que se espera do Irã”, afirmou Hillary Clinton.

Mas a abordagem menos confrontativa de Lula nesta disputa nuclear não seria muito mais promissora? Seria tão fácil assim desacelerar o “Lula Superstar”, que conta com o apoio da Turquia, um país membro da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan)? Quem quer que tenha acompanhado a carreira de Lula achará difícil acreditar nisso. Este homem sempre superou todas as resistências, e todos os cenários desfavoráveis com os quais se defrontou.

O pai dele abandonou a família quando Lula era bem novo, e a mãe mudou-se com os oito filhos do nordeste do Brasil para o sul industrializado, onde ela esperava aumentar as chances de sucesso da família. Lula só aprendeu a ler e a escrever aos dez anos de idade. Quando criança, ele ajudou a sustentar a família trabalhando como engraxate e vendedor de frutas, e também como operário de uma fábrica de tintas. Ele acabou conseguindo fazer um curso de torneiro mecânico. Quando Lula tinha 25 anos de idade, a mulher dele, Maria, e o seu filho ainda não nascido morreram porque a família não tinha condições de pagar por atendimento médico adequado.

Lula tornou-se politicamente ativo quando era jovem, ao ingressar em um sindicato e organizar greves ilegais na época da ditadura militar. Ele foi preso várias vezes na década de oitenta. Insatisfeito com os esquerdistas clássicos, ele fundou o seu próprio Partido dos Trabalhadores, que gradualmente transformou-se de um partido marxista em uma agremiação social-democrata. Ele concorreu três vezes, sem sucesso, à presidência, até que, na quarta vez, venceu a eleição presidencial de 2002 com uma vantagem significante sobre o seu adversário. Foram os indivíduos mais pobres que, em um país de extremos contrastes econômicos, depositaram as suas esperanças no carismático líder trabalhista. Quando Lula venceu a eleição, os indivíduos extremamente ricos, temendo que os seus bens fossem desapropriados, mantiveram os seus aviões a jato particulares abastecidos, prontos para decolar.

O herói dos pobres distanciou-se de revoluções

Mas aqueles que esperavam ou que temiam uma revolução no Brasil ficaram surpresos. Após tomar posse, Lula levou alguns dos membros do seu gabinete a uma favela, e lançou um programa de grande escala chamado “Fome Zero” para aliviar os sofrimentos dos desprivilegiados. Mas ele não assustou os mercados. Aumentos dos preços das commodities e uma política econômica moderna que enfatizou os investimentos estrangeiros, a educação nacional e recursos para treinamento ajudaram Lula a se reeleger em 2006.

O mandato dele termina em dezembro, e Lula não poderá disputar novamente a reeleição. Ele colocou a casa em ordem e cultivou uma potencial sucessora. Mas o presidente autoconfiante deseja evidentemente deixar também um legado político: ele considera uma missão sua transformar o Brasil, com a sua população de 196 milhões de habitantes, em uma grande potência mundial, bem como assegurar uma cadeira permanente para o seu país no Conselho de Segurança da ONU.

Lula reconheceu que manter boas relações com Washington, Londres e Moscou é algo que ajuda o Brasil a tentar alcançar essa meta. Mas ele sabe também que vínculos fortes com países como a China e a Índia, bem como o Oriente Médio e os países africanos, poderiam ser ainda mais importantes. Ele se considera um homem do “sul”, e um líder dos pobres e desfavorecidos. E, é claro, ele também reconhece as mudanças que estão ocorrendo. No ano passado, por exemplo, a República Popular da China ultrapassou os Estados Unidos como o maior parceiro comercial do Brasil pela primeira vez na história.

Lula é o único chefe de Estado que participou tanto do exclusivo Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, quanto do Fórum Social Mundial, que criticou a globalização, na cidade de Porto Alegre, no Brasil. Ele é um viajante infatigável, tendo visitado 25 países só na África, muitos países asiáticos e quase todos as nações da América Latina – levando sempre consigo uma delegação econômica. Lula prega incansavelmente a sua crença em um mundo multipolar. E, como Lula é um orador carismático e um “autêntico” líder trabalhista, multidões em todo o mundo o saúdam como se ele fosse um pop star. Na reunião de cúpula do G20 em 2009, em Londres, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, que aparentemente é um fã de Lula, afirmou: “Eu adoro esse cara”.

No entanto, Obama não pode mais ter certeza de que Lula é de fato “o seu cara de confiança”. O brasileiro está ficando cada vez mais autoconfiante à medida que se distancia de Washington e, às vezes, chega até a buscar a confrontação com os norte-americanos.

