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IMPRENSA: Estadão e O Globo estreiam parceria em cadernos

O Estado de S.Paulo e O Globo lançaram nessa 2ª.feira (15/10), o primeiro de quatro cadernos especiais de economia com temas de impacto sobre o futuro do País, que juntos integram a série Desafios brasileiros.

As duas redações vão trabalhar em conjunto nas pautas e levar entrevistas, análises e opiniões. Os cadernos terão o mesmo conteúdo e a mesma distribuição de pautas. A única diferença será o projeto gráfico, peculiar a cada empresa, que seguirá respeitado.

Em São Paulo, o projeto é coordenado por Ricardo Grinbaum, editor de Economia & Negócios, e Cley Scholz, chefe de Reportagem, com participação de repórteres desse caderno e de outras editorias, acrescido de análises de colunistas como Celso MingJosé Paulo KupferRolf KuntzSuely Caldas eEthevaldo Siqueira.

No Rio, a coordenação da equipe está a cargo de Silvia Fonseca, editora-executiva de produção de O Globo, com a editora de Economia Cristina Alves e a editora-assistente Lucila de Beaurepaire. Os repórteres vão se revezar conforme a especialidade de cada um e o tema de cada caderno. Entre os colunistas estão confirmados Miriam Leitão eGeorge Vidor.

O primeiro caderno chegou às bancas com o tema A competitividade da economia brasileira. Em 22/10 a pauta seráMercado de trabalho e educação; em 5/11, Energia e economia verde; terminando em 12/11 com Infraestrutura e Logística.

Para o anunciante, o acordo oferece uma tiragem de 500 mil exemplares por semana, com publicação e circulação simultânea nos dois veículos, o que representa mais de 2,5 milhões de leitores.

Por: Cristina Vaz de Carvalho

Grupo do Los Angeles Times pede concordata

A empresa de mídia norte-americana Tribune, proprietária do Chicago Tribune e do Los Angeles Times, entrou hoje com pedido de concordata, em Delaware (EUA), listando ativos de US$ 7,6 bilhões e dívidas de US$ 12,9 bilhões.

A companhia anunciou que está reestruturando voluntariamente suas obrigações de dívida sob proteção da lei de concordata e falências e que vai continuar operando seus negócios durante a reestruturação.

O Tribune informou que vai continuar publicando seus jornais e dirigindo seus canais de televisão sem interrupção e que possui caixa suficiente para isso.

O pedido de concordata veio após negociações que pretendiam reequilibrar o balanço financeiro da empresa. O magnata do setor imobiliário Samuel Zell comprou a companhia em 2007, por meio de um acordo altamente alavancado, e o fluxo de caixa da empresa não é suficiente para cobrir pagamento de US$ 1 bilhão em juros que vencem neste ano, de acordo com informações do Wall Street Journal.

A concordata anunciada hoje destaca um profundo problema para o Tribune e outras editoras. Os negócios de jornais estão sendo prejudicados pela diminuição das vendas de publicidade e pelas dívidas, que são inadministráveis nas atuais condições do mercado.

As informações são da Dow Jones.

New York Times hipoteca sede para pagar dívida

Nesta segunda-feira (8), o jornal norte-americano The New York Times informou que pretende hipotecar o sua nova sede, o arranha-céu de Renzo Piano, em Manhattan, para quitar uma dívida de mais de US$ 1 bilhão.

Em seu site, o jornal anuncia que pretende arrecadar US$ 225 milhões para pagar a dívida ocasionada, entre outros motivos, pela diminuição de anúncios publicitários, informou a agência de notícias Ansa.

O grupo Times Company possui 58% da torre de 52 andares sobre a Oitava Avenida de Nova York; o restante da propriedade pertence a Forest City Ratner. A empresa imobiliária Cushman & Wakefield é a responsável pelo financiamento.

Além disso, a empresa McClatchy Company tenta vender o jornal Miami Herald e o grupo Tribune Co., que controla os jornais Los Angeles Times e Chicago Tribune, está prestes a quebrar.

Portal Imprensa

TSE muda norma de punição a jornais

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) derrubou o artigo 24 da resolução que deu margem às ações da Justiça Eleitoral paulista contra o jornal “Folha de S.Paulo” e a Editora Abril, que publica a revista “Veja São Paulo”, pela divulgação de entrevistas com a pré-candidata à prefeita de São Paulo Marta Suplicy (PT). O trecho da resolução determinava que só era permitido entrevistas com pré-candidatos antes de 6 de julho caso não fossem abordadas plataformas de campanha.

A proposta de derrubar o artigo foi do presidente do TSE, Carlos Ayres Britto, o qual foi seguido por quase toda a corte. O único voto contrário foi do ministro Marcelo Ribeiro. Os magistrados mantiveram apenas uma restrição às entrevistas: no caso de rádio e TV, os candidatos devem ter tratamento isonômico.

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