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Barueri volta atrás e retira ação contra CQC

Por meio de assessoria, a Prefeitura de Barueri informa que desistiu da ação que movia contra a Band, impedida de veicular uma matéria do quadro ‘Proteste Já’, do programa CQC. A decisão foi tomada depois que o prefeito, Rubens Furlan, tomou conhecimento do conteúdo da reportagem. A matéria questiona o desvio de um aparelho de TV, doado a uma escola pública do município.

Apenas nesta quarta-feira a assessoria de comunicação de Barueri publicou nota de esclarecimento no site oficial da prefeitura, em que afirma não ter censurado o “CQC”, tampouco ter “poder para isso”. “Ocorre que o programa CQC fez uma matéria em Barueri, e a Prefeitura desconhecia o conteúdo desta matéria. Para que não fosse ao ar uma matéria possivelmente debochada, desrespeitosa, sensacionalista ou que pudesse causar danos à imagem da instituição ou dos servidores públicos, a Prefeitura apenas exerceu seu direito pleiteando em juízo que a matéria não fosse ao ar até que tal conteúdo fosse conhecido”, explica a nota.

A matéria em questão era sobre uma TV doada pelo programa a uma escola do município, na qual havia um aparelho de GPS embutido. Ao rastrear o GPS, a equipe do “CQC” que fazia a reportagem descobriu que o televisor havia ido parar na casa da diretora da escola. Uma ação judicial assinada pela juíza Nilza Bueno da Silva impediu a exibição do quadro e gerou protestos. “O ‘CQC’ está sob censura prévia”, disse, no ar, Marcelo Tas.

Diante da repercussão negativa, o prefeito Rubens Furlan (PMDB) desistiu da ação e até concedeu entrevista ao humorista e repórter do programa Danilo Gentili, responsável pela matéria. ”

Após tomar conhecimento de todo o conteúdo da matéria, o próprio prefeito determinou a desistência da ação e que fosse revogado o pedido, concordando plenamente com a exibição da matéria.

A Secretaria de Educação do município instaurou uma sindicância para apurar os responsáveis pelo desvio do aparelho, que poderão ser advertidos ou exonerados.

Vieira de Mello deixa direção executiva da Band

O jornalista Fernando Vieira de Mello não ocupa mais a direção executiva de jornalismo da Band. Ele foi transferido e seu posto ainda não foi ocupado.

Mello agora trabalha na equipe do jornal “Metro”, que também pertence às organizações da família Saad.

Fernando Vieira de Mello já teve diversas funções no jornalismo da Band. Além de diretor executivo, ele também acumulava a função de apresentador do “Primeiro Jornal”.

Boris Casoy já responde a 4 processos de garis

O gari Demilson Emidio dos Santos, da cidade da Campina Grande, Paraíba, move ação contra a TV Bandeirantes e o jornalista Boris Casoy por comentário pejorativo do âncora durante o “Jornal da Band”, no último dia 31 de dezembro. No processo de indenização por danos morais, Santos argumenta que o fato causou “danos profundos” a ele a sua família. Essa é o quarto processo movido em razão do comentário.

Na ocasião, após assistir as felicitações de dois garis sobre o ano novo, Casoy – sem saber que o microfone estava aberto – comentou: “…Que merda…dois lixeiros desejando felicidade… do alto de suas vassouras…dois lixeiros… o mais baixo da escala do trabalho”.

Após a repercussão, o jornalista foi a público pedir desculpas pelo episódio. No entanto, não foi o bastante para a Federação Nacional dos Trabalhadores em Serviços, Asseio e Conservação, Limpeza Urbana, Ambiental e Áreas Verdes (Fenascon) e para a representação regional da categoria para o estado de São Paulo, a Siemaco, que moveram, ao todo, três ações contra o jornalista, sendo uma delas criminal. A emissora é citada em duas das ações.

O site Espaco Vital informa que, na petição inicial, o gari declarou que “enfrenta, dia a dia, as intempéries do tempo propiciando à sociedade ambientes limpos das sujeiras urbanas onde o Sr. Boris Casoy, como o seu comportamento desumano, é mais lixo do que o próprio lixo”.

