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Randon divulga alta de 147,4% no lucro

A Randon anunciou nesta segunda-feira (8/11) lucro líquido de R$ 66,8 milhões no terceiro trimestre, ante R$ 26,9 milhões registrados no mesmo período de 2009, o que significa um lucro 147,4% maior.

A receita líquida da companhia foi de R$ 984,1 milhões, alta de 65,5% em relação ao terceiro trimestre do ano passado, que registrou R$ 594,6 milhões. De janeiro a setembro de 2010, o crescimento foi de 53,2%, para R$ 2,685 bilhões.

De acordo com a fabricante de implementos rodoviários, o crescimento está associado ao aquecimento da demanda.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) registrou alta de 114,3% ao alcançar R$ 146,7 milhões frente aos R$ 68,5 milhões contabilizados no terceiro trimestre de 2009.

No acumulado do ano, somam-se R$ 401,3 milhões, valor 88,4% maior que o obtido no mesmo período do ano passado.

Brasil Economico

Três brasileiras entre os 250 maiores varejistas

Três empresas brasileiras entraram em um ranking divulgado na “revista Stores” entre as 250 maiores empresas varejistas do mundo em faturamento. As empresas que entraram na lista foram o Grupo Pão de Açúcar, Casas Bahia e Lojas Americanas

A melhor colocação foi do Grupo Pão de Açúcar, em 92º lugar. A Casas Bahia ficou em 131ª posição e a Lojas Americanas, pela primeira vez no ranking, ficou com o 200º lugar.

Esta foi a 13ª edição da pesquisa “Global Powers of Retailing”, realizada pela Deloitte. A pesquisa considera as informações públicas divulgadas pelas empresas ao redor do mundo, e tem como base o ano fiscal 2008, com inclusão dos exercícios fiscais encerrados em junho de 2009.

SRZD

Empresa com débitos fiscais pode ter penhora sem aviso


Tramita no Congresso Projeto de Lei que permite que todas as fazendas bloqueiem bens de empresas e de pessoas físicas que tenham algum débito inscrito em dívida ativa.
O Projeto de Lei 5.080/09 traz alterações na Lei de Execuções Fiscais (nº 6.830/80) e recebido no Congresso dia 20 de abril, é que todo e qualquer contribuinte (pessoa física ou jurídica) que tiver débito fiscal poderá ter seus bens penhorados.

A proposta dá a todas as Fazendas (seja federal, estaduais e também municipais) a possibilidade de bloquear valores em contas bancárias, além de investimentos financeiros, bens móveis e imóveis e até o mesmo o faturamento de empresas e pessoas físicas que tenham algum débito inscrito em dívida ativa.

O fisco terá acesso à busca e bloqueio dos bens por meio do Sistema Nacional de Informações Patrimoniais aos Contribuintes (SNIPC), que ainda está sendo aperfeiçoado.

Especialistas ouvidos pelo jornal DCI alertam para a inconstitucionalidade do texto e ressaltam prejuízos que podem ser causados às empresas caso o projeto seja aprovado.

De acordo com a lei que está em vigor atualmente, só pode haver constrição de qualquer tipo de bens se houver uma ordem judicial nesse sentido.

Mas o projeto de lei que está em tramitação na Câmara muda totalmente a obrigação. Os fiscos poderão buscar e ordenar o bloqueio, por exemplo, de automóveis nos Departamento Estadual de Trânsito (Detrans), de imóveis nos cartórios e de investimentos em bolsa de valores.

De acordo com o advogado tributarista  Felipe Lückmann Fabro, o novo texto poderá trazer prejuízos aos contribuintes, pois, a partir do momento do registro da penhora o bem em questão se torna inalienável por 120 dias.

“Sem contar que, havendo comunicação do débito aos órgãos oficiais, a dívida com a Fazenda Nacional, se tornará pública ao mercado, trazendo sérios prejuízos de imagem para a empresa ou a pessoa física”, afirma.

O sócio do contencioso tributário do Demarest e Almeida Advogados, Marcelo Annunziata concorda com o colega.

Ele também completa: “Uma empresa que for participar de qualquer leilão ou licitação públicos terá essas informações verificadas e, por conta disso, correrá o risco de não ser habilitada”, ressalta o advogado.

A ideia da Receita Federal de procurar e bloquear bens de contribuintes devedores antes mesmo de um processo judicial, se aprovada pela Câmara, pode ser barrada no Supremo Tribunal Federal (STF) dada a possibilidade de inconstitucionalidade da norma.

“Não se pode penhorar bens e invadir o patrimônio feito do próprio credor. Isso não existe. O credor já tem superioridade que é o título executivo. Ele permite a cobrança da dívida”, destaca Marcelo Annunziata.

O advogado ainda continua: “Não pode tirar do judiciário a decisão de penhorar ou não o bem de alguém. Caso isso seja aceito, podemos eliminar o judiciário”, afirmou.

No entendimento do especialista em tributação, não cabe à procuradoria verificar se existe bem ou não disponível, mas apenas a cobrança judicial.

“Se essa lei for aprovada ela chega ao Supremo Tribunal Federal e lá cai porque é dar carta branca à procuradoria. Precisamos evitar essa tragédia. Dar um poder desse é temerário”, salienta o especialista.

Empresas brasileiras sonegam R$ 200 bi ano

A sonegação no Brasil chega a R$ 200 bi, diz estudo. Pesquisa analisa autuações a 9.925 empresas e aponta indústria como o setor líder; alta tributação é o principal motivo.

Estudo feito a partir de autuações fiscais aplicadas em 9.925 empresas entre 2006 e 2008 estima que a sonegação chegou a R$ 200,29 bilhões no ano passado, segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário.
Com o valor seria possível construir 10 mil escolas públicas de alto padrão, com biblioteca, teatro e piscina.

As empresas que sonegaram tiveram um faturamento de R$ 1,32 trilhão não declarado aos fiscos federal, estaduais e municipais.

A indústria é apontada no levantamento como o setor com mais indícios de não pagar todos os impostos. Comércio e serviços vêm em seguida. Os tributos mais sonegados são a contribuição previdenciária, o ICMS e o Imposto de Renda.

A forma mais comum de driblar o pagamento de impostos é a venda sem nota. A alta carga tributária, que chegou a 36,5% do PIB (Produto Interno Bruto), é apontada como o principal motivo para a sonegação.

Folha de São Paulo

90% DAS EMPRESAS BRASILEIRAS ESTÃO NA INTERNET

Mais de 90% das companhias brasileiras já estão na internet, segundo pesquisa da agência de marketing direto Rapp Digital Brasil, com mais de 800 empresas de todos os portes.

Entre as ferramentas on-line de marketing de relacionamento mais usadas, estão os blogs, citados por 27,5% dos entrevistados, as comunidades virtuais, com 26,8%, os games on-line e o Second Life, ambos com cerca de 12%.

Segundo a pesquisa, cerca de 56% das empresas ouvidas e que ainda não usam a web 2.0 querem passar a usá-la em dois anos.

Mercado Aberto

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