Arquivos de tags: G Magazine

Igreja quer descriminalizar homossexualismo

A única objeção é sobre casamento entre pessoas do mesmo sexo

De acordo com o porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi, a Igreja Católica quer descriminalizar o homossexualismo, sendo contra apenas o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

O assunto se tornou polêmico depois que as Nações Unidas criaram projeto de declaração pedindo exatamente a descriminalização da relação entre duas pessoas do mesmo sexo.

Um projeto do tipo deve ser apresentado pela França, representando a União Européia, e as críticas mais fortes vieram por parte do arcebispo Celestino Migliore, observador permanente do Vaticano nas Nações Unidas.

Lombardi afirmou, durante a apresentação de uma mensagem do papa Bento 16 sobre a paz, que “é indiscutível que a Igreja possa ser a favor de criminalizar os comportamentos homossexuais ou, inclusive, a pena de morte”, mas “nem todos os comportamentos sexuais se podem colocar no mesmo plano, em todas as situações e em todas as normas”. Não há, revelou o porta-voz, nenhuma campanha do Vaticano contra a ONU.

“G Magazine” cancela ensaio de ex de Susana

Parece que a revista “G Magazine”  repensou sobre a possibilidade de negociar com Marcelo Silva, ex de Suzana Vieira, para um ensaio sensual e concluiu que não é o melhor momento para esse assunto ir adiante. As negociações nesse sentido foram suspensas. O cachê dele poderia ser algo em torno de 40 mil reais. Se for verdade que ele e sua namorada, a estudante Fernanda Cunha, receberam vinte mil reais cada um para participar de um programa de TV, como publicou o jornal Extra, ele já conseguiu o mesmo valor vestido.

Depois que a apresentadora Ana Maria Braga chamou Marcelo Silva de vagabundo, ao vivo, na Globo, e pediu para a mídia não dar mais espaço a ele, a “G Magazine” desistiu de tê-lo nu em suas páginas. Marcelo queria ganhar cachê de R$ 400 mil pelo ensaio, mas a revista paga R$ 40 mil, no máximo. O advogado do ex-policial diz que está estudando a possibilidade de processar Ana Maria.

Gaúchos preocupados com influência gay nos CTGs

Está se multiplicando nos meios gauchescos, mais do que fofoca em boca de comadre, um artigo alertando contra o que chamam de “avanço assustador do homossexualismo”, inclusive nos Centros de Tradições Gaúchas (CTGs).

O texto, publicado no dia 6 pelo tradicionalista Ademir Canabarro no site www.coxixogaucho.com.br, é polêmica em estado puro com as ONGs que defendem os direitos dos homossexuais. O autor, um comerciante gaúcho radicado em Santa Catarina, diz que a liberdade de escolha sexual “invadiu” o tradicionalismo.

Apesar de se afirmar favorável à livre expressão da sexualidade, Canabarro critica muitos peões que dançam nos CTGs como se “disputando com a prenda doçura e meiguice”, a tal ponto que parecem “duas prendas dançando”.

— Os peões mais delicados, por assim dizer, não devem se esquecer que neste momento estão interpretando um homem heterossexual que prefere mulher — argumenta Canabarro.

Nascido em Santo Ângelo (RS), o “cataúcho” Canabarro vive há 22 anos em Navegantes (SC) e ressalta que não é porta-voz do MTG, sequer ligado ao movimento, “apenas um tradicionalista”. Ele acredita que o “jeito de ser gaúcho” só sobrevive porque os CTGs criaram regras, ao ponto de o MTG ser “o maior movimento cultural regional do mundo”.

— O que não pode é descaracterizar. Tempos atrás, um CTG de Brasília sediou um baile gay. Ora, aquilo é lugar para tradição gaúcha, não para cultura homossexual — diz Canabarro.

Ele não teme ser taxado de preconceituoso, até porque não está isolado em sua opinião. O artigo que ele escreveu tem sido reproduzido em correntes de e-mails Brasil afora e em outros sites.

