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Olimpíadas: Mainardi morde a língua

Cielo lambe o ouro

Na torcida anti-Brasil, o colunista da VEJA, Diogo Mainardi, bateu seu recorde de besteira ( leia e ouça artigo abaixo).

Já na Olimpíada passada ele disse que o irlandes maluco que derrubou o maratonista brasileiro fez um favor, pois pelos seus “cálculos”, este chegaria em 7o e acabou ganhando um gas maior pra chegar em 3o.

Acompanhe o que o colunista da Veja publicou esta semana:

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CLIC E OUÇA AQUI TAMANHO RECALQUE

A gente nunca chega até as finais

Eu estou certo. Quem está errado é Pequim. Eu durmo cedo e acordo cedo. O que sobra para alguém como eu, nos Jogos Olímpicos, é a bateria preliminar dos 200 metros de nado de peito.

Eu assisto à bateria preliminar dos 200 metros de nado de peito. E, à tarde, antes de pegar no sono – eu durmo cedo e acordo cedo, mas também tiro uma pestana bem no comecinho da tarde – assisto às reprises das burlescas trapalhadas dos atletas brasileiros. É uma farra. Como é que eles conseguem ser ruins desse jeito? Como é que eles podem perder tanto assim? Eu vaio a TV, assobio para a TV, jogo o travesseiro na TV. Depois viro para o lado e durmo feliz.

O aspecto mais gratificante de se torcer contra os brasileiros é que a gente sempre acaba ganhando. Cada medalha de bronze perdida pode ser comemorada como um triunfo. Com suas humilhantes derrotas, eles ajudam a ratificar todos os estereótipos mais grosseiros sobre o Brasil e os brasileiros. O povo dócil. A cultura conformista. O caráter frágil. A personalidade titubiante. O espírito resignado. O pendor para ser eternamente café-com-leite. É reconfortante saber que o país nunca trairá nossas piores expectativas. (………) Quando eu acordar, o Brasil terá perdido mais umas doze medalhas de bronze. O país é uma bateria preliminar dos 200 metros de nado de peito. A gente nunca chega até as finais.

Diogo Mainardi

……….

Dica do blog de Jamildo Melo

Cielo é proibido de namorar por contrato

César Cielo: advertido nos EUA que
namorar pode atrapalhar nos treinos

Um novo muso está surgindo nas piscinas e virando centro das atenções. Sarado, como todo atleta, e bonito, César Cielo está chamando atenção porque também é… solteiro por obrigação! É que o nadador, que ganhou a medalha de bronze nos 100m livres e bateu o recorde olímpico nas semifinais dos 50m livres, nesta quinta-feira, 14, não pode namorar, sob pena de ser reprimido pela direção da universidade americana em que estuda.

Cielo é aluno de Administração e Comércio Exterior, na Universidade de Auburn, no Alabama. E, aos 21 anos, para manter o fôlego olímpico, o nadador brasileiro, que treina nos Estados Unidos, economiza as energias que todos os jovens da idade dele gastam com namoradas para se dedicar totalmente ao esporte em que está se destacando na China.
A proibição foi tema de uma das mesas redondas do Sportv. Assessora do nadador, Daniele Carvalho confirmou que a restrição é grande. “Não é proibido namorar, mas quando os atletas entram para o time da universidade são avisados que o namoro pode desviar o foco de atenção”, diz ela.
E o que ele faz? Corre atrás do prejuízo quando está no Brasil .“Quando está de férias aqui, ele aproveita”, diz Daniele. Depois da performance no Cubo D’Água, as candidatas ao pódio do atleta é que vão ter que preparar o fôlego. Bah!
EGO
Fonte: Ego
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