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Narcotráfico no Peru, fora do debate presidencial, preocupa o Brasil

O narcotráfico está em forte crescimento no Peru, mas o tema não está sendo debatido na campanha eleitoral. Em junho, a ONU deve apontar o país como o maior produtor mundial de cocaína, superando a Colômbia. Segundo fotos de satélite, a produção da folha de coca, antes concentrada nos vales andinos, já chegou à Amazônia peruana, bem perto da fronteira com o Brasil.

Nenhum dos dois candidatos à Presidência tem propostas claras de como enfrentar o narcotráfico. Esse é o assunto que mais preocupa o Brasil na relação com o Peru. As autoridades brasileiras já perceberam a escalada do problema na extensa fronteira de quase 3.000 km entre os dois países. Em janeiro, a Polícia Federal capturou o chefe do tráfico do lado peruano, em operação na qual houve confronto armado.

Valor

Candidato à presidência diz que amor ofuscou seu lado gay

Calma gente a candidatura dele é no Peru!

O jornalista e escritor peruano Jaime Bayly, que quer se lançar candidato à Presidência de seu país em 2011, afirmou que seu lado gay se ofuscou, ao revelar que será pai pela terceira vez, durante o programa de TV que apresenta em Lima.

“Deus quer que eu seja pai e não presidente”, disse Bayly, de 45 anos, afirmando que sua namorada, Silvia, de 21 anos, espera um filho que nascerá em abril de 2011, coincidentemente no mesmo mês das eleições peruanas.

” não posso ser gay, continuo gostando das mulheres. Conheci Silvia e me apaixonei por ela. Duas coisas me aconteceram: ela me curou da impotência e, ao me apaixonar por ela, meu lado gay se ofuscou”, disse Bayly, famoso pelas brincadeiras e pelas novelas.

A futura paternidade teria, ainda, um efeito direto sobre seu desejo de ser candidato, admitiu, ao destacar que “o salário de presidente não vai dar para manter três filhos”.

Bayly, que apresenta o programa “El Francotirador”, no qual brinca com uma imagem de bissexualidade que cultivou em suas novelas, é pai de dois filhos, fruto do casamento com uma peruana.

“Provocador” autodeclarado, “liberal de esquerda”, defensor do aborto e do casamento entre pessoas do mesmo sexo, Bayly tem de 5% a 8% das intenções de voto, segundo pesquisas de opinião.

Bayly iniciou sua carreira de escritor em Madri, Espanha, aos vinte e cinco anos de idade, em 1994, orientado pelo escritor peruano Mario Vargas Llosa. Vargas Llosa o apresentou a editora espanhola (Editorial) Seix Barral que publicou os seus primeiros contos. Em 1997 ele publica a sua quarta obra, desta vez com a empresa Editorial Anagrama, vindo a receber o prêmio Herralde de Novela, outorgado pela mencionada casa publicadora. Os seus seguintes três livros também são publicados pela editora Anagrama. Finalmente, em 2002, Bayly publica a sua oitava e subseqüentes obras juntamente à casa Editorial Planeta. O seu décimo conto foi um dos finalistas do Premio Planeta 2005, ficando em segundo lugar ante Pasiones romanas de María de la Pau Janer.

Muitos dos contos de Bayly giram em torno da homossexualidade. Outros elementos recorrentes em suas obras são cenas da cidade de Lima, a alta sociedade e os conflitos nas relações interpessoais.

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