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Morre Walmor Bergesch um dos pioneiros da televisão no RS

O jornalista, escritor, radialista e empresário Walmor Bergesch morreu no início da madrugada desta segunda-feira no Hospital Moinhos de Vento, na Capital. Walmor tinha 73 anos e estava internado desde o dia 7 de julho lutando contra um câncer raro nos rins. Ele foi um dos profissionais que atuou na instalação e na inauguração das primeiras emissoras de TV de Porto Alegre.

O velório ainda não possui horário e local definidos. Já o enterro ocorrerá nesta segunda-feira, às 17h, no Cemitério da Comunidade Evangélica de Porto Alegre. Os familiares do escritor devem se pronunciar somente pela manhã.

Walmor Bergesch nasceu na cidade de Estrela, em 10 de abril de 1938. Em1955, se transferiu para Porto Alegre e começou a trabalhar na Rádio Farroupilha. O jornalista foi um dos 16 profissionais selecionados a pedido de Assis Chateaubriand, diretor dos Diários e Emissoras Associados, para ir ao Rio de Janeiro realizar um curso sobre televisão.

Passou cerca de seis meses na TV Tupi aprendendo sobre a nova mídia, que já operava desde 1950 e 1951 em São Paulo e no Rio. De volta ao Estado, integrou a equipe que instalou e inaugurou a TV Piratini em dezembro de 1959.

Uma de suas façanhas foi conseguir trazer, para um programa de Bibi Ferreira, atores americanos famosos nos anos 1960, como Anthony Perkins e Karl Malden, que tinham ficado retidos no aeroporto Salgado Filho, a caminho de Buenos Aires.

Em 1962, a convite de Maurício Sirotsky, foi chamado para atuar na inauguração da TV Gaúcha como chefe de programação. Se aposentou na RBS em 1998, mas continuou exercendo o cargo de vice-presidente da área de TV por assinatura até o ano 2000.

Walmor, junto com Salimen Júnior, foi quem introduziu a cor na televisão brasileira, em 1972, quando dirigia a TV Difusora de Porto Alegre, atual TV Bandeirantes. Ele foi também o criador do Canal Rural, da TVCOM e implantou redes regionais de TV em vários estados brasileiros.

ZERO HORA

Repórter da RBS ferido no Egito não pode dar entrevistas

A assessoria de imprensa do Grupo RBS informou que, por uma decisão estratégica de Zero Hora, o jornalista Humberto Trezzi não vai se pronunciar sobre o acidente em que foi ferido no Egito, na última semana.

O motivo do silêncio é que o repórter, de volta a Porto Alegre desde a manhã desta quarta-feira, 16, prepara um especial em que dará detalhes do episódio ocorrido enquanto fazia a cobertura jornalística sobre os conflitos no mundo árabe. O conteúdo será publicado em ZH no domingo, 20. A partir daí Trezzi estará à disposição para entrevistas.

Na última sexta-feira, 11, o repórter sofreu um acidente na cidade de Ras Lanuf que estava sob bombardeio de artilharia das forças pró-Muamar Kadafi. O carro em que trafegava, com mais três jornalistas franceses e um motorista líbio, esquivava-se dos tiros de canhão na estrada quando colidiu com uma van que freou repentinamente para fugir à explosão de uma bomba na rodovia. Trezzi estava no banco da frente, e acabou ferido no olho esquerdo e na cabeça.

O repórter, que estava no Egito desde o domingo, 6, foi o terceiro do Grupo RBS a realizar cobertura no norte da África em 2011. Luiz Antonio Araujo já esteve no Egito e Rodrigo Lopes está, desde o dia 24 de fevereiro, na Tunísia.

Araujo, inclusive, também passou por situação complicada no país árabe. O jornalista foi agredido com empurrões e levou socos e pontapés de simpatizantes do ditador Hosni Mubarak à vista do exército egípcio, que se omitiu.

ColetivaNet

Pedro Parente vai deixar o grupo RBS


Em entrevista a revista AMANHÃ, o executivo justifica a saída da função no final deste ano e revela que recusou convite para presidir o grupo RBS.

Há sete anos, Pedro Parente realizou uma virada pessoal e profissional quando deixou a vida pública e assumiu uma função executiva no Grupo RBS.

Parente havia sido um dos membros mais destacados do governo Fernando Henrique, primeiro como ministro-chefe da Casa Civil e, no final do segundo mandato, como comandante do bem-sucedido ministério do apagão. Assumiu a vice-presidência executiva da RBS incumbido de liderar uma ampla mudança na gestão da companhia – o que incluía uma complexa reestruturação financeira.

