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Milionária brasileira Lily Safra leiloa suas jóias na Suíça

A suntuosa coleção de joias da milionária brasileira Lily Safra, uma das mulheres mais ricas do mundo, será leiloada no dia 14 de maio em Genebra para fins de caridade pela casa Christie’s, segundo um comunicado divulgado nesta terça-feira.

“Os lucros da venda serão totalmente entregues a 20 instituições de caridade”, indicou a Christie’s em seu comunicado, informando que esta coleção, composta de 70 peças, está estimada em mais de 20 milhões de dólares (15,2 milhões de euros).

Parte da venda será dedicada a um lote de joias únicas, assinadas JAR (por Joël Arthur Rosenthal), famoso joalheiro de origem americana que vive em Paris, que criou especialmente para Safra estas joias concebidas entre 1980 e 2000.

Composto por 18 peças, este conjunto “é a maior coleção de criações JAR leiloada”, segundo a Christie’s.

Lily Safra se casou quatro vezes, a última em 1976 com o banqueiro judeu libanês Edmond Safra. Edmond Safra morreu no incêndio em seu apartamento em Monte Carlo em 1999.

Após sua morte, Safra criou a Fundação Filantrópica Edmond Safra e apoia centenas de projetos de caridade em mais de 40 países.

Russo perde 40 milhões de euros e mansão de Lily Safra

O jovem magnata russo Mikhail Prokhorov (foto), que há um ano e meio assinou um contrato de 390 milhões de euros para comprar da bilionária brasileira (gaúcha de Canoas) Lily Safra a mansão mais cara do mundo, conhecida como Villa Leopolda, perderá 40 milhões de euros por voltar atrás na transação, informa nesta terça o jornal “”Le Figaro””.

O russo, que fez uma fortuna de US$ 9,5 bilhões na indústria do níquel, desistiu de comprar a mansão e tentou recuperar o sinal de 39 milhões de euros que pagou pela espetacular casa localizada na Côte D’Azur, no sudeste da França. Dos 39 milhões uma parcela de 36 milhões vai para instituições de caridade.

No entanto, a Justiça de Nice decidiu a favor da proprietária do imóvel, e o magnata russo, amigo do multimilionário Mikhail Abramovich, dono do Chelsea, perderá o dinheiro que pagou adiantado pela mansão.

Prokhorov ainda terá de pagar 1,5 milhão de euros de indenização a Lily Safra.

A Villa Leopolda, que tem um jardim de oito hectares repleto de pomares, foi construída em 1902, pelo rei da Bélgica Leopoldo II.

Por outro lado, a  famosa escultura de Alberto GiacomettiL’Homme Qui Marche I” foi vendida na Sotheby’s de Londres por 74.1 milhões de euros. Inicialmente, não foi revelada a identidade do comprador, mas agora já se sabe que se trata da bilionária Lily Safra.
Safra, nascida no Brasil, é viúva do banqueiro libanês Edmond J. Safra, que morreu num incêndio no seu apartamento no Mônaco, em 1999.

Em 2008, Lily Safra foi classificada pela Forbes como a 11ª na lista das mulheres mais ricas do mundo.
Há mais de 20 anos que não aparecia no mercado uma peça do escultor de tão grandes dimensões. A obra “L’Homme Qui Marche” tem 1,83 metros e pertencia ao Commerzbank alemão.

Lily Safra: milionária nascida em Canoas

Leia também nota atualizada clicando abaixo:

Russo perde milhões e Lily Safra retoma mansão

A gaúcha, de Canoas, Lily Watkins Cohen Monteverde Bendahan Safra, de 71 anos, é a brasileira mais conhecida no jet-set internacional. Seus quatro casamentos com bilionários do Brasil, da Argentina, da Inglaterra e do Líbano resultaram num legado de fama, fortuna e lágrimas. Tanto Edmond Safra, seu último marido, como Alfredo Monteverde, com quem se casou em 1965 e que lhe deixou de herança o Ponto Frio, morreram de forma trágica.

A empresa, aliás, lhe despertava sentimentos díspares. Se por um lado o negócio garantia uma importante fonte de renda, por outro lhe trazia lembranças trágicas como a morte do primogênito Claudio Cohen. Diretor de marketing do Ponto Frio, ele foi vítima de um acidente de carro em 1989.

Desde então, Lily Safra começou a se afastar cada vez mais do Brasil. O distanciamento se acentuou nos últimos anos. “A dona Lily só vinha ao Brasil para receber os dividendos do Ponto Frio. Chegava, despachava com os executivos e na sequência embarcava de volta para a Europa”, conta um executivo que atuou na empresa.

