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Senado paga despesas de ex-senadores

Os ex-senadores Carlos Chiarelli e José Fogaça ( foto) tiveram despesas de saúde – médicas, odontológicas e/ou psicológicas – ressarcidas pelo Senado em 2008. Chiarelli recebeu cerca de 15 mil reais, embora tenha deixado aquela Casa há 18 anos.
O atual prefeito de Porto Alegre, cujo mandato de senador se encerrou em 2002, teve direito 4,8 mil reais de ressarcimento do Senado, referentes a despesas do ano passado.
As informações sobre os gastos de saúde de ex-senadores e seus dependentes foram publicadas na terça-feira (24), com exclusividade, pelo site Congresso em Foco. A reportagem se ampara em dados do Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi).

Segundo a matéria, assinada por Edson Sardinha e Lúcio Lambranho, 45 ex-senadores e dependentes totalizaram gastos de cerca de 1,2 milhão de reais em 2008. A íntegra da matéria e a lista de todos os ex-senadores que tiveram despesas ressarcidas em 2008, com os respectivos valores, pode ser conferida aqui.

O pagamento de despesas de saúde de ex-senadores está previsto em atos normativos da Mesa Diretora do Senado, que o Congresso em Foco também detalha, aqui. Nos últimos dez anos, a conta de despesas de saúde de senadores e ex-senadores é de quase 17 milhões de reais, ainda de acordo com informações levantadas pelo site.
RS/Urgente

Porto Alegre: Fogaça amplia vantagem

José Fogaça (PMDB) ampliou sua vantagem nas intenções de voto em relação a Maria do Rosário (PT) na disputa em segundo turno pela Prefeitura de Porto Alegre. Na menção estimulada, Fogaça obteve 54,5% das preferências dos eleitores ouvidos na segunda pesquisa Correio do Povo/Methodus após a eleição do dia 5, uma vantagem de 17,5 pontos percentuais sobre Maria do Rosário, que ficou com 37%.

Na pesquisa anterior, publicada dia 13 de outubro, a vantagem de Fogaça era de 12,5 pontos percentuais. Se forem considerados apenas os votos válidos, excluindo-se os eleitores indecisos e os que pretendem votar em branco ou anular o voto, a vantagem de Fogaça é de 19 pontos percentuais, pois seu índice vai para 59,5% e o de Maria do Rosário passa para 40,5%.

Na pesquisa anterior, eles obtiveram, respectivamente, 56,8% e 43,2% dos votos válidos, com uma diferença de 13,6 pontos percentuais em favor de Fogaça. Na eleição de primeiro turno, Fogaça teve 43,8% dos votos válidos. Maria do Rosário, a segunda colocada, ficou com 22,7%.
Na menção espontânea da pesquisa, na qual foram ouvidos 1.050 eleitores de diversos bairros da Capital, Fogaça também é o nome mais lembrado, registrando 52,3% das citações. Maria do Rosário aparece com 35,5% das citações. Em relação à pesquisa anterior, o percentual de José Fogaça cresceu 1,6 ponto percentual, enquanto o da candidata do PT registra queda de 2,5 pontos percentuais. O

levantamento aponta que o percentual de eleitores ainda indecisos é de 7%.
A pesquisa Correio do Povo/Instituto Methodus também perguntou aos eleitores ouvidos em quem eles votaram no dia 5.

CP

Porto Alegre: Fogaça e Rosário no 2 turno

O segundo turno das eleições 2008 está definido em Porto Alegre. José Fogaça (PMDB) e Maria do Rosário (PT) são os candidatos que estarão na segunda etapa da disputa.

O segundo turno das eleições 2008 está definido na capital do Estado. José Fogaça (PMDB) e Maria do Rosário (PT) são os candidatos que estarão na segunda etapa da disputa.

Com 43,85% (346.427) dos votos válidos, Fogaça ficou em primeiro lugar. A petista alcançou 22,73% (179.587) da preferência.

Em terceiro lugar, Manuela D’Ávila atingiu 15,35% (121.232) dos votos.

Luciana, 9,24%
Onyx, 4,91%
Marchezan Júnior, 2,84%.

Os demais candidatos conseguiram menos de 1% dos votos.

Ao todo foram 40.460 votos em branco (4,66%) e 38.618 nulos (4,44%)

As eleições do segundo turno foram agendadas para o dia 26 de outubro.

ClicRBS

Záchia sai da campanha de Fogaça

O Coordenador político da campanha de José Fogaça em Porto Alegre, o deputado estadual Luiz Fernando Záchia ( a direita na foto ) emitiu a seguinte nota comunicando seu afastamento da função. Záchia contesta dados enviados ao Ministério Público de Contas, os quais levantariam suspeita de enriquecimento ilícito.

Leia a íntegra da nota:

Em relação as matérias veiculadas pela imprensa, venho a público prestar os seguintes esclarecimentos, a fim de repor a verdade dos fatos:
1. A denúncia apresentada ao Ministério Público de Contas do TCE não guarda relação com a minha realidade patrimonial.
2. O objeto da denúncia refere que, quando chefe da Casa Civil do Governo do Estado, em 2007, teria adquirido um apartamento de cobertura em bairro nobre da Capital. Não comprei, não possuo e não moro em uma cobertura.
Na verdade troquei de apartamento no ano de 2007, comprando em construção o apartamento – não uma cobertura- e dando como parte de pagamento o imóvel em que residia.
3. Ainda, também no ano de 2007, teria adquirido terreno e edificado uma casa no litoral gaúcho. Igualmente não é verdade. Na verdade comprei um terreno de forma parcelada em condomínio na praia no ano de 2003, onde posteriormente construí minha residência.
Nem as datas, nem as características dos imóveis, nem os valores, das transações correspondem a realidade da citada denúncia.
Para finalizar, reafirmo que todas as informações , contrato de compra e venda, declaração de imposto de renda meu e de minha família, assim como demonstração de rendimentos, relação de bens e contratos de prestação de serviços, foram encaminhados, por iniciativa própria, ao Procurador do Ministério Público de Contas.
Em função da possibilidade dos fatos noticiados interferirem no processo eleitoral em curso, buscar sobretudo, confundir os eleitores e proporcionar dúvidas quanto a postura de retidão da campanha da coligação “Cidade Melhor Futuro melhor” , comuniquei ao meu partido a decisão de me licenciar da Coordenação Política da campanha, para que tais inverdades não sejam exploradas politicamente.

Informo ainda que, face aos prejuízos causados a minha imagem de homem público, constituí representante legal para buscar na Justiça a devida reparação.
Dep. Estadual Fernando Záchia
26 DE SETEMBRO DE 2008″

Porto Alegre: reaproveitar água agora é lei

O prefeito José Fogaça sancionou ontem a lei que institui o Programa de Conservação, Uso Racional e Reaproveitamento das Águas nas Edificações.

O projeto, de autoria do vereador Beto Moesch (PP), foi aprovado em junho pela Câmara e visa promover medidas para melhor aproveitamento da água. Os novos prédios deverão captar, armazenar e utilizar a água da chuva e as águas servidas (da pia, chuveiro e tanque) para serviços de limpeza, manutenção de jardins e descarga de vasos sanitários.

Além disso, serão instalados nos edificios hidrômetros individuais para medição do volume de água consumida. No caso de construções já existentes e reformas, poderão ser cadastradas edificações que aderirem ao programa para receber incentivos tributários. ‘A lei é fundamental para a Capital. Finalmente, Porto Alegre ingressa no século XXI no uso racional da água’, afirmou Moesch.

CP

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