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Celular vai substituir cartão de crédito

Se você esquece a carteira com frequência, deixa o talão de cheques em casa, mas sempre está com o celular no bolso, é uma boa ideia pagar suas contas ao aproximar o aparelho próximo de um receptor digital e efetuar o débito.

Nos próximos meses, os receptores NFC (Near-Field Communication, ou comunicação por aproximação, em tradução livre) estarão cada vez mais presentes nas máquinas registradoras das lojas. A tecnologia funciona ao transferir informações entre dois dispositivos sem a necessidade de fios. O Google equipou o Nexus S 4G da Sprint com uma antena NFC e oferece o tão esperado aplicativo Google Wallet para encorajar os donos de estabelecimentos a oferecer pagamentos via celular. A RIM está implementando a tecnologia em muitos dos modelos novos de aparelhos, e apresentando um recurso chamado de “Tag”, que permitirá aos usuários de BlackBerry não só transferir informações de pagamento como qualquer outro tipo de dado via NFC.

Mas precisamos disso?

Porém a tecnologia irá tornar ainda mais conveniente as compras no dia a dia. Uma vantagem do pagamento “sem contato físico” é que não é preciso fornecer o cartão de crédito ao funcionário, tendo a chance de esquecê-lo. E, teoricamente, pagar com o smartphone é mais seguro do que utilizar um cartão, porque esse segundo é muito mais fácil de ser perdido e eles têm gravados números na frente. Ao perder um cartão, o banco precisa bloquear e fornecer outro dispositivo para o cliente. Caso o usuário perca o celular, basta apagar remotamente os dados referentes aos crédito e fornecer as informações novamente em um outro celular.

Por outro lado, as compras com NFC fazem mais sentido apenas se você adquire produtos em grandes lojas com muita frequência. Alguns comércios menores nas grandes metrópoles aceitam pagamentos via NFC, contudo até nesses estabelecimentos, o bom e velho cartão ainda precisará estar na carteira no caso de algum imprevisto, já que, em muitas lojas, os equipamentos receptores não funcionam corretamente ou estão quebrados. E apesar do fato que o Google Wallet mostra quando e onde foi feita uma compra, o aplicativo não registra o que foi adquirido, então ainda é necessário manter os recibos.

Claro que esses problemas possuem solução, e que, com toda certeza, os desenvolvedores e fabricantes estão trabalhando para resolvê-los em um futuro próximo.

Fonte: IDGNOW

Bancos: R$ 900 milhões em fraudes com cartão

 

Os bancos devem contabilizar, até o fim de 2010, cerca de 900 mil transações fraudulentas, cada uma com valor médio de R$ 1 mil. Ou seja, neste ano, serão roubados R$ 900 milhões das contas dos brasileiros – até junho, já foram R$ 450 milhões. Os dados foram divulgados pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

Cartões de crédito e débito são a principal origem das fraudes. Os criminosos clonam os cartões ou utilizam os dados roubados para efetuar compras ou sacar dinheiro em caixas eletrônicos. Agindo assim, sem enfrentar muita dificuldade, eles conseguiram levar R$ 800 da conta do vendedor Orestes Milano, de 47 anos. Ninguém foi preso.

“O banco me devolveu o dinheiro porque ficou claro que foi uma fraude”, conta Milano. “Eu nunca tiro mais que R$ 200 no caixa eletrônico porque pago tudo com cheque e cartão. Além disso, os bandidos sacaram o dinheiro em Jundiaí, um lugar que eu nunca fui na vida”, explica o vendedor.

Casos como o de Milano são mais simples de resolver. O Código de Defesa do Consumidor estabelece que o chamado “ônus da prova” cabe à empresa, e não ao cliente. Por isso, se o consumidor alega que não foi ele que faz aquela operação bancária, cabe ao banco provar que foi – ou então ressarcir o cliente.

