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BMW terá fábrica em Santa Catarina ou São Paulo

A montadora alemã BMW planeja investir em uma nova fábrica no Brasil, buscando ampliar sua presença no crescente mercado de carros de luxo na maior economia d

a América Latina, disse à Reuters o vice-presidente financeiro da empresa, Friedrich Eichiner.

“Vamos submeter o plano de investimento ao governo brasileiro”, disse ele em comentários feitos por e-mail nesta quinta-feira,
A decisão põe fim a meses de incertezas sobre a instalação de uma fábrica da BMW no Brasil, depois que o governo federal levantou barreiras para a importação de veículos. recusando-se a dar detalhes sobre o montante do investimento, que ainda depende de negociações com o governo.

Os planos atuais comtemplam a construção de uma fábrica em São Paulo ou em Santa Catarina.

Reuters

BMW tropicaliza nova motocicleta

A BMW Motorrad inicia, em março, a produção do modelo F800R em Manaus. A moto com 798 cilindradas será o carro-chefe da montadora alemã para emparelhar no mercado com a japonesa Kawasaki.

As 798 cilindradas da F800R lhe dão aceleração de 0 a 100 km em 3,9 segundos

Assim, a BMW vai disputar a liderança do mercado naked – segmento que agrupa modelos premium com desenho intermediário entre motos de passeio e esportivas. A Kawasaki é produtora da Z750.

A divisão movimenta apenas 10 mil unidades por ano no Brasil, mas ocupar esse mercado significa prestígio junto ao público de alto poder aquisitivo.

Rolf Ep, diretor da BMW Motorrad, relata que a produção em Manaus vai promover uma desaceleração forte no valor da F800R. “A redução de preço vai ser em torno de 25%. Essa moto vale hoje R$ 51,9 mil e estamos trabalhando para ficar perto dos R$ 38 mil”, antecipa o diretor.

O modelo, que hoje é importado, terá 100 unidades emplacadas em 2010. A meta inicial da BMW é concluir 2011 com 800 F800R vendidas. “A F800R vai conquistar clientes de outras marcas, principalmente das japonesas”, confia Ep.

A F800R consolida a estratégia da BMW Motorrad de instalar há um ano em Manaus (AM) a sua primeira linha de montagem de motocicletas fora da Alemanha. Passo estratégico para a companhia crescer no mercado brasileiro de motos premium, acima de 450 cilindradas (cc), cujas vendas no país já haviam atingido a marca das 40 mil unidades em 2008.

A decisão de se instalar no país veio acompanhada por um plano de negócios disposto a tornar as motos da BMW mais conhecidas do brasileiro – consumidor que até então associava a marca aos carros de luxo que a partir da Segunda Guerra transformaram a antiga fabricante de turbinas de avião da Baviera, no sudeste da Alemanha, em uma das principais indústrias automotivas do mundo.

Para viabilizar seu investimento, a Motorrad firmou uma parceria com a Dafra para instalar um núcleo CKD (linha de montagem com peças vindas da matriz) na fábrica da brasileira em Manaus. O núcleo ficou responsável por montar o modelo de entrada da BMW no país, a G650GS.

O processo industrial no Amazonas reduziu o preço da moto de R$ 45 mil para R$ 29,8 mil – fator essencial para ganhar clientes em um mercado emergente, no qual motos de lazer são a menor fatia do segmento duas rodas. A G650GS estacionou nas lojas em janeiro.

“Começamos com uma produção diária de cinco motos, mas a procura foi grande e logo passamos a 14 unidades por dia. Hoje, produzimos de 180 a 200 motos por mês”, comemora Rolf Ep.

Metas superadas

O presidente da BMW Brasil, Jörg Henning Dornbusch, confirma que a procura superou a meta inicial da montadora de vender 3 mil unidades neste ano. Comercialização puxada por uma expansão geográfica para além do eixo Rio-São Paulo como uma aposta no futuro. “Estamos plantando para colher daqui há uns quatro ou cinco anos”, confia.

Mas os primeiros frutos já começaram a ser colhidos neste ano. A Motorrad encerra 2010 com 3,5 mil motos vendidas e 9% do mercado de altas cilindradas. O percentual é o dobro do alcançado no ano passado.

O desempenho é 118% superior ao de 2009, quando a marca vendeu 1.608 motos. A G650GS respondeu até novembro por 1.174 unidades comercializadas em pontos 20 pontos de vendas, oito a mais que no ano passado.

O resultado ajudou a alçar o Brasil a sétima posição entre os mercados mais importantes da divisão duas rodas da BMW, apesar do mercado premium prever fechar o ano com 36 mil motos – volume 10% menor que o pico atingido em 2008.

Brasil Econômico

BMW lança nova moto no Brasil

Depois de fazer o primeiro lançamento mundial de um modelo automotivo no Brasil neste ano, agora a BMW escolheu o país para ser o primeiro a produzir motos da marca fora da Alemanha. A BMW Motorrad vai montar o modelo G 650 GS em parceria com a Dafra Motos a partir de dezembro em Manaus (AM). O produto estará disponível ao consumidor brasileiro em fevereiro de 2010, ao preço de R$ 29.800, cerca de 40% menos do que custaria se fosse importado da Alemanha.

A escolha do Brasil para montar a moto da BMW deve-se ao desempenho das vendas do país, afirma Rolf Epp, diretor da BMW Motorrad no Brasil, que espera uma expansão de 10% neste ano.

“O Brasil é o único país em que as vendas de motos da montadora crescerão dois dígitos.” A BMW quer encerrar 2009 com 5% de participação no mercado brasileiro de motos acima de 500 cilindradas.

