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Educação: Para educar os filhos, eles os tiraram da escola

 

E não se arrependeram

Violência, amizades indesejadas, bullying, desvirtuamento de valores morais ou religiosos. Por vários motivos, cresce o número de famílias que rejeitam o ensino tradicional e educam os filhos em casa. Em Minas há cerca de 200, segundo a Associação Nacional de Educação Domiciliar (Aned). Apesar de estarem satisfeitos com a aprendizagem, esses pais correm risco de responder a processos judiciais, por descumprimento do Estatuto da Criança e do Adolescente, que exige a matrícula na rede regular, e por abandono intelectual, previsto no Código Civil. A regulamentação da prática, porém, chegou à Câmara dos Deputados, onde é objeto de um projeto de lei em tramitação e de debates por uma frente parlamentar.

Esta  precariedade do ensino público, drogas, imposição de ideologias, doutrinas dos professores e até mesmo o medo de bullying são alguns dos motivos que levam pais a tomar a decisão de transformar a sala de estar de suas casas em sala de aula para seus filhos. A prática, conhecida como educação domiciliar, ou homescholling em inglês, não é regularizada no Brasil, porém estimativas da Associação Nacional da Educação Domiciliar (ANED) apontam que pelo menos 400 famílias optam por esta modalidade de ensino no País.

Os dados são de Fabio Schebella, professor, diretor pedagógico da ANED e escritor do blog Por uma Aprendizagem Natural, que traz informações sobre a prática e dá um espaço virtual de discussão sobre a temática. Segundo Schebella, a falta de regularização desta modalidade no País coloca os pais ou responsáveis em risco. Se denunciados ao Conselho Tutelar, podem responder ao Ministério Público por “evasão escolar”, termo que designa o abandono da escola por parte de menores e é considerado crime, punido com detenção.

É o caso de uma família de Serra Negra, interior de São Paulo, que foi denunciada ao Conselho Tutelar, por optar pela educação domiciliar como forma de educar as filhas de 9 e 11 anos de idade. O pai, americano, e a mãe, brasileira, tomaram essa decisão por terem considerado a qualidade de ensino do colégio baixa. Para eles, a escola brasileira acarretaria atraso para as duas filhas, que passaram seis anos frequentando escolas americanas. No final do ano passado, os dois responsáveis se tornaram alvos do Conselho Tutelar e do Ministério Publico Estadual da cidade, que exigem que eles cumpram o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e a Lei de Diretrizes e Bases (LDB), matriculando as duas crianças em escola regular.

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Pesquisa: homens querem filhos, mulheres não

Já não se fazem mais mulheres como antigamente – e nem homens. Hoje, quase dois de cada três homens querem ser pais, enquanto só 43% das mulheres querem ser mães.

São dados de uma pesquisa feita pelo site ParPerfeito, que entrevistou 20 mil solteiros no país. Na mesma pesquisa, 55% das mulheres afirmam que não se relacionariam com homens desempregados.

Esse número cai para 11% entre os homens. Nesse segmento da pesquisa, pelo que se vê, há indícios da mulher de antigamente, acostumada em ver o homem como provedor.

Filhos: sancionada lei para guarda compartilhada

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta sexta-feira (13) uma lei que prevê guarda compartilhada a filhos de pais separados. A nova regra determina aos juízes que dêem prioridade a este tipo de convivência, que permite ao pai e à mãe dividir decisões envolvendo a vida material, educacional, social e o bem-estar dos filhos.

Antes da aprovação da lei, a Justiça costumava adotar a guarda unilateral e tendia a concedê-la preferencialmente para as mães. Com a possibilidade de ampliação das concessões de guarda compartilhada, além de pagar de pensão, os pais devem ser obrigados a participar ativamente da formação educacional dos filhos.

A nova lei permite também que a criança passe um período sob a guarda do pai e outro sob a responsabilidade da mãe, além de poder haver a distribuição de atribuições específicas para cada um dos genitores.

O juiz passa a contar também com o auxílio de psicólogos, assistentes sociais e pedagogos para embasar sua decisão e decidir o melhor para a criança levando em conta o cotidiano dos pais. Apenas quando não for possível formar essa equipe, o Judiciário consultará o Conselho Tutelar para tomar a decisão.

AGB

Madonna: “a mãe determina o sexo dos filhos”

Em entrevista à revista “Vanity Fair” americana de abril, Madonna garante que é a mãe ou o pai quem determina o sexo dos próprios filhos. Na teoria da popstar – que tem muito a ver com os ensinamentos da Cabala – não existe acaso: inconscientemente os pais escolhem se vão ter um menino ou uma menina.

* O assunto até rendeu uma discussão entre a cantora e o repórter. Veja:

Madonna: Você tem uma filha?
Repórter: Não, três meninos.
(Madonna encara o jornalista com aquele olhar de acusação)
Repórter: Não fui eu que escolhi! Aconteceu.
Madonna: Você acredita nisso? Você acha que simplesmente aconteceu?
Repórter: Então quem decide isso?
Madonna: Você decide, sua “patroa” também.
Repórter: A gente escolhe os filhos que a gente quer?
Madonna: Você escolhe. Sua alma escolhe.
Repórter: Você acredita que o meu “interior” queria meninos?
Madonna: Inconscientemente, sim.

Em se tratando de Madonna, quem duvida de que ela realmente tenha esse poder?

Vanity F

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