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Participe do movimento Landell de Moura

O PAI DAS TELECOMUNICAÇÕES.

Você certamente sabe que Santos Dumont é o Pai da Aviação. Mas você sabia que o rádio foi inventado por um padre-cientista brasileiro, Roberto Landell de Moura, antes de Marconi? Além do rádio, Landell de Moura também projetou a televisão, no início do século XX, muitos anos antes da referida invenção ser anunciada ao mundo.

Ele patenteou inventos no Brasil e nos Estados Unidos, mas, por uma série de infortúnios, não conseguiu nenhum apoio para o desenvolvimento dos artefatos. Foi incompreendido, taxado de maluco e de ter pacto com o demônio. Não foi reconhecido em sua época e, pior ainda, até hoje é pouco conhecido, embora tudo esteja devidamente documentado. Historicamente, o Brasil entrou na era do rádio com importação de tecnologia.

Jornalistas&Cia é um portal voltado para o vasto mundo dos jornalistas como o título, aliás, já diz. Seu criador é o jornalista Eduardo Ribeiro. Jornalistas&Cia está empenhado agora em uma bela campanha: fazer com que o mundo conheça do padre Landell de Moura, o brasileiro que inventou o rádio muito antes de Marconi. São dele também outras invenções como Você pode ver no anuncio ao lado. Veja como participar dessa importante campanha.

Gov. vai criar mais 463 rádios comunitárias

O Ministério das Comunicações quer criar 463 novas rádios comunitárias. O processo de habilitação das entidades interessadas no direito de exploração dos serviços foi aberto hoje e o prazo de inscrição e de apresentação dos documentos vai até o dia 26 de junho.

Segundo aviso publicado hoje no Diário Oficial da União, todos os Estados e o Distrito Federal foram contemplados.

O ministro das Comunicações, Hélio Costa, avaliou, por meio de nota, que a ampliação do número de rádios comunitárias “é um passo para a democratização dos meios de comunicação do país”. Hoje, 3.685 rádios comunitárias funcionam com autorização no Brasil, mas a estimativa do setor é de que 12 mil emissoras operem clandestinamente.

Para fazer o cadastramento, a entidade interessada deve pagar uma taxa de R$ 20. Mais detalhes sobre a inscrição podem ser obtidos na página do Ministério das Comunicações. As inscrições podem ser feitas ainda pelos correios ou pessoalmente, no protocolo central do edifício do ministério, em Brasília.

AE

Ministro abandona projeto do Rádio digital

A mudança de posição foi radical. Depois de ter defendido abertamente durante quase três anos e meio o padrão de rádio digital norte-americano (Iboc ou HD), apresentando-o como o único aceitável para o Brasil, o ministro das Comunicações, Hélio Costa, acaba de retirar seu apoio àquela tecnologia, também preferida pela Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert).

O ministro reconhece agora o que todos os técnicos independentes vinham afirmando desde 2006: em todo o mundo, a tecnologia de rádio digital ainda tem muitos problemas que não permitem sua adoção no Brasil.

O recuo de Hélio Costa, embora tardio, é um fato positivo, pois seria muito pior se o País adotasse o padrão Iboc. O maior prejuízo ficaria com as 5 mil emissoras de rádio brasileiras, que seriam levadas a investir numa tecnologia que aindafunciona precariamente.

O que mais estranhou os observadores nesse episódio foi a posição da Abert, ao defender apaixonadamente o padrão norte-americano, mesmo diante da comprovação de seus problemas.

MARCHA A RÉ

Hélio Costa anunciou sua nova posição no domingo passado, em artigo no jornal O Estado de Minas.

Entre as diversas opiniões citadas no artigo de Hélio Costa, uma das mais convincentes foi a de Sarah McBride, editora de tecnologia do Wall Street Journal.

O jornal norte-americano  confirmou a conclusão  conhecida há muito tempo: depois de quase 5 anos de introdução nos Estados Unidos, a nova tecnologia digital não conta hoje sequer com 10% da adesão das emissoras.

Para se ter idéia da baixa penetração do rádio digital nos Estados Unidos, basta lembrar que, do lado dos ouvintes, mesmo com preços subsidiados, apenas 0,15% da população norte-americana adquiriu seu receptor digital.

PROBLEMAS

Uma das características do padrão conhecido pelo nome de In Band on Channel (Iboc) ou HD Radio, criado pela empresa Ibiquity, é utilizar o mesmo canal de freqüência para transmitir um único programa, simultaneamente, tanto no modo analógico quanto no digital. A idéia é excelente, mas, até agora, o sistema não tem funcionado de forma satisfatória.

Nas transmissões em AM e FM, o padrão Iboc apresenta, entre outros, o problema do atraso (delay) de 8 segundos do sinal digital, em relação ao analógico. Como o alcance do sinal digital é menor do que o analógico, nos limites de sua propagação, a sintonia oscila entre um e outro, com grande desconforto para o ouvinte.

Embora pareça ser a grande saída, a idéia de usar o mesmo canal para transmissões analógicas e digitais, adotada pela empresa Ibiquity, não tem tido sucesso na prática. O fato indiscutível é que essa tecnologia ainda não está madura e apresenta diversos problemas sérios, como a impossibilidade de se utilizarem receptores portáteis – pois o consumo de energia é tão elevado que as baterias se descarregam em poucas horas.

Na Europa, outras tecnologias têm sido propostas em faixas de freqüências exclusivas para o rádio digital, o que, no entanto, obrigaria à troca de todos os receptores. Conclusão: ainda temos que esperar que o mundo desenvolva uma solução melhor para a digitalização do rádio.

Filho de Hélio Costa é “fantasma” no Senado

O filho do ministro Hélio Costa (Comunicações) Eugenio Alexandre Tollendal Costa é funcionário-fantasma no gabinete do senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA), em Brasília. Eugenio tem um cargo de assistente parlamentar no Senado há cinco anos, mas nem o próprio senador o conhece.


Flexa Ribeiro afirmou nunca ter falado com Eugenio, nem pelo telefone. “Nunca falei com ele. Não o conheço, não sei onde ele mora”, disse o tucano. Eugenio vive em Juiz de Fora (MG). A Folha ouviu várias pessoas no gabinete de Flexa Ribeiro que nunca viram o filho do ministro no local.

Como assistente parlamentar de Flexa, Eugenio ganha R$ 2.649,46 por mês. Conforme ato de nomeação, ele foi contratado em 13 de junho de 2003 para assessorar Duciomar Costa (PTB-PA). À época, Duciomar e Hélio Costa -que foi para o ministério em 2005- eram colegas no Senado.
O petebista foi eleito prefeito de Belém em 2004, quando deixou sua cadeira para seu suplente, Flexa Ribeiro, que manteve Eugenio no cargo até hoje.

Nos últimos anos, porém, Eugenio estudou e trabalhou em Juiz de Fora, em atividades que não têm nenhuma relação com o Senado ou o Pará. Entre abril de 2007 e fevereiro de 2008, por exemplo, o filho do ministro trabalhou na afiliada da TV Globo mineira. O departamento de recursos humanos da empresa confirmou que Eugenio foi contratado, com carteira assinada, como designer.

O senador Flexa Ribeiro disse que o manteve no cargo a pedido do prefeito de Belém e que soube que o rapaz era filho de Hélio Costa há apenas um ano e meio.

FSP

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