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FRANÇA: Valérie Trierweiler, a mulher que substitui Carla Bruni

A jornalista de 47 anos se transformará na oitava primeira-dama da Quinta República francesa.

Valérie Trierweiler, mãe de três filhos, divorciada duas vezes, iniciou em 2006 um romance secreto com Hollande – que não seria oficializado até 2010 – e desde as eleições primárias do Partido Socialista começou pouco a pouco a abandonar o mutismo midiático.

Nascida em Anger em 1965 no seio de uma família humilde, Valérie Massonneau, seu nome de solteira, foi criada em uma família de seis irmãos e irmãs ao lado de um pai inválido pela guerra e uma mãe que trabalhou como caixa de uma pista de patinação.
“Não eram burgueses, mas também não eram pobres”, contou recentemente um vizinho da família a um jornal local.

A pessoa a quem Hollande definiu como a mulher de sua vida – apesar de ter vivido três décadas e tido quatro filhos com a ex-candidata presidencial Ségolène Royal -, estudou História e Ciências Políticas na Sorbone de Paris.

A jovem jornalista tinha 23 anos quando conheceu Hollande, que aos 34 anos já vivia absorvido pelo universo político, como conselheiro de François Mitterrand e deputado na Assembleia Nacional.

No entanto, o amor entre ambos não surgiu naquela época e, após um primeiro divórcio, Valérie se casou com o jornalista da “Paris Match”, Denis Trierweiler, com quem teve três filhos, hoje adolescentes.

Divorciada de seu segundo marido, embora tenha mantido seu sobrenome, a namorada do novo presidente da França não se casou com o socialista e assegura que nenhum dos dois deseja um matrimônio por protocolo.

Angelina Jolie é a nova enviada especial em agência humanitária da ONU

António Guterres e Angelina Jolie
António Guterres e Angelina JolieFotografia © Reuters

A atriz Angelina Jolie, atual embaixadora da boa vontade do Alto Comissariado da ONU para os Refugiados, foi promovida a Enviada Especial do diretor deste organismo, Antonio Guterres, a quem representará a nível diplomático.

O novo posto atribuído a Jolie é “excepcional”, explicou à imprensa o porta-voz do Alto Comissariado para os Refugiados, Adrian Edwards.

O Alto Comissariado decidiu conceder a Jolie o título de Enviada Especial por seu compromisso excepcional com os deslocados e refugiados, em especial no Afeganistão e na Somália. “Em seu novo papel, ela deverá concentrar-se nas crises de grande escala, que envolvem os deslocamentos em massa de população, e representar o Alto Comissariado e o senhor Guterres a nível diplomático”, disse Edwards.

“Jolie enfatizará as situações de urgência mais complexas e atuará para facilitar soluções duradouras para as pessoas deslocadas por conflitos”, completou.

AFP

Jornalista vai chefiar a Federação Alemã e Futebol

Após sete anos e meio no cargo, Theo Zwanziger passa a liderança da federação Alemã de Futebol ao jornalista Wolfgang Niersbach. Ele já ocupou diversos cargos dentro da Federação Alemã de Futebol (DFB) e, desde 1987, passou pelos postos de porta-voz, vice-presidente do comitê de organização da Copa do Mundo de 2006 na Alemanha e, mais recentemente, secretário-geral da entidade.

A partir desta sexta-feira (2/3), o jornalista, de 61 anos, passa a ser oficialmente o sucessor de Theo Zwanziger. “A DFB certamente não precisa de uma revolução”, afirmou Niersbach, rebatendo as expectativas de que venham a ser realizadas grandes alterações na estrutura da organização. “Estamos em uma ótima situação, economicamente independentes”.

Antes da eleição, Niersbach apresentou o seu programa aos delegados, no qual desejou fortalecer a união no futebol, alinhar a federação num caminho virado para o futuro e fortalecer a principal área de negócio, e ser capaz de continuar a exercer a componente de responsabilidade social da federação de uma forma eficaz e credível.

O novo presidente da DFB enfatizou a cooperação entre futebol profissional e “raízes” do futebol, como base para o desenvolvimento sustentável da modalidade. “A selecção nacional é o melhor exemplo para todos nós de como o futebol profissional e amador se complementam e podem beneficiar um do outro”, disse. “E através do seu comportamento, mostram-nos como a integração patente e camaradagem tolerante podem ser. Desejo que este exemplo possa funcionar como modelo para todo o futebol.”