Autoconfiança cada vez maior

O caso de Honduras é um exemplo dessa tendência. Os Estados Unidos, que sempre viram a América Central como o seu quintal, ficaram perplexos quando Lula concedeu abrigo ao presidente deposto Manual Zelaya na Embaixada do Brasil em Tegucigalpa no ano passado e exigiu que tivesse uma voz no processo para solucionar o conflito. Ao recusar-se a reconhecer o novo presidente, Brasília se opôs ostensivamente a Obama.

Depois disso, as coisas aconteceram muito rapidamente. Lula viajou a Cuba, onde reuniu-se com Raul e Fidel Castro e pediu um fim imediato do embargo econômico norte-americano à ilha. Para a alegria dos seus anfitriões, ele comparou os críticos do regime que sofrem nas prisões de Havana a criminosos comuns. Lula também fez questão de aparecer junto ao presidente venezuelano Hugo Chávez, que não poupa críticas a Washington e que está amordaçando cada vez mais a imprensa no seu país. Em uma entrevista a “Der Spiegel”, Lula definiu o líder autocrático como “o melhor presidente da Venezuela em cem anos”.

E quando recebeu Ahmadinejad em Brasília alguns meses atrás, Lula cumprimentou o presidente iraniano pela sua suposta vitória eleitoral impecável e comparou o movimento oposicionista iraniano a torcedores de futebol frustrados. Ele afirmou que o Brasil também não permitiria que ninguém interferisse com o seu programa nuclear “obviamente pacífico”.

Apesar dessa aproximação, muita gente manifestou ceticismo quando Lula seguiu para Teerã a fim de negociar um acordo nuclear com a liderança iraniana, especialmente depois que os iranianos não demonstraram quase nenhuma disposição para ceder nos meses anteriores. Em uma entrevista coletiva à imprensa com Lula, o presidente russo Dmitry Medvedev disse que a probabilidade de um acordo mediado pelo Brasil seria de no máximo 30%. Lula retrucou, dizendo: “Eu diria que as chances são de 99%”. Lá estava novamente em evidência o ego pronunciado do astro político em ascensão. “Ele acredita ser um trabalhador milagroso que é capaz de obter sucesso onde outros fracassaram”, diz Michael Shifter, um especialista norte-americano em América Latina.

Vitória inédita ou fracasso?

Neste momento, só existem indícios circunstanciais de que uma “vitória inédita” foi alcançada em Teerã após 17 horas de negociações. É também possível que a reunião tenha sido, na verdade, aquilo que o jornal alemão “Frankfurter Allgemeine Zeitung” classificou como um “fracasso”, ou apenas mais uma forma encontrada pelos iranianos, que em outras ocasiões foram frequentemente evasivos, para novamente paralisarem as iniciativas internacionais contra o seu programa nuclear.

Autoridades da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) em Viena afirmaram cautelosamente que qualquer fato novo no sentido de que se chegue a um acordo nuclear se constitui em um progresso. Os inspetores da AIEA são responsáveis por inspecionar as instalações nucleares de todo o mundo em nome da ONU. Eles recentemente descobriram mais indícios de um programa iraniano ilegal de armas nucleares e pediram a Teerã que cooperasse mais. A avaliação dos especialistas da agência, cuja comunicação com Teerã nunca foi interrompida e que jamais afirmaram algo que não fossem capazes de provar, terá agora muito peso. O fato de os iranianos só se disporem a apresentar o texto do acordo à AIEA “em uma semana” gerou dúvidas.

Os governos ocidentais têm manifestado muito ceticismo, e a resolução da ONU que Hillary Clinton tornou pública pouco depois do acordo de Teerã aparentemente deixou os israelenses preocupados. Alguns membros do governo de linha dura do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu estão criticando abertamente o acordo como sendo uma artimanha para aliviar a pressão internacional que é exercida sobre Teerã. O ministro israelense do comércio Benjamin Ben-Elieser afirma que Teerã está aparentemente “tentando novamente ludibriar o mundo inteiro”.

O acordo proporciona uma brecha ao Irã

O instituto norte-americano ISIS, que sempre defendeu uma solução negociada e que acredita que a “opção militar” para resolver a questão nuclear iraniana é impensável, fez uma análise inteligente do acordo Lula-Ahmadinejad-Erdogan. Na análise, os especialistas nucleares independentes do instituto divulgaram as suas preocupações e observaram os pontos fracos do texto do acordo que foi revelado até o momento.

