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Droga: Ecstasy modificado combateria câncer

São Paulo- Pesquisadores ingleses anunciaram hoje que uma forma modificada da droga MDMA, conhecida como Ecstasy, possui grande poder de combate a certos tipos de câncer – como leucemia, linfoma e mieloma.

A equipe da Universidade de Birmingham afirma que, em alguns anos, uma medicação segura poderia ser desenvolvida para pacientes – e aguarda a liberação dos testes clínicos para avaliar seus resultados em pessoas.

O estudo, publicado na Investigational New Drugs, se baseia em uma pesquisa de seis anos atrás. Nela, os cientistas notaram que mais da metade dos cânceres das células brancas do sangue  tinham seu crescimento interrompido com aplicação de drogas psicotrópicas. Em laboratório, as células respondiam bem a derivados de anfetamina, como Ecstasy e pílulas para emagrecimento, ou antidepressivos, como Prozac.

Na época, no entanto, os pesquisadores não conseguiram testar os resultados, obtidos em células isoladas em laboratório, em pessoas: a dose necessária de MDMA para combater o câncer mataria um paciente.

Durante todo esse tempo, os pesquisadores trabalharam em parceria com a Universidade Western Austrália para isolar as propriedades anti-câncer da droga e retirar as toxinas nocivas. O resultado foi um composto mais atraído à gordura que compõe a parede celular e, por isso, capaz de penetrar mais facilmente na célula cancerígena e dissolvê-la. Essa nova fórmula aumenta a eficiência da droga em 100 vezes, se comparada ao Ecstasy comum, mas não possui o mecanismo tóxico nocivo.

Mais importante, os pesquisadores dizem ter compreendido os mecanismo por trás da ação do MDMA no câncer – o que pode levar ao desenvolvimento de outros tratamentos.

Info

Ator Gianecchini é diagnosticado com linfoma agressivo

O ator Reynaldo Giannechini, de 38 ano diagnosticadohá uma semana comu linforma não -Hodgkin, teve o diagnóstico especificado pelos médicos como um linfoma de células T, segundo boletim médico divulgado nesta quarta-feira (17) pelo Hospital Sírio Líbanês, onde ele está internado.

Entre os tratamentos programados estão a colocação de catéter venoso central, que é feita ainda hoje, e nesta quinta-feira (18) o ator começa o processo de quimioterapia.

No linfoma de célula T, as células malignas têm características de linfócitos T, relacionados às defesas do organismo. De acordo com Juliana Pereira, chefe do setor de hematologia do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Octavio Frias de Oliveira, o linfoma do tipo T é menos comum e mais agressivo. “Os linfomas do tipo não-Hodgkin podem ser B ou T. O T é mais agressivo que o B, e usualmente o tratamento é mais difícil, porque ele evolui rápido e se apresenta de forma mais disseminada no corpo. O tratamento tem que ser mais intensivo. Geralmente 85% dos linfomas são B e 15% são T”, explica.

Juliana conta que o tratamento costuma “envolver sessões frequentes de quimioterapia e, dependendo da resposta do corpo, o paciente pode precisar de um tipo de transplante que aproveita suas próprias células-tronco”.
Gianecchini foi diagnosticado com câncer no dia 11 de agosto. Ele estava se recuperando de uma hérnia inguinal, que foi operada há cerca de um mês. O ator informou o público por meio de um comunicado da emissora Globo em que dizia: “Estou pronto para a luta e conto com o carinho e o amor de todos vocês”.
UOL

Morreu David Servan-Schreiber, o “Sr. Anticancer”

O médico e neurocientista francês conhecido pelo seu livro sobre o “estilo de vida anticâncer”, David Servan-Scheiber, morreu na noite de domingo (24) em um hospital no noroeste da França, segundo jornais europeus. Ele tinha 50 anos e lutava contra um câncer no cérebro há quase 20.

De acordo com o jornal português “Público”, Servan-Scheiber há três dias em coma, depois de ter sofrido durante os últimos meses de diversos sintomas neurológicos graves – paralisia, dificuldade em falar – devido a metástases no cérebro.

Sucesso nas livrarias, seus livros sobre seu método natural de enfrentar a doença – sendo “Anticâncer – Prevenir e vencer usando suas defesas naturais (2008)” o mais conhecido – venderam mais de 1 milhão de cópias, segundo o diário francês “L’Express”.

