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Homem que destruiu Ferrari repete batida em carro de luxo, desta vez pelado

LAURA CAPRIGLIONE/ Folha de São Paulo

O administrador de empresas João Luis Raiza Filho, 30, é desde 2007 um sujeito famoso na internet. Naquele ano, ele dirigia em alta velocidade uma Ferrari F430 avaliada em R$ 1,3 milhão (foto) quando perdeu o controle do veículo e bateu a traseira.

Flagrado logo após o acidente por uma equipe de TV, o rapaz desferiu cabeçadas na boca do cinegrafista. Foram necessários seis pontos para conter o sangramento.

No último domingo, Raiza voltou às cenas velozes e furiosas, agora pilotando um Chevrolet Camaro, modelo 2011, R$ 200 mil sobre rodas.
Em alta velocidade, de novo, Raiza Filho perdeu o controle do carro, subiu em um canteiro da praça Ibrahim de Almeida Nobre, em São Bernardo do Campo (ABC), trombou com árvores e derrubou um muro, antes de aterrissar. A máquina de design agressivo, motor de 6,2 litros e oito cilindros, ficou ali -peças espalhadas em um raio de cem metros, lateral esquerda e frente destruídas. Ninguém se feriu.

Quando a polícia chegou ao local, topou com o cenário insólito. Raiza Filho estava nu na cintura para baixo. No banco ao lado do motorista, havia uma garrafa vazia de uísque Red Label, ainda com um fundinho da bebida.
Segundo o boletim de ocorrência, o motorista apresentava sinais evidentes de embriaguez. Ele não aceitou submeter-se ao teste do bafômetro. Os PMs providenciaram uma cueca para retirar o rapaz do veículo, que registra cinco multas por excesso de velocidade desde dezembro.

O piloto da Ferrari e do Camaro até teve de pagar pela agressão ao cinegrafista: em junho de 2008, a Justiça homologou sentença pela qual Raiza Filho pagaria à vítima três parcelas mensais de R$ 1.000. Caso encerrado.

Na internet, um conhecido da família lamentava: “E pensar que esse neto irresponsável vem da mesma origem do Olice Raiza, uma lenda aqui no ABC, homem simples que embora nunca tenha estudado trabalhou honradamente, primeiro fazendo tijolo e, depois, construindo. Fez um império”.

Procurado na Construtora Raiza, o pai do rapaz avisou pela secretária nem ele nem o filho dariam entrevista.

Bruno Senna ocupará vaga de Rubinho

Bruno Senna ocupará a vaga que era de Rubens Barrichello, acabando com as esperanças do veterano em continuar na Fórmula 1, na ex-Honda. Ele vai correr ao lado do britânico Jenson Button. Os dois vão participar dos únicos testes da equipe na pré-temporada, que acontecem entre os dias 9 e 12 de março, em Barcelona. Logo em seguida, eles embarcam para a Austrália a fim de se adaptarem ao fuso-horário.

A informação foi confirmada em matéria de Fábio Seixas na Folha SP esta segunda-feira, e o próprio Bruno deu entrevista à revista italiana Autosprint já falando como piloto da Honda:  “Com certeza, será um grande desafio. Nos últimos anos, nenhum piloto estreou com tão pouca quilometragem. Vou andar de 1.000 km a 1.200 km antes da primeira corrida. Mas é melhor começar na F-1 assim, de uma maneira difícil, do que ficar fora. Como não será por uma equipe de ponta, a pressão será menor”.

Aos 25 anos, Bruno chega à Fórmula 1 após uma carreira meteórica e devolve o sobrenome Senna à categoria após 15 anos. Kartista na infância, afastou-se das pistas desde a morte do tio em 1994, e cursava administração de empresas até 2004. Voltou ao esporte incentivado pelo ex-piloto Gehrard Berger, que arrumou uma vaga para o brasileiro na F-BMW inglesa.