“Quando a transação efetuada pelo criminoso é muito diferente daquela que costuma ser praticada pelo cliente a situação de fraude fica clara e o banco se vê obrigado a devolver o dinheiro”, declara Raphael Loschiavo, especialista em Direito Digital e sócio do Patricia Peck Pinheiro Advogados.

“O problema é quando a transação tem características semelhantes àquelas feitas rotineiramente pelo consumidor. Aí surge a dúvida se o cliente foi roubado ou se está forjando a fraude”, diz Loschiavo. Neste caso, cabe à Justiça definir quem está com a razão.

Para desenhar o perfil de cada cliente, os bancos têm um sistema de segurança que identifica seus hábitos (horários em que costumam fazer as transações, valores médios, locais de compras). Tudo para tentar evitar fraudes. Quando o comportamento foge da regra, o sistema tende a ser acionado, seja para que o banco impeça a transação ou ao menos avise o cliente antes de concluí-la.

Esse modelo costuma funcionar bem, em especial quando se trata de altos valores. “O sistema funciona como uma espécie de beque (zagueiro), que está lá como uma última proteção”, atesta Hugo Costa, diretor nacional da ACI Worldwide, empresa que fabrica alguns desses softwares utilizados pelos bancos. “Quando acionamos o software é porque várias outras fragilidades do sistema já foram exploradas.”

Costa afirma que cartões sem chip, que têm apenas a tarja magnética, são muito mais vulneráveis. “Basta passar um leitor na trilha magnética que o criminoso terá todas as informações, inclusive sua senha. Com o chip isso não ocorre”, afirma o diretor da ACI Worldwide. “Outro problema é o uso dos dados do cartão para compras na internet. Basta ter o número de segurança que qualquer criminoso consegue efetuar a transação no e-commerce.”

Recomendo:  Site Monitor das Fraudes

Carolina Dall’Olio/JT

Rejeitada lei sobre administração de cartões

A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio rejeitou ontem o Projeto de Lei 4804/01, do deputado Edinho Bez (PMDB-SC), que regulamenta a atividade de empresas emissoras de cartões de crédito. Entre as

regras propostas estão a proibição da cobrança de preços diferenciados para pagamento em dinheiro ou cartão, e a isenção de responsabilidade do titular pelo cartão extraviado, roubado ou usado por terceiros.

O relator da proposta, deputado Miguel Corrêa (PT-MG), argumentou que essas diretrizes já constam de normas do Banco Central, e têm sido acolhidas em decisões judiciais. Da mesma forma, o Judiciário já entende que essas empresas são instituições financeiras e, por isso, são regidas pelas normas do sistema brasileiro para o setor. “Aprovado o projeto, o Banco Central deixaria de ser o gestor, e o processo ficaria amarrado a uma lei, sem a mobilidade necessária para atividades do setor”, disse.

Corrêa foi nomeado relator depois que o parecer do deputado Lúcio Vale (PR-PA), que sugeria a aprovação do projeto, foi derrotado pela comissão. O deputado Guilherme Campos (DEM-SP) tentou aprovar a proposta de forma a caracterizar as compras com cartão de crédito como venda a prazo, e limitar a 2% sobre o valor a cobrança pelo serviço, mas esse voto também foi derrotado.

Agencia Camara

Citibank vende o Redecard

Depois de deixar a Brasil Telecom (BrT) e vender o controle do Metrô do Rio de Janeiro, o Citibank vai se desfazer da participação de 17% na processadora de cartões de crédito e débito Redecard. A informação, divulgada na sexta-feira pelo “Wall Street Journal”, foi confirmada pela própria Redecard.

O banco, que já foi o maior do mundo, enfrenta a mais grave crise de sua história, corre o risco de ser estatizado pelo governo dos Estados Unidos e tenta fazer caixa de todas as formas.

