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Jornalista vai chefiar a Federação Alemã e Futebol

Após sete anos e meio no cargo, Theo Zwanziger passa a liderança da federação Alemã de Futebol ao jornalista Wolfgang Niersbach. Ele já ocupou diversos cargos dentro da Federação Alemã de Futebol (DFB) e, desde 1987, passou pelos postos de porta-voz, vice-presidente do comitê de organização da Copa do Mundo de 2006 na Alemanha e, mais recentemente, secretário-geral da entidade.

A partir desta sexta-feira (2/3), o jornalista, de 61 anos, passa a ser oficialmente o sucessor de Theo Zwanziger. “A DFB certamente não precisa de uma revolução”, afirmou Niersbach, rebatendo as expectativas de que venham a ser realizadas grandes alterações na estrutura da organização. “Estamos em uma ótima situação, economicamente independentes”.

Antes da eleição, Niersbach apresentou o seu programa aos delegados, no qual desejou fortalecer a união no futebol, alinhar a federação num caminho virado para o futuro e fortalecer a principal área de negócio, e ser capaz de continuar a exercer a componente de responsabilidade social da federação de uma forma eficaz e credível.

O novo presidente da DFB enfatizou a cooperação entre futebol profissional e “raízes” do futebol, como base para o desenvolvimento sustentável da modalidade. “A selecção nacional é o melhor exemplo para todos nós de como o futebol profissional e amador se complementam e podem beneficiar um do outro”, disse. “E através do seu comportamento, mostram-nos como a integração patente e camaradagem tolerante podem ser. Desejo que este exemplo possa funcionar como modelo para todo o futebol.”

Também mencionou que a expansão do desenvolvimento jovem, uma federação inovadora e orientada para os jovens, e o compromisso contra qualquer forma de racismo, discriminação, corrupção e violência também fazem parte dos seus objectivos.

Na assembleia, Zwanziger, um administrador do futebol bastante respeitado, que serviu o Comité Executivo da UEFA desde 2009, recebeu a Großen Verdienstkreuz des Verdienstordens der Bundesrepublik Deutschland (Grande Cruz da Ordem de Mérito da República Federal da Alemanha) da parte do ministro alemão do Interior, Hans-Peter Friedrich. O ministro elogiou Zwanziger por estabelecer importantes prioridades sociais durante o seu mandato. “Mostrou que a DFB não é apenas uma federação de futebol, mas também uma componente forte da sociedade.”

UEFA

Repórter Luiz Ceará demitido da Band

Luiz Ceará não trabalha mais para a TV Bandeirantes. O repórter foi demitido pela emissora pela manhã e por isso nem participou hoje do “SP Acontece”, programa apresentado pelo ex-jogador Neto, informa o Comunique-se. A demissão de Ceará teria por objetivo atender a um processo de reformulação do programa iniciado pela Band.

“Não me preocupo com o emprego, porque sei que posso perdê-lo a qualquer momento. a preocupação é com a decência”, escreveu o jornalista em seu perfil no Twitter. Ainda no microblog, Gabriel Saraceni, repórter do jornal Lance!, lamentou a notícia: “sem Ceará, demitido da Band, os treinos da manhã perdem muito em carisma. Boa gente, sempre de bom humor. Que volte logo”, tuitou o colega.

De acordo com o portal, novas demissões devem ocorrer no departamento de Esportes do canal. O jornalista Anderson Cheni revela em seu blog “Cheni no Campo” que a direção de Esportes da emissora está próxima de anunciar a contratação de mais um ex-jogador de futebol.

Ronaldo Giovanelli, ex-Rede TV e antigo companheiro de Neto nos tempos de jogador do Corinthians, é um dos nomes cogitados. Fala-se também no palmeirense Marcos, que acabou de se aposentar. Nenhum desses nomes foi confirmado pela Band.

Divulgado dossiê que poderá comprometer Teixeira e Havelange

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ENVOLVIDOS TERÃO 30 DIAS PARA RECORRER DA AÇÃO

O jornal suíço “Handelszeitung” publicou nesta terça (27) que um tribunal do país rejeitou a ação que impedia a divulgação dos documentos do caso ISL – que pode comprometer o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, e o presidente de honra da própria Fifa, João Havelange.