Servan-Schreiber descobriu a doença em 1992, quando o participante de uma pesquisa não apareceu para um exame agendado de ressonância magnética no seu laboratório da Universidade de Pittsburgh (EUA). Numa absoluta casualidade, ele tomou o lugar no aparelho e o exame mostrou um tumor cerebral do tamanho de uma noz, descreve o “New York Times” em perfil publicado pelo G1 em 2008.

Operado e tratado, o neurocientista retornou à sua rotina usual. Cinco anos depois o tumor estava de volta e entre voltar a ser operado e se submeter a quimioterapia e radioterapia, ele percebeu que tinha de procurar o que ele próprio podia fazer para reforçar a capacidade do corpo combater a doença.

O resultado das pesquisas foi “Anticâncer”, publicado pela primeira vez em 2007, que detalha as principais alterações no estilo de vida do pesquisador para ajudar o organismo a combater o tumor. Alvo de críticas de alguns oncologistas por preconizar métodos alternativos, o livro foi defendido por Servan-Schreiber, que sempre afirmou em entrevistas que seus métodos não deviam substituir a medicina convencional.

Mulheres estão fumando mais e os homens menos

Está diminuindo relativamente o número de homens que fumam de forma intensa, os considerados “heavy users”, na linguagem técnica dos médicos. Este grupo, que consome mais de um maço de cigarros por dia, caiu nos últimos cinco anos, de acordo com pesquisa que o Ministério da Saúde divulga hoje.

Foi de 6,3% da população masculina adulta para 5,6% em 2010. Já entre as mulheres, a proporção cresceu no mesmo período, de 3,2% para 3,6%.

SINAIS DE FUMAÇA
Em vários perfis de fumantes, o número de homens que deixam o vício vem subindo, enquanto o percentual de mulheres tende a se manter. Os técnicos do ministério sugerem que campanhas anti-tabagistas sejam direcionadas às consumidoras.
As capitais com o maior número de “fumantes pesados” do país são Porto Alegre (9%), Rio Branco (6,9%) e Campo Grande (6,8%).

A cidade de São Paulo, com 5,8% de adultos que fumam mais de 20 cigarros por dia, está acima da média nacional, que é de 4,5%.

Monica Bergamo

Anvisa prepara combate mais forte ao cigarro

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) colocou em consulta pública a proposta de criação de novas e mais severas restrições à comunicação das marcas de cigarro nos pontos-de-venda.

O órgão ouvirá manifestações da sociedade até o próximo dia 31 de março, mas o mercado já se movimenta para defender a última trincheira da indústria tabagista no terreno da comunicação, após uma década de vigência da lei que proíbe o uso da mídia.

Paulo Focaccia, sócio da CFLA e advogado que representa a Associação Brasileira de Marketing Promocional (Ampro), afirma que a entidade acompanha o andamento da consulta pública, mas alerta que, se colocadas em vigor, as medidas inviabilizam a comunicação nos pontos-de-venda para o setor.  Abap, Abert, ANJ, Aner, o Instituto Palavra Aberta e o Conar também acompanham o andamento da consulta pública.

As ações de PDV ( Pontos de Venda) são hoje o principal canal de comunicação da indústria com seu público e representariam no Brasil investimentos da ordem de R$ 200 milhões por ano, contando pesquisas, criação e produção de materiais. Os displays e mobílias das fabricantes são fornecidos para mais de 260 mil estabelecimentos comerciais.

A estimativa informal é de executivos ligados às duas principais empresas do setor, Souza Cruz e Phillip Morris, que juntas faturaram R$ 13 bilhões em 2010, dos quais R$ 8 bilhões ficaram com o governo na forma de impostos. O mercado ilegal é estimado em cerca de R$ 4,4 bilhões por ano, ou seja, 27% do total que deixa de arrecadar por ano R$ 2 bilhões em impostos.

A proibição da publicidade do cigarro na mídia, em 2001, praticamente inviabilizou o lançamento de novas marcas e forçou as empresas do setor a concentrar esforços nas marcas já conhecidas do grande público e com o recall herdado dos tempos de veiculação. Com a perda de força das marcas regionais, a British American Tobacco (BAT) – controladora da Souza Cruz – e a Phillip Morris tem adotado a estratégia nos últimos anos de concentrar os esforços em marcas globais, que em grande parte dos casos substituem as locais.

