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Ex-funcionários da TV Manchete pedem ajuda a Presidente Dilma

Em carta aberta, os ex-funcionários da TV Manchete, que realizarão no Rio um grande evento para promover um reencontro no próximo dia 20 de agosto, pedem a intervenção da Presidente da República na cobrança pelo não cumprimento dos compromissos firmados entre a TV Ômega e o Governo Federal com relação ao pagamento das dívidas trabalhistas, a garantia dos empregos e a manutenção da geradora da rede na cidade do Rio de Janeiro.

Além do engajamento da Presidenta na garantia de tais direitos, o grupo pede ainda a não renovação da concessão da RedeTV!, que vencerá na mesma data.

Leia no link abaixo a íntegra da carta:

Ex-funcionarios-pedem-a-intervencao-da-Presidente-Dilma-na-solucao-das-pendencias-trabalhistas-da-TV-Manchete

UOL demite diretoras que criaram o portal em 96

O UOL demitiu, na última segunda-feira (21), três diretoras. Entre elas, Marion Strecker, diretora de Conteúdo, e Mara Gama, diretora de qualidade – ambas fizeram parte da equipe que implantou o portal em 1996. Também foi dispensada Teresa Rangel, diretora de Planejamento de Conteúdo, que foi a primeira ombudsman do UOL.

Conforme apuração do Portal IMPRENSA, após as demissões o clima na redação do UOL é de “aflição” e “incerteza”. Ninguém sabe dizer ao certo as eventuais mudanças que estão por vir.

Marion Strecker, 50, atuava como diretora de conteúdo desde 1996, quando participou da equipe que concebeu o portal. Formada em comunicação pela PUC-SP, trabalhou na Folha de S.Paulo entre 1984 e 1996, em diversas funções, redatora, critica de arte, editora do caderno “Ilustrada”, repórter especial e diretora da Agência Folha entre elas. Marion também foi coautora do “Manual de Redação da Folha”. Em junho de 2010 assumiu a coluna mensal no caderno “Mercado”, no qual escrevia sobre internet e economia. Em 1995 a jornalista venceu o Prêmio Folha de Jornalismo na categoria Especial.

Mara Gama, 44, era diretora de qualidade do UOL desde 2008, cargo que desempenhou  e realizou simultaneamente ao de ombudsman até 2010. Entre 1987 e 1995 Mara desenvolveu diversas funções na Folha de S.Paulo, como editora, redatora, repórter especial, passando por vários suplementos, “Brasil” e “Ilustrada” entre eles. Entre 1992 e 1995 também foi repórter da MTV  e fez parte da equipe de implantação do UOL em 1996, onde já ocupou a gerência de diversos departamentos.

Teresa Rangel, 45, estava no portal desde 1999 e ocupava o cargo de diretora de planejamento de conteúdo. Teresa inaugurou o cargo de ombudsman do UOL em julho de 2007, extinto em 2010.

Interinamente, o gerente geral de notícias Rodrigo Flores assume o cargo que era de Marion. Os substitutos dos outros dois cargos ainda não foram informados.

Governo Lula é aprovado por 92% dos jornalistas

Pesquisa do Centro Brasileiro de Estudos Latino-Americanos (Cebela) mostra que o governo Lula tem aprovação de 92% dos profissionais de imprensa. A pesquisa foi realizada com 212 jornalistas de mais de 70 veículos distribuídos em 42 municípios de 23 estados. O estudo ‘A cabeça do jornalista: opiniões e valores políticos dos jornalistas no Brasil’ foi publicada na revista Comunicação & Política, do Cebela.

O levantamento avaliou o posicionamento político dos profissionais de imprensa do País. Do total de entrevistados, 52% declararam preferência pela esquerda ou centro-esquerda, contra 23% de centro e 12% de centro-direita ou direita. 13% preferiram não se posicionar. O pertencimento a partidos políticos também foi questionado, mas apenas 15% declararam identificação com alguma legenda. Destes, 48% identificam-se com o PT, 25% com o PSDB. A lista segue com PC do B, PSol, PDT, PMDB e PV.

Na avaliação dos entrevistados a imprensa faz uma cobertura justa do governo. Para 45% deles, a mídia é adequadamente crítica, contra 34% que a consideram complacente e 18%, crítica em excesso. Sobre a situação da imprensa, 74% dos pesquisados afirmaram que o jornalismo brasileiro está na direção correta, entretanto, foram citados problemas que precisam ser resolvidos. A baixa atenção dada a temas complexos, a falta de contato dos jornalistas com seus públicos e a redução dos assuntos cobertos são algumas questões apontadas.

Ministro Lupi ‘dribla’ a Lei do Trabalho

Encarregado de fiscalizar a correta aplicação da legislação trabalhista por suas delegacias regionais, o próprio Ministério do Trabalho burla a lei com o objetivo de contratar sem concurso.

Sindicalistas estimam que só na gestão do atual ministro, Carlos Lupi, cerca de 500 pessoas foram contratadas ilegalmente. Até jornalistas da sua assessoria de imprensa foram nomeados como faxineiros na empresa de limpeza Apece.

Osvaldo Maneschi é “analista” da Apece Serviços Gerais de Limpeza. Ganha R$ 4,5 mil limpos para assessorar o ministro Carlos Lupi no Rio.

O filho de Maneschi se chama Max, assessor de imprensa de Carlos Lupi em Brasília. “Ele está em transe (sic)”, disseram ontem no ministério.

A Fenaj e o Sindicato do DF ignoram que jornalistas do Ministério do Trabalho recolhem contribuição para o Sindicato dos Limpezeiros
Dos cerca de 5 mil funcionários ativos do Ministério do Trabalho, mais de 2.500 são terceirizados, todos contratados sem concurso.

CH

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