Com isso, o dossiê poderá ser aberto em até 30 dias, caso nenhuma das partes envolvidas recorra à ação. Há poucos dias o presidente da Fifa, Joseph Blatter, confirmou que uma medida evitava a abertura dos documentos.

Claudio Humberto

Estádios da Copa vão demorar até 198 anos para pagar custo

Valor Econômico – Rodrigo Pedroso | De São Paulo

 

As arenas esportivas que estão sendo construídas para a Copa do Mundo de futebol de 2014 nas 12 cidades-sede demorarão de 11 a 198 anos para se pagar, levando em conta o nível atual de rentabilidade dos estádios nos Estados em que serão erguidos, mostra estudo feito pela BSB – Brunoro Sport Business.

Também segundo a análise, os 12 estádios que foram escolhidos para os jogos da Copa custarão mais e terão receita menor depois da competição que aqueles construídos para as últimas duas edições da Eurocopa. Os piores prazos estão em Cuiabá, Natal, Brasília e Manaus e variam de 130 a 198 anos.

O estudo da BSB, uma empresa de consultoria esportiva, prevê dois cenários econômicos para as arenas da Copa após os jogos. O primeiro leva em conta o nível atual de renda do futebol no Estado em que elas estão sendo construídas. O segundo, mais otimista, prevê aumento do faturamento com a venda especial de camarotes, publicidade, shows, “naming rights” (venda do nome do estádio) e locação para outros eventos. No cenário otimista, os prazos para pagar o investimento variam de cinco a 45 anos.

No cenário mais pessimista (que considera o padrão atual de uso), a arena com a pior rentabilidade é a de Manaus. A previsão é que o seu faturamento anual depois do torneio fique em torno de R$ 2,51 milhões. Com o custo – até agosto – estimado em R$ 499,5 milhões, a arena esportiva demoraria 198 anos para se pagar. Contando com um aumento em diferentes frentes, a receita subiria para R$ 11 milhões anuais, com a obra se pagando em 45 anos. Nesse cenário, o Beira Rio, de Porto Alegre, se paga em 10,9 anos.

Para estimar o faturamento bruto nos dois cálculos, o estudo não levou em conta gastos com impostos, amortização de investimentos e manutenção. A receita com ingressos também ignorou a parte que cabe ao time mandante, por haver muita diferença por região.

– Veja aqui galeria de fotos dos estádios da Copa

– Estádios terão de buscar fontes de receita após torneio

 

O estádio Mané Garrincha, em Brasília – orçado em R$ 671 milhões -, não está na lista dos mais caros, mas só deve se pagar no próximo século. A estimativa pessimista é que o faturamento alcance o investimento em 167 anos, tempo pouco maior que os 155 anos do Estádio das Dunas, em Natal. Ao custo de R$ 400 milhões, a arena tem receita prevista em R$ 2,57 milhões anuais.

Mais rápida no retorno do investimento de R$ 342 milhões necessários à sua construção, a Arena Pantanal, em Cuiabá, vai equalizar o gasto em 130 anos, mantido o padrão atual do futebol de Mato Grosso, onde o Luverdense, time do Estado melhor colocado no cenário nacional, disputou a Série C neste ano. O clube da capital, o Cuiabá Esporte Clube, competiu na Série D e subiu este ano para a Série C.

De acordo com Marcelo Doria, presidente da BSB, o estudo mostra que o país precisa aproveitar melhor a estrutura que está criando. “Algumas arenas estão com o tempo de retorno muito longo. Precisamos repensar como tirar mais receitas, pois não vai ser bom para o esporte, como negócio, deixar esses lugares como ‘elefantes brancos’. Todo mundo fala do tamanho do investimento, mas seria mais saudável olhar para a eficácia dele”, afirmou para depois dar um exemplo de como uma arena multiuso é usada nos Estados Unidos. “O Staples Center, do Los Angeles Lakers, tem 70% da receita vinda de shows. No Brasil o esporte ainda não é tratado como entretenimento do jeito que fazem lá fora. É tudo muito concentrado na renda de bilheteria que vem do futebol”, diz.