Um dos casos é a progressiva extinção da marca Carlton, incorporada pela Dunhill, com a comunicação 100% baseada em ações nos pontos-de-venda, criadas pela G2. No caso da Phillip Morris, a internacional Marlboro vem sendo introduzida nas embalagens de diversas marcas comercializadas no Brasil, inclusive as lights e mentoladas como Galaxy. No entendimento do mercado, o banimento da propaganda beneficiou o comércio ilegal de cigarros, processo que seria ainda mais acentuado caso a proibição se estenda ao PDV.

O impacto preocupa também setores como a Federação Brasileira de Bares, Restaurantes e Hotéis (FBRH),  representante de cerca de 80 mil estabelecimentos, incluindo lojas de conveniência em postos de gasolina. Além das vendas de cigarros representarem entre 14% e 30% das vendas desses estabelecimentos, os displays e outros equipamentos fornecidos pelas empresas tabagistas são um importante componente na estrutura das lojas.

A Fecombustíveis, entidade que representante as empresas distribuidoras de combustíveis, também integra a frente contra a ação da Anvisa, em função da importância das lojas de conveniência na estrutura de negócios dos postos.

As principais medidas propostas pela Anvisa para restringir as ações de PDV de cigarros são as seguintes:

-Colocação de um novo alerta sobre os riscos do tabagismo na embalagem de todos os produtos fumígenos derivados do tabaco, além dos demais já existentes. Neste novo alerta, seria inserida a condição de tabagismo como doença, além de avisos sobre a possibilidade de tratamento: “Tabagismo é doença. Você tem direito a tratamento – Disque Saúde 0800 61 1997”.

Os avisos devem ocupar 50% da parte inferior da área de uma das maiores faces visíveis ao público, sendo que a outra face de maior área continuará ocupada pela advertência sanitária padrão.

-As embalagens de produtos tabagistas passariam a conter apenas informações referentes à: nome da marca; dados do fabricante; dados do importador; teores de alcatrão, nicotina e monóxido de carbono; ingredientes básicos; tipo do produto; quantidade de produto na embalagem; data de fabricação; número do lote; número do Serviço de Atendimento ao Consumidor – SAC e código de barras.

-Proibição da utilização de expressões como classe, ultra baixo teor, baixo teor, suave, light, soft, leve, teor moderado, alto teor, mild, etc.

-A exposição pública das embalagens e dos produtos seria permitida apenas em tabacarias, locais destinados ao comércio de tabaco. Nos demais pontos de venda apenas materiais publicitários deverão ser expostos (painéis, pôsteres e cartazes), também limitados à parte interna destes locais.

M&M

Cigarro mata 200 mil pessoas por ano no Brasil

Apesar dos números alarmantes de mortes decorrentes do tabagismo – cerca de 200 mil pessoas são vítimas do tabaco todos os anos no Brasil e mais de 5 milhões morrem no mundo – no próximo Dia Mundial Sem Tabaco, celebrado no dia 31 de maio, há motivos para comemorar. Isso porque, segundo dados do Ministério da Saúde, houve queda de 43,4% no consumo de cigarros no Brasil em 20 anos.

Entre os jovens, o índice foi ainda maior: existem 50% menos jovens fumantes do que em 1990. De acordo com estudo divulgado em 2009, o Vigitel, 14,8% dos jovens entre 18 e 24 anos tinham o hábito de fumar em 2008, contra 29% em 1989. O índice nacional é de 16,1%.

Foco nas mulheres
Neste ano, o tema do Dia Mundial Sem Tabaco escolhido pela OMS (Organização Mundial da Saúde) é “Gênero e tabaco com uma ênfase no marketing para mulheres”. O foco da campanha é coibir o apelo de marketing da indústria do tabaco para aumentar a comercialização de cigarros entre o sexo feminino.

Dados da entidade revelam que o número de mulheres fumantes é relativamente menor que o dos homens. Estima-se que entre 1 bilhão de fumantes no mundo, apenas 200 milhões são mulheres. Elas são, portanto, uma grande possibilidade de expansão do mercado consumidor de produtos de tabaco.

