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Augusto Nunes sai do Jornal do Brasil

O jornalista Augusto Nunes está deixamndo a Diretoria-executiva do Jornal do Brasil, após sete anos. Nunes dirigiu o JB, a revista Forbes e a Gazeta Mercantil. A saída do jornalista é recente à de Vagner Fernandes, editor do JB Online.

Nunes declarou que saiu do JB, por que  não tem costume de permanecer por muito tempo em um mesmo veículo. “Já estou lá há mais de sete anos. Não gosto de ficar tanto tempo no mesmo lugar. Não gosto de me repetir”, disse.

O jornalista esclareceu que nenhum outro motivo o levou a deixar a direção-executiva do JB e acrescentou, ainda, que trabalhar no grupo foi uma”ótima experiência”.

Augusto Nunes irá para o departamento digital da revista Veja, informou à IMPRESA, no entanto, sem função definida. Nunes revelou que em breve voltará a escrever, mas não só sobre política. “Eu não quero me restringir. Escreverei sobre tudo, agora. Não só sobre política”, declarou.

Portal Imprensa/Eduardo Neco

Janio Quadros terá biografia e minissérie na TV

Depois de 200 anos de história, homenageando Machado de Assis, e de A Lei e o Crime, a Tv Record deverá dar sequência aos seus investimentos em especiais e minisséries para 2009. A novidade deste ano ficará por conta de um especial que retratará a vida de Jânio Quadros, um dos presidentes mais populistas e polêmicos que o Brasil já teve.

A autoria ficará de responsabilidade de Paulo Figueiredo, que atualmente pode ser visto na reprise de Prova de Amor. Nelson Valente, que também já escreveu sobre o grande político em oportunidades anteriores, também colaborará com o projeto, que deverá ter 12 capítulos.

Fragmentos de história assim como todo o material estão em fase de coleta, o que faz com que a Record não esteja apta para divulgar uma possível data de estreia.

Jânio Quadros foi o último presidente eleito antes do Regime Militar. Responsável por uma carreira meteórica, partindo de suplente de vereador em 1947 para o cargo mais alto do país em 1960, Jânio também teve uma queda rápida. Seu governo durou apenas 7 meses, com a famosa carta de renúncia em que justificava que estaria deixando a presidência devido às “forças ocultas”, ou “forças terriveis”, como Jânio corrigia.

Anos depois, Jânio tentou voltar a política e comandou a cidade de São Paulo pela segunda vez até o final dos anos 80. Faleceu em 1992.

Um dos grandes marcos de Jânio Quadros estava em seu carisma. Conseguiu chegar a presidência da República mesmo sem ter padrinhos políticos, dono de jornal ou grande empresário, o que era comum na época.

Ainda sobre Janio,  o jornalista Augusto Nunes – diretor editorial e colunista do Jornal do Brasil – ntrega em agosto, à editora Planeta, um romance histórico sobre Jânio Quadros.

Debruçado desde 2002 sobre a vida pessoal e política do ex-presidente, Augusto vem fazendo minuciosa pesquisa com a ajuda de três profissionais, entre eles sua filha, Bianca, também jornalista.

O livro promete. Além dos fatos históricos e de algumas liberdades ficcionais – como escrever sobre o que teria se passado na cabeça de Quadros nos momentos que precederam a sua renúncia, os embates mentais e morais que deve ter travado aquele homem esquisito – Nunes reuniu farta documentação iconográfica.

A obra será lançada no final do ano.

PS: Leiam abaixo a carta, enviada a este blog pelo “Janiólogo” Nelson valente

Fontes: Natelinha e JB

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