Nos Estados mais rentáveis, onde estão os times com maior torcida e, consequentemente, maior oportunidade de um faturamento mais encorpado, nenhum estádio se paga em menos de uma década no cenário otimista, de acordo com o estudo. Os três maiores, Maracanã, Itaquerão e Mineirão, estão com previsão de retorno do investimento em 19, 22 e 18 anos, respectivamente. A Fonte Nova, em Salvador, com custo no nível dessas outras arenas (R$ 835 milhões) deve demorar 43 anos.

Na comparação com a construção e reforma de estádios utilizados para torneios na Europa, o prazo de retorno de investimentos nas principais arenas brasileiras é maior mesmo no cenário otimista. O Estádio do Dragão, do Porto, de Portugal, custou € 115 milhões (R$ 424 milhões) para servir à Eurocopa de 2004, quando o país sediou o torneio. O retorno do investimento veio sete anos depois. O Maracanã, estádio com melhor previsão de faturamento (R$ 110 milhões anuais), vai gerar os R$ 931 milhões previstos em sua reforma em 8,5 anos. O custo dos estádios brasileiros está dentro das previsões feitas até agosto deste ano.

A arena de Itaquera, em São Paulo, que conta com a segunda maior previsão de receita, está longe do retorno previsto para o estádio do Borussia Dortmund, da Alemanha, usado na Copa do Mundo de 2006. Enquanto os alemães demoraram quatro anos para reaver os R$ 550 milhões na reforma do estádio, a arena paulistana deve render os R$ 820 milhões orçados para sua construção em mais de nove anos.

A intenção do trabalho, diz Doria, é chamar atenção para a necessidade de mudanças nas atuais bases em que se gera renda com estádios no país. “Shows, locações, aluguéis de espaços, camarotes. Tudo isso tem que ser pensado para haver mais transferência de valor para essas arenas”, disse.

O estudo ainda ressalta o alto custo dos estádios brasileiros para a Copa. As 12 arenas, somadas, estão orçadas em RS 6,71 bilhões. O gasto é 32% maior do que foi dispendido pela África do Sul na última edição do torneio, e 46% maior do que o gasto pela Alemanha em 2006. O montante, no entanto, pode aumentar. Estimativas do próprio governo apontam que os gastos devem chegar a R$ 7 bilhões.

Neymar fica no Brasil mas é dos espanhóis

Deu hoje na coluna de Sonia Racy;

Neymar não foi para o Real Madrid, mas são espanhóis que estão garantindo sua permanência no Santos.

Na sua estratégia de aproximar o banco, cada vez mais, do Brasil, D. Emilio Botín aprovou. Anuncia hoje que Neymar é do Santander. O presidente mundial de um dos maiores bancos do mundo chegou a São Paulo ontem, vindo de Brasília. Lá, no fim da tarde de terça-feira, foi recebido por Dilma e Alexandre Tombini, do BC, que não são santistas, mas gostaram de saber do patrocínio.

Durante o encontro, além de versar sobre a crise na Europa, o banqueiro reafirmou sua total confiança no Brasil. E fez questão de explicar o modelo de governança do Grupo. A instituição trabalha com subsidiárias e não por meio de filiais. Isso permite, segundo Botín, um modelo de negócios diversificado e menos vulnerável. A grande diferença estaria na independência de cada unidade espalhada pelo planeta.

Neymar vai a São Paulo no início da tarde desta terça-feira para assinar contrato de patrocínio com o Santander e receber o prêmio de melhor jogador da última edição da  Libertadores, competição patrocinada pelo próprio banco. A premiação rende ao atacante US$ 60 mil (cerca de R$ 100 mil).

O banco privado ganhou a concorrência com o Banco do Brasil. A estatal caminhou à frente das negociações com o staff do jogador e o Santos durante um bom tempo, mas ficou sem Neymar já que o Santander cobriu a oferta final. Se consumada, a negociação engorda ainda mais o bolso do jogador que já empresta o rosto para Panasonic, Baruel, Nike, Nextel, entre outras.

Goleiro Bruno se separa e já fala em novo casamento mesmo na prisão

Depois de cinco meses de negociações, o ex-goleiro do Flamengo Bruno Fernandes de Souza separa-se oficialmente de Dayanne Rodrigues do Carmo Souza, com quem tem duas filhas, uma de cinco e outra de três anos.