Dos mais de 5 milhões de pessoas que morrem a cada ano pelo uso do tabaco, cerca de 1,5 milhões são mulheres. A menos que sejam tomadas medidas urgentes, o uso do tabaco poderá matar mais de 8 milhões de pessoas até 2030, dos quais 2,5 milhões serão mulheres. Cerca de três quartos dessas mortes poderão ocorrer em mulheres de baixa renda e nos países de renda média.

“As mulheres ainda são minoria, mas em cerca de 20 anos o número de mulheres fumantes dobrou”, revela o primeiro-secretário da SBMFC (Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade), Oscarino Barreto. Segundo ele, a progressiva inserção da mulher no mercado de trabalho e na sociedade pode ter contribuído para o aumento no índice. “Observamos também que mais mulheres estão desenvolvendo câncer nos últimos anos e isso pode ter relação direta com o cigarro”, aponta.

Campanhas ajudam a deixar o vício
Para o presidente do Simesp (Sindicato dos Médicos do Estado de São Paulo), Cid Carvalhaes, campanhas como o Dia Mundial Sem Tabaco ajudam os fumantes a largar o vício e procurar ajuda médica.

“Antigamente, nos filmes dos anos 40 e 50, praticamente todos os personagens fumavam, empregando ao cigarro um status importante no comportamento. Hoje em dia, fumar virou politicamente incorreto”, explica o médico. Outra contribuição são as leis que proíbem o fumo em ambiente fechados e públicos.

O Estado de São Paulo sancionou a Lei Antifumo em agosto do ano passado. A medida acompanha uma tendência internacional de restrição ao fumo, adotada em cidades como Nova York, Londres, Paris e Buenos Aires. “A lei estadual ajudou muito, porque no primeiro momento ninguém queria levar multa. Gradualmente as pessoas perceberam os benefícios de um ambiente livre do cigarro”, diz Carvalhaes.

Apesar das campanhas, largar o cigarro não é fácil. Um estudo da OMS apontou que, em média, os efeitos do tabaco no organismo só desaparecem após 20 anos do fumante largar o vício. “Se as pessoas soubessem o que o cigarro causa no nosso corpo, certamente nunca chegariam perto do tabaco”, afirma o presidente do Simesp.

Entre os problemas de saúde estão dificuldade circulatória, inflamações nas artérias, infarto agudo do miocárdio, obstrução das artérias cerebrais, câncer de pulmão e doenças pulmonares graves, como o enfisema pulmonar. O Brasil gasta cerca de 5 bilhões com doenças decorrentes do cigarro todos os anos.

Dicas para parar de fumar
Deixar de ascender um cigarro é difícil, mas não uma missão impossível. “O principal é a vontade do fumante em parar. A família, nessa hora, é fundamental no sentido de dar apoio à decisão”, garante Oscarino Barreto.

O médico separou algumas dicas que ajudam o fumante em sua luta diária:
– Fumar o primeiro cigarro do dia o mais tarde possível;
– Evitar fumar último cigarro do dia perto da hora de dormir;
– Evitar fumar após o café (não há relação científica entre nicotina e cafeína, mas há uma questão cultural no hábito de ascender o cigarro após a ingestão do café);
– No momento em que atingir a meta de 10 cigarros por dia, parar completamente de fumar.

Caso o fumante não consiga largar o vício sozinho, deve procurar seu médico e tentar frequentar grupos antitabagismo. “Nestes grupos são fornecidos chicletes e adesivos de nicotina que ajudam, além do apoio psicológico”, destaca Barreto.

Angela Martins/Reporter Diário

Ministra Dilma faz nova quimioterapia

A ministra Dilma Rousseff fará sua segunda sessão de quimioterapia entre esta quinta e sábado, no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.

Inicialmente, o combinado com seus médicos é que Dilma fizesse a segunda sessão entre sábado passado e anteontem. Na semana passada, ela ligou querendo saber era “imprescindível” obedecer a esse cronograma.

Os médicos disseram que havia uma brecha de uma semana em relação ao prazo combinado para fazer a nova sessão. Dilma, então, respondeu que ligaria e marcaria o procedimento para esta semana.

Até sábado a nova sessão terá que ser feita, sem adiamento. A equipe médica de Dilma está proibida de divulgar as datas das sessões.

Dilma garantiu aos mais próximos que entrará pela porta da frente do Sírio-Libanês “para não dizerem que estou escondendo alguma coisa”.