Também mencionou que a expansão do desenvolvimento jovem, uma federação inovadora e orientada para os jovens, e o compromisso contra qualquer forma de racismo, discriminação, corrupção e violência também fazem parte dos seus objectivos.

Na assembleia, Zwanziger, um administrador do futebol bastante respeitado, que serviu o Comité Executivo da UEFA desde 2009, recebeu a Großen Verdienstkreuz des Verdienstordens der Bundesrepublik Deutschland (Grande Cruz da Ordem de Mérito da República Federal da Alemanha) da parte do ministro alemão do Interior, Hans-Peter Friedrich. O ministro elogiou Zwanziger por estabelecer importantes prioridades sociais durante o seu mandato. “Mostrou que a DFB não é apenas uma federação de futebol, mas também uma componente forte da sociedade.”

UEFA

Britânico de 20 anos fala 11 idiomas e quer mais

Este britânico, Alex Rawlings, de 20 anos de idade, fala 11 línguas e pretende aprender outros idiomas. “Quanto mais se aprende, mais fácil fica”, diz ele, que passa atualmente uma temporada de oito meses na cidade russa de Yaroslva para se aperfeiçoar no idioma russo, que estuda como parte de seu curso na Universidade de Oxford, onde também estuda o alemão. Alex fala inglês, francês, grego, alemão, russo, espanhol, italiano, catalão, holandês, hebreu e africâner. “Fiz muitos amigos por causa dos meus idiomas. Quero aprender outras línguas”, diz.

Numa entrevista concedida à BBC, Alex Rawlings explica, em Inglês, que à medida que vai aprendendo novas Línguas o processo de aprendizagem “fica mais simples”. Há especialistas que defendem, por outro lado, que a idade é relevante: quanto mais jovem, mais facilmente se consegue aprender Línguas de outros países. Alex começou este processo muito jovem, confirmando essa tese.

Segundo a BBC, o jovem Alex Rawlings é o ‘multilingue’ mais completo do Reino Unido, com estas 11 Línguas que adicionou ao seu Inglês.

Outro hiperpoliglota chama-se inglês Ray Gillon, de 54 anos, que consegue falar e compreender 18 línguas diferentes, entre as quais o Português. É um autodidata que aprende por prazer e sente prazer em conhecer a etimologia, a origem das palavras.

Ser capaz de se expressar em diversos locais do mundo tem outra grande vantagem: Alex Rawlings e Ray Gillon reforçam a sua capacidade de se expressar na Língua-mãe. Pelo contrário, os monoglotas enfrentam mais dificuldade em falarem na única Língua que sabem falar.

Estima-se que em todo o mundo sejam faladas 7000 Línguas. Segundo a UNESCO Mandarim, Inglês, Espanhol, Hindi, Árabe, Bengali, Russo, Português, Japonês, Alemão e Francês são as mais faladas do mundo. Alex Rawlings e Ray Gillon têm muito para aprender, mas sobretudo muito para ensinar.

BBC

Clic abaixo e veja ele falando os 11 idiomas…

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Hitler teve um filho na França


Jean-Marie Loret morreu em 1985, aos 67 anos. Ele seria apenas mais um cidadão francês não fosse por um simples detalhe: ele nasceu de um namoro de sua mãe, Charlotte Lobjoie, com um soldado alemão da I Guerra Mundial chamado Adolf Hitler.

A moça, então com 16 anos, conheceu um soldado alemão em férias na região de Lille, no norte da França. O rapaz estava desenhando e isso acabou atraindo a curiosidade da francesa.

Como a maioria dos filhos de soldados alemães e mulheres francesas, Jean-Marie Loret foi discriminado na escola. Sua mãe nunca revelou a identidade de seu pai e ele acabaria sendo entregue para ser adotado por uma família de sobrenome Loret. Hitler nunca reconheceu o filho, mas manteve contato com Charlotte ao voltar para a Alemanha.

À beira da morte, Charlotte revelou ao filho quem era seu verdadeiro pai, um dos ditadores mais famosos da história. Loret acabaria lutando na II Guerra Mundial contra as tropas alemãs comandadas pelo seu pai legítimo.

Investigando o seu passado, Loret descobriu que tinha o mesmo tipo sanguíneo, semelhança física e a mesma caligrafia de Adolf Hitler. Outro indício são documentos oficiais do exército alemão comprovando que Hitler enviou dinheiro para Charlotte na França.

Loret também encontrou nos pertences da mãe vários desenhos assinados por Hitler. Na Alemanha, nos documentos do ditador foi achado um desenho idêntico ao rosto de Charlotte Lobjoie.

@Telegraph

Reduzida tarifa de importação para produtos de informática

via Valor

 A Comissão de Comércio Exterior (Camex ) reduziu de 16% para 2% até 30 de junho de 2013, o Imposto de Importação de alguns produtos de informática e de telecomunicação. A Resolução Camex 9 está publicada no Diário Oficial da União de hoje.

A tarifa reduzida vale para módulos montados como demonstrador de cristal líquido de driver ; máquinas para produção de ozônio; aparelhos para diagnósticos de funcionamento de freios ABS, motor ou air bag de veículos e equipamentos inteligentes para testes funcionais de motores.

Segundo a Camex, a alteração de tarifa é feita na condição de “ex-tarifário” dos produtos em questão. O mecanismo de Ex-tarifário reduz temporariamente as alíquotas de itens sem produção nacional, vinculados a investimentos produtivos no país.

Brasil será o segundo país com mais mórmons


Enquanto o pré-candidato à Casa Branca, Mitt Romney, avança, grande parte do eleitorado americano rejeita sua candidatura porque ele é mórmon, igreja das mais discutidas e que permitia a poligamia ( já abolida).

No Brasil, para quem não tem idéia, a religião cresce, poderá chegar a 1,16 milhão de membros este ano e logo passar o México (1,23 milhão) como segundo país do planeta com maior volume de mórmons.

Nos Estados Unidos, onde a religião nasceu, a Igreja Mórmon tem cerca de quatro milhões de fiéis e no mundo, são 14,1 milhões de mórmons. Detalhe: nos pôsteres da igreja aparece um Jesus Cristo caucasiano, quase louro.

GibaUm

Jovem escrava sexual de Kadhafi por 5 anos


Aos 15 anos de idade, Safia entregou flores ao ditador líbio Muammar Kadhafi. Ele fazia visita oficial à escola onde ela estudava, em Sirte. O ditador -morto em outubro passado- passou a mão pelos cabelos escuros da garota e tocou-lhe os ombros.

“Foi uma grande honra. Eu o chamava de ‘pai Muammar'”, contou Safia ao diáriofrancês “Le Monde”, que protegeu seu verdadeiro nome.

Mais tarde, ela soube que, com aquele gesto, Kadhafi a recrutou para seu harém.

No dia seguinte, três mulheres em uniforme foram buscá-la no salão de beleza de sua mãe. Disseram-lhes que Kadhafi queria vê-la e “dar-lhe alguns presentes”.

“Como suspeitar de algo? Ele era o herói, o príncipe de Sirte”, disse Safia ao “Monde”. Kadhafi tinha então 62 anos. Ela foi levada até uma caravana no deserto onde estava o ditador.

Segundo ela, outras 20 mulheres -que tinham entre 18 e 19 anos- viviam ali à disposição do ditador. Safia recebeu lenços e roupas sensuais e lhe ensinaram a dançar e a fazer striptease, assim como “outros deveres”.

A PRIMEIRA NOITE

Nas três primeiras noites, Safia dançou sozinha para Kadhafi. Ele a observou, mas não a tocou. Até que disse: “Você vai ser minha puta”. A caravana rumou para Sirte.

Na noite seguinte, ele a estuprou. Ela lutou. Ele bateu nela, puxou seus cabelos. Safia tentou fugir, mas foi impedida. “Ele continuou nos dias seguintes. Tornei-me sua escrava sexual. Ele me estuprou por cinco anos.”

Kadhafi também a obrigava a fumar, a tomar uísque e a usar cocaína. “Para Muammar, [as jovens] eram simples objetos sexuais”, diz Safia.

Segundo ela, Kadhafi também mantinha relações sexuais com homens e vivia sob efeito de cocaína.
E organizava festas à moda bunga-bunga com modelos italianas, belgas e africanas, “apreciadas” pelos filhos do coronel e outros homens.

A FUGA E O CASAMENTO

Cansado de vê-la deprimida, Kadhafi autorizou por três vezes que ela fizesse breves visitas à sua família, usando um carro do palácio.

Na quarta saída, em 2009, Safia fugiu com a ajuda de seu pai. Disfarçou-se como idosa e foi para o aeroporto. De lá, voou para a França.

Ela ficou um ano fora do país, antes de retornar para a Líbia, clandestinamente. Em abril de 2011, Safia fugiu para a Tunísia, onde se casou em segredo. Ela tinha esperanças de um dia viver com o marido em Malta ou na Itália.

