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GM oferece carro gratuito a donos de Volt após incêndio em baterias

A General Motors está adotando medidas para evitar uma potencial reação contra seu Chevrolet Volt, oferecendo outros automóveis para locação gratuita pelos compradores do modelo híbrido, enquanto trabalha com os órgãos reguladores americanos para prevenir a possibilidade de incêndio nas baterias do veículo.

O Volt é alvo de uma investigação da Comissão Nacional de Segurança no Trânsito dos EUA depois que suas baterias, fornecidas pela LG Chem, pegaram fogo em três testes de colisão realizados pela agência reguladora.

A GM decidiu oferecer aos donos de modelos Volt a locação gratuita de outro veículo até o final da investigação, que foi anunciada na sexta-feira (25).

“GM e Chevrolet acreditam na segurança do Volt”, disse Mark Reuss, presidente das operações da GM na América do Norte, durante teleconferência com jornalistas nesta segunda-feira. “Vamos tomar todas as precauções para garantir a segurança do Volt.”

O Volt é um dos modelos da GM mais promovidos em campanhas publicitários nos Estados Unidos e peça-chave para atender as exigências do país por modelos de consumo eficiente de combustível.

O veículo está há um ano no mercado e é vendido em todos os 50 Estados americanos desde o mês passado. Em janeiro, a GM pretende elevar a linha de produção do Volt de 10 mil para 60 mil veículos por ano.

(Bloomberg)

Pressionado, presidente da GM renuncia

O presidente da General Motors, Rick Wagoner, confirmou sua demissão da montadora na madrugada desta segunda-feira, 30, como parte de um plano de resgate do governo americano à gigante automobilística. A administração Barack Obama ainda condicionou o resgate da Chrysler – outra grande do ramo – a uma fusão com a italiana Fiat.

“Eu estava na sexta-feira em Washington para uma reunião com funcionários do governo. Durante o encontro, eles solicitaram a minha demissão como CEO da GM e por isso eu decidi deixar o cargo”, disse o executivo em comunicado divulgado pela montadora. Wagoner será sucedido por Frederick “Fritz” Henderson, diretor de operações da GM.

Autoridades do governo disseram, em comunicado à imprensa antes da entrevista que será concedida pelo presidente Barack Obama nesta segunda-feira, que a Casa Branca dará as montadoras capital de giro suficiente para trabalhar com os acionistas a fim de adotar estratégias mais agressivas. O comunicado alertou, no entanto, que uma “rápida e cirúrgica” falência pode ser a melhor chance de sobrevivência para cada empresa.

No caso da GM, o governo vai fornecer capital de giro para 60 dias. Apesar de ter considerado o plano atual da empresa inviável, a Casa Branca manifestou confiança de que a montadora pode sobreviver.

A visão da Casa Branca sobre a Chrysler foi mais dura: ela não acredita que a empresa é viável como uma entidade autônoma. O potencial acordo entre a Chrysler e a Fiat, no entanto, poderia proporcionar um “caminho para a viabilidade,” disse o governo. A Chrysler ganhará capital de giro para 30 dias, período que a Casa Branca considera suficiente para a montadora completar o acordo com a Fiat.

O governo norte-americano disse que a Fiat se comprometeu a fabricar automóveis e motores mais eficientes nos EUA como parte de um acordo com a Chrysler.

Se o negócio for um sucesso, o governo disse que poderá investir até US$ 6 bilhões na Chrysler, um montante já solicitado pela montadora. Mas se a negociação não for concretizada, a Chrysler não receberá mais fundos dos contribuintes.

Um funcionário do governo disse que não poderia colocar um valor sobre o montante de capital de giro que será concedido, enquanto as montadoras aprimoram seus planos.

A GM e a Chrysler receberam em dezembro um total de US$ 17,4 bilhões em empréstimos do governo e solicitaram outros US$ 22 bilhões para continuar operando durante este ano. A força-tarefa do governo Obama tem usado os planos de reestruturação apresentados pelas empresas para julgar se elas merecem ou não receber mais capital. O veredicto divulgado ontem pelo governo é de que, na forma atual, os planos não justificam qualquer injeção de novos recursos.

AE/Clarissa Mangueira

GM despede 500 trabalhadores na Argentina

Em meio à crise financeira internacional, a montadora General Motors despediu 500 trabalhadores da fábrica que tem em em Rosario, na Argentina. A informação é do site do jornal argentino El Clarín. Segundo o secretário do sindicato dos mecânicos, Gabriel Bienucci, os trabalhadores já receberam telegramas de demissão.

O conflito acontece no meio de outra conciliação obrigatória realizada por causa de um protesto sindical contra a demissão anterior de um empregado. O Ministério da província assegurou aos empregados que a empresa não pode demitir durante a vigência da conciliação obrigatória.

De acordo com El Clarín, os trabalhadores cogitaram ocupar a fábrica, mas Bienucci garantiu que isso não acontecerá em respeito aos termos de conciliação e também porque a fábrica não está funcionando devido a uma paralisação programada.

No total, a fábrica tem 2.200 empregados, de modo que as demissões resultariam na redução de quase 25% da força de trabalho.

GM/RS COMEMORA O PRIMEIRO MILHÃO

Primeira e, até então, única montadora de automóveis do Rio Grande do Sul, a General Motors (GM) comemora o seu primeiro milhão de veículos fabricados em Gravataí no próximo dia 20.

O presidente da GM Brasil, Jaime Ardila, o vice-presidente, José Carlos Pinheiro Neto, dirigentes políticos do RS e de Gravataí estarão no ato. Inaugurado em 20 de julho do ano 2000, o complexo automotivo respondeu no ano passado por uma fatia considerável da produção de veículos da marca Chevrolet no Brasil, ou seja, 46%. Esse percentual cresce a cada mês.

A propósito, em 2007 a montadora lançou 500 mil veículos no país. Desde o começo das suas operações, a GM superou 1 bilhão de dólares em investimentos, nos quais se incluem a planta industrial do seu segundo modelo, o Prisma – o primeiro é o Celta.

Entre a fábrica, fornecedores sistemistas e prestadores de serviços, localizados no complexo, trabalham 5,2 mil pessoas. Por dia, a GM/RS produz uma média de 860 veículos.

Há dez anos, o orçamento de Gravataí era de R$ 30 milhões. Este ano passa de R$ 300 milhões.

CP/PAnorama

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