Ex-maridos: a cada casamento, incorporava um sobrenome: Cohen vem de Mario,Monteverde de Alfredo e Safra de Edmond

Com a venda do Ponto Frio para o Grupo Pão de Açúcar, na segunda-feira 8, Lily rompeu o último laço que a prendia ao País. Tanto que nem apareceu para assinar a papelada. Toda a negociação foi conduzida por telefone e internet. O contrato foi enviado por email para Londres, onde fica a residência oficial de Lily.

As raras visitas ao Brasil eram motivadas ainda por atividades filantrópicas e eventos da alta sociedade. Em todas as ocasiões Lily era tratada com mesuras.  E não podia ser diferente, segundo um empresário que manteve um relacionamento comercial duradouro com ela: “Ela sempre foi uma pessoa difícil no trato pessoal e que jamais admitia ouvir um não como resposta”, recorda a fonte que pediu para não ter o nome citado.

O sócio minoritário Simon Alouan foi um dos que conheceram a face, digamos, mais agressiva de Lily. Nos últimos 20 anos ela sequer lhe dirigiu a palavra. Apontado por ela como causador da morte do filho Claudio, com o qual ele travou uma ríspida discussão no dia do acidente, Alouan foi expulso do enterro do Claudio.

Apesar do temperamento forte, Lily é tida como uma mulher sedutora. O charme e a beleza foram as armas usadas para conquistar bons partidos, como o argentino Cohen, dono de indústrias do segmento de náilon e com quem teve três filhos: Adriana, Eduardo e Claudio. Na sequência vieram o brasileiro Monteverde, o inglês Samuel Bendahan e o libanês Safra.

Este último, um solteirão convicto, foi fisgado aos 44 anos durante um leilão de arte em Paris, quando disputaram ferozmente um item apregoado. Safra venceu e depois a presenteou com a peça.

Em Londres, para onde se mudou após a morte de Safra, em 1999, Lily estreitou ainda mais seus laços com a nobreza. Fez o mesmo com personalidades do showbiz, como o cantor Elton John e eventos beneficentes patrocinados por ela na Europa e nos Estados Unidos. A faceta filantrópica de Lily, aliás, foi intensificada nesta década. À frente da Fundação Edmond Safra ela se tornou a 20ª maior contribuinte de instituições de caridade britânicas, com a doação de US$ 45 milhões.

Nascida Lily Watkins em Canoas (RS), a cada sobrenome influente adicionado ao seu registro civil ela foi amealhando uma fortuna em heranças, que hoje já soma US$ 1 bilhão, segundo a revista Forbes.

Casa de brasileira é a mais cara do mundo

A casa da brasileira Lily Safra, viúva do ex-banqueiro Edmond Safra, na Côte d’Azur, sul da França, foi vendida por 500 milhões euros (cerca de R$ 1,2 bilhão) a um bilionário russo. O valor foi o mais alto já pago até hoje em uma transação imobiliária de alto luxo.

Situada em uma colina, entre Nice e Mônaco, a “La Leopolda”, como a casa é chamada, foi construída no estilo Belle Époque e ocupa um terreno de oito hectares (80 mil M²). O espaço ainda inclui um jardim com 1,2 mil oliveiras, além de outras árvores como limoeiros e laranjeiras.

Cerca de 50 jardineiros trabalham diariamente no local, que possui uma vista privilegiada do balneário de Saint-Jean-Cap-Ferrat, um dos mais sofisticados da Riviera Francesa, com inúmeras propriedades de luxo.

A casa que se tornou a mais cara do mundo havia sido adquirida pelo rei Léopold 2º da Bélgica em 1902 pelo valor simbólico de apenas um franco.

Mais tarde, a residência real foi transformada em um hospital para os feridos da Primeira Guerra Mundial. Antes de integrar o patrimônio da brasileira Lily Safra, que a recebeu de herança em 1999, a propriedade havia pertencido à família Agnelli, proprietária da Fiat.

Edmond Safra, morto em um incêndio criminoso em sua residência em Mônaco, costumava oferecer grandes recepções na “La Leopolda”, que atraíram personalidades como Frank Sinatra e o ex-presidente americano Ronald Reagan. O nome do bilionário russo que comprou a residência está sendo mantido em segredo.

Lily Safra ocupa a 11ª posição da lista das mulheres mais ricas do mundo, compilada no ano passado pela revista britânica Eurobusiness, com um patrimônio estimado em US$ 4,7 bilhões.

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