“(A Redecard) foi informada por seu acionista Banco Citibank de sua intenção de potencialmente realizar uma oferta pública secundária de ações ordinárias de emissão da Redecard de sua titularidade”, informou a empresa, em comunicado, o que significa que o Citi venderá sua fatia provavelmente por meio de uma oferta pública de ações.

O Citibank divulgou uma nota. “Não podemos nos manifestar sobre o assunto, mas confirmamos o conteúdo do fato relevante divulgado hoje (sexta-feira) pela Redecard”, informou, por intermédio de sua assessoria de imprensa.

A Redecard teve lucro líquido recorrente (cálculo que exclui efeitos extraordinários) de R$ 1,1 bilhão no ano passado, o que representou um crescimento de 43,4% em relação a 2007. A margem líquida foi de 42,6%, ante 37,6% em 2007. As informações são do jornal “O Estado de S. Paulo”.

Inglês “empresta” seu cartão para o povo gastar

O empresário do ramo de Internet Bertrand Bodson ( foto) de 33 anos, projetou na noite da quarta-feira os dados de seu cartão de crédito em diversos pontos de Londres para a população gastar até 10 mil libras (cerca de R$ 34 mil), segundo divulgou o jornal britânico Daily Mail.

Além dos números do cartão de crédito, as projeções davam direções para as pessoas entrarem no site de Bodson, onde se encontravam seu endereço e telefone para que fosse possível efetuar compras online.

A intenção do empresário era promover o clima natalino. “Com toda tristeza e pessimismo, queríamos levar um pouco do espírito de Natal. Qualquer pessoa podia gastar o dinheiro com o que quisesse”, afirmou Bodson.

De acordo com a publicação britânica, uma pessoa foi rápida o suficiente para efetuar uma compra de 7,2 mil libras (quase R$ 25 mil) em uma loja de eletrônicos. As projeções também chamaram a atenção da polícia, que acabou com a brincadeira.

Daily Mail

American Express corta 7 mil vagas

A American Express, quarta maior emissora de cartões de crédito dos Estados Unidos, informou nesta quinta-feira que cortará 7 mil postos de trabalho, reduzirá outras despesas e reavaliará investimentos para economizar 1,8 bilhão de dólares em 2009.

“É certamente um passo na direção correta”, disse James Ellman, administrador de portfólio do fundo de hedge Seacliff Capital. “A companhia concluiu que será impactada por uma recessão liderada pelos consumidores.”

A American Express incorrerá em encargos com custos de reestruturação antes de impostos de entre 370 milhões e 440 milhões de dólares. Os cortes de empregos vão eliminar 10 por cento da força de trabalho da empresa.

A companhia planeja economizar 700 milhões de dólares com cortes de empregos, suspensão de aumento de salários de nível administrativo para 2009 e com congelamento de contratações para postos em aberto.

Os cortes “nos ajudarão a passar por um dos mais desafiadores cenários econômicos que já vimos em muitas décadas”, disse Kenneth Chenault, presidente do conselho e presidente-executivo da American Express, em um comunicado.

Reuters/EUA

Cartões: quadrilha lucrava R$ 20 milhões por mês

A Polícia Civil do Paraná realizou operação contra uma quadrilha que fraudava e clonava cartões de crédito. Seis pessoas foram presas, em São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul, e outras quatro continuam foragidas.

O grupo, que operava em todo o país, chegava a lucrar R$ 20 milhões por mês, informaram os investigadores, que descobriram duas fábricas pertencentes ao grupo, em São Paulo e em Canoas, onde eram produzidos os cartões.

Foram apreendidos mais de mil cartões de crédito e débito, centenas de cédulas de identidade em branco e preenchidas, 70 máquinas leitoras, computadores, pendrives e celulares. Para substituir as máquinas verdadeiras pelas falsas, os membros do bando se passavam por falsos técnicos de manutenção das operadoras de cartões. Na operação, eles instalavam um dispositivo apelidado de “chupa-cabra”, que armazena os dados.

JP

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