A respeito de sua família, o gari sublinhou que o fato causou “danos profundos”, uma vez que “seus familiares perceberam o quanto o renomado jornalista Boris Casoy, formado de opinião pública com abrangência continental pensa a respeito de tão nobre e indispensável profissão.”

A ação foi ajuizada no último dia 28 de janeiro na 8ª Vara Cível da Comarca de Campina Grande.
A Band não irá comentar o caso.

Eduardo Neco/Redação Portal IMPRENSA

Sambista fará reportagens para o “Fantástico”

A direção do “Fantástico” aprovou as reportagens de humor feitas pelo sambista Dicró e resolveu apostar no quadro. Devido ao sucesso, Dicró assinou contrato de exclusividade com a TV Globo na última terça (3) e continuará produzindo reportagens para o dominical.

Nesta quarta (4), o sambista embarcou para Salvador para gravar mais uma matéria para o programa. O investimento no humor faz parte da tentativa da Globo em elevar os índices do programa no confronto direto com o “Pânico na TV”. Recentemente, a emissora adquiriu o quadro do humorista francês Rémi, que acabou não alcançando a audiência esperada.

Em entrevista ao jornal Extra, Dicró comemorou sua efetivação no programa. “O povo tem gostado. Sou feio, mas dou ibope. Existe um roteiro, mas faço tudo no improviso mesmo”, revela o sambista, que garante que não pretende mudar seu estilo.

Marcelo Rezende estreia com fé na Band

O jornalista Marcelo Rezende estreia hoje na Band com uma série de reportagens especiais no “Jornal da Band”. O programa vai ao ar a partir das 19h20.

As reportagens de estreia de Rezende mostram a relação dos brasileiros com a fé. “Escolhi esse tema porque estamos atravessando um período de tragédias; tsunami, terremotos, mortes pelo descuido dos governantes, etc. Me ocorreu que tínhamos que levar uma mensagem de esperança, de que existe algo muito maior”, disse o jornalista.

Atualmente, ele também prepara o lançamento de “Tribunal na TV”, programa que comandará na emissora ainda neste trimestre.

Folhaonline

Bóris Casoy teria pertencido a grupo neonazista

O Blog Cloaca News reproduz, na íntegra, a reportagem da finada revista O Cruzeiro, de 9 de novembro de 1968. O texto é de Pedro Medeiros e as fotos de Manoel Motta.

( clique nas imagens para ampliá-las)


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Fonte: Cloaca News 



Li gostei e colei: Boris Casoy, o filho do Brasil

Uma parte da nossa esquerda política imagina que os ricos não são brasileiros. Pensam que eles ainda são os filhos de uma elite que estudou na Europa e que, se o Brasil for mal, irá embora daqui. Imagina que são pessoas completamente por fora da vida cotidiana do Brasil. Essa visão da esquerda pouco ajuda. Enquanto não entendermos que um homem de direita como Boris Casoy é tão “filho do Brasil” quanto Lula, não vamos descrever o Brasil de um modo útil para os nossos propósitos de melhorá-lo.

Creio que o vídeo (aqui) que mostra Boris ridicularizando de maneira odiosa os garis, com o qual iniciamos o ano, deveria valer de uma vez por todas para compreendermos algo que, não raro, há vozes que querem negar: “o ódio de classe” permanece entre nós – sim, nós os brasileiros. Deveríamos levar em conta isso, sem medo, ao descrever o Brasil.

Quando Ciro Gomes, ao comentar algumas reações às políticas sociais, então vindas de determinados grupos da imprensa, disse que tal coisa era obra “da elite branca”, a reação da direita foi imediata. Um dos elementos mais à direita que temos na imprensa brasileira, Reinaldo de Azevedo, saiu rasgando o verbo. Primeiro, elogiou Patrícia Pillar, atriz mulher de Ciro, para não criar desafetos, e em seguida tratou o político como um bobalhão que teria falado de algo que não existe no Brasil. Ciro teria bebido demais em algum rortianismo, lá nos Estados Unidos, quando então fez curso arrumado por Mangabeira Unger. Voltando de lá mais à esquerda do que foi, estaria inventando divisões que aqui não existiriam. Reinaldo não é um jornalista sofisticado para escrever isso, mas o que disse, no meio de sua pouca cultura, queria transmitir essa idéia.