O advogado de Dayanne, Francisco Simim, protocolou na tarde desta quarta-feira (23) os papéis da separação que devem ser homologados por um juiz da Vara de Família nos próximos dias. Com a separação, Bruno fica livre para casar-se com sua noiva, a dentista Ingrid Calheiros, com quem mantém um relacionamento desde quando ainda convivia com Dayanne.

“Há cinco meses tratamos deste assunto. Vimos a melhor forma de tratar de maneira consensual. Será um divórcio direto, ou seja, o juiz homologando, Bruno já pode marcar o casamento com a Ingrid”, explicou o advogado de Dayanne.

Simim disse que pelo acordo do divórcio cada uma das duas filhas receberá dois salários mínimos de pensão. Duas casas na região da Pampulha, em Belo Horizonte não entraram formalmente nos documentos da separação, mas já está acertado que cada um dos imóveis ficará com uma das partes: um com a mãe de Dayanne e o outro com a avô de Bruno.

Um sítio em Esmeraldas, na Grande Belo Horizonte, avaliado em aproximadamente R$ 800 mil também será repartido após a venda. Foi neste sítio que a ex-amante de Bruno, Eliza Samúdio, teria ficado em cativeiro antes de desaparecer. Bruno aguarda julgamento pelo envolvimento no desaparecimento na Penitenciária de Segurança Máxima Nelson Hungria, em Contagem, também na Grande Belo Horizonte.

Dayanne também é acusada de participação no desaparecimento de Eliza. Ela cuidou do filho de Bruno com a modelo, Bruninho, no período posterior ao desaparecimento de Eliza.

Dayanne tem trabalhado como professora particular. Ela visita frequentemente Bruno com as filhas e teria, recentemente, contado ao atleta que está grávida de um namorado. Ela não foi encontrada para comentar a suposta gravidez. Dayanne mantém uma boa relação com Bruno, apesar de constantes traições do marido. “A Dayanne me ajudou muito, é uma grande mulher. Ela me ajudou muito profissionalmente”, diz sempre Bruno a quem o visita na cadeia.

Em livro embargado pela Justiça, Aldo Rebelo faz acusações a presidente da CBF

O novo ministro do Esporte, Aldo Rebelo, cuja principal incumbência será desatar os nós existentes para a realização da Copa do Mundo de 2014, juntou sua paixão pelo Palmeiras e sua crença comunista para retratar no livro “Palmeiras x Corinthians – O Jogo Vermelho” os bastidores do amistoso entre os rivais, disputado em 1945 e cuja renda foi revertida para a campanha eleitoral do Partido Comunista do Brasil.

Mas a bibliografia de Aldo Rebelo conta com outra passagem ainda mais reveladora de seu conhecimento dos bastidores do esporte: “CBF/ Nike”, livro publicado em 2001 em parceria com o hoje secretário de Habitação de São Paulo, Silvio Torres (PSDB). Nele, Aldo foi fundo na investigação de irregularidades na entidade máxima do futebol, alvo de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) por ele presidida. As informações são do jornal Valor Econômico

Embargado pela Justiça, o livro tem como foco a atuação de Ricardo Teixeira à frente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). O dirigente é retratado como alguém que usa do prestígio da CBF para criar uma rede de influência no Congresso, com direito a doações polpudas a parlamentares em campanha e imerso em acusações de corrupção – das quais se defenderia, segundo o texto, contratando advogados pagos pela entidade. A Nike é retratada como uma empresa cuja influência adentra o campo e interfere na escalação da seleção de futebol.

A CPI do Futebol fora iniciada por iniciativa de Aldo, que no início de 1999 começou a recolher assinaturas para sua instalação. Desde o início, a pressão contrária por parte da chamada “bancada da bola”, composta por deputados ligados a dirigentes e clubes, foi imensa para que a CPI não alcançasse resultados efetivos. Seus representantes fizeram circular na imprensa que rejeitariam o relatório de Silvio Torres antes mesmo que ele estivesse pronto. Produziram até um relatório alternativo, desprovido de pedidos de indiciamento. Vendo os trabalhos correrem sério risco, Aldo e Torres decidiram encerrar a CPI sem que um relatório fosse votado.