Nesta quarta-feira (06), sete anos depois, a RBS divulgou um comunicado informando que, no dia 31 de dezembro de 2009, Pedro Parente deixará a função que exerce atualmente – vai manter-se apenas no Conselho de Administração e, eventualmente, prestará consultoria ao grupo.

Parente foi o responsável pela reestruturação financeira do grupo RBS, o que conseguiu sem promover uma enxurrada de demissões.

No ano passado, conduziu as negociações completadas com a venda de 12,64% do controle da RBS para o grupo Gávea, do ex-presidente do Banco Central, Armínio Fraga. Fraga e Parente foram companheiros no governo FHC.

Nesta entrevista a Revista Amanha, Parente diz que o motivo de sua saida são razões pessoais. – Minha relação com a empresa é absolutamente excelente. Temos uma relação de respeito mútuo. Foi uma decisão em que todos ponderaram e que eu tomei de forma muito serena.
– Desde que fizemos a reforma na estrutura do grupo, em setembro, quando mudamos o Conselho e houve a chegada do Gávea (Fundo Gávea, que adquiriu uma participação de cerca de 15% da RBS), ficou muito claro que a vice-presidência executiva, como existia anteriormente, teria que mudar de alguma forma.

– Pensamos se não seria o caso de eu ascender a presidente e o Nelson ocupar a posição de presidente do Conselho, exclusivamente. Conversamos muito sobre isso.

Houve então o convite da empresa para que eu assumisse a presidência. Mas o que pesou, para mim, foi o fato de que eu teria que prorrogar meu contrato por pelo menos quatro anos. E seguiria numa rotina pessoal que já vinha me onerando bastante. Eu tenho residência em Porto Alegre e em São Paulo. Ao aceitar a presidência da RBS, eu iria contra um desejo meu de redução deste ritmo de viagens.

– Aumentaria a demanda, por eu estar em Porto Alegre e passar a ter os compromissos de natureza institucional que eu não tenho hoje, pois são responsabilidade do Nelson (Sirotsky, presidente da RBS).

Amanha

RBS compra empresas em SP

Um dia após anunciar a formação de seu novo Conselho de Administração – clique aqui para ver -, o Grupo RBS anuncia a aquisição de empresas em São Paulo, abrindo portas para novas investidas no estado. O conglomerado de mídia agora é proprietário de 90% dos portais de eventos e diversões Guia da Semana – fundado em 2003 – e Oba Oba – que pertencia à empresa ForFun Digital.

Além disso, a companhia também adquiriu 30% do capital da Pontomobi, agência especializada em mobile marketing. A agência, que foi criada em outubro de 2008, realizou cerca de 110 ações no período, com destaque para a co-participação do público no Skol Beats deste ano.

Segundo Eduardo Sirotsky Melzer, vice-presidente de Mercado e Desenvolvimento de Negócios do Grupo, “a exploração de oportunidades em internet e em outras mídias digitais e a ampliação da prestação de serviços aos nossos públicos – consumidores e anunciantes -, tanto na área de entretenimento quanto na de comunicação, estão entre nossos caminhos prioritários para a expansão da empresa”.

Já para Eduardo Smith, diretor executivo de desenvolvimento de negócios da companhia, “essas três empresas têm em comum um profundo conhecimento de seus públicos-alvo, agilidade e capacidade de inovação em tudo o que fazem. São características imprescindíveis para a nova estratégia da RBS”.

O Grupo RBS conta com 18 emissoras de televisão aberta (afiliadas à Rede Globo), duas emissoras de televisão comunitária, uma emissora segmentada focado no agronegócio, uma rede de 25 emissoras de rádio, oito jornais diários, quatro portais na internet, além de uma editora, uma gráfica, uma gravadora, e empresas de logística e marketing de relacionamento com o público jovem.

Meio&Mensagem

Rádio Gaúcha também em FM

Rádio Gaúcha terá a sua programação estendida à FM, na freqüência 93,7 MHz, a partir de 28 de maio. Com a estréia no FM, os ouvintes ganham mais uma alternativa para acompanhar a programação e as coberturas jornalísticas e esportivas da emissora.

A partir desta terça-feira, 13, a Rádio Metrô FM (91,3 MHz) deixará de transmitir a programação. Segundo a assessoria de imprensa do grupo, a decisão é baseada nos resultados de pesquisas que apontaram a Rádio Metrô FM e a Rádio Cidade FM (92,1 MHz) como emissoras voltadas ao mesmo segmento de público. Desta forma, a Rádio Cidade incorpora os principais programas, eventos e comunicadores da Metrô.

Todas estas trocas serão validadas a partir desta terça-feira.

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