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Dinheiro falso pagaria cabos eleitorais

Estelionatário preso em Brasília, esta semana, atuava também no Congresso. A Polícia Civil apreendeu com Aurino Benjamin de Barros, 47 anos, além “milhões” em cédulas falsas, fotos dele até nos plenários da Câmara e do Senado, insinuando “livre-trânsito”.

Servidores disseram à coluna que há anos Aurino oferecia, até a parlamentares, a troca de dinheiro falso por real, à base de “três por um”. E fez muitos negócios. . Esses políticos… Parlamentares usariam o dinheiro falso para pagar a cabos eleitorais nos estados, segundo funcionários do Congresso.

O delegado Aélio Caracelli, da 5ª DP de Brasília, que investiga o caso, garante que não averigua o envolvimento de políticos no estelionato e nem é sua função. Diretores das polícias do Senado e Câmara, onde o estelionatário fazia negócios, afirmam ignorar completamente o assunto. 

A polícia prendeu o bandido após denúncia de um comerciante do Maranhão, que trocou R$ 250 mil por R$ 1 milhão em cédulas falsas. Joselito Costa Martins procurou a 5ª DP e informou que o autor havia se comprometido a emprestar a quantia de R$ 1milhão por meio de um contrato.

Em razão do acordo, a vítima entregou a Aurino, nas imediações da Câmara dos Deputados, o valor de R$ 200 mil em dinheiro e recebeu, como contraprestação, duas maletas com o valor acordado. Posteriormente, a vítima percebeu o golpe: o dinheiro recebido era falso. Aurino, que foi reconhecido pela vítima no sistema de identificação da recepção da Câmara Federal (que fotografa quem entra no local), apresentou outro nome para adentrar no parlamento.

Claudio Humberto

Brasileiros falsificavam dólar nos Estados Unidos


O Serviço Secreto americano prendeu quatro brasileiros sob a acusação de falsificação de dinheiro: Wesli Camargo, Epaminondas José Soares, Joister Pacheco Ataíde e Jean de Oliveira, todos de Danbury (CT) e com idades entre 20 e 41 anos, estão sob custódia federal e aguardam audiência que definirá seu futuro – se condenados, podem pegar até 20 anos de prisão e terão que pagar multa de 250 mil dólares; depois ainda serão encaminhados para os procedimentos imigratórios por estarem em situação irregular no país.

Durante o depoimento, Wesli contou aos agentes que praticava este crime há seis meses e vendia as notas de cem dólares por 30 dólares. Os quatro foram presos na Carolina do Norte, com mais de 35 mil dólares em dinheiro falso e, com a ajuda das polícias daquele estado e de Connecticut , as autoridades conseguiram apreender mais de 750 cédulas irregulares, muitas com comerciantes da região.

As notas foram repassadas até na Flórida e, muitas vezes, os produtos comprados eram devolvidos e trocados por dinheiro verdadeiro.

Os quatro envolvidos estão detidos sem direito a fiança. Os policiais também encontraram um laptop, documentos falsos e material e equipamento usado na falsificação. No apartamento de Wesli, em Danbury, a polícia encontrou ainda mais de 22 mil dólares falsificados, além de computador, scanner e impressora.

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