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Abril Educação compra participação em site de idiomas Livemocha

Por Guillermo Parra-Bernal (Reuters)

– A Abril Educação comprou participação no site de ensino de idiomas Livemocha, maior comunidade online de ensino de inglês no mundo, de olho em uma base de 2,2 milhões de usuários brasileiros do site.

A Abril Educação, que levantou 371 milhões de reais em uma oferta pública inicial de ações em julho, comprou 5,9 por cento da Livemocha, disseram presidentes-executivos dos dois grupos à Reuters, em entrevista.

A empresa do conglomerado de mídia Abril vai encarregar a Livemocha de montar uma plataforma de ensino de inglês para a classe média emergente brasileira, que está demandando uma educação formal melhor.

Os 2,2 milhões de usuários brasileiros da Livemocha representam cerca de 25 por cento da base total de clientes do site, afirmou o presidente-executivo do site, Michael Schtzler. “Esta é uma oportunidade para ganharmos acesso” ao mercado brasileiro, disse o executivo.

O presidente-executivo da Abril Educação, Manoel Amorim, afirmou que a empresa poderá eventualmente se aliar a outras companhias especializadas para implementar sistemas de ensino de inglês voltados a escolas privadas e públicas. Ele evitou dar mais detalhes.

Abril compra o grupo Anglo

A Abril Educação anunciou ontem (12) a aquisição do Anglo. O negócio envolve o Anglo Sistema de Ensino, o Anglo Vestibulares e a SIGA, empresa focada na preparação para concursos públicos.

O valor da operação não foi divulgado, mas o negócio fará com que o faturamento da Abril Educação supere R$ 500 milhões em 2010, tornando a empresa uma das maiores do setor. O objetivo é alcançar a liderança do mercado.

Além disso, a Abril Educação, que passou a ser de propriedade integral da família Civita em janeiro deste ano, contará agora com a segunda maior rede de sistema de ensino do país, com mais de 500 escolas associadas ao Anglo e as 350 que já fazem parte do Sistema de Ensino SER, criado em 2007.

O Anglo possui hoje 211 mil alunos em 484 escolas da rede privada em 316 municípios brasileiros. Outros 38 mil alunos estão na rede pública em 24 municípios. Já o SER possui mais de 85 mil alunos da rede privada.

A Abril esclarece que os dois sistemas de ensino seguirão sua atuação com independência.

Estrutura

Guilherme Faiguenboim e Assaf Faiguenboim, membros de uma das famílias fundadoras do Anglo, permanecerão à frente das operações da empresa, trabalhando em conjunto com Manoel Amorim, contratado em junho para presidir a Abril Educação.

Por sua vez, as editoras Ática e Scipione e o Sistema de Ensino SER continuam sob responsabilidade de Mauro Calliari.

Banda larga na zona rural a partir de 2010


Terminou no dia 13 de julho o prazo para contribuições à consulta pública do Ministério das Comunicações que deseja incrementar a oferta de banda larga, especialmente sem fio, e de criar condições para viabilizar o atendimento de áreas rurais e remotas.

“A criação de mecanismos para contemplar a zona rural com telefonia e serviços de banda larga é um tema fundamental para o desenvolvimento das telecomunicações no país”, afirmou o ministro das Comunicações, Hélio Costa. De acordo com a última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, realizada pelo IBGE em 2007, cerca de 17% da população brasileira vive na área rural.

Fonte: Ministério das Comunicações

Bolsista ProUni tem nota igual a colegas no Enade

Os bolsistas do ProUni tiveram desempenho igual ou superior ao de seus colegas no Enade (exame do Ministério da Educação que substitui o Provão), aponta o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais.

A comparação dos formandos de 2007 foi feita entre os alunos pagantes e os beneficiados pelo programa do MEC – que dá bolsas em faculdades e universidades privadas para estudantes com renda familiar per capita inferior a três mínimos.

Havia nas universidades, o temor de que o nível caísse com a entrada dos bolsistas. Mas especialistas afirmam que o ProUni seleciona os melhores alunos das escolas públicas, uma vez que exige bom desempenho em teste no final do ensino médio.

Representantes das universidades dizem que os bolsistas são mais aplicados que aqueles que têm a mensalidade paga pelos pais. Segundo a PUC-Rio, a evasão também é menor entre os alunos do ProUni.

95% da rede federal de ensino terá Banda Larga

Chats, blogs, YouTube, Google, Twitter e outros espaços do mundo virtual farão parte do dia a dia dos alunos – com o aval dos professores e no horário das aulas – em 95% das escolas públicas de ensino básico e dos pólos de educação a distância (EAD) de todo o Brasil até o fim de 2010.

Atento à contribuição das ferramentas on line na formação dos estudantes, o Ministério da Educação amplia o programa Banda Larga nas Escolas, a fim de garantir o acesso à internet.