Os iranianos só concordam em enviar 1.200 quilogramas do seu urânio de baixo teor de enriquecimento à Turquia, para receberem em troca combustível para o seu reator de pesquisas em Teerã. As dimensões do acordo correspondem àquelas de um outro acordo proposto pela AIEA em outubro do ano passado, segundo o qual mais de três quartos do urânio produzido no Irã seriam mandados para fora do país, fazendo desta forma com que a fabricação de uma bomba atômica se tornasse impossível. A ideia era que isso fosse uma medida fomentadora de confiança para proporcionar espaço para negociações.

No entanto, o acordo atual ignora o fato de que o Irã, após ter colocado em funcionamento as suas centrífugas em Natanz, aparentemente já conta com mais de 2.300 quilogramas de urânio. Em outras palavras, o acordo possibilitaria que Teerã ficasse com quase a metade desse material, que é um ingrediente básico para uma bomba nuclear, de forma que o Irã ainda contasse com matéria prima suficiente para atingir a “capacidade mínima” de fabricação de armas nucleares.

O acordo também proporciona uma brecha a Teerã: ele concede à liderança iraniana o direito de pegar o seu urânio de volta da Turquia se, na sua opinião, qualquer cláusula do texto oficial “não for cumprida”. E o mais importante é que o acordo não exige que Teerã suspenda o processo de enriquecimento de urânio. “Nós nem sonharíamos em fazer isso”, declarou uma autoridade iraniana. Mas é isso precisamente que a ONU exigiu inequivocamente com aquilo que a esta altura já são três rodadas de sanções.

Essas objeções todas não preocupam Lula. Ele demonstrou que não pode mais ser ignorado no cenário internacional. Na última terça-feira, os amigos do presidente brasileiro elogiavam os seus esforços no sentido de fomentar a paz durante a reunião de cúpula América Latina-União Europeia em Madri. A participação do presidente tinha como objetivo demonstrar que a “lula” possui vários braços. Ele provou que é capaz de nadar na companhia de grandes tubarões.

Por trás dos bastidores, o Lula Superstar gosta de falar sobre como obrigou os diplomatas brasileiros a abandonarem a “síndrome de vira-latas”, o seu termo para designar o profundamente arraigado complexo de inferioridade que os brasileiros demonstravam até recentemente em relação aos norte-americanos e aos europeus.

O fato ocorreu em 2003, na primeira aparição internacional importante de Lula, na reunião de cúpula do G8, em Evian, na França. Um grupo de pessoas estava sentado no saguão do hotel onde ocorria a conferência, aguardando o então presidente dos Estados Unidos, George W. Bush. Quando os norte-americanos finalmente entraram no recinto, todos se levantaram – menos Lula, que ordenou ao seu ministro das Relações Exteriores que também permanecesse sentado. “Eu não participarei desta subserviência”, declarou o presidente brasileiro. “Afinal, ninguém se levantou quando eu entrei”.

Der  Spiegel
Erich Follath e Jens Glüsing

Governo Lula é aprovado por 92% dos jornalistas

Pesquisa do Centro Brasileiro de Estudos Latino-Americanos (Cebela) mostra que o governo Lula tem aprovação de 92% dos profissionais de imprensa. A pesquisa foi realizada com 212 jornalistas de mais de 70 veículos distribuídos em 42 municípios de 23 estados. O estudo ‘A cabeça do jornalista: opiniões e valores políticos dos jornalistas no Brasil’ foi publicada na revista Comunicação & Política, do Cebela.

O levantamento avaliou o posicionamento político dos profissionais de imprensa do País. Do total de entrevistados, 52% declararam preferência pela esquerda ou centro-esquerda, contra 23% de centro e 12% de centro-direita ou direita. 13% preferiram não se posicionar. O pertencimento a partidos políticos também foi questionado, mas apenas 15% declararam identificação com alguma legenda. Destes, 48% identificam-se com o PT, 25% com o PSDB. A lista segue com PC do B, PSol, PDT, PMDB e PV.

Na avaliação dos entrevistados a imprensa faz uma cobertura justa do governo. Para 45% deles, a mídia é adequadamente crítica, contra 34% que a consideram complacente e 18%, crítica em excesso. Sobre a situação da imprensa, 74% dos pesquisados afirmaram que o jornalismo brasileiro está na direção correta, entretanto, foram citados problemas que precisam ser resolvidos. A baixa atenção dada a temas complexos, a falta de contato dos jornalistas com seus públicos e a redução dos assuntos cobertos são algumas questões apontadas.

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