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Mudanças no YouTube acabará com o Firefox

O YouTube anunciou que vai usar um player experimental em HTML 5 que usa o codec H.264 ao invés do Adobe Flash. O novo sistema funciona com o Chrome e o Safari, mas não com o Firefox.

Mudanças no  YouTube podem acabar com o Firefox

É um problema crítico para a Mozilla, que pode perder mercado, uma vez que boa parte do tráfego da Internet vem do YouTube.

Num post no seu blog , o vice-presidente de desenvolvimento da Mozilla, Mike Shaver, diz que a decisão envolve também questões financeiras: para licenciar as patentes do H.264, seriam necessários 5 milhões de dólares, ao ano.  Shaver esclarece que este tipo de investimento tornaria o Firefox inviável.

Firefox sob ataque de hackers; como se proteger

Preste atenção, porque a coisa é séria. Especialistas em segurança acabam de divulgar que o Firefox contém uma falha ‘altamente crítica’, que coloca em xeque a segurança do computador. Basta visitar um site que contenha determinados códigos (em JavaScript), e o Firefox explode – sofre o chamado estouro de buffer, condição que permite deletar arquivos ou infectar o PC com vírus. É um problema muito grave; à altura das piores falhas do Internet Explorer.

E transforma a internet num verdadeiro campo minado. Afinal, ao entrar num site, você não tem como saber se ele tem o JavaScript venenoso. Ainda não há uma correção para o problema – a atualização do Firefox deve levar alguns dias, ou uma semana. Até lá, a solução para ficar protegido é instalar a extensão NoScript, que já tinhamos recomendado aqui no blog. Com essa extensão, você pode controlar quais sites têm autorização para rodar scripts no navegador (e páginas desconhecidas têm os scripts automaticamente bloqueados).

Instale o NoScript, ok? E passe a dica para os seus amigos que usam o Firefox.

Firefox é o programa menos seguro

Empresa faz lista dos 12 aplicativos mais vulneráveis e – quem diria? – deu Firefox na cabeça.

A Bit9, empresa de segurança americana, analisa aplicativos quanto aos riscos que oferecem no uso corporativo. Nesta quinta-feira, 11/12, ela publicou seu ranking anual dos programas mais arriscados.

Trata-se de um estudo reservado que tem por título 2008’s Popular Applications with Critical Vulnerabilities. Do total de estudos a Bit9 revelou o que ela chama de Dirty Dozen (algo como os 12 mais sujos).

Veja a lista:

1. Firefox, da Fundação Mozilla

2. Flash e Acrobat, da Adobe

3. VMware Player e VMware Workstation, da VMware

4. Java Runtime Environment, da Sun

5. QuickTime, Safari e iTunes, da Apple

6. Produtos Norton, da Symantec

7. OfficeScan, da Trend Micro

8. Produtos Citrix, da Citrix

9. Aurigma e Lycos, gerenciadores de imagens

10. Skype, da Skype

11. Yahoo! Assistant, da Yahoo!

12. Windows Live Messenger, da Microsoft

A empresa explica que, no ano passado, somente dez produtos foram destacados com esse antiprêmio. Agora, a lista foi expandida para doze.

Os critérios utilizados, são de que o aplicativo participante: 1) roda no Windows; 2) é conhecido no mercado e alvo de muitos downloads pelo consumidor; 3) não é classificado como produto malicioso pelas organizações de TI e empresas de segurança; 4) contém no mínimo uma vulnerabilidade, descoberta a partir de janeiro de 2008 e registrada no NIST (instituto americano de padrões) com severidade classificada entre 7 e 10 no sistema CVSS; 5) depende do usuário final, e não de uma administração central, para ser atualizado.
INFO

Firefox terá sistema para “navegar escondido”

Depois de os navegadores Internet Explorer e Chrome implementarem o sistema de navegação privativa, que esconde os rastros de acesso à rede, o Firefox também deve adotar a ferramenta. O sistema deve ser incluído na versão 3.1 do navegador.

No sistema de navegação privativa, que muitos consideram uma funcionalidade para acesso a sites pornográficos sem deixar vestígios, as páginas pesquisadas pelo internauta não entram no histórico, os cookies não são armazenados, nem as palavras digitadas em formulários.

O Internet Explorer 8 tem o sistema em sua segunda versão de testes (beta 2), assim como o navegador Chrome, lançado pelo Google na semana passada. Isso forçou a Fundação Mozilla a também adotar a ferramenta.

Em um site para programadores o chefe de desenvolvimento do Firefox, Mike Connor, afirma que o objetivo é que os usuários não possam ser rastreados quando fazem “coisas privadas”. Deve haver uma separação clara entre a parte pública e privada do navegador.

Segundo os criadores desse tipo de recurso, a idéia é manter a privacidade na internet e melhorar a segurança para acesso a sites como de bancos. Entretanto, o sistema também pode ser utilizado por crianças e adolescentes para esconder dos responsáveis as suas ações na rede.

Computer World

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