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Cidade de Palocci faz Feira do Livro com patrocinio milionário

Tá hoje na coluna da bem informada Anna Ramalho:

Está sendo um grande sucesso a 11ª Feira Nacional do Livro em Ribeirão Preto, São Paulo.

O evento dá-se no reduto do chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, uma espécie de dono da cidade – só de hospitais são quatro, segundo contou um motorista de táxi a uma amiga da coluna que por lá esteve.

Escritores famosos não deram as caras, mas, entre as dezenas de apoiadores, a Feira do Livro tem três potências como principais patrocinadores: BradescoPetrobras e Brasilprev.

A manda-chuva da Feira é Heliana Palocci, irmã de Sua Excelência. Nenhuma economia foi feita para o sucesso do evento: Ney Matogrosso, Gal Costa e Maria Gadu foram alguns dos artistas que se apresentaram no fim de semana que passou. Participantes vips foram tratados a pão de ló:  passagens, hotel, carros zerinho e luxuosos para o transporte –  boca livre das boas, que segue até domingo que vem. Ainda bem que a grana preta foi empregada em educação e cultura, né, não?

Viúva do fundador do Bradesco ganha ação milionária

A disputa que já dura quase 20 anos pela herança de Amador Aguiar (foto), fundador do Bradesco, teve ontem uma decisão favorável à viúva do ex-banqueiro, Cleide Campaner Aguiar. Por unanimidade, a 3.ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) julgou válido o testamento que deixava seus bens pessoais para a segunda mulher, 39 anos mais jovem.

A fortuna disputada por herdeiros do primeiro casamento, na época estimada em US$ 800 milhões, hoje é avaliada em R$ 150 milhões, ou US$ 86,6 milhões pela cotação do dólar de ontem.

O advogado de Cleide, Luiz Fernando Fraga, do escritório BM&A (Barbosa, Mussnich & Aragão), diz não saber o valor exato dos bens, e que os R$ 150 milhões foram calculados pela família do banqueiro. Aguiar faleceu em janeiro de 1991, aos 86 anos. Em outubro, havia se casado com Cleide em regime de separação de bens, após um relacionamento de cerca de oito anos. Um mês e 12 dias antes de morrer, fez um testamento colocando a segunda mulher como herdeira universal.

Os 11 netos de Aguiar, filhos de suas três filhas adotivas, questionaram a validade do testamento, alegando que o banqueiro não estava em perfeita sanidade mental. O banqueiro que fundou o império do Bradesco – segundo maior banco privado do País, com lucro de R$ 2,5 bilhões de julho a setembro – foi descrito na ação como incapaz. “Usava cadeira de rodas para se locomover nos últimos dias de vida, sofria de incontinência urinária, usava fraldas e não falava coisa com coisa”, segundo depoimento do seu motorista particular, que consta do processo.

Outro argumento era de que o testamento não teria seguido as formalidades da lei. Em 1986, logo após perder a primeira mulher, Elisa, Aguiar havia feito um testamento em que deixava os bens para os netos, documento que depois foi anulado por ele. Ontem, os cinco ministros que analisaram a ação – Massami Uyeda, Nancy Andrighi, Sidnei Beneti, Paulo de Tarso Sanseverino e Vasco Della Giustina – consideraram o testamento válido. A família pode recorrer, mas a unanimidade na decisão é outro ponto favorável à viúva, que hoje tem 67 anos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Bradesco é condenado por proibir barba e cabelo afro

A 7.ª Vara do Trabalho de Salvador condenou ontem o Bradesco a pagar R$ 100 mil de indenização por dano moral coletivo, por discriminação estética – o banco proíbe que os funcionários usem barba ou cabelo afro.

De acordo com a decisão do juiz Guilherme Ludwig, o valor deve ser encaminhado ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e o banco ainda deve divulgar, “nos jornais de maior circulação na Bahia, durante dez dias seguidos, e em todas as redes de televisão aberta, em âmbito nacional”, uma mensagem reconhecendo a “ilicitude de seu comportamento” e a alteração de seu “Manual de Pessoal, para incluir expressamente tal possibilidade” (o uso de barba por parte dos funcionários).

O Bradesco ainda pode recorrer da sentença.

Denúncia. A ação, apresentada pelo procurador Manoel Jorge e Silva Neto, do Ministério Público do Trabalho da Bahia, em fevereiro de 2008, foi baseada na denúncia de um dirigente do Sindicato dos Bancários do Estado, funcionário do banco.

Por ter a pele sensível à lâmina, o barbear diário causava erupções em seu rosto.

A instituição financeira alegou, em sua defesa, que uma pesquisa interna apontou que barba “piora a aparência” e que seu uso pode atrapalhar o sucesso profissional.

Na sentença, Ludwig alegou que a pesquisa foi feita apenas com executivos, “público que não se confunde com o brasileiro médio”, e citou Jesus Cristo, Charles Darwin, Machado de Assis e próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva, entre outros, para rebater o argumento.

