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Funkeira Verônica Costa teria tentado matar o marido

Márcio Giovani Costa afirma que funkeira comandou sessão de tortura e espancamento contra ele, por quase 20 horas

O marido da funkeira Verônica Costa, Márcio Costa, de 34 anos, foi à 42ª DP (Recreio dos Bandeirantes), para registrar queixa, acusando a mulher de tortura e tentativa de homicídio.

Costa  afirma que estava na residência do casal, em Vargem Grande, na zona oeste, quando a sessão de tortura começou por volta de 21h30 de segunda-feira (21).

O espancamento e a tortura – com ameaças de atear fogo em um produto inflamável que jogaram no seu corpo – teriam sido comandados por Verônica.

De acordo com o depoimento de Márcio, o motivo das agressões seria a desconfiança de Verônica de que ele tenha uma amante. A funkeira também o teria ac

 

De acordo com o empresário, que estava com o corpo bastante machucado, na noite de segunda-feira, o irmão, a irmã, o cunhado e o padrasto da funkeira foram até a casa do casal e, por ordem de Verônica, teriam amarrado ele no banheiro, com correntes, cordas e cadeados.

Uma venda teria sido colocada em sua boca e olhos. Em seguida, ele teria sido agredido.

Verônica é conhecida como a mãe loura do funk
Ele fugiu por volta das 17h de ontem. Após pular o muro da casa, pediu ajuda a um vizinho. Policiais o levaram à delegacia e, depois, Márcio foi ao IML fazer exame de corpo de delito. Verônica Costa não foi encontrada em casa pelos policiais.

Esta não foi a primeira vez que o casal é envolvido em polêmicas. Em outubro do ano passado, Verônica acusou Márcio de agressão e registrou o caso na Delegacia da Mulher, em Jacarepaguá. Márcio é sobrinho de Rômulo Costa, primeiro marido de Verônica.

Funk é aprovado como movimento cultural

A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou por unanimidade na noite desta terça-feira o projeto de lei que transforma o funk em um movimento cultural e musical de caráter popular. O texto, de autoria dos deputados estaduais Marcelo Freixo (PSol) e Wagner Montes (PDT), seguirá para o governador Sérgio Cabral, que terá 15 dias úteis para sancioná-lo.

funk deixa de ser tratado pela polícia para ser tratado pela cultura

funk deixa de ser tratado pela polícia para ser tratado pela cultura

“O funk deixa de ser tratado pela polícia para ser tratado pela cultura. Essa é uma grande justiça que a assembleia faz com o Rio de Janeiro”, declarou Marcelo Freixo. “Não tem porque calar o funk porque é som de preto e favelado que quando toca ninguém fica parado”.

O projeto de lei aprovado assegura a realização de manifestações próprias relacionadas ao funk. De acordo com a norma, os assuntos relativos ao estilo musical devem ser prioritariamente da competência de secretarias ou outros órgãos ligados à cultura. O texto também proíbe qualquer tipo de discriminação e preconceito contra o funk.

“O importante deste ato de hoje é que a partir de agora a gente vai poder dar um tratamento igualitário ao funk, já que lei anterior era muito discriminatória”, disse a secretária estadual de Cultura, Adriana Rattes. Ela ressaltou que o funk não é um ritmo reconhecido somente no Brasil, mas no restante do mundo também.

Bailes e raves

A Alerj também aprovou por unanimidade nesta terça-feira o projeto que revoga a lei que estabelece regras para a realização de eventos de música eletrônica, raves e bailes funk. De autoria dos deputados Marcelo Freixo (PSol) e Paulo Melo (PMDB), o texto seguirá para o governador Sérgio Cabral que vai ter 15 dias úteis para sancioná-lo.

Alvo de críticas dentro da própria Alerj e entre artistas, a lei que restringia os bailes funk e as raves foi aprovada em 2008. Entre as regras, estabelecia-se a necessidade de envio de documentos à Secretaria de Estado de Segurança Pública com detalhamento da expectativa de público, número de ingressos colocados à venda, limite de duração e necessidade de monitoramento de câmeras.

