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Restaurante caça caloteiros via Facebook

Um dono de restaurante na Austrália que levou um calote de cinco jovens fregueses usou o site de redes sociais Facebook para localizá-los, e agora eles aprenderam a não cuspir no prato em que comeram.

Peter Leary, dono do restaurante Seagrass, uma casa de frutos do mar em Southbank em Melbourne, ficou furioso com os clientes que haviam pedido os melhores pratos do cardápio, incluindo ostras, trutas e peixe-imperador, acompanhados por vinhos caros. Eles saíram para fumar e fugiram sem pagar a conta.

Mas Leary, que ficou com um prejuízo de 520 dólares australianos (o equivalente a 340 dólares) se lembrou que um dos fregueses havia perguntado sobre uma antiga garçonete da casa. Ele a contactou e a moça sugeriu que verificassem alguns contatos no Facebook.

“Realizamos uma busca por alguns nomes e lá estava a foto dele”, disse Leary. “A foto mostrava ele com a namorada, a única mulher do grupo. Nós também descobrimos pelo perfil que o rapaz trabalha em um restaurante próximo, o que facilitou as coisas”, acrescentou.

Leary contactou o gerente do outro restaurante, onde o rapaz e sua namorada trabalhavam, e explicou a situação. Poucas horas depois, ele apareceu para pedir desculpas e pagar a conta, deixando uma gorjeta generosa para o pessoal.

Leary disse que o dono do restaurante em que o jovem trabalha ligou mais tarde para informar que o rapaz e sua namorada tinham sido demitidos.

O Facebook, criado em 2004 como site social para alunos da Universidade Harvard, cresceu para 90 milhões de membros este ano, ante 24 milhões pouco mais de um ano atrás, e superou o rival MySpace para se tornar o maior site mundial de redes sociais.

Reuters

Carne de frango é a mais consumida no Brasil

Se as previsões do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) estiverem corretas e as atuais turbulências da economia não atrapalharem, em 2009 os brasileiros deverão consumir, em média, 90,3 kg per capita das quatro principais carnes – bovina, suína, de frango e de peru. O consumo previsto corresponde a um adicional de 13,4 kg per capita (ou quase 17,5% a mais) que o estimado para 2003.


A maior parte dessa expansão (58% do volume adicional, ou 7,8 kg) deve ser garantida pela carne de frango, cujo consumo per capita em 2009 deve chegar aos 39 kg, quantidade que representa expansão de 25% sobre 2003 e mantém o produto (pelo terceiro ano consecutivo) como a principal carne consumida pelos brasileiros.

AviSite


No acréscimo previsto, a contribuição da carne bovina será de 3,1 kg, volume 9% maior que o consumido em 2003, vindo a seguir a carne suína, com expansão de cerca de 17%, o que significa adicional de 1,8 kg.
De toda forma, o maior índice de expansão vem de outra carne avícola, a de peru, cujo consumo continua pouco significativo, de cerca de 1,5 kg per capita em 2008. Se no ano que vem tiver um consumo per capita de 1,6 kg, como prevê o USDA, a expansão de consumo da carne de peru será de mais de 77%.

Pesquisa mostra contaminação em self-services

Uma pesquisa realizada pela Universidade de Brasília em 10 restaurantes da capital federal constatou, em todos eles, a contaminação da salada por coliformes fecais e salmonela. As amostras de alface e tomate, duas das hortaliças mais consumidas pelo brasileiros, foram recolhidas entre os meses de março e abril em cinco self-services.

O que mais chama a atenção na pesquisa é o alto grau de contaminação. Na atual legislação, a concentração aceitável de coliformes fecais é de 100 colônias por grama, mas os resultados em laboratório mostraram números 24 vezes maiores.

Para o consumidor, resta ficar atento à superfície onde fica a salada, que de preferência deve ser refrigerada. Esse procedimento evita que a hortaliça se aqueça à temperatura ambiente e, conseqüentemente, que as bactérias se proliferem. Além disso, a salada deve estar coberta para evitar contaminação através de saliva dos clientes, por exemplo, mas raramente essa medida é adotada.

Capital

CONSUMO: NORDESTE PASSA O SUL É 2º NO PAÍS

A Região Nordeste, sempre relegada à condição de uma das áreas mais pobres do Brasil, registra atualmente o maior avanço do país quando o assunto é consumir.