Com a possibilidade de participação em videoconferências, webconferências e fóruns, além do acesso a vídeos on line, materiais virtuais, simuladores de aulas, palestras com convidados e páginas de pesquisa, busca-se incluir estudantes das áreas mais remotas, como os das escolas rurais, e aprimorar a formação de quem já estuda longe do professor.

– O suporte tecnológico contribui para atender aos requisitos de qualidade no EAD. A vantagem em relação ao ensino presencial é a flexibilidade de horário e local de estudo. Assim, temos a inclusão de pessoas distantes das regiões metropolitanas e as trabalhadoras, que conseguem compatibilizar trabalho e estudo – explica o diretor de Educação a Distância da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e coordenador da Universidade Aberta do Brasil, Celso Costa.

O Universidade Aberta é o sistema pelo qual o governo federal promove a educação superior a distância em parceria com instituições públicas. Além das aulas virtuais, os alunos usam a internet nos pólos, onde há laboratórios de pesquisa. A ampliação do Banda Larga nas Escolas, que beneficia esses pólos, acontece por meio de uma parceria entre o governo federal, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e operadoras de telefonia, que garantirão transmissão por satélite via antena GSAC e conexão ADSL.

Ana Paula Verly/JB

Ulbra em Greve

Os professores da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra) decidiram ontem entrar em greve por tempo indeterminado.

A paralisação do Ensino Superior já começou nas aulas da noite passada, devendo se fortalecer durante o dia de hoje. Os docentes da Educação Básica poderão cruzar os braços a partir da próxima segunda-feira.

Afalta de pagamento dos salários de março dos cerca de 2 mil professores, que deveriam ter sido depositados na sexta-feira passada, motivou a mobilização. Em assembleia, a categoria decidiu fazer no fim da tarde de hoje um protesto em frente ao campus de Canoas, onde serão distribuídos folhetos explicando o movimento. Os professores entregarão também um manifesto exigindo a saída da atual reitoria da Ulbra.

– Não é mais uma questão só de salário. É um desrespeito total essa continuidade de descumprimentos de acordos. Queremos a destituição da reitoria para que a instituição possa se reorganizar – aponta o diretor do Sindicato dos Professores do Ensino Privado do Rio Grande do Sul(Sinpro), Marcos Fuhr.

O diretor ressalta ainda que a Ulbra teria desobedecido ao acordo judicial, que previa o pagamento dos contracheques atrasados e o comprometimento de quitar em dia os salários dos professores.

Os campi de Canoas, Guaíba e Gravataí concentram a maior parte da mobilização, mas a direção do Sinpro espera a adesão de docentes de outras unidades ainda esta semana.

A Ulbra, por meio da assessoria de imprensa, preferiu não se manifestar ontem e afirmou que o resultado da assembleia deverá ser avaliado hoje pela instituição.

USP muda o vestibular da Fuvest

A Universidade de São Paulo (USP) pretende mudar o formato da Fuvest a partir deste ano, o que poderá facilitar o vestibular para estudantes de escolas públicas.

O jornal O Estado teve acesso a um documento que descreve as mudanças – preparado por um grupo de representantes da reitoria e de algumas unidades -, apresentado pouco antes do carnaval ao Conselho de Graduação da instituição.

Entre as modificação propostas, a primeira fase do exame deixaria de contar pontos para a nota final e a segunda etapa passaria a incluir questões de todas as disciplinas. A expectativa é de que o documento seja aprovado até maio.

No ano passado, 138 mil estudantes se inscreveram para a Fuvest, que é considerado o maior vestibular do País. O número, no entanto, foi o mais baixo registrado nos últimos 11 anos. Desde 2006, a USP vem implementando medidas para atrair mais candidatos que estudaram em escolas públicas para o exame .

O documento explica que a primeira fase da Fuvest deve ser “visualizada como um filtro de acesso para a segunda fase”, e por isso os pontos obtidos podem ser desconsiderados na próxima etapa. Dessa forma, ainda segundo o texto, “a segunda fase passa a ser disputada por candidatos de escolas públicas e particulares, que partirão das mesmas condições iniciais”. A USP ainda argumenta que a mudança pode reduzir a influência do preparo em cursinhos pré-vestibulares “que investem em treinamento intensivo para lidar com provas objetivas” e que não são acessíveis aos estudantes carentes.

Atualmente, a pontuação da primeira fase vale o equivalente à metade da nota final. Portanto, estudantes que conseguem apenas a chamada nota de corte – pontuação mínima necessária para ir para a próxima etapa – ficam em desvantagem na disputa. “Claramente, o intuito é facilitar a prova para os estudantes de escola pública, deixando todo mundo mais ou menos igual”, disse um professor da USP que participou da apresentação do projeto no dia 19, mas pediu que seu nome não fosse publicado.