Via Blog da Helena e Valor Econômico

Dilma vai afastar o Ministro dos Esportes

Dilma Rousseff, está tão preocupada com a crise do Ministério do Esporte que convocou uma reunião de emergência logo que chegou de Angola. Segundo o Estado de S. Paulo, ela já está certa de que o desgaste político de Orlando Silva é irreversível, e decidiu tirá-lo do comando da pasta. Mas a tendência é que o PC do B mantenha o controle do ministério.

A presidente Dilma Rousseff vai decidir sobre o futuro do ministro do Esporte depois de uma reunião com ele nesta sexta-feira para discutir as acusações de corrupção, disse uma fonte do governo.

“Ela quer se reunir com ele pessoalmente antes de tomar uma decisão”, disse a fonte, que está bem informada sobre o assunto, mas não está autorizada a discuti-la publicamente.

Orlando Silva é acusado de coordenar um esquema de desvio de recursos que seriam destinados a convênios com organizações não-governamentais firmados pela pasta no âmbito do programa Segundo Tempo. Esse desvio supostamente beneficiaria o ministro e seu partido, o PCdoB.

O escândalo ameaça atrapalhar os preparativos para a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016.

De acordo com a matéria do Estadão, Dilma ouviu os relatos do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, sobre o andamento das investigações contra Orlando no Ministério Público e na Polícia Federal.

A pedido de Orlando, a Advocacia Geral da União entrou com uma queixa-crime contra o policial militar João Dias Ferreira e o motorista Célio Soares Pereira, que o acusam de desvio de recursos no programa Segundo Tempo.

“Nós temos de ter muita seriedade nessa hora porque não apareceu nenhuma prova contra o Orlando”, falou o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, pouco antes de entrar na reunião emergencial com Dilma.

A saída de Orlando, porém, é considerada questão de tempo pelo Palácio do Planalto. Ainda segundo o Estadão, auxiliares de Dilma suspeitam de ações da Fifa e da CBF para desgastar o ministro.

Noiva de Cristiano Ronaldo posa nua para livro chamado “Culo” de traseiros femininos

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A supermodelo russa Irina Shayk, noiva de Cristiano Ronaldo, posou nua para um livro de fotografias dedicado às curvas femininas

Culo” é um livro que reúne imagens captadas pelo fotógrafo Raphael Mazzucco de belas mulheres despidas.

Irina Shayk, 25 anos, posou nua para o livro “Culo” (Rabo) tradução livre, que de acordo com Mazzucco é uma homenagem às curvas femininas.

Mazzucco refere no livro que as fotos são trabalhadas de forma artística.

A obra foi encomendada pelo rapper Diddy e pelo presidente da editora Interscope e produtor, Jimmy Iovine.

O livro estará à venda apenas durante o próximo mês de novembro.

Na Internet estão disponíveis alguns vídeos sobre o livro do fotógrafo Raphael Mazzucco onde é visível uma foto de Irina deitada numa cama com uma mancha azul sobre o corpo.

Ex-namorada diz que não teve “intimidade” com Richarlyson

A modelo Letícia Carlos, que ficou noiva do jogador Richarlyson após três meses de namoro em 2007, afirmou em entrevista ao jornal O Dia que nunca teve intimidades com ele.

– Muita gente diz que foi contrato. Mas foi namoro, sim. Honesto e verdadeiro. Felizmente, ou infelizmente, não rolou sexo.

Segundo ela, o namoro não foi uma armação – o problema, diz, era o jogador (atualmente no Atlético-MG) ficar muito tempo sem vê-la.

– Na época, ele foi convocado pela seleção, viajava muito e, talvez por isso, não aconteceu “os finalmentes”.

Letícia ainda revelou um lado mais romântico de Richarlyson, ao contar que ele a presenteava com bombons e ursinhos de pelúcia. Mas, quando questionam a sexualidade do jogador, ela é assertiva:

– Sempre que as pessoas se aproximam de mim, a primeira pergunta que fazem é se ele é gay. Eu digo que não. Pelo menos enquanto estava comigo, não.

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