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Susto: Victoria Beckham deixa avião as pressas de pijama

Daily Mail

Um problema dos motores do avião em que Victoria Beckham estava com os filhos Romeo e Cruz, a deixou nervosa ontem, em Los Angeles. O motor da aeronave que seguia para Londres pegou fogo e a decolagem precisou ser interrompida. A mulher de David Beckham, que já estava vestida com o pijama fornecido pela companhia aérea e sem maquiagem, precisou deixar a aeronave do jeito que estava, por medida de segurança.

Segundo o jornal “Daily Mail”, o vôo foi drasticamente interrompido depois que um pássaro entrou em um dos motores e causou um incêndio na máquina. Equipes de emergência tiveram que ser chamadas para extinguir o fogo e retirar tripulantes e passageiros do avião.

De acordo com o jornal britânico, para Victoria, tão aterrorizante quanto o problema no avião, foi ter que deixar a aeronave vestida com pijama. Tanto que ela só foi retirada do local depois que os outros passageiros já haviam sido transferidos.

Segundo um dos passageiros, foi assustador quando o piloto freou de repente e ocorreu um estrondo. “Não tínhamos idéia do que estava acontecendo e temíamos o pior. Victoria estava na parte da frente do avião com os filhos, sem maquiagem alguma e de pijama. Ela se manteve calma e o tempo todo ficou confortando o Romeo.”

Um porta-voz da companhia aérea informou que ninguém se feriu no incidente. “Um pássaro entrou em um dos motores do avião assim que a decolagem havia sido iniciada. O motor passará por análise.”

Controlador de vôo não faz teste oral de inglês

Apesar de reconhecer que a falta de conhecimento de inglês representa um risco de acidentes no espaço aéreo brasileiro, a Aeronáutica continua a contratar controladores de vôo sem exigir fluência no idioma. A turma mais recente de operadores, recrutada no ano passado e nomeada em janeiro, foi selecionada num concurso que não incluiu prova oral de inglês, idioma usado na comunicação das torres de controle com pilotos estrangeiros que pousam e decolam nos aeroportos do país. E foi a primeira vez que se exigiu dos candidatos qualquer conhecimento de inglês.

Para obter o emprego, os 60 controladores nomeados este ano foram submetidos apenas a 15 questões de inglês, de múltipla escolha, valendo 25 pontos — um quarto da prova. Segundo o edital 03/2006, que ainda pode ser consultado no site do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), bastava aos candidatos acertar uma dessas 15 perguntas para continuar na disputa. Ou seja: mesmo que chutasse todas as respostas, teria chances mínimas de ser eliminado.

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