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Preciosidade histórica: a canção que Chico Buarque cedeu para FHC candidato a prefeito

Da Coluna do Ricardo Setti na VEJA:

Amigos, este vídeo é uma preciosidade histórica — da época em que Chico Buarque, hoje adepto de carteirinha do lulo-petismo, vestiu até literalmente a camisa da campanha do então senador Fernando Henrique Cardoso para prefeito de São Paulo, em 1985, pelo PMDB.

Entre outras manifestações de apoio, o compositor cedeu sua canção “Vai passar” para, com letra do jornalista Aloísio Falcão e interpretação do próprio Chico, ser transformada no jingle “Vai ganhar” (“Vai ganhar/ Fernando Henrique/o voto popular…”)

A candidatura sem chance de vitória de Eduardo Suplicy, pelo PT, subtraiu votos que FHC certamente teria contra o ex-presidente Jânio Quadros, que venceu por uma margem de 100 mil votos.

Confira, que é muito interessante:

FHC: mais um filho fora do casamento

Fernando Henrique Cardoso vai reconhecer seu outro filho, Leonardo dos Santos Pereira, que teve com a empregada doméstica?
Vários comentaristas escreveram para o blog da Tribuna, indagando sobre os dois filhos que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso teve à margem de seu casamento com Dona Ruth Cardoso.
Era sabido que na década de 90 o ex-presidente teve um filho com a repórter Miriam Dutra, que foi então literalmente “asilada” em Barcelona pela Rede Globo, a pedido do próprio FHC. O jovem chama-se Tomas e há alguns foi reconhecido por FHC, mas só depois que a mãe decidiu mover processo judicial.
Criado na Espanha desde pequeno, Tomas depois foi para a Inglaterra, onde se formou no Imperial College, em Londres, numa cerimônia assistida pelo próprio pai, cheio de orgulho, vejam só como as coisas mudam quando a Justiça se movimenta. Recentemente, o novo integrante do clã Cardoso se mudou para os Estados Unidos, onde hoje estuda Relações Internacionais na George Washington University.
Foi em 19 de novembro que se descobriu um segundo caso de filho natural do ex-presidente FHC. A notícia foi dada pelo colunista Claudio Humberto, ao relatar que há pouco mais de 20 anos o então senador Fernando Henrique Cardoso tivera um romance com a empregada doméstica Maria Helena Pereira, que trabalhava em seu apartamento na capital.
Desse relacionamento nasceu um filho, que se chama Leonardo dos Santos Pereira e está hoje com vinte e poucos anos. Mãe e filho trabalham no Senado Federal. Maria Helena é copeira e serve cafezinho aos gabinetes da Ala Teotônio Vilela, enquanto Leonardo trabalha como carregador (auxiliar de serviços gerais) na Gráfica do Senado.
É interessante lembrar que FHC vivia dizendo que tinha um pé na senzala. E era mais do que verdade. Além de ser mestiço, como praticamente todos os brasileiros, ele acabou tendo filho com uma afrodescendente que o impressionou pela formosura. Leonardo é considerado muito parecido com o pai. E foi por isso, aliás, que a mulher de FHC, Dona Ruth Cardoso, decidiu demitir a empregada.
Mas o romântico FHC não deixou Maria Helena desamparada de todo. Comprou dois apartamentos tipo quitinete para ela e uma loja na periferia de Brasília, que está alugada. Infelizmente, não ofereceu ao filho Leonardo as mesmas oportunidades que foram garantidas ao meio-irmão Tomas, filho da jornalista. E até agora também não o reconheceu o filho Leonardo.
Deveria fazê-lo, seguindo o exemplo de Roberto Carlos. Mas não o fará. Por isso, RC é e sempre será Rei, enquanto FHC é apenas mais um ex-presidente.

Carlos Newton
Fonte: Tribuna da Imprensa

Artigo: A política e a bebida

O repórter Jorge Bastos Moreno escreveu ontem (24), em ‘O Globo’, a mais deliciosa matéria desse final de semana.

O hábito dos políticos com a bebida.Eis o seu texto:
“Se a Lei Seca estivesse em vigência há 30 anos, o senador Aécio Neves, flagrado semana passada numa blitz no Rio, não estaria sozinho, mas numa galeria de ilustres homens públicos que prestaram relevantes serviços ao país. Pela carteira de habilitação vencida e, principalmente, pela recusa do teste do bafômetro – reação confessa de ingestão de bebidas.

Homens públicos que sempre fizeram da política sua única atividade profissional geralmente são muitos desorganizados e delegam a terceiros a atualização de seus documentos. E a habilitação nunca esteve entre suas prioridades, até porque quase nunca dirigem.

Mas o quesito que chama mais a atenção da opinião pública, o de ter ingerido álcool, é, paradoxalmente, a coisa mais comuns entre os políticos. Beber é da atividade. Se não, como atravessar noites debatendo com aliados e adversários e, também, em casa, aliviar o estresse do dia a dia.
Aliás, uma das máximas da política é não confiar em quem não bebe. Não conheci um bom político que não bebesse. E bem. Entre eles, vários ex-presidentes, ex-governadores e ex-chefes do Poder Legislativo.

Se todo mundo bebe, por que somente o ex-presidente Lula carregou a fama? Por preconceito a um operário que chegou à Presidência da República? Claro que não. Seu antecessor, Fernando Henrique Cardoso, como veremos adiante, também era bom de copo, assim como seus antecessores.

A fama de Lula só ultrapassou o círculo fechado da política porque o petista nunca cometeu a hipocrisia de esconder de ninguém que bebia. Então, Lula não foi profissional na arte de beber? Hipocritamente falando, não. Nem ele nem Aécio Neves. Por isso sempre foram os mais visados.

Como temente a Deus e partidário da tese de que “aqui se faz, aqui se paga”, tenho uma convicção mais mística sobre as razões de Lula ter pagado um preço por um hábito que é, na verdade, praticado pela maioria dos políticos e pelo próprio povo brasileiro (ainda semana passada, pesquisas revelaram que a população está bebendo mais).

É forte o que vou dizer agora, mas me baseio nos fatos, naquilo que Ulysses Guimarães dizia: “Sua Excelência, o fato”. Contra fatos, não há argumentos: Lula, estranhamente, sempre foi preconceituoso com a bebida, por mais que gostasse dela. Amigos mais íntimos atribuem isso a traumas sofridos na infância.

Quando se afastou do governo Itamar Franco, entre outras alegações, Lula dizia que o presidente preterira a indicação do renomado jurista Raymundo Faoro pela “daquele pinguço do Maurício Corrêa”, que, por uma dessas peças da vida, veio a presidir o Supremo Tribunal Federal na gestão do petista. Corrêa, como presidente do STF, infernizou a vida de Lula, lembram?

Outra prova do preconceito de Lula contra a bebida ocorreu na campanha de 1998, contra Fernando Henrique. Em vários comícios, inclusive um na Praça da Sé, em São Paulo, Lula tentava desqualificar o prestígio internacional do adversário dizendo que seus maiores amigos eram “um maníaco sexual ( Bill Clinton ) e um cachaceiro ( Boris Yeltsin)”. Bem, quando o “NYT” fez o mesmo com ele, Lula quis expulsar o correspondente do jornal.

Mas as famas de Lula e de Aécio são totalmente injustas se olharmos para a famosa galeria dos bons de copo, que, entre tantos ilustres, inclui o próprio FH, Ulysses, Tancredo Neves, Itamar, Severo Gomes, Sepúlveda Pertence, Nelson Jobim, José Eduardo Dutra, Jarbas Vasconcelos, Sérgio Cabral, Miguel Arraes, Marcello Alencar, Hélio Garcia, Marcelo Déda, Jaques Wagner, e vou parar por aqui para não ser injusto com os que não estão nessa seleta relação. Escolhi, propositadamente, os mais corretos, até para deixar claro que beber não é crime. Crime é roubar. E, geralmente, o político corrupto não perde a sobriedade para não perder uma jogada. Eles quase não bebem. Daí a desconfiança na política contra os abstêmios.

Fernando Henrique sempre foi um bebedor sofisticado, discreto. Poucas vezes foi flagrado “mais alegre”, a não ser em duas ocasiões que, até a publicação desta matéria, permaneciam no círculo restrito da política. Uma vez, como senador, em Porto de Galinhas (PE), com os falecidos Ulysses Guimarães e Carlos Wilson. Os três tentavam dominar um “bugre”. Até hoje, não se sabe quem estava mais bêbado.

Em outro episódio, também no litoral nordestino, FH, na Praia do Francês (AL), chegou a ficar quase nu num mergulho. Foi fotografado pelas costas com a bunda de fora. A autora da foto, procurada agora por mim para ilustrar este texto, disse que a vítima sempre soube da existência da foto, mas nunca se preocupou com ela, nem nas campanhas eleitorais, pois sabia que estava entre amigos. Além do mais, a própria imagem deixava claro ter sido acidente banal e não uma exibição. Eu queria ter essa autoconfiança do FH.

Já Ulysses era bebedor profissional, tão profissional que era difícil percebê-lo bêbado. Já tinha a vantagem de falar normalmente com a língua enrolada e de não ter sentido de direção: só, não conseguia chegar nem a sua casa – o que era comprometedor para quem bebia, no seu caso era característica bem conhecida. Dos políticos que conheci, Ulysses talvez fosse o que melhor sabia beber bem e sofisticadamente, e, repito, embriagar-se sem parecer bêbado. Poderia contar aqui algumas histórias de Ulysses. Mas é absolutamente desnecessário. Ou vocês acham que um homem que criou a “turma do poire” – aguardente de pera mais forte que a nossa cachaça, que derruba o freguês só pelo perfume embriagador – precisa de mais histórias? Integrante daquele clube que mandava no país na época, Ibsen Pinheiro certa vez revelou: “Boa, só a turma, o poire é muito ruim.” Que blasfêmia! Não havia um chefe político dos locais mais distantes do país que não recebesse Ulysses com uma garrafa de poire.

Tancredo Neves não ficava para trás. Sua preferência eram os vinhos. Certa vez – e esta história foi espalhada por Ulysses – numa bebedeira na casa de uma amiga em Brasília, às vésperas da Semana Santa, Tancredo subiu na mesa e, solenemente, fez um convite geral:
– Minha São João del Rey é paradoxalmente a cidade mais profana e religiosa do Brasil: tem o melhor carnaval e a melhor Semana Santa! Por isso, convido a todos para irem comigo.
No dia seguinte, a pedido de Tancredo, Ulysses telefonou aos convidados alegando que o colega pegara gripe forte e voltaria ao Rio, onde morava. A propósito: Tancredo, como deputado, senador e governador de Minas Gerais, sempre morou no Rio. Deve ser coisa de DNA”.

Fernando Henrique admite vitória de Dilma

Em entrevista ao jornal britânico “Financial Times”, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso admitiu  Dilma Rousseff (PT) ser eleita presidente.

O repórter Jonathan Wheatley relata em seu texto que sugeriu, em entrevista há cerca de duas semanas e meia, que já se sabia quem seria eleito. FHC apenas respondeu “sim”.

“Isso vai nos impedir de desenvolver mais rapidamente. Mas isso não vai levar o Brasil para trás. A sociedade é muito forte para isso”, completou o ex-presidente, ao ser questionado o que isso significaria.

FHC também criticou a forma como o PSDB fez oposição ao governo. “A oposição entendeu errado. Nós permitimos a mitificação de Lula. Mas Lula não é um revolucionário. Ele veio da classe trabalhadora e se comporta como se fizesse parte da velha elite conservadora.”

Segundo FHC, Lula será lembrado como um Lech Walesa que deu certo. Sindicalista, Walesa foi presidente da Polônia de 1990 a 1995.

“Acho que ele será lembrado pelo crescimento e pela continuidade, e por colocar mais ênfase nos gastos sociais.”

Livro: Ruth Cardoso, fragmentos de uma vida

“Você entra num espaço, cheio de figuras do primeiro ao último escalão, olha para o teto e comenta como quem não quer nada: puxa, não tem uma vaca neste teto?

No dia seguinte, ao entrar no salão vai descobrir que alguém colocou uma vaca no teto”.

Era a visão irônica de Ruth Cardoso nos tempos de Palácio do Planalto. Essa e outras tantas histórias da antropóloga de formação e ex-primeira-dama do país estão relatadas no livro Ruth Cardoso, fragmentos de uma vida, que Ignácio de Loyola Brandão lança dia 28 em São Paulo, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional.

No livro, Loyola coleciona passagens de Dona Ruth, desde a formação escolar em Araraquara, interior de São Paulo (ele também é de lá) até a chegada ao Palácio da Alvorada, em 1994.

Mais: ela não suportava ser chamada de primeira-dama: argumentava que “não fazia parte da tradição brasileira”.

Sinopse

‘Ruth Cardoso – fragmentos de uma vida’, de Ignácio de Loyola Brandão, com posfácio de Manuel Castells, é uma biografia da ex-primeira-dama Ruth Cardoso que conta com sua participação pessoal. A obra foi realizada a partir de entrevistas com a biografada, e contém diversos fatos e dados.

Ex-empregada diz ter filho com FHC

O colunista Claudio Humberto diz hoje em sua coluna que uma ex-empregada teve um filho com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, em Brasília.

O rapaz, hoje com vinte anos de idade, é Leonardo dos Santos Pereira, que trabalha como carregador (auxiliar de serviços gerais) em um órgão público, na Esplanada dos Ministérios.

Ele nasceu da relação do então senador FHC com sua empregada Maria Helena Pereira, uma negra que o impressionava pela formosura. Leonardo é considerado muito parecido com o pai.

Demitida com o filho nos braços, Maria Helena só recebeu R$ 130 mil dos R$ 250 mil prometidos. E uma pequena casa em Santa Maria (DF).
Quem administrava o segredo e os pagamentos a Maria Helena, diz ela, era o ex-senador Ney Suassuna (PB), que depois virou ministro.

 

O Ex presidente, procurado pelo colunista, não se manifestou.

Claudio Humberto

FH evitou impeachment de Lula

Fernando Henrique Cardoso foi decisivo para evitar que um pedido de impeachment contra Lula chegasse ao Congresso em 2005, no auge do escândalo do mensalão. É o que afirmam o próprio ex-presidente, e os ex-ministros Antonio Palocci (Fazenda) e Márcio Thomaz Bastos (Justiça), ao jornal O Estado de S. Paulo. De acordo com reportagem deste domingo do diário paulista, a mando de Lula, seus dois homens fortes pediram a FHC que aplacasse os ânimos da oposição. Ele aceitou.

Na conversa com o ex-chefe da Justiça, o tucano concordou que um impeachment de Lula – à época uma ameaça real, com o célebre flagrante do “dólar na cueca” e a confissão do marqueteiro Duda Mendonça, que admitiu ter recebido no exterior pagamento pela campanha de Lula – tornaria o país “ingovernável”. Prometeu então acalmar a fatia da oposição que pedia a saída de Lula, desde que o presidente mantivesse a economia no rumo certo, como vinha fazendo até ali.

Cautela – Ao Estado, FHC explicou por que reagira desta forma: “Eu não fiquei contra o impeachment porque eles me pediram, mas porque sou muito cauteloso nessas questões. Na época, não havia condições políticas para sustentar um pedido de impeachment de Lula. Criaria uma cisão no Brasil”, explicou. E ainda completou: “Adversários políticos não devem ser tratados como inimigos.” Segundo o ex-presidente, ele sempre aceitou conversar secretamente com Palocci e Thomaz Bastos porque os dois ex-ministros têm “noção institucional” – elogio estendido por FHC a Gilberto Carvalho, chefe de gabinete de Lula.

Estadão

Ex-primeira-dama Ruth Cardoso morre em SP

A ex-primeira-dama Ruth Cardoso, de 77 anos, mulher do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, faleceu na noite desta terça-feira, no apartamento da família, em São Paulo. A informação é do presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra (PE).

Ruth Cardoso recebeu alta na manhã desta segunda-feira no Hospital Sírio Libanês, na região central de São Paulo, onde estava internada desde a última quinta-feira, com crise de angina, que é uma dor ou desconforto no peito quando os músculos cardíacos não recebem sangue suficiente.

Na tarde de segunda-feira, ela foi submetida a um cateterismo no hospital da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), um método diagnóstico pelo qual é possível avaliar a presença ou não de entupimentos nas artérias e ou veias coronárias. De acordo com a assessoria de imprensa da universidade, os médicos descartaram a necessidade de intervenção cirúrgica.

Dona Ruth já carregava no peito há algum tempo dois stents – próteses metálicas posicionadas no interior de artérias coronarianas obstruídas por placas de gordura para tentar normalizar o fluxo sanguíneo.

Com a morte de Ruth Cardoso, foram canceladas todas as comemorações dos 20 anos do PSDB, que aconteceriam nesta quarta no plenário do Senado, em sessão solene. Na tarde de terça, o partido chegou a confirmar as presenças de FH, dos governadores José Serra (SP) e Aécio Neves (MG) e do ex-governador e candidato à prefeitura de São Paulo Geraldo Alckmin.

O ex-presidente cancelou seus compromissos para acompanhar o tratamento da mulher. No domingo, Fernando Henrique não participou da convenção municipal do PSDB, que, apesar do racha entre alckmistas e kassabistas, acabou por consagrar o ex-governador Geraldo Alckmin candidato a prefeito de São Paulo. No fim de semana, Fernando Henrique também pediu ao deputado Samuel Moreira, líder do PSDB na Assembléia, para cancelar sua palestra marcada para terça-feira em um dos auditórios da Casa. O ex-presidente falaria sobre voto distrital.

Ruth Cardoso hospitalizada

A socióloga Ruth Cardoso, mulher do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, está internada desde a noite da última quinta-feira no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo. Ela teve uma angina (“dor ou desconforto no peito quando os músculos cardíacos não recebem sangue suficiente”). E amanhã se submeterá a um cateterismo (“um procedimento cirúrgico, realizado com o auxílio de um catéter, para colocação de um extensor dentro de uma artéria ou veia obstruída”).

Dona Ruth já carrega no peito há algum tempo dois stents (“próteses metálicas posicionadas no interior de artérias coronarianas obstruídas por placas de gordura, com o objetivo de normalizar o fluxo sanguíneo”).

É por isso que o ex-presidente Fernando Henrique não compareceu à convenção deste domingo do PSDB para homologar a candidatura de Geraldo Alckmin a prefeito da capital paulista.

NBT

Combate às drogas

 

Os ex-presidentes FH (Brasil), César Gaviria (Colômbia) e Ernesto Zedillo (México) vão lançar a Comissão Latino-Americana sobre Drogas e Democracia.

A Comissão terá 18 membros (Paulo Coelho e Mario Vargas Llosa, entre eles) e visa a avaliar o impacto de políticas de combate às drogas no continente. 

O pontapé inicial deste grupo será quarta, dia 30, num encontro no Hotel Glória do Rio.

Ancelmo

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