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RJ pega emprestado US$ 1 bilhão do Bird

O Banco Mundial (Bird) aprovou hoje (1) um empréstimo de US$ 1,045 bilhão, em duas parcelas, para o Rio de Janeiro. O empréstimo apoia iniciativas de aceleração do crescimento econômico do município.

Além disso, a iniciativa deve colaborar para a melhoria da qualidade e cobertura dos serviços sociais, especialmente nas áreas de baixa renda.

Este é o primeiro empréstimo do Banco Mundial à cidade e o maior já feito pela instituição diretamente a um município em todo o mundo.

“O Rio vem criando as bases para um crescimento sustentado, que responda aos seus desafios urbanos e sociais únicos, inclusive com vista à Copa do Mundo de 2014 e aos Jogos Olímpicos de 2016”, disse o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes.

Entre as metas apoiadas pelo empréstimo estão a duplicação da cobertura dos programas de saúde da família, para 12% até dezembro de 2011, reduções anuais dos índices de desistência escolar, além da redução de dias necessários para se abrir uma empresa e medidas para tornar o sistema de aposentadorias do município mais sustentável.

A primeira parcela do empréstimo, de US$ 545 milhões, será desembolsada após a efetividade e assinatura da operação, prevista para os próximos meses.

A segunda parcela, de US$ 500 milhões, deve ocorrer até junho de 2012 e está ligada à obtenção de indicadores fiscais e sociais acordados com o Governo Municipal.

Incluindo o empréstimo aprovado hoje, o Banco Mundial já financiou mais de US$ 3,2 bilhões em projetos no estado do Rio de Janeiro desde 1952.

O empréstimo é denominado em dólares americanos e tem uma amortização com pagamentos customizados mensais durante 30 anos, com todas as opções de conversão.

BrasilEconomico/Michele Loureiro

BIRD põe US$ 7 bilhões à disposição do Brasil

O Banco Mundial (Bird) e o governo brasileiro chegaram a um acordo sobre a “estratégia de assistência” relativa ao Brasil. Com isso, a instituição vai colocar US$ 7 bilhões em financiamentos à disposição do país até 2011, segundo comunicado emitido pelo banco nesta quinta-feira (1º).

O cronograma foi elaborado em conjunto entre o Bird e o governo brasileiro, destacou a nota do banco.

O Banco Mundial também diz que também vai garantir seu “selo de aprovação” ao programa de etanol, a ajuda social do Bolsa-Família, o combate à AIDS e programas comunitários de redução da pobreza.

O anúncio do banco vem um dia depois de a agência americana de classificação de riscos financeiros Standard & Poor’s ter concedido o grau de investimento ao Brasil. O Brasil é considerado hoje um país seguro pelos investidores internacionais, graças a uma maior “maturidade” de suas instituições e de suas políticas.

Deste montante, US$ 976 milhões serão destinados a Minas Gerais, para promover o crescimento econômico e a redução da pobreza; US$ 84 milhões para um programa nacional que melhora o acesso da população a serviços de saúde; e US$ 550 milhões ao estado de São Paulo, com o objetivo de melhorar o serviço de trens da região metropolitana, informou o Bird.

Os estados receberão a maior parte dos dinheiro concedido em forma de empréstimo – cerca de 70% -, desde que estejam em conformidade com a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

BC

Brasil lidera ranking de desmatamento

O relatório Global Monitoring Report, realizado pelo Banco Mundial (Bird) e divulgado ontem afirma que a maior parte do desmatamento mundial vem se dando no Brasil e na Indonésia.

Um ranking publicado no relatório afirma que, entre 2000 e 2005, o Brasil desmatou um total de 31 mil km² de sua área florestal, seguido pela Indonésia, que desmatou 18,7 mil km², e o Sudão, que derrubou 5,9 mil km² de sua área florestal.

O desmatamento nos dois países com as maiores regiões de floresta no mundo vem ocorrendo, predominantemente, devido à transformação de suas áreas florestais em terras agrícolas.

Segundo o documento, o índice de hectares desmatados no Brasil foi de 2,7 milhões, entre 1990 e 2000, mas que ele passou para 3,1 milhões de hectares entre 2000 e 2005. Na Indonésia, ao contrário, os índices permaneceram inalterados no mesmo período. 

JB

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