Além da nova arquitetura com dois cilindros, antes era apenas um com 652 cm³, o propulsor da nova F 650 GS está bem mais potente: 71 cv (a 7.000 rpm) contra os 50 cv (a 6.500 rpm) da anterior. Sem falar que o novo bicilíndrico é bem mais silencioso que seu antecessor monocilíndrico.

O novo motor, apesar de derivado da esportiva F 800S, parece ter sido feito para essa funbike. Oferece um ótimo equilíbrio entre torque em baixas rotações e potência em altos giros para se acelerar em avenidas de trânsito rápido. Aliás, o torque máximo do novo motor também é bem maior: agora são 7,65 kgf.m já nas 4.500 rpm – contra os 6,12 kgf.m que chegavam nos 4.800 rpm.

Como resultado, a nova F 650 GS ficou bem mais “esperta”, como se diz no jargão dos motociclistas. Ou seja, responde prontamente a qualquer giro no acelerador. Seja na estrada quando mantém com facilidade boa velocidade de cruzeiro ou no trânsito quando não exige muitas trocas de marchas no câmbio de seis velocidades em função do torque elevado. Resumindo: diversão garantida tanto no uso urbano ou em curtas viagens, já que o novo motor pode levar essa BMW a 200 km/h.

Ciclística mais on-road

A nova F 650 GS ganhou também um conjunto ciclístico mais on-road. Ganhou um quadro tubular e rodas em liga-leve – aro 19 na dianteira e 17 na traseira – em vez das rodas raiadas da antiga versão. Apesar disso, o curso de suas suspensões foi aumentado. Na frente, o garfo telescópico agora tem 180 mm e, atrás, a balança traseira em alumínio tem um único conjunto mola-amortecedor com 170 mm de curso. Cursos bastante longos, fazendo da F 650 GS a moto ideal para enfrentar as valetas, buracos e lombadas de uma cidade como São Paulo. Porém as rodas de liga-leve limitam seu uso no off-road.

A posição de pilotagem continua bastante semelhante à versão anterior – bem ereta e com os braços abertos. Já o assento foi melhorado, e bastante. Está mais largo e confortável tanto para o piloto como para a garupa.

No sistema de freios, a F 650 GS traz a qualidade e a segurança características das motos BMW. Um disco de 300 mm de diâmetro na dianteira com pinça Brembo de dois pistões e um disco de 265 mm com pinça de um pistão na traseira. A versão testada contava ainda com sistema ABS bastante eficaz.

Ela ficou um pouco mais longa que a versão anterior, mas um pouco mais estreita. No total, com a nova ciclística e motor, a nova 650 engordou apenas 7 kg – agora ela pesa 199 kg em ordem de marcha.

Mercado Aberto e Web Motors

2009 BMW F 650 GS Photos – wBW Lightbox – Click photo to view.

2009 BMW F 650 GS in the dirt 2009 BMW F 650 GS Engine 2009 BMW F 650 GS Front Wheel, Tire and Brakes 2009 BMW F 650 GS Fuel Tank 2009 BMW F 650 GS Headlight
2009 BMW F 650 GS Instruments 2009 BMW F 650 GS Rear Wheel and Tire 2009 BMW F 650 GS Seat 2009 BMW F 650 GS Rear Shock 2009 BMW F 650 GS Tail Light

BMW prepara chegada do Mini Cooper ao Brasil

A BMW, proprietária da marca inglesa, anunciou que passará a importar, a partir do ano que vem, o hatch e sua versão alongada o Clubman . A apresentação dos modelos deverá acontecer  agora em outubro durante o Salão do Automóvel de São Paulo.

O lançamento dos Mini no Brasil será feito devido ao bom momento pelo qual passa o mercado nacional, levando em conta a boa aceitação que diversos modelos, principalmente os importados, vem tendo. Outro motivo teria sido o bom desempenho de veículos como o VW New Beelte e o Volvo C30 no país.

As versões do Mini e do Clubman não foram divulgadas, bem como preço ou motorização, mas acredita-se que os modelos importados sejam da linha Cooper (1.6 de 120 cv) e até Cooper S (1.6 Turbo de 175 cv). O valor cobrado pelo hatch deve ficar abaixo da casa dos R$ 100 mil pedidos atualmente por importadores independentes.

O Mini foi criado por Alec Issignos, em um guardanapo de restaurante, durante seu almoço com um executivo. Lançado em 1959 na Inglaterra, logo se popularizou pelo tamanho compacto, espaço interno relativamente bom e preço baixo. A geração atual, uma releitura moderna, foi feita após a compra da falida Mini pela BMW, em 2000, assim como a Rover, posteriormente vendida a um grupo chinês.

Atualmente, o Mini é comercializado também em outros países da América Latina, como Argentina, Chile, México, Venezuela e, recentemente, Colômbia. Para atender à crescente demanda, devido à boa aceitação, a BMW ampliará a planta de Oxford, onde o modelo é feito, para que sua capacidade de produção aumente para 240 mil veículos anuais até 2010.

O presidente da empresa no país, Jörg Henning Dornbusch, anda visitando agências de publicidade de São Paulo para tratar do lançamento do veículo no Brasil no próximo ano.

Além do Mini, a BMW pretende trazer outro modelo exclusivo ao país. Os veículos serão vendidos exclusivamente em lojas da rede Mini em São Paulo, Curitiba e Rio de Janeiro, ainda em fase de desenvolvimento.

Matheus Q. Pera

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