Segundo o documento, a proibição constitui “conduta patronal que viola inequivocamente o direito fundamental à liberdade de dispor de e construir a própria imagem em sua vida privada”.

BB e Bradesco fazem parceria com a Caixa

O Banco Bradesco e o Banco do Brasil (BB) firmaram com a Caixa Econômica Federal participação na operação da bandeira brasileira de cartões Elo.

Além disso, a transação permitirá o desenvolvimento de novos negócios para cartões pré-pagos, mediante criação de empresa de meios de pagamento ou utilização de empresas já existentes e alinhadas ao negócio.

Os bancos comunicam, ainda, que estão estudando a possibilidade de ampliar a participação societária da Caixa na Cielo e negociar eventual participação da Caixa em projeto de compartilhamento de terminais bancários externos de autoatendimento.

No entanto, a efetivação da operação está sujeita à realização de estudos técnicos, jurídicos, financeiros, à negociação satisfatória dos documentos definitivos e ao cumprimento das formalidades legais e regulatórias aplicáveis.

Brasil Econômico

Banco sofre 26 tentativas de invasão no sistema por minuto

Há um batalhão de hackers atrás dos clientes dos bancos

Um banco como o Bradesco sofre 26 tentativas de invasão de seu sistema por minuto – foram 14 milhões nos últimos 12 meses.

O Bradesco integra o ranking mundial das companhias mais visadas e, no Brasil, é seguido na preferência dos hackers por quatro de seus rivais – Banco do Brasil, Santander, Itaú Unibanco e Caixa -, segundo levantamento feito pela empresa russa de software antivírus Kaspersky, a pedido do Valor.

“Os casos mais comuns são de mensagens falsas se passando por um pedido de atualização de cadastro”, afirma Fabio Assolini, analista da Kaspersky . Ele estima que, no Brasil, as fraudes na internet causem prejuízo aos bancos de US$ 75 milhões a US$ 100 milhões por ano.

Valor

Bradesco demite 3 diretores

Sinal vermelho no mercado economico: três diretores executivos do Bradesco foram demitidos nesta terça-feira: Paulo Isola, que cuidava das operações de cartões e da financeira Finasa, Armando Trivelato Filho, que era responsável pelos canais eletrônicos do banco (caixas automáticos, internet e call center), e Luiz Pasteur Machado, que cuidava de compras.

As demissões foram interpretadas por executivos de mercado como o início das mudanças de equipe que podem ser conduzidas pelo novo presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi (na foto), que assumiu o cargo em março deste ano. “Ninguém espera que ele faça mudanças radicais, porque tem o compromisso de preservar a cultura do banco, mas é natural que queira formar seu time”, disse um deles.

Trabuco poderia mexer na diretoria executiva do banco. Ainda não está claro, porém, se as vagas abertas por Isola, Trivelato e Pasteur serão preenchidas com promoções internas ou se Trabuco pretende enxugar a diretoria executiva (é pouco provável que sejam contratados executivos no mercado, algo que o banco raramente faz).

Trivelato e Pasteur estavam no Bradesco há décadas e deveriam se aposentar até 2011, ao atingir a idade-limite de 65 anos prevista no estatuto do banco. Isola era mais novo (nasceu em 1955) e veio do BCN, banco comprado pelo Bradesco em 1997.

Giuliana Napolitano/Exame

Google a marca mais valorizada

Um ranking internacional divulgado ontem coloca o Bradesco como a 98ª marca mais valiosa do mundo –a única companhia brasileira a entrar na lista das cem mais valiosas.

O levantamento estima o valor da marca do Bradesco em US$ 6,57 bilhões. Esta é a primeira vez que uma empresa brasileira entra no ranking anual preparado desde 2007 em conjunto pelo jornal “Financial Times”, pela consultoria Millward Brown e pela empresa de pesquisas Datamonitor.

O ranking BrandZ Top 100 mostra o Google como a marca mais valiosa do mundo, com um valor estimado de US$ 100 bilhões. A empresa já ocupava o primeiro posto do ranking nos dois anos anteriores.

A Microsoft, com um valor de US$ 76,2 bilhões, subiu neste ano uma posição no ranking, assumindo a segunda colocação. No ano passado a 2ª posição era ocupada pela General Eletric, somente a 8ª marca mais valiosa neste ano.

A terceira marca mais valiosa, segundo o ranking BrandZ, é a Coca-Cola, seguida de IBM, McDonald’s, Apple, China Mobile, GE, Vodafone e Marlboro.

Os valores das marcas foram estimados com base em pesquisas com consumidores, receitas das empresas e potencial de crescimento.

Queda acentuada

O ranking deste ano mostra uma queda acentuada no valor das empresas dos setores de seguros, que perderam 48% de seu valor, fabricantes de carros, que perderam 22%, e instituições financeiras, que perderam 11%.

Esses três setores são considerados os mais afetados pela atual crise econômica mundial.

No setor financeiro, os bancos mais tradicionais perderam espaço para instituições de países em desenvolvimento. Além da entrada do Bradesco, o ranking deste ano mostra três bancos chineses como as três marcas mais valiosas do setor –ICBC, China Construction Bank e Bank of China.

Os setores que tiveram um maior aumento no valor das marcas são operadores de celulares (ganho de 28%), refrigerantes (24%), café (18%), fast-food (16%) e cerveja (15%).

Ex maior do mundo, hoje vale menos que Itaú e Bradesco

O Citigroup pretende avançar com a fusão das unidades no Brasil, a CitiFinancial com a divisão de cartões de crédito, segundo o “Valor Econômico”. A medida faz parte do plano de reestruturação anunciado no final da semana passada.

Segundo o jornal, que cita Leonel Andrade, presidente do CitiFinancial e Credicard Citi, o Citigroup vai passar a operar no Brasil com a insígnia Credicard Financiamentos.

Após ter se tornado o maior conglomerado financeiro do mundo na década passada e avaliado pelo mercado em mais de 300 bilhões de dólares, o Citigroup não conseguiu apresentar os resultados  esperados e agora já tem valor de mercado inferior ao dos dois maiores bancos privados brasileiros: Itaú e Bradesco.

Com a forte desvalorização sofrida nos últimos dias, todas as ações do Citigroup passaram a valer 20,9 bilhões de dólares, o que, segundo a consultoria Economática, seria suficiente para ocupar apenas a sétima posição no ranking americano, atrás de JPMorgan, Wells Fargo, Bank of America, US Bancorp, Goldman Sachs e Bank of NY Mellon.

Esse montante também é menor que o valor do Itaú (27,6 bilhões de dólares, ainda sem contar o valor do Unibanco porque a fusão ainda não foi concluída) e do Bradesco (25,9 bilhões), os dois mais valiosos bancos brasileiros.

O banco teve um prejuízo de 8,29 bilhões de dólares no quarto trimestre, completando 15 meses de perdas. Para tentar recuperar seu capital, o banco decidiu desmontar o conglomerado financeiro.

O Citi vai se dividir em duas unidades operacionais. Uma de operações bancárias e a outra de corretagem, gestão de ativos e financiamento a consumidor.

Em novembro, o banco já havia recebido 20 bilhões de dólares de recursos do pacote de ajuda do governo americano aos bancos. O governo também concordou em garantir mais de 300 bilhões de dólares em créditos podres do Citi, mas nem isso foi capaz de tranquilizar o mercado.

O Citi havia se tornado o maior conglomerado financeiro do mundo em 1998, com a fusão do Citicorp com o Travelers Group.

Bradesco é o maior banco da AL

Um estudo da consultoria Economática divulgado hoje aponta o Bradesco como o maior banco da América Latina em valor de mercado. Segundo a pesquisa, cinco bancos brasileiros estão entre os 25 maiores da América Latina e Estados Unidos.

Apesar da liderança na região, o Bradesco perdeu duas posições no ranking das Américas em relação ao final do ano passado, passando da 7ª para a 9ª posição. O Itaú, que no final de 2007 ocupava a 8ª colocação, atualmente está em 11º. O Banco do Brasil, por sua vez, caiu quatro posições, da 12ª para a 16ª colocação.

No mesmo período, o Unibanco perdeu oito posições, passando para a 24ª colocação. O Santander, no entanto, subiu da 19ª para a 15ª colocação no ranking, segundo a Economática, em razão da emissão de ações para a incorporação do ABN Real.

AE

Friboi, Usiminas e Vale fazem Bolsa cair 3,51%

A Bolsa de Valores de São Paulo teve nesta segunda-feira seu terceiro pregão de queda consecutivo, com o Ibovespa recuando ao menor valor desde o mês de janeiro. Ao final das negociações, a desvalorização ficou em 3,51%, pois os investidores se mostraram temerosos com a proximidade de reuniões nos bancos centrais da Inglaterra, Estados Unidos e Europa.

O volume financeiro negociado ficou perto de R$ 4,7 bilhões. Entre as principais ações negociadas na Bovespa, tiveram forte queda JBS Friboi (- 8,51%), Usiminas (- 7,53% no valor dos papéis ordinários) e a mineradora Vale,  que teve desvalorização de 7,20% nos papéis ordinários e 7,15% nos papéis preferenciais.

Outra gigante do mercado, a Petrobras viu queda de 5,13% nas ordinárias e 4,69% nos preferenciais. Tiveram ainda forte alta os papéis do Bradesco, mesmo com o banco confirmando lucro de quatro bilhões de reais no semestre. As ações preferenciais caíram 5,69% e as ordinárias, 5,07%.

Bovespa

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