Depois, vieram os bons resultados na F-3 inglesa que o levaram para a GP2. O vice-campeonato em 2008 chamou a atenção da Honda. Chegou a testar pela equipe japonesa antes da indefinição gerada pela saída da montadora da categoria devido à crise. Apesar de tudo, Bruno será o terceiro brasileiro na Fórmula 1.

Este deve ser o fim da novela que começou nos testes coletivos em novembro do ano passado e parecia ter terminado quando a Honda anunciou o fim dos investimentos na Fórmula 1 chegou ao final com uma volta por cima a favor de Bruno Senna.

Com a ajuda de pelo menos um de seus patrocinadores, o brasileiro assinou contrato de três anos com o espólio. Bruno já deverá estar alinhado no grid do Grande Prêmio da Austrália, no dia 29 de março.

Cigarro: Ferrari veta Marlboro nos carros

É provável que patrocínios de marcas de cigarro não voltem a ser vistas em um carro de Fórmula. Algumas equipes, como a Renault, McLaren e Honda, já haviam descarto suas parcerias com empresas de tabaco há alguns anos, devido a leis contra propaganda do produto em alguns lugares do mundo.

A Ferrari, entretanto, optou por renovar sua associação com a Philip Morris, e até recentemente estampava em seu carro logotipos da Malbororo onde era possível, em Mônaco e na China, por exemplo.

Mas no último GP do Bahrain, onde as leis locais permitiriam que a equipe italiana corresse com o logo no carro, os dois F2008 apareceram com uma pintura apelidada de “código de barras”.

Segundo a revista Autoweek, a Ferrari confirmou que os logotipos da Malboro não irão aparecer mais nos carros.

Autoweek

Ferrari por 9 000 dólares

No dia-a-dia, o analista financeiro Collin Smith, de 29 anos, reveza com a mulher uma BMW 335 e um Saab 9-3. A situação melhora muito em alguns fins de semana e nas viagens de férias. Nessas ocasiões, Smith tira da garagem de sua casa, em São Francisco, na Califórnia, máquinas bem mais sofisticadas e caras, como um Lamborghini Gallardo ou um Bentley Continental GT, entre outros. Cada uma delas custa entre 100 a 400 mil dólares.

Embora seja um profissional bem-sucedido, Smith está longe de ter rendimento capaz de bancar uma frota tão luxuosa. Ele consegue desfrutar dessa mordomia pagando 32 000 dólares por ano a uma empresa especializada em vender pacotes de time-share de automóveis.

De acordo com esse sistema, mediante o pagamento de uma taxa, o cliente vira dono de uma fração dos carros, ganhando o direito de dividir o tempo de uso dos modelos com os outros associados. “Mesmo se eu tivesse dinheiro para comprar sozinho uma Ferrari, continuaria utilizando o time-share, pois com esse sistema não preciso gastar com seguro e manutenção periódica, que pesam muito nesse nível de automóveis.” diz Collin Smith

O time-share é um modelo de propriedade compartilhada bastante comum para bens como iates, mansões, helicópteros e jatinhos. Na Europa, esse tipo de negócio é tão difundido que chega a contar com uma feira a Fractional Life Expo, realizada anualmente em Londres

A grande novidade do mercado é a aplicação do serviço também no caso de carros de luxo. Segundo os especialistas, Europa e Estados Unidos contabilizam cerca de 60 empresas especializadas nesse novo mercado. No Brasil, ainda não há nada similar. 

As ofertas disponíveis vão de modelos esportivos a itens de colecionador. Uma Ferrari 355 Spider, capaz de atingir a velocidade de 282 quilômetros por hora, sai por uma taxa de 9 000 dólares. Em troca, o cliente tem o direito de dirigi-la por quatro semanas durante o ano. No topo da lista estão modelos como o Audi R8 e o Rolls-Royce Phantom, cotados a partir de 20 000 dólares.

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