O conselho reúne cerca de 50 pessoas, entre eles representantes das unidades da USP e alguns alunos.

A proposta deve ser votada em abril ou maio. Tradicionalmente, a pró-reitora consegue a aprovação de seus projetos no conselho, já que tem a maioria dos votos a favor.

SEGUNDA FASE

Para a coordenadora do Curso e Colégio Objetivo, Vera Lúcia da Costa Antunes, uma segunda fase que cobre todas as disciplinas também ajudaria estudantes menos preparados. Atualmente, apenas português e redação são obrigatórias para todos os candidatos. O restante das matérias – que pode variar de uma a três – é relacionado ao curso escolhido. “Hoje, dependendo do curso, o estudante tem de fazer dez questões de química, por exemplo. Para um aluno de escola pública, é melhor ter menos perguntas dissertativas de uma área que ele não domina”, avalia Vera Lúcia.

A intenção da USP é que a segunda fase seja feita em três dias. O primeiro continuaria a ter português e redação para todos. O segundo dia seria composto de 18 questões dissertativas de física, química, matemática, biologia, geografia e história. Outra novidade é que seis perguntas teriam de ser interdisciplinares, tendência que existe hoje só na primeira fase da Fuvest.

O Estado de SP

Ensino: espanhol será obrigatório em 2010

A partir de 2010, o ensino de espanhol será disciplina obrigatória nos currículos escolares em todo o Brasil. Segundo a lei 11.161, sancionada pelo presidente Lula em 2005, todas as escolas de Ensino Médio deverão oferecer aulas do idioma aos alunos.

A pouco menos de um ano da exigência, muitos professores já começam a planejar a atualização profissional para se candidatar a essas vagas, principalmente na rede particular de ensino.

A educadora Graciela Hopstein, coordenadora da Punto y Coma, empresa especializada em traduções e ensino de línguas, acredita que o mercado de trabalho vai demandar profissionais experientes e capacitados. “Quanto mais qualificado for esse profissional, mais fácil será para ele garantir uma vaga no mercado de trabalho. Por isso, um curso de imersão se torna importante”.

JovemPan

Fuvest: veja o gabarito da prova e a correção

A Fuvest divulgou o gabarito oficial da primeira fase do vestibular 2008/9, que teve provas neste domingo (23). Os candidatos tiveram até as 18h para responder às 90 questões de múltipla escolha.

  • Veja aqui o gabarito oficial da Fuvest
  • Acompanhe aqui a correção online
  • A prova da Fuvest deste domingo registrou um índice de abstenção de 5,32%. Segundo a assessoria de imprensa da fundação, dos 138.242 inscritos, 7.349 não compareceram ao exame.O número de faltosos é superior ao registrado em 2008, quando 4,96% dos 140.999 inscritos não fizeram a prova. Para a Fuvest, o índice corresponde à média dos últimos anos, em torno de 5%.

    Na Grande São Paulo, os faltosos somaram 6,20% dos 80.213 inscritos. A cidade de Diadema, onde 14,88% dos 766 candidatos esperados não foram fazer a prova, é a que mais contribui para o aumento do índice. No interior do Estado, onde 58.029 deveriam fazer o exame, a abstenção registrada é de 4,09%.

    A prova da Fuvest 2009 estava mais fácil que o exame do ano passado. Essa foi a impressão dos vestibulandos ouvidos

  • Abertas matrículas para o ProJovem

    Jovens, entre 18 e 29 anos, podem fazer a matrícula para a segunda etapa do ProJovem Urbano, uma reformulação do antigo ProJovem, que já atendeu, em três anos, mais de 230 mil jovens. As matrículas foram abertas nesta semana e estão disponíveis 250.933 vagas.

    Para participar, é preciso saber ler e não ter concluído o ensino fundamental (8ª série). No ato da matrícula, é necessário apresentar a carteira de identidade ou a certidão de nascimento.

    Com duração de 18 meses, o programa oferece um curso que combina a formação do ensino fundamental com iniciação profissional e práticas de cidadania, além de acesso à informática. O aluno que apresentar os trabalhos mensais e tiver freqüência de 75% às aulas receberá um auxílio de R$ 100,00 por mês.

    O período de matrículas vai até o fim de fevereiro de 2009 em 85 municípios e 23 estados. Dentro desse prazo, as cidades e estados estabelecem as datas para as matrículas dos alunos. As aulas começam em fevereiro de 2009.

    Mais informações podem ser obtidas na Central de Relacionamento do ProJovem Urbano. O serviço é gratuito, abrange todo o país e atende no número 0800 722 7777 de segunda a sexta, das 7h às 23h, e aos sábados e domingos, das 8h às 20h. Também pode ser consultado o site do programa (www.projovem.gov.br)

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