Ao saber do artigo o coordenador-geral do Grupo Gay  Somos, o advogado Gustavo Bernardes, mostrou-se “perplexo, mas não surpreso” com a postura do tradicionalista.

— Não entendo o medo deles, se são tão machos. A homossexualidade não é contagiosa. Não é doença nem perversão, já provado pelo Conselho Federal de Medicina e pela Organização Mundial da Saúde. Se fosse contagiosa ou capaz de influenciar, não haveria gays, porque eles vêm de um casal hétero — afirma.

Bernardes avalia que o preconceito com gestos femininos dentro dos CTGs deve-se a uma visão machista, que vê a mulher como um ser inferior ao homem. Segundo ele, as práticas sexuais entre pessoas do mesmo sexo não são recentes:

— Há casos desde a Grécia antiga. Nos CTGs, isso também não é de agora, só está aparecendo mais.

Para o presidente do Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG), Oscar Gress, o artigo de Canabarro é um alerta para a preservação dos costumes gaúchos e contra os “excessos de maneirismos” de alguns homens nos CTGs. O líder maior dos tradicionalistas diz que ninguém é contra os gays, “desde que não tentem transformar os CTGs num mundo cor-de-rosa”.

Mas Bah!

Humberto Trezzi/Zh

PT decide tirar do ar alusão à vida pessoal de Kassab

Os questionamentos sobre a vida pessoal do prefeito Gilberto Kassab (DEM) no programa de TV da candidata Marta Suplicy (PT) provocaram reações negativas até dentro da campanha petista. Nesta segunda-feira, o Comitê de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais (LGBT) da campanha de Marta anunciou a suspensão das atividades, em represália à peça publicitária que pergunta se Kassab é casado e tem filhos.

– Foi mais do que um tiro no pé. Foi um tiro de canhão no pé. Por sua trajetória de defesa dos direitos das minorias e vítima de ataques pessoais, Marta deveria ser a última a fazer este tipo de abordagem – condenou Julian Rodrigues, integrante do LGBT do PT e do comitê pró-Marta.

Pela manhã, o senador Eduardo Suplicy (PT-SP), ex-marido da candidata, procurou Marta para recomendar que ela desista dos questionamentos pessoais sobre o adversário. O marido de Marta, Luis Favre, também criticou as referências à vida privada de candidatos.

– Com toda a história dela e com posicionamento que tem adotado ao longo da vida, Marta deveria saber que uma pessoa pode ser solteira a vida toda e ter um comportamento exemplar na vida profissional e política. Não é com isso que ela vai galvanizar maior simpatia. A população escolhe um candidato pelo que de positivo ele possa realizar – disse Suplicy.

O Comitê LGBT pró-Marta pediu, em nota, a retirada imediata das inserções que questionam a vida pessoal de Kassab. No texto, o comitê enumera cinco argumentos para condenar a propaganda: violação à privacidade, incentivo ao preconceito, moralismo, a história de vida pregressa de Marta e a própria desagregação do movimento gay.

“A mensagem subliminar é que ser gay seria um demérito e comprometeria a capacidade de governar. Kassab não é – ou será – mau prefeito em virtude de sua orientação sexual (qualquer que seja) ou pela forma como leva sua vida privada, mas, sim, porque é conservador, comprometido com as elites”, diz a nota.

O Globo/Estadao

Garotão viúvo da velhinha argentina é gay

A notícia já é velha mas vale mostrar aqui mais imagens da Tv Argentina que brinca com o “golpe do Baú” do Jovem gay.

O argentino de 25 anos que se casou com uma mulher de 82 no ano passado admitiu, em um programa de TV, ser homossexual. Reinaldo Waveqche herdou a fortuna e uma pensão de 2,9 mil pesos da mulher, Adelfa, que morreu em outubro do ano passado.
Waveqche, que na época da união garantiu ter se casado por amor, disse no programa Impacto Chiche que nunca demonstrou sua preferência sexual em respeito à Adelfa.

“Descobri minha homossexualidade graças a Cristian, uma pessoas que esteve ao meu lado nos momentos mais difíceis”, disse o argentino.

Depois de ficar viúvo, Waveqche alongou os cabelos e fez uma cirurgia para implantar colágeno nos lábios. Ele também voltou atrás em uma afirmação que fez na época do casamento e admitiu sua preferência por homens e não por “mulheres maduras”.

Pois bem, Adelfa morreu e Reinaldo reapareceu na televisão com novo look ( cabelos mais loiros alongados e com lábios mais grossos ) e assumindo sua homossexualidade.

Adelfa e Waveqche se casaram em Santa Fé, no dia 28 de setembro de 2007, em cerimônia civil. A união foi realizada na presença de vários fotógrafos e jornalistas, que se interessaram pelo que acreditavam ser uma peculiar história de amor.

Os dois viviam juntos desde que a mãe de Waveqche morreu e Adelfa, amiga da falecida, convidou-o para morar com ela, quando “era só um menino, tinha 15 anos”. Após quatro anos de convivência com Waveqche, Adelfa se deu conta que a relação “começava a tomar outra cor”.

A grande diferença de idade dos dois provocou desconfianças na Argentina sobre o interesse do noivo nos bens materiais da idosa. Waveqche negou as acusações em entrevistas a jornais locais, afirmando que sempre teve interesse em mulheres mais velhas.

Após o casamento, os dois passaram lua-de-mel no Rio de Janeiro, a convite de um programa de televisão brasileiro. Sempre acompanhada de Waveqche, Adelfa visitou o Pão de Açúcar e a Rocinha.

Terra Argentina/ Blog Argentinas – Daniel Oiticica

Travesti eleito vereador quer usar banheiro feminino na Câmara

O travesti Leo Kret do Brasil (PR), 24, que ficou em quarto lugar na disputa pela Câmara de Salvador com 12.861 votos, ainda não assumiu o posto e já está causando polêmica ao afirmar que não vai seguir o regimento interno da Casa.

De acordo com as normas, por ser do sexo masculino –seu nome é Alecsandro de Souza Santos–, Leo Kret terá que vestir terno e gravata nas sessões e usar o banheiro masculino. “Sou vereadora. Fui eleita como mulher. É assim que os eleitores querem me ver. Vou me vestir como sempre e usar banheiro feminino”, disse Leo Kret, que é estreante na política e já pensa no que vai usar na cerimônia de posse.

“Estou recebendo propostas de umas grifes, mas não sou disso. Sou do gueto. Acho que vou usar um tailleurzinho, um escarpin e maquiagem bem sóbria. Só sei que a roupa vai ser rosa, pois rosa é minha cara.”

A Procuradoria da Câmara de Salvador informou, por meio da assessoria de imprensa, que eventuais punições só serão discutidas após o não cumprimento do regimento. Ontem, Leo Kret foi a uma cerimônia de boas-vindas na Câmara e disse ter sido muito bem recepcionada pelos “colegas”.

Leo Kret diz que focará o seu mandato na questões ligadas aos jovens, população carente e na comunidade LGBT. Sobre a sua relação com a militância homossexual da Bahia, a vereadora diz que contou com o apoio dos mais jovens e que não teve o apoio de alguns que se consideram “os reis do movimento”.

Leo Kret, que ganhou fama dançando em uma banda de pagode, afirmou que não pretende deixar a vida artística. “Se o ministro continuou a cantar, por que vou deixar de dançar?”, disse, referindo-se ao ex-ministro da Cultura Gilberto Gil. Em seus planos, estão terminar o ensino médio, fazer um curso superior e alçar vôos mais longos na política.

“Quero ser prefeita de Salvador e, depois, presidente da República. Mas, no momento, vou dar prioridade à minha gestão como vereadora. Vou lutar em favor do povo que me elegeu.”
A campanha, segundo Leo Kret, foi pobre, com o apoio de amigos que imprimiam os santinhos em casa.

O nome “Kret”, segundo ela, vem de “cretina”. Mas nada a ver com política. “É pelas minhas caras e bocas no palco.”

FSP/

%d blogueiros gostam disto: