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FORBES: Eike Batista já perdeu 11 bilhões na atual crise

Eike Batista: queda nos números
Foto: Getty Images

De acordo com a última contagem oficial feita pelos editores da revista “Forbes” responsáveis pela lista de bilionários, o patrimônio de Eike Batista teria caído para a casa dos US$ 19 bilhões. Sem dúvida uma montanha de dinheiro, mas bem menos do que os US$ 30 bilhões atribuídos a ele em março de 2011.

Além disso, Eike está praticamente empatado com Jorge Paulo Lemann, um dos principais acionistas da AB-InBev e o segundo brasileiro mais rico, e um dos poucos bilionários cuja fortuna aumentou mesmo apesar da última crise das bolsas.
Em tempo: caso sirva de consolo para Eike, o homem mais rico do mundo, o mexicano Carlos Slim Helú, também perdeu dinheiro – dos US$ 74 bilhões que ele possuía em março de 2011 sobraram “apenas” US$ 62 bilhões, ainda de acordo com a revista.

Glamurama
 

Silvio Santos poderá vender empresas para Eike Batista

O empresário Eike Batista não descartou interesse em adquirir ativos de Silvio Santos. Entre eles, a participação no banco PanAmericano e até o SBT.

Quando questionado se poderia realizar uma oferta por uma das empresas do grupo SS, Eike respondeu: “A gente olha tudo”. “O que dá para arbitrar e fazer melhor, a gente olha”, afirmou o empresário.

“Eu jamais entraria para competir com a Ambev ou o Submarino. O Brasil tem áreas de excelência que competem com qualquer player mundial. Mas o Brasil tem um outro lado, que é o Brasil ineficiente. Então tudo que é ineficiente no Brasil a gente enxerga um espaço gigante”, disse.

O empresário afirmou ainda que seria interessante ter um canal de televisão neste momento, já que anunciou sua entrada na área de entretenimento e esporte.

Nesta semana foi anunciada a criação da IMGX, parceria do empresário brasileiro com a IMG, comandada por outro bilionário, o americano Ted Forstmann.

Eike ressaltou que essa empresa tem planos de investir na construção de arenas multiuso pelo país, além do gerenciamento de carreiras de artistas e atletas, o que a IMG já faz no exterior.

O empresário confirmou que ainda estuda fazer IPO (lançamento de ações na bolsa, na sigla em inglês) da holding EBX.

SILVIO SANTOS

O Grupo Silvio Santos, o acionista principal do PanAmericano, anunciou que deve colocar R$ 2,5 bilhões no banco para cobrir um prejuízo causado por uma fraude contábil. Em seu comunicado oficial, a diretoria do banco menciona “inconsistências contábeis”.

O BC descobriu que o PanAmericano vendeu carteiras de crédito para outras instituições financeiras, mas continuou contabilizando esses recursos como parte do seu patrimônio. O problema foi detectado há poucos meses e houve uma negociação para evitar a quebra da instituição, já que o rombo era bilionário.

A quebra só foi evitada após o Grupo Silvio Santos assumir integralmente a responsabilidade pelo problema e oferecer os seus bens para conseguir um empréstimo nesse valor junto ao Fundo Garantidor de Crédito. Como o fundo é uma entidade privada, não houve utilização de recursos públicos. Além disso, a Caixa Econômica Federal, que também faz parte do bloco de controle, não terá de arcar com a perda.

O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles também detalhou hoje que os problemas no banco PanAmericano se referem a R$ 2,1 bilhões em relação a operações de crédito e outros R$ 400 milhões em recebíveis de cartões de crédito.

A diretoria de Fiscalização do BC calcula que, caso a liquidação do PanAmericano fosse declarada, o rombo atingiria R$ 900 milhões, já que o patrimônio atual da instituição financeira é avaliado em R$ 1,6 bilhão. Ou seja, seriam deduzidos da conta as irregularidades que somam R$ 2,5 bilhões, valor coberto pelo aporte do Grupo Silvio Santos.

Mais cedo, Meirelles destacou o fato de que não houve uso do dinheiro público para resolver os problemas financeiros do banco PanAmericano.

“Foi solucionado o problema sem o uso de um centavo público. Foi preservado o patrimônio dos acionistas minoritários, da Caixa Econômica Federal, e dos depositantes do banco. O Banco Central seguiu todas as normas legais de prazos, agiu a tempo e na hora. Não tem similaridade com o Proer”, afirmou ele, fazendo referência ao programa brasileiro dos anos 1990 de socorro a bancos.

CONSUMO POPULAR

O banco PanAmericano é, no jargão do mercado, uma “financeira”, uma empresa focada no fornecimento de crédito para o consumo popular. Até junho deste ano, instituição possuía uma carteira de empréstimos de R$ 10,9 bilhões, bem como uma base de 12,3 milhões de cartões de crédito emitidos.

A carteira de clientes alcançava 16,9 milhões de cadastros, sendo 2,1 milhões de “ativos” (com empréstimos em aberto). O Panamericano contava ainda com uma estrutura de 203 pontos de venda (até o primeiro semestre de ano), além de aproximadamente 20 mil parceiros comerciais, distribuídos por 85% do território nacional –a maior parte (52%) na região Sudeste e Sul (11%).

O balanço financeiro mais recente mostra que o banco amargou um prejuízo de R$ 20,9 milhões no segundo trimestre, ante um lucro de R$ 51 milhões um ano antes.

UOL

Eike Batista dobra os 2 milhões arrecadados em leilão

Eike Batista sempre ao lado de Dona Marisa

O empresário e homem mais rico do Brasil, Eike Batista, foi o destaque de um leilão beneficente que reuniu artista e empresários em um bar da Zona Sul de São Paulo, na noite desta segunda-feira.

O empresário carioca foi quem mais participou do evento: comprou o lote que incluía um vestido usado por Gisele Bündchen em um desfile da Colcci em 2007, e doou, ao mesmo tempo, para ser re-leiloado; comprou um relógio Rolex de ouro doado pelo apresentador Fausto Silva por R$ 50 mil e ainda pagou R$ 500 mil por um terno doado pelo presidente Lula, que ele espera entrar para uma galeria/exposição futura com roupas e pertences do político. A ideia é que o terno de Lula fique exposto por um tempo na comunidade de Paraisópolis, para que sirva de exemplo aos moradores.O empresário anunciou que dobraria em doações o total do dinheiro arrecadado no evento.

“Minha obrigação é provocar os outros empresários. Dobro tudo o que foi colocado aqui hoje”, afirmou o Eike. Segundo a organização do evento, as informações preliminares dizem que foi arrecadado cerca de R$ 2 milhões. Se ele cumprir a promessa, terá que doar R$ 4 milhões para Escola do Povo, projeto social que tem como meta alabetizar 15 mil jovens e adultos de Paraisópolis.

Entre os itens mais vendidos estavam um capacete do piloto Emerson Fittipaldi por R$ 30 mil; uma jaqueta e camiseta do modelo Jesus Luz por R$ 8.500; DVD do seriado americano Sex and City doado pela atriz Sarah Jessica Parker, arrematado por R$ 7 mil. Uma das doações mais disputadas foi a de número nove, que tinha uma camisa do Kaká e três camisas doadas por Alexandre Pato, Pelé, e Ronaldo. Este último saiu por R$ 55 mil.

Eike Batista o brasileiro mais rico do mundo

O empresário Eike Batista, 52, dono do Grupo EBX, é o brasileiro mais rico do mundo, segundo o ranking dos maiores bilionários do planeta feita pela revista Forbes divulgada nesta quinta-feira.

Eike que já figurou na lista no ano passado, saltou da 142ª posição para a 52ª posição com uma fortuna avaliada em US$ 7,5 bilhões.

O investidor da cervejaria InBev, Jorge Paulo Lemann, 69, também saltou na lista, tendo passado da 172ª posição para a 92ª com uma fortuna estimada em US$ 5,3 bilhões. O empresário Antônio Ermínio de Moraes, 80, foi para a 224ª posição com uma fortuna de US$ 2,8 bilhões.

O empresário americano Bill Gates voltou a liderar a lista, com uma fortuna estimada em US$ 40 bilhões. Em comparação com o ano passado, a crise financeira repercutiu na lista que registrou uma diminuição de 30% no número de empresários. Ao todo, 793 bilionários integram a versão deste ano.

Em 2008, 1.125 empresários integravam o ranking. Ao todo, 373 saíram da lista – 355 pela diminuição na fortuna e 18 por motivo de morte. Essa foi a primeira vez, desde 2003, que o mundo perdeu dezenas de bilionários. Na edição deste ano, 38 novos empresários estréiam na lista.

Forbes

Empresário desmatador doa R$ 11,4 mi ao meio ambiente

O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, assinou ontem com o empresário Eike Batista, dono do grupo EBX, termo decooperação operacional e financeira que prevê a doação de R$ 11,4 milhões pelo grupo para apoio a conservação ambiental de Fernando de Noronha, Lençóis Maranhenses e Pantanal. Empresas do grupo respondem a denúncias por crimes ambientais.

É justamente no Pantanal, no Pólo Siderúrgico de Corumbá, que fica uma das usinas do grupo acusadas de receber carvão produzido e transportado de forma irregular.

O ministro Carlos Minc afirmou que o ato nada tem a ver com compensação ambiental.

– Temos que pensar num Brasil a longo prazo. É um privilégio poder fazer essas doações porque Fernando de Noronha, os Lençóis e o Pantanal são jóias da natureza do Brasil – disse o empresário.

Questionado pelos jornalistas se a denúncia procedia, Eike disse que não tem sentido uma de suas empresas se “sujar por algo tão pequeno”. Chegou a dizer que pensa em fechar essa usina porque ela seria muito pequena dentro do complexo da EBX e que não valia a pena tanto transtorno.
– Somos tão grandes em outras áreas que não vale a pena – disse o empresário.

JB

Diz o Noblat:

Deixe-me ver se li direito;

O empresário Eike Batista é o campeão de multas não pagas por desmatamento da região do Pantanal. Deve ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente R$ 29,4 milhões. Recorreu à Justiça para anular ou abater o valor da dívida. Mas ontem foi recebido com festa no Ministério do Meio Ambiente.

Batista anunciou que doará R$ 11,4 milhões para a preservação de três parques nacionais – pouco mais de um terço do que deve e não paga. Ganhou um diploma e foi elogiado pelo ministro Carlos Minc – sim, aquele para sempre refém de holofotes.

Tudo bem pra vocês? Então tudo bem pra mim.

Crédito acaba até para o bilionário Eike Batista

A LLX, empresa de logística do bilionário Eike Batista, anunciou ao mercado que suspendeu a construção de um grande e polêmico terminal portuário em Peruíbe, no litoral sul de São Paulo. O objetivo da LLX é concentrar suas atividades na construção do porto de Açu (norte do Rio de Janeiro) e no desenvolvimento do porto Sudeste (sul do Rio de Janeiro). Esses dois projetos têm o início da operação previsto para 2010 e 2011, respectivamente, e ganharam a prioridade da empresa por já estarem em uma fase de financiamento mais adiantada.

Segundo Ricardo Antunes, presidente da LLX, a construção do Porto Brasil, em Peruíbe foi apenas suspensa – e não abandonada. A decisão foi tomada por uma questão de “disciplina financeira”. “Todos estão cientes do atual momento do mercado financeiro, da pouca disponibilidade de crédito”, afirmou ele em teleconferência com analistas. Segundo ele, a empresa tem 380 milhões de reais em caixa, que lhe garantem uma situação confortável no curto prazo. “Só estamos adotando uma atitude bastante conservadora e prudente dada à situação atual do mercado.”

Ao suspender a construção do Porto Brasil, em Peruíbe, a empresa reduziu a sua necessidade de capital em cerca de 50%. Os investimentos totais da LLX cairão de 3,9 bilhões para 2 bilhões de dólares, diminuindo os desembolsos da companhia, especialmente no curto prazo. O mercado não recebeu bem a notícia. Às 13h27, as ações da empresa despencavam 17,38%, para 1,34 real.

Exame

Empresas de Eike perdem 5,1 bilhões em um dia

Somente nesta sexta-feira, quando foi desencadeada a operação Toque de Midas, as empresas de Eike Batista listadas na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) – a MMX, de mineração, a MPX, de energia, e a OXG, de petróleo e gás – perderam R$ 5,1 bilhões em valor de mercado, ou 10,3%.

Segundo reportagem do jornal O Globo, publicada neste sábado, as três valiam, juntas, R$ 49,4 bilhões na quinta-feira, mas o montante caiu para R$ 44,3 bilhões nesta sexta-feira. Segundo a PF, a MMX é suspeita de fraude em licitação.

As ações MMX ON eram negociadas em alta de 1,95%. Quando saíram as primeiras notícias de que os agentes federais entraram nas empresas e na casa de Eike Batista com mandado de busca e apreensão, os papéis começaram a cair e atingiram queda de 16,03%.

As notícias da operação também respingaram em outras empresas controladas por Eike Batista. As ações da OGX, empresa de petróleo e gás do bilionário que estreou em junho na bolsa com grande sucesso, fecharam com queda de 10,50%, depois de chegar a registrar baixa de 22,30%. A empresa de energia do grupo de Eike, a MPX, também sofreu e a ação fechou em baixa de 11,39%.

As ações das três empresas não fazem parte do Ibovespa e, portanto, não influenciaram o comportamento do índice.

As empresas de energia e mineração do empresário Eike Batista, MPX e MMX, divulgaram uma nota de esclarecimento à Bovespa negando qualquer tipo de irregularidade na licitação que resultou na outorga da concessão da Estrada de Ferro do Amapá.

GLB

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