“A proibição inibia e jogava o funk para a marginalidade, para dentro da favela. O funk é da favela, mas ele também canta para o asfalto. A partir de hoje, a favela vai voltar a cantar para o asfalto”, avaliou o DJ Malboro.

Para Rômulo Costa, a aprovação dos projetos nesta terça-feira é somente o primeiro passo. Segundo ele, ainda há muito trabalho pela frente. “Agora temos que criar mecanismos para que a gente possa realizar os bailes. Antes a gente tinha que pedir autorização à polícia e agora nós temos que comunicar para haver o baile”, declarou.

Tati Quebra-Barraco será avó

Divulgação/Divulgação

Tati Quebra-Barraco

Segundo informações publicadas neste domingo, 8, na Folha Online, a funkeira Tati Quebra-Barraco aguarda ansiosa a chegada de seu primeiro neto. Aos sete meses de gravidez, Carol, filha da cantora também está na expectativa pela chegada do bebê.

Na sexta-feira, 6, Tati desembarcou em São Paulo onde será submetida a mais uma cirurgia de lipoaspiração. Será a quinta operação feita pela cantora e a clínica escolhida foi a Santé, preferida pelos famosos como Clodovil.

Humor: Funk da Luana X Dado…veja o clip

A briga entre Luana Piovani e Dado Dolabella continua rendendo frutos. Após a baixaria, as visitas à delegacias e aparições públicas de ambos, o final do romance virou até funk. Um jovem, identificado como João Brazil, compilou cenas de novelas e entrevistas de ambos e fez um funk impagável.

Confira:

Travesti dança funk após audiência com Ronaldo

O travesti André Luiz Ribeiro Albertini, conhecido como Andréia Albertini, acusada pelo jogador Ronaldo de extorsão, dançou funk ao lado do cantor MC Palito em frente à 23ª Vara Criminal do Rio de Janeiro, nesta sexta-feira, após participar de audiência do processo.

A audiência começou pouco antes das 14h e terminou por volta das 18h30. Após o procedimento, Andréia se encontrou com MC Palito e os dois promoveram uma apresentação com uma música feita sobre o episódio envolvendo Ronaldo, na porta do Fórum do Rio de Janeiro.

O travesti tirou a calça e o blazer, ficando com uma minisaia e um top para dançar ao lado do funqueiro.

A música em questão, chamada Mulher Berinjela, ironiza o caso em que Ronaldo foi parar na delegacia após levar três travestis para um motel. Um dos trechos da canção, inclusive, cita o jogador. “Eu não pego ela / E quem pegou é maluco / Sabe quem pegou? / Só Ronaldinho”.

Ao prestar depoimento no início do processo em que é acusada de extorsão, Andréia Albertini voltou a dizer que fez programa com Ronaldo e que houve uso de drogas. À Justiça, a travesti disse ainda que havia mudado o depoimento na delegacia, negando todo o episódio, por ter sido coagida na delegacia. O delegado Carlos Augusto Pinto disse que não houve coação e que ela já mudou de depoimentos três vezes.

“Não importa saber se houve programa ou não. Ela já mudou o depoimento três vezes. Como ela foi coagida se estava com três advogados?”, indagou o delegado.

Terra/G1

Sobrinha de Gretchen: virgindade no funk

O vídeo estrelado por Caroline Miranda, sobrinha de Gretchen, é um dos novos fenômenos da Internet. Desde que foi disponibilizado, há pouco mais de uma semana, o clipe figura na lista dos mais vistos no YouTube, sendo que é o campeão desta semana, com quase 200 mil acessos.

“Meu Selinho”, primeiro trabalho da garota de 19 anos, foi gravado ao lado do paulista MC Lip e debate a suposta virgindade da cantora. Enquanto Lip defende que virgindade “é coisa do passado”, Caroline se esquiva e afirma no refrão: “não quero perder o selinho, eu só quero dar beijinho”, para depois arrematar, “ai, minha tia não vai gostar”.

Depois de “Meu Selinho”, Caroline pretende gravar outra canção – é “Baba Cachorrão”, escrita por Thammy Gretchen, que almeja atualizar o “Melô do Piripipi”, sucesso na voz de Gretchen de década de 1980.

IGNF

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