“Quando vi o cadáver de Kadhafi exposto à multidão, senti um breve prazer. Depois, veio um gosto amargo na boca”, relatou ao jornal francês. Safia queria que Gaddafi não tivesse sido morto, mas sim preso e julgado por um tribunal internacional.

“Eu estava me preparando para enfrentá-lo e perguntar, olhos nos olhos: Por que você fez isso comigo? Por que me violentou? Por que me espancou, drogou, xingou? Por que roubou minha vida?”
Belíssima, entre vários acessos de choro, Safia diz ao repórter do “Monde” que se sente “como se tivesse 40 anos.” Mas ela tem apenas 22.

Fotos das guardas Costas escravas sexuais de Kadafi

Postado por conteudo livre/FSP

Judeu ortodoxo compra ‘Diários Ocultos de Mengele’

Um judeu ortodoxo americano comprou nesta quinta-feira, por US$ 300 mil
(quase R$ 466 mil), os “diários ocultos” do criminoso de guerra nazista Josef
Mengele, informou a Casa de Leilões Alexander Autographs.

Foto: AFP

Alguns dos diários do criminoso de guerra nazista Josef Mengele, conhecido
como Anjo da Morte, são expostos em casa de leilões em Stamford, Connecticut,
EUA (19/07/2011)

Os diários contêm 3,5 mil páginas inéditas, com detalhes da vida de Mengele
na Argentina, Paraguai e Brasil, além de poemas, aforismos e pensamentos
políticos e filosóficos daquele que foi chamado o “Anjo da Morte”.

O preço final pago pelos documentos chegou a US$ 292.775, afirmou o
vice-presidente da casa, Peter Klarnet. Uma empresa especializada em documentos
históricos militares havia calculado seu valor entre US$ 300 mil e US$ 400 mil.

Klarnet não quis divulgar a identidade do comprador, limitando-se a dizer que
se trata de “um colecionador privado do Meio-Oeste” americano, “um judeu
ortodoxo que planeja abrir seu próprio museu”. O comprador “está muito contente
de que os diários estejam agora nas mãos certas”, acrescentou.

Os documentos manuscritos, de grande “relevância histórica” são às vezes
ilustrados e estão em excelente condição”, segundo a Alexander Autographs,
localizada em Stamford, no Estado de Connecticut, nordeste dos EUA.

Alguns extratos, escritos entre 1960 e 1975, foram publicados na Alemanha,
mas “95% do material” é inédito, segundo a casa de leilões. O vendedor foi uma
sociedade anônima americana.

Josef Mengele era um dos médicos encarregados da seleção dos deportados que
chegavam ao campo de concentração nazista de Auschwitz-Birkenau, onde foram
assassinadas 1,1 milhão de pessoas, das quais um 1 milhão eram judias, durante a
Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Era Mengele quem ordenava diretamente a ida para as câmaras de gás de
crianças, velhos e de todos que considerasse fracos para trabalhar. Também
escolhia alguns como cobaias de “experimentos científicos”. Ao final da guerra,
conseguiu fugir para a América Latina com uma falsa identidade. Morreu afogado
numa praia no sul do Brasil, em 1979.

FMI: escândalo sexual…promotores dizem que camareira teria mentido

O jornal New York Times postou uma matéria surpreendente agora a noite na sua versão online dizendo que os promotores do caso Strauss-Kahn estariam para apresentar nesta sexta-feira uma mudança de posição, admitindo que a camareira teria mentido em vários momentos das investigações.

Era de se esperar que os advogados de defesa dele fossem atacar a credibilidade da acusadora – uma imigrante da Guiné Bissau – mas o estranho é que os promotores é que estariam para admitir que há várias contradições e inconsistências no caso. Haveria segundo o jornal inclusive uma conversa telefonica gravada dela em que ela conversa as vantagens financeiras que teria com o caso. Do outro lado da linha estaria um acusado de tráfico de drogas.

Seja como for, dificilmente DSK recupera o que perdeu. O cargo de diretor gerente do FMI já está ocupado. Restaria a ele, se fosse inocentado, a tentativa de voltar à política francesa. Apesar de haver mais gente na França disposta a acreditar que ele foi vitima de conspiração, desde o início, a reconstrução da carreira política seria bem mais difícil. Ele liderava as pesquisas eleitorais na França quando a acusação de ataque sexual foi feita.

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