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MADE IN BRAZIL: depois da cachaça agora compraram nosso churrasco em rodídzio

A GP Investments anunciou nesta terça-feira um acordo para a venda de 100% da Fogo de Chão Churrascaria, por um valor de US$ 400 milhões, para o fundo de private equity Thomas H Lee Partners. A expectativa é que a venda seja concluída no terceiro trimestre de 2012, informou a GP em fato relevante.

A aquisição rende mais que o triplo do valor investido pela GP na compra do negócio (US$ 117,6 milhões), segundo o fato relevante.

A transação ilustra também o interesse dos investidores estrangeiros pelo setor de alimentação e bebidas no Brasil. Um dia depois de a cachaça Ypióca ser vendida para o grupo britânico Diageo, um serviço tipicamente brasileiro, o rodízio de churrascaria, passa a ser prestado por uma empresa estrangeira.

A churrascaria possui atualmente 24 filiais, sendo 17 nos Estados Unidos e 7 no Brasil. Uma delas fica na Praia de Botafogo, no Rio de Janeiro.

O negócio com a Thomas H Lee foi feito pela subsidiária GP Capital Partners III (GPCPIII), fundos de co-investimento e private equity, segundo o documento.

“O investimento total do GPCPIII na Fogo de Chão irá gerar um múltiplo de aproximadamente 3,4 vezes o valor investido e uma TIR (taxa interna de retorno) de 25% em dólares durante um período de menos de seis anos”, afirmou a GP. “A Fogo de Chão irá se tornar o quarto desinvestimento do GPCPIII dentro de seis investimentos realizados pelo fundo”.

OGLOBO

Títulos de filmes estrangeiros traduzidos

Vejam como seriam os títulos dos principais filmes americanos, se fossem todos traduzidos para o gauchês:

* Uma Linda Mulher – Uma Chinoca Buenacha
* O Poderoso Chefão – O Bagual Cuiudo
* O Exorcista – Vem Capeta, Que te Arreganho a Facão!
* Os Sete Samurais – Sete Gaudérios Ca’s Vista Estreita
* Godzila – A la fresca ! Mas que Baita Lagarto!
* Os Brutos Também Amam – Rebenqueados de Amor
* Sansão e Dalila – O Clinudo e a China
* Perfume de Mulher – Asa de Chinoca
* Tora, Tora, Tora!(Pearl Harbor) – Mas Bah! Mas Bah! Mas Bah!
* Mamãe Faz Cem anos – A Véia tá Cheirando a Defunto
* Guerra Nas Estrelas – Peleia no Firmamento
* Um Peixe Chamado Wanda – O Muçum-Prenda
* A Noviça Rebelde – Madre Alvorotada
* O Corcunda de Notre Dame – O Tortinho Estropiado
* O Fim Dos Dias – O Bagualão contra o Demo
* Um Cidadão Acima de Qualquer Suspeita – Boi Manso é Que Arromba a Porteira
* Os Filhos do Silêncio – Boca Fechada não Entra Mosca
* A Pantera Cor-de-rosa – Gato-do-Mato Fresco
* Corra Que A Polícia Vem Aí – Vamo Saí Fedendo Que vem Vindo os Milico
* E O Vento Levou – Oigalê! O Minuano Levô!
* O Náufrago – Mais Perdido que Cusco em Tiroteio
* Sete Anos No Tibet – Sete anos na bailanta do Tio Beto
* O Homem Bicentenário – Guasca de Ferro
* Nove Meses – Tá Prenha!
* Querida Encolhi As Crianças – China Véia! encolhi as Cria
* Titaníc – O caícão furado
* Forest Gump – Tchê, que mala-de-loco
* A múmia – Um xirú enfaichado
* O senhor dos anéis – O piá dono da argola
* Despedida de solteiro – Bochincho lá nas tia
* Máquina mortífera – O caminhão do Ambrózio (não tem freio)

Marcopolo inaugura fábrica na Índia

onibus fabricado pela Marcopolo na India

ônibus fabricado pela Marcopolo na India

A gaúcha Marcopolo inicia este mês a produção em série em sua segunda fábrica na Índia em parceria com a indiana Tata. Será a maior fábrica de ônibus do mundo, com capacidade produtiva de 25 mil unidades ao ano, informa a empresa.

O projeto consumiu US$ 120 milhões e cada marca assumiu metade dos gastos. Na próxima semana, a empresa deve concluir a contratação de 300 funcionários. Eles vão se juntar aos 370 que já estão na unidade – que opera em fase experimental desde novembro. Entre esses, há 53 brasileiros.

Em março e abril, o quadro será ampliado novamente, até atingir mil pessoas. Quando atingir sua capacidade produtiva total, o que deve ocorrer em 2013, a fábrica vai empregar 4 mil trabalhadores e terá receita de US$ 400 milhões.

O início oficial das operações da nova fábrica ocorre num momento de desaceleração das atividades industriais em todo o mundo. No Brasil, a Marcopolo mantém 1,8 mil dos 7,6 mil trabalhadores da fábrica de Caxias do Sul (RS) em férias coletivas.

“Faremos de tudo para não demitir pessoal”, diz o diretor de operações internacionais da Marcopolo, Ruben Bisi. Segundo Bisi, o mercado indiano ficará com a maior parte da produção da nova fábrica, mas algumas unidades serão exportadas para países como Argélia e Bangladesh. O mercado local consome cerca de 50 mil ônibus por ano e a Tata detém metade das vendas.

A nova fábrica, a 11ª da Marcopolo, está instalada na cidade de Dharwad e vai priorizar a produção de ônibus de pequeno porte, parecidos aos micro-ônibus brasileiros. A outra unidade, em Lucknow, é dedicada aos veículos de grande porte.

AE

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