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Ligalula liga lá. Morte a pedrada não dá

Já corre na internet a campanha Liga Lula. Liga lá – Morte a Pedrada Não Dá. O vídeo, com a atriz Mika Lins, pede que o presidente reforce sua posição pela libertação da a iraniana Sakineh, condenada à morte por apedrejamento pelo governo de Ahmadinejad, por adultério.
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Arnaldo Antunes vai lançar três discos em 2009

O cantor e compositor Arnaldo Antunes vai lançar não um, mas três discos novos em 2009.

O primeiro a ser lançado deve ser seu álbum de canções inéditas. O trabalho já está gravado e entrou em fase de mixagem. Deve chegar ao público em março.

Outro que sai ainda no primeiro semestre é o Pequeno Cidadão – um projeto infantil que junta o ex-titã à cantora Taciana Barros, ao guitarrista Edgard Scandurra e ao músico Antonio Pinto.

Ex-guitarrista do Ira! e parceiro de Arnaldo em discos, canções e shows há muito tempo, Scandurra também está no terceiro projeto de Arnaldo para o ano que vem. A idéia é lançar um trabalho em dupla, só de voz e guitarra, no meio do ano. Eles já testaram esse formato em uma apresentação no Studio SP e o público adorou.

Glam

Irã adota burquíni para participação em olimpíada

Enquanto as marcas ocidentais cobrem os nadadores dos pés ao pescoço com maiôs tecnológicos, a comunidade islâmica tenta uma nova revolução: o burquíni, neologismo que mistura biquíni com burca, vestimenta mais restritiva, cobrindo toda a mulher, só deixando os olhos à vista.

Criado pela estilista libanesa Aheba Zalvetti, para que as mulheres tivessem a chance de freqüentar a praia ou mesmo praticar esportes sem desrespeitar a cultura muçulmana, o traje é composto por uma espécie de véu, calça longa e uma blusa de manga comprida – apenas o rosto e os pés ficam descobertos – e é usado pelas mulheres na prática de esportes como natação, vôlei de praia e futebol de areia.

“O burquíni tem um tecido muito versátil para a prática de esportes. Temos feito muitas vendas para surfistas muçulmanas que competem profissionalmente”, afirmou Oliver Momeni a gerente da única loja que vende o traje de banho muçulmano, a Bodykini Sportwear, que é dividido em duas peças e usa tecnologia parecida ao das roupas esportivas.

A federação iraniana de natação, por exemplo, que nunca enviou nenhuma mulher às Olimpíadas, já adotou um uniforme inspirado no burquíni como uniforme oficial para competições internacionais. O biquíni muçulmano só será deixado de lado no Mundial de Jogos para Mulheres Muçulmanas, que por ser um evento fechado às mulheres, as permitem usar a roupa que quiserem.

Na cultura islâmica a mulher é obrigada a usar o véu, se preservando dos olhares de homens estranhos.Ela precisa se cobrir, pois sua beleza pode tentar apenas o marido, assim como o homem não pode cobiçar outras mulheres. O uso do véu preserva a união familiar e a fidelidade matrimonial.

Recentemente, o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, durante pronunciamento oficial, questionou a necessidade de levar atletas mulheres para os Jogos de Pequim, devido ao papel que representam na cultura islâmica, remontando um quadro pouco animador àquelas que sonham com uma medalha em competições internacionais, como as Olimpíadas.

Al Ghasara, que disputa com um uniforme feito sob medida pela empresa Nike, acredita na tradição de sua cultura e tem esperanças para que um dia isso mude. “Usar a roupa tradicional muçulmana só me fortalece. Não é um obstáculo ao meu desempenho. Muito pelo contrário”, durante coletiva realizada logo após a sua conquista do ouro em Qatar.

Irã diz que Israel está perto da ‘aniquilação’

O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, declarou nesta quarta-feira, 14, que Israel está morrendo e as comemorações do 60.º aniversário da criação do Estado são uma tentativa de evitar sua “aniquilação”. O comentário ocorre em um momento no qual o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, visita Israel.

“O regime sionista está morrendo”, disse Ahmadinejad durante um discurso no norte do Irã. “Os criminosos acham que, ao fazer comemorações, podem salvar o sinistro regime sionista (Israel) da morte e da aniquilação.” O presidente linha-dura usou a palavra árabe “ismihlal”, que pode ser traduzida como destruição, morte ou colapso.

O Irã não reconhece Israel, e Ahmadinejad várias vezes já pediu a destruição do Estado judeu. A troca de insultos se intensificou em 2005, quando Ahmadinejad disse que Israel deveria ser “varrido do mapa do Oriente Médio”. O iraniano já chegou a se referir ao Holocausto – o massacre de milhões de judeus durante a Segunda Guerra Mundial pelos nazistas – como um “mito”.

Israel considera o Irã uma ameaça por causa de seu programa nuclear e de seu arsenal de mísseis. Israel e os Estados Unidos acusam Teerã de desenvolver em segredo um programa nuclear bélico. O Irã nega e assegura que suas usinas atômicas têm fins estritamente pacíficos de geração de energia elétrica.

Associated Press

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