Mas quando ouvimos o que um Boris Casoy diz por detrás das câmeras, não temos como não admitir que Ciro está certo: existe uma “elite branca” no Brasil que sente profundo desprezo para com tudo que é do âmbito popular. Pode ser que vários membros dessa “elite branca” não sejam tão cruéis quanto Casoy. Pode ser, mesmo, que vários dos ricos que estão nessa “elite branca” se sintam desconfortáveis, perante os preceitos cristãos de humildade que dizem adotar, quando escutam isso que ouvimos de Boris Casoy. Todavia, o que Casoy falou  é o que se pode ouvir, entre um uísque e outro, nas festas antes organizadas pelo empresariado que amava da Ditadura Militar, e que hoje é feita para angariar fundos para o  PSDB, o partido que havia nascido com o propósito de não ser a direita política, mas que, agora, assume esse papel.

Não quero de modo algum, com esse artigo, provocar aqueles que, sempre pensando só de modo dual, logo dirão: “ah, mas a esquerda é blá, blá, blá”. Sou um homem de esquerda. Minha condição de filósofo me dá alguns instrumentos para analisar de onde venho. Podem ficar tranqüilos. Aliás, sou uma pessoa que adora a frase de Fernando Henrique Cardoso, quando ele disse, se referindo a ele mesmo por conta de acreditar que sua política econômica, ela própria, já era política social: “não é necessário ser burro para ser de esquerda”. Mas aqui, não quero falar da esquerda. Quero mostrar que gente como Boris Casoy não caiu no Brasil vindo de Plutão. Muito menos estudou na Europa. Gente como Boris Casoy estava no Mackenzie, fazendo curso superior, mais ou menos no tempo em que Lula deveria estar vendendo limão na rua. Isso não transforma o Lula em um bom homem e o Boris em um perverso. Mas isso dá, claramente, razão a Ciro Gomes: há sim uma “elite branca” que não respeita garis, que não os acham gente, e que transferem esse ódio ao Lula, principalmente quando olham para ele e o vêem sendo abraçado por um Sarkozi, na capa do Le Monde.

Sarkozi é o presidente da França. E não é de esquerda. Eis então que toda a direita no Brasil comemorou sua eleição. Todavia, Sarkozi aparece abraçado com Lula, sem o preconceito de classe que vários dos próprios brasileiros ainda possuem contra Lula, então, esse fato Lula-Sarkozi, deixa essa “elite branca” despeitada. Ela se pergunta, raivosa: “por que não FHC ou Serra?” Por que aquele “analfabeto”, por que ele, aquele … “gari”? Sim, a fala de Boris é o equivalente dessas frases que eram, até pouco tempo, restritas aos círculos da Ana Maria Braga, Regina Duarte, José Neumanne Pinto e Danusa Leão. Foram esses círculos que fingiram se espantar com o relato de César Benjamim, sobre Lula na prisão. (a história de que Lula teria tentado comer um garoto lá). Fingiram, sim, pois já haviam escutado isso em festinhas e riam disso, tratavam de fazer correr a fofoca, sendo ela verdadeira ou não.

Caso queiramos melhorar o Brasil, vamos ter de ver que os brasileiros – muitos – pensam como Boris Casoy. E atenção nisso: não vamos culpá-lo pelos seus cabelos brancos não! Mainardi, na Globo, ainda não tem cabelos brancos e pensa a mesma coisa. Na Band, vocês já viram o tipo de preconceito de classe contra pobres que aparece no CQC? Já viram o menino Danilo Gentili insultando os pobres, jogando comida para eles? Não? Pois saibam que isso ocorreu sim! Esse tipo de humor é necessário?

Estamos há duas décadas da “piada” de Chico Anísio contra Lula, dizendo que se Marisa fosse a primeira dama e fosse morar no Planalto, ficaria esgotada ao ver quantas janelas de vidro teria de limpar. Naquela época, a Globo fez Chico Anísio pedir desculpas em artigo na imprensa. E ele pediu! De lá para cá, o que mudou na TV brasileira? Ora, o vídeo de Boris Casoy nos diz que pouca coisa mudou. Que ainda precisamos de muito para evoluirmos. Temos uma longa caminhada pela frente no sentido de educar  aquele brasileiro que não consegue entender que o dia que um lixeiro parar, ele, o rico, vai ver todas as moscas botarem ovos no seu ânus, e quando ele acordar, ele terá sido devorado em vida pelos vermes. Estamos ainda precisando de uma forte pedagogia que entre nas escolas de modo a evitar que os brasileiros do futuro sejam os Casoys da vida.

As pessoas podem ser de direita, isso não deveria implicar em perder a capacidade de ver na condição social de concidadãos algo que não os desmerece (o bom exemplo não é, enfim, o próprio Sarkozi?). No Brasil, no entanto, a direita política não consegue apresentar um comportamento de brasileiros que gostaríamos que todos nós fôssemos, ou seja, pessoas capazes de ver em cada outro que lhe presta um serviço um homem digno.

Paulo Ghiraldelli Jr, filósofo.

http://ow.ly/RLsW

Boris Casoy diz gafe e humilha garis ao vivo

Isto é uma vergonha!!!!

No “Jornal da Band” do último dia 31, o âncora Boris Casoy passou por uma bela “saia justa”. Durante o programa, após as felicitações de Ano Novo de uma dupla de garis, o jornalista não percebeu que o microfone estava aberto e falou o que pensava.

“Que merda!, dois lixeiros desejando felicidades… do alto de suas vassouras… dois lixeiros… o mais baixo da escala do trabalho…”, disse Boris Casoy.

O apresentador, por meio da assessoria de imprensa da Band, reconheceu a ofensa que cometeu contra os garis e prometeu se retratar durante a edição de hoje (1) do programa.

“Ontem durante o programa eu disse uma frase infeliz que ofendeu os garis. Peço profundas desculpas aos garis e a todos os telespectadores”, afirmou Boris Casoy em um breve comentário.

Veja abaixo o vídeo!

As transformações de mulheres na TV

 

Vale a pena rever este post da coluna “Retratos da Vida” de Leo Dias no jornal Extra, do Rio:

Não há, em nenhum programa da televisão brasileira, um quadro de transformações mais radical do que o “Espelho, espelho meu”, o maior sucesso da atração de Márcia Goldschmidt, na Band.

A participante sai dali completamente transformada. As mudanças vão desde os tratamentos de pele, cabelos e dentes a implante de silicone e lipoaspiração, se necessário. Por isso, desde junho 47.238 pessoas já se inscreveram para mudar de visual radicalmente.

O programa evita procedimentos invasivos, mas faz qualquer cirurgia que seja necessária. Para garantir o suspense e a surpresa final, as mulheres ficam todo o tempo (entre cinco e 10 dias) sem se olharem no espelho — uma produtora dorme com as candidatas para evitar a tentação.

 

 

 

 

 

Coluna Retratos da Vida/Jornal Extra

 

Marcelo Rezende já é da Band

O jornalista Marcelo Rezende assinou esta semana contrato de dois anos com a TV Bandeirantes, na sede da emissora, em São Paulo. Rezende irá apresentar um programa diurno na Band, mas a emissora ainda não revelou detalhes da programação.

O jornalista comandará uma atração diária com debates, a ser exibida à tarde, antes do programa “Márcia”, a partir de novembro. Foi José Luiz Datena quem o indicou. “Falei com a cúpula da Band. Ele estava injustiçado, não podia ficar longe da TV”, disse Datena.

“Tenho certeza de que vamos fazer um programa de interesse público. E a Band é craque nisso. Espero traçar um novo perfil nas tardes da Band”, afirmou Rezende durante a assinatura do contrato. O jornalista acumula mais de 30 anos de carreira, com passagens pela Rede Globo, Rede TV, Record e revista Placar.

A emissora acredita que o jornalista se enquadra bem em seu novo projeto. “A Band acha que o Marcelo tem uma trajetória de sucesso de audiência que fala por si só, somente isso já justificaria a presença dele no cast. Além disso, é o âncora ideal para o projeto que queremos colocar no ar”, disse Marcelo Meira, vice-presidente da Band.

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