Embalados pelo crescimento econômico, os consumidores nordestinos foram às compras e desbancaram a Região Sul, que sempre ocupou a segunda posição no ranking nacional de consumo.

O volume de compras dos nordestinos teve alta de 25,42%. No mesmo período, o aumento de consumo na Região Sul foi de 15,26%, enquanto o Sudeste registrou 12,56%.

Esses resultados fazem parte de pesquisa inédita da consultoria paulista Target, que mediu o gasto em todos os municípios do Brasil usando o Índice de Potencial de Consumo (IPC). 

Em termos absolutos, a liderança continua com o Sudeste: R$902,908 bilhões em compras. O Sul tem potencial de R$291,892 bilhões, contra os R$253,254 bilhões do ano passado.

O Brasil vive uma redistribuição do consumo alimentada pelo avanço do nível de emprego, pela melhora da renda familiar e pelos programas sociais do governo federal, analisa Marcos Pazzini, da Target.

Com o avanço do Nordeste – cuja participação de tudo que é consumido no país subiu, em dois anos, de 16,8% para 18,2% -, o Sudeste recuou de 53,2%, em 2007, para 51,8%, este ano.  A Região Sul ficou estacionada em 16,8%.

Para o diretor de Gestão do Desenvolvimento do Banco do Nordeste do Brasil, Pedro Lapa, os programas sociais do governo, como o Bolsa Família, estão viabilizando uma transferência de renda na região. Dos 60 milhões de beneficiários, 50% deles se encontram no Nordeste.

Valor

Desejo: “qual seria sua última refeição?”.

A fotógrafa americana Melanie Dunea lançou a seguinte pergunta a cinqüenta grandes chefs: “Se você fosse morrer amanhã, qual seria sua última refeição?”.

Em seu livro My Last Supper (Meu Último Jantar), foram poucos os que optaram por trufas, caviar e foie gras. A maioria escolheu refeições absolutamente simples.

Gordon Ramsay, apresentador de Hell’s Kitchen, decidiu-se por rosbife com yorkshire pudding. A carne assada com molho, acompanhada de pudim salgado, é um clássico dessa licença nada poética chamada culinária britânica. E era um prato freqüente na mesa da família do escocês Ramsay.

Jamie Oliver, chef inglês e também apresentador de programas de culinária, optou por spaghetti all’arrabiata e, de sobremesa, pudim de arroz. “É impressionante quão simples, rústica e despretensiosa é a maioria das seleções”, escreve o chef Anthony Bourdain, no prefácio do livro.

Ele próprio comeria em seu último jantar prefere ossobuco com salsinhas e salada de alcaparras com torradas de baguete. “Há sempre uma volta às coisas da infância ou aos sabores regionais.

A palavra ‘mãe’ é citada em pelo menos um terço das vezes”, observou Bourdain em entrevista à revista americana Time.

A lembrança de um prato não se resume ao seu sabor. Remete também a tempos felizes.

Time

ARROZ 30% MAIS CARO

 

O Governo vai usar o estoque de 1,4 milhão de toneladas de arroz na tentativa de segurar o preço do produto, que sobe em todo o mundo. O governo vai intervir no mercado de arroz para evitar uma alta generalizada nos preços ao consumidor. Está no momento de desovar o estoque de 1,4 milhão de toneladas, o que representa 11,6% da produção prevista para o ano (12 milhões de toneladas). 

O arroz já é apontado, por alguns analistas de mercado, como um dos vilões da inflação nesse ano — ao lado do pão francês, tomate e carne bovina.

Amanhã, representantes do Ministério da Agricultura, da Companhia Nacional da Abastecimento (Conab) e de produtores do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, se reúnem, em Brasília, para definir a estratégia de venda do estoque do governo.

Em janeiro, o governo vendeu parte do estoque porque o preço estava subindo. O valor do arroz está disparando em todo o mundo. Na Tailândia, por exemplo, o preço da tonelada saltou de US$ 337, no final de 2007, para US$ 950, na semana passada. A expectativa é de uma produção mundial de 27,5 milhões, para este ano, sendo que o consumo previsto é de 24 milhões.

Somente nos últimos 30 dias, o produto apresentou uma valorização para o agricultor de cerca de 30%. Se essa elevação for repassada para o consumidor, representará um acréscimo de R$ 0,11 no quilo do arroz.

CB 

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