Radar

Câncer: Glória Perez faz quimioterapia

A novelista Glória Perez, 60, autora de “Caminho das Índias” (Globo), escreveu em seu blog (gloriafperez.blogspot.com), que será submetida a seis sessões de quimioterapia preventiva, após a retirada de um câncer do tipo linfoma Não-Hodgkin da glândula tireoide, em cirurgia realizada no dia 18 de abril. Linfomas são tumores malignos que se originam nos linfonodos (gânglios).

Diz ela:  – “Operar a tireoide de emergencia foi um susto. O resultado da biopsia, outro ainda maior: tinha um linfoma ali.

Foi todo e totalmente retirado mas, de qualquer modo, meu médico, o oncologista Daniel Tabak, optou pelo tratamento preventivo, e vou fazer 6 sessoes de quimioterapia, com espaço de 21 dias entre cada uma. Vai render 3, 4 meses no máximo.”
Segundo Glória Perez, haverá um intervalo de 21 dias entre cada sessão, e o tratamento “vai render três, quatro meses no máximo”. “Essas celulazinhas comprometidas estavam como que blindadas dentro da tireoide, não se espalharam pra lugar nenhum.

Enfim, resumindo o que disse o médico, não há doença ativa em meu organismo”, afirma, em seu blog.

Perez também ressalta que o tratamento não vai interferir no seu trabalho com a novela “Caminho das Índias” nem alterar o ritmo da sua vida normal. “É mais um desafio? É, mas a vida de todos nós é isso: essa sequência de desafios a vencer”, conclui ela.

Blog Glória Perez

“Pantera” Farrah Fawcett muito doente

Estrela do seriado ‘As panteras’, a atriz Farrah Fawcett foi hospitalizada em Los Angeles e seu estado de saúde não é bom.

Farrah sofre de câncer há três anos e recentemente teria se submetido a um tratamento experimental com células tronco na Alemanha. O ator Ryan O’Neal, namorado dela por muitos anos, tem sido seu grande companheiro.

Farrah Fawcett, de 62 anos, foi admitida no hospital na quinta-feira, três anos após ser diagnosticada de câncer anal, revela o site da revista People.

Em setembro de 2006, a atriz texana teve conhecimento da doença, mas após uma quimioterapia agressiva, o câncer desapareceu, voltando em 2007.

A People não deu detalhes sobre o estado da atriz, mas segundo o site Radaronline, Fawcett está inconsciente.

A “pantera” Farrah Fawcett também ficou conhecida por suas brigas passionais após se separar do ator Lee Majors, e pela longa relação sentimental que manteve com outro ator, Ryan O’Neal.

Cigarro terá imposto maior

O Ministério da Fazenda propôs ao presidente Lula aumentar o imposto sobre a venda de cigarros para compensar parcialmente a queda de arrecadação de tributos.
A proposta foi discutida ontem e anteontem com Lula. A tendência é ser aplicada, segundo apurou a Folha SP.

A arrecadação de tributos vem caindo por causa da crise (menor atividade econômica) e por desonerações (isenções e reduções de impostos) para determinados setores da economia. Para minimizar essa queda, a Fazenda deseja aumentar o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) cobrado na venda de cigarros.

Auxiliares do presidente argumentam que o preço do cigarro no Brasil é baixo em comparação com outros países. O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, tem feito campanha interna no governo para aumentar o preço. Sem aumento, a expectativa é arrecadar R$ 3 bilhões em impostos sobre cigarros neste ano.

A indústria do fumo alega que elevar a taxação do setor estimularia o contrabando de cigarros de países vizinhos, como o Paraguai. Mas a equipe econômica avalia que esse não é um argumento razoável, porque eventual contrabando tem de ser combatido. Mais: o comércio ilegal não daria conta de abastecer o consumo no país.

Outro argumento da indústria do fumo: aumentar o preço do cigarro elevaria a inflação. Como a crise tem contribuído para evitar ameaça inflacionária, seria uma boa hora, crê a equipe econômica, para aumentar a cobrança de imposto sobre a venda de cigarros.
Do ponto de vista do discurso político, aumentar o imposto do cigarro seria apresentado como uma medida necessária para ajudar o país num momento de crise e ao mesmo tempo tentar desestimular um hábito prejudicial à saúde.